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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; twitter</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Sua mãe entrou no Facebook? Não se preocupe, seus problemas acabaram&#8230;</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/sua-mae-entrou-no-facebook-nao-se-preocupe-seus-problemas-acabaram/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 11:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;. E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;. Pois é, a rede social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;.<br />
E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;.</p>
<p>Pois é, a rede social do Google permite que você continue parecendo um anjo para sua mãe e muito profissional para seu chefe.</p>
<p>Ó:</p>
<p><iframe width="460" height="289" src="http://www.youtube.com/embed/xwnJ5Bl4kLI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E aí? O que você acha? Pega?</p>
<p>Post originalmente publicado no <a title="Update o Die" href="http://updateordie.com/blog/2011/06/29/circles/" target="_blank">Update or Die</a>.</p>
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		<title>O Casamento Real e os plebeus 2.0</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/o-casamento-real-e-os-plebeus-2-0/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 23:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Como acontece em todas as manhãs hoje fui acordado pelo despertador do meu smartphone. Como acontece em todas asmanhãs também acionei a função &#8220;soneca&#8221; e dormi mais 10 minutos. Como acontece em todas as manhãs peguei o telefone logo após acordar &#8220;de verdade&#8221; e, ainda na cama, dei uma olhada nos e-mails e twitts recebidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px initial initial;" title="O Casamento Real e os plebeus 2.0" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/04/ScreenHunter_01-Apr.-29-10.13.gif" alt="ScreenHunter 01 Apr. 29 10.13 O Casamento Real e os plebeus 2.0" width="438" height="279" /></p>
<p>Como acontece em todas as manhãs hoje fui acordado pelo despertador do meu smartphone.</p>
<p>Como acontece em todas asmanhãs também acionei a função &#8220;soneca&#8221; e dormi mais 10 minutos.</p>
<p>Como acontece em todas as manhãs peguei o telefone logo após acordar &#8220;de verdade&#8221; e, ainda na cama, dei uma olhada nos e-mails e twitts recebidos durante a madrugada.</p>
<p>Mas hoje não era o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Groundhog_Day">Dia da Marmota</a>. Na minha timeline várias pessoas já comentavam sobre o casamento de Kate e William, um desses eventos que acontecem de vez em nunca e, ame ou odeie, não tem como ficar indiferente. Sinceramente não dou a mínima para os detalhes da cerimônia, mas nos últimos dias <a href="http://updateordie.com/blog/2011/04/29/casamento-real-o-que-isso-realmente-significa/">fiquei bastante interessado pelo significado da festa e pelas reações que ela provoca nas pessoas</a>.</p>
<p>Por isso, logo decidi que tentaria me esquivar o máximo possível de qualquer informação direta sobre esse assunto. Não veria TV ou leria sobre o evento na imprensa. Como no Mito da Caverna de Platão, onde prisioneiros conhecem a realidade por meio de sombras projetadas na parede, as informações e impressões do evento deveriam chegar até mim por meio da visão de outros, principalmente pela timeline do Twitter.</p>
<p>Em paralelo, há muito tempo venho me interessando pela questão da <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2011/02/27/a-disputa-pela-2%C2%AA-tela-durante-o-oscar/">segunda tela</a>, sobretudo em eventos de grande porte que mobilizam uma grande audiência. Confesso que já havia desistido de ver TV até descobrir o prazer de fazer isso com o notebook ou o iPad no colo, colhendo opiniões em tempo real e interagindo como se estivesse na companhia de amigos no sofá. Sempre achei chatíssimas as cerimônias do Oscar e só nesse ano, pela primeira vez, consegui assistir até o final. Com a segunda tela tudo ficou mais divertido e dinâmico (e meio esquizofrênico também). A segunda tela, quem diria, está reinventado a primeira.</p>
<p>Mas o que acontece quando a segunda tela se torna a primeira e única? Como uma notícia é percebida quando consumida conscientemente somente por meio do filtro de outras pessoas? Não que o olhar do jornalista já não seja um tipo de filtro, mas estou me referindo à pessoas comuns, cuja profissão não é noticiar.</p>
<p>Considerando que essa &#8220;pesquisa de campo&#8221; teve valor científico zero, deixo aqui minhas impressões:</p>
<p>- Logo que surgem os primeiros comentários de algo importante o primeiro impulso natural é abrir um portal de notícias qualquer e ver o que está sendo falado sobre. Acho que ainda tenho o vício de procurar um &#8220;canal oficial e importante&#8221; para referendar o que surge na timeline.</p>
<p>- Muitas twitteiras fizeram comentários sobre o vestido da noiva, o uniforme militar do príncipe etc. Me senti como um cego, tendo que imaginar essas coisas. Eventualmente, sem querer, acabei vendo uma foto e a realidade era completamente diferente da imaginação.</p>
<p>- Não lembro de ter visto casamentos desse porte na minha vida. Aliás, com certeza eles existiram, eu que não prestei atenção. Seja como for, não tinha muitas referências prévias e portanto não tinha muita noção se estava acontecendo em uma igreja, só para convidados selecionados, ou na rua, com um desfile gerando comoção no público.</p>
<p>- Não demorou para virem as piadas e as comparações irônicas com o Brasil. Para falar a verdade, essas coisas chegaram bem antes dos detalhes da notícia. Não sei se isso é um comportamento da twittosfera brasileira ou acontece em outros lugares também. Minha sensação era a de estar na platéia ouvindo os comentários, mas de costas para o evento em si.</p>
<p>- Foi curioso notar que logo vieram os comentários em tom de escracho sobre a família real brasileira, os Orelans de Brangança, mas praticamente ninguém questionou a monarquia inglesa (lembrando que estamos em 2011).</p>
<p>- <a href="http://www.caldinas.com.br/2011/04/kate-william-o-real-e-o-imaginario.html">O mito da princesa ainda é muito presente no imaginário feminino</a>, embora não seja absoluto. Vi algumas mulheres criticando o casamento, tanto esse quanto a instituição.</p>
<p>- No final a primeira tela fez falta sim. Acompanhar um evento desse tipo sem ao menos ver uma foto ou ler uma ficha técnica explicando os principais detalhes faz falta para uma experiência mais completa. Em contrapartida, se eu fosse obrigado a escolher, ficaria facilmente com a segunda tela no caso de eventos e notícias que não me interessam tanto (como foi esse caso).</p>
<p>- Ainda vou criar coragem para fazer isso em uma ocasião que seja bastante importante para mim como, por exemplo, uma final de campeonato com o meu time do jogando. Aí eu conto como foi.</p>
<p><em>(*) Esse post faz parte de um experimento. Escrevi 3 posts sobre o mesmo assunto, mas com pontos de vista diferentes. Simultâneos, e cada um publicado em um blog diferente. Os outros posts foram linkados ao longo desse texto, procure. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink O Casamento Real e os plebeus 2.0" class='wp-smiley' title="O Casamento Real e os plebeus 2.0" /> </em></p>
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		<title>O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pessoas/o-mochileiro-dessa-galaxia-e-as-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 13:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No comecinho desse ano tirei minhas merecidas férias e, precisando recarregar as baterias depois de um 2010 complicado, coloquei a mochila nas costas e parti para a Europa por 20 dias. Países escolhidos: Portugal, Espanha, Grécia e Turquia. Mas, não sendo isso uma redação escolar sobre as férias, só fiz essa introdução para (causar inveja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2178" title="O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/istambul.jpg" alt="istambul O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" width="491" height="369" /></p>
<p style="text-align: left;">No comecinho desse ano tirei minhas merecidas férias e, precisando recarregar as baterias depois de um 2010 complicado, coloquei a mochila nas costas e parti para a Europa por 20 dias. Países escolhidos: Portugal, Espanha, Grécia e Turquia.</p>
<p>Mas, não sendo isso uma redação escolar sobre as férias, só fiz essa introdução para (causar inveja em vocês) poder contar algumas coisas que fui observando aqui e acolá sobre o uso das mídias sociais do outro lado do Oceano Atlântico, e também entre turistas. Então, no melhor formato anotações mentais, cada ponto vai em um item:</p>
<p>- Fazia um certo tempo que não fazia viagens desse tipo e, ainda que seja uma observação óbvia, fiquei impressionado com o papel central da internet na vida de um turista, ainda mais um que não queira comprar pacotes prontos. O básico é a compra das passagens, que hoje em dia até minha mãe (uma senhora de quase 70 anos) faz pela internet. Mas, quando você vai para a Turquia, um país com uma cultura bastante diferente e turisticamente não muito conhecido (para nós), saber o que outros viajantes acharam do lugar, aonde recomendam ir e por quais perrengues passaram se torna vital! Para isso existe o ótimo <a href="http://www.tripadvisor.com.br/">TripAdvisor</a>. E para os mochileiros que curtem ficar em albergues, seja pelo preço ou pela possibilidade de fazer conexões com gente do mundo todo, o <a href="http://www.google.com.br/aclk?sa=l&amp;ai=C43uErcpmTZT9LsmHtwfK_Li5B4SMutsBtM3x7BPYhLdDCAAQAVCW_p2x-_____8BYM3w7oCsA6ABnu-8_wPIAQGqBBxP0IXBtS1021cEz8Y4KcdN7LDF0ytb-zgeWlA3&amp;sig=AGiWqtzWU_jEA1XajCOts6p9sJpYEU3GcA&amp;adurl=http://www.hostelworld.com/%3Fsource%3Dadwordsbrand">HostelWorld</a> é essencial.</p>
<p>- Juro que tentei pensar o menos possível sobre o lado profissional das coisas enquanto viajava, mas foi impossível não notar que em grande parte dos anúncios que via em outdoors, ônibus e outras mídias as empresas não mais colocavam o endereço do site, mas sim do Facebook! Comparando com a realidade brasileira, acho que ainda não temos muitos exemplos desse tipo, mas em compensação é cada vez mais comum as empresas daqui anunciarem suas contas no Twitter, uma rede que, hoje, é mais relevante aqui do que lá.</p>
<p>- Aqui a gente trata o mundo desenvolvido de forma muito idealizada: &#8220;ah, lá fora qualquer lugar tem wifi gratuito&#8221;. Bom, nos lugares por onde eu passei era praticamente impossível achar isso. Wifi em todo lugar sim. Gratuito não.</p>
<p>- Os únicos lugares onde era praticamente certo encontrar uma conexão de graça eram nos albergues. E no final da tarde, quando as pessoas voltam dos passeios e vão para o bar socializar, também era certo ver um monte de notebooks abertos sobre as mesas. Esse era o momento em que as pessoas davam notícias às famílias, respondiam e-mails e subiam as fotos para o Facebook. Foi-se o tempo em que uma viagem era um tempo de isolamento da realidade. Graças à tecnologia cada viajante se tornou um reality show ambulante para os amigos. E assim seus amigos acabam viajando um pouquinho com você.</p>
<p>- &#8220;Então, prazer em conhecê-lo. Aliás, você tem Facebook?&#8221;. Em outras palavras, Facebook is the new cartão de visita. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" class='wp-smiley' title="O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" />  Eu mesmo adicionei várias pessoas com quem fui tendo contato. O problema é que a maioria dessas relações são inférteis. Geralmente há uma troca de mensagens pós-viagem, e depois nunca mais.</p>
<p>- Por último, fica a dica do <a href="http://www.couchsurfing.org/">CouchSurfing</a>, uma rede onde pessoas do mundo todo disponibilizam seus sofás para viajantes. Não dormi no sofá de ninguém, mas utilizei um outro recurso. Algumas pessoas topam tomar um café e eventualmente passear pela cidade com estrangeiros. Fiz isso duas vezes em Istambul, e a experiência de conhecer um lugar pelos olhos de alguém local deixa tudo mais rico e interessante. Fora que é uma possibilidade segura de conhecer lugares não-turísticos, sem risco de cair em roubada.</p>
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		<title>Finanças e Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/novidades/financas-e-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 13:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.celia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como o Twitter está avaliado no mercado? Você sabia que até hoje os seus dados oficiais de lucro ainda não foram divulgados? O que você faz todo dia, na página deles, não é um simples tweet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1983" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/twitter-microblog-20100906101000-300x200.jpg" alt="twitter microblog 20100906101000 300x200 Finanças e Mídias Sociais" width="300" height="200" title="Finanças e Mídias Sociais" /></div>
<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">A receita do Twitter pode alcançar a marca de US$ 110 milhões de valor no mercado. O crescimento das finanças dele tem despertado a curiosidade do Google e Facebook para uma futura negociação.</span></div>
<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></div>
<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px">
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Segundo artigo publicado esta semana no </span><a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703716904576134543029279426.html?mod=WSJ_hp_LEFTTopStories"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000099;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;vertical-align: baseline;text-decoration: underline">Wall Street Journal,</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> o Twitter é uma organização que não está na Bolsa de Valores e nem divulga seus dados financeiros. O microblog foi criado em 2006, mas somente em 2010 começou a introduzir a publicidade no seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Como serviços de publicidade no Twitter podemos citar as tags promovidas no Trending Topics (ranking dos termos mais citados) e os perfis promovidos no Who to Follow (sugestão de perfis para seguir). A nova versão do Twitter, divulgada em setembro do último ano, já mostrava como a publicidade seria mais valorizada. Nela, a timeline (mensagens das pessoas que são seguidas) teve sua espaço reduzido para dar mais destaque ao Trending Topics e Who to follow.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: bold;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Dados</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Conforme publicação no Wall Street Journal, os executivos do Twitter têm trabalhado para manter o grupo independente. Um exemplo é que é janeiro de 2010 eles tinham 100 engenheiros trabalhando para melhorar a tecnologia oferecida. Um ano depois a equipe de engenharia é formada por 350 pessoas.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Com todo esse crescimento o Twitter<a title="na mira" href="http://blogs.wsj.com/digits/2011/02/10/blogosphere-reacts-to-twitter-valuation/" target="_blank"> está na mira do Facebook e Google</a>. As negociações e os valores são especulados, mas nada oficial foi divulgado até hoje. O Twitter está avaliado em 3,7 bilhões.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">A aquisição do Twitter pelo Google ou Facebook seria um bom negócio?</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><a title="Ana_Jornalista" href="http://www.twitter.com/ana_jornalista" target="_blank">@Ana_Jornalista</a></span></div>
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		<title>“Controle” da informação na internet</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pesquisa/%e2%80%9ccontrole%e2%80%9d-da-informacao-na-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 15:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.celia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como deverá ficar a história do primeiro país do mundo que teve sua internet completamente bloqueada? O Egito foi o primeiro neste caso, mas o “controle” da informação na internet já existe em muitos outros países. Em todos os casos a censura está ligada a alguma manifestação popular.  Em países, onde ainda se mantém o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><span style="font-family: Arial"><span><br />
</span></span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Como deverá ficar a história do primeiro país do mundo que teve sua internet completamente bloqueada? O Egito foi o primeiro neste caso, mas o “controle” da informação na internet já existe em muitos outros países. Em todos os casos a censura está ligada a alguma manifestação popular.  Em países, onde ainda se mantém o regime de ditadura é comum que toda a informação seja controlada. Este, que já existia na televisão, rádio, jornal e cinema, agora é ampliado para a internet.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: bold;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Movimentos sociais</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Nos últimos anos, foram realizadas diversas manifestações no mundo inteiro (como sempre ocorreu). A única diferença é que agora estes fatos são relatados em blogs, em microblogs (twitter) e em mídias sociais (ex: Facebook). Podemos acompanhar bem de perto e isso assusta, claro!</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">2007</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* A </span><a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/20/siria-facebook-bloqueado/"><span style="text-decoration: underline">Síria também bloqueou o Facebook</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> para evitar a troca de informações com israelenses. Na época, o hotmail e o blogger também haviam sido bloqueados.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* O </span><a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/05/depois-do-facebook-paquistao-bloqueia-acesso-ao-youtube.html"><span style="text-decoration: underline">Paquistão bloqueou por um ano o acesso ao Youtube</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> por considerar o conteúdo “blasfemo”.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">2009</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* Em junho, o Twitter (assim como o Facebook também) se tornou um dos principais canais para troca de informações sobre </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u581704.shtml"><span style="text-decoration: underline">manifestações contra o resultado das eleições no Irã</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. Na época, autoridades bloquearam o acesso às redes sociais e o envio de mensagens de texto via celular. As tags mais usadas na época foram: #iranelection, #Tehran e #Iranians</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* O </span><a href="http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4853595-EI12884,00-Zuckerberg+viaja+a+China+pais+onde+o+Facebook+e+bloqueado.html"><span style="text-decoration: underline">Facebook está bloqueado desde 2009 na China</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. Isso ocorreu na época em que se celebrava o  50º aniversário do exílio de Dalai Lama e as revoltas uigares em Urumqi. Esta medida de controle do governo além do Facebook, também definiu o bloqueio do Youtube, Flickr e Twitter. </span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">*O </span><a href="http://www.portalhoje.com/por-questoes-politicas-vietna-bloqueia-acesso-ao-facebook-2/1423440"><span style="text-decoration: underline">Vietnã bloqueou o acesso ao Facebook</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">, pois a rede social infringe o decreto de que é proibido publicar conteúdo político em blogs e em outros sites.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">2010</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* No dia em que se completava 21 anos do </span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #333333;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> </span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">massacre da Praça de Tiananmen, as </span><a href="http://www.fayerwayer.com.br/2010/06/foursquare-bloqueado-na-china-devido-ao-aniversario-de-massacre/"><span style="text-decoration: underline">autoridades chinesas decidiram bloquear o Foursquare</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. Elas acreditavam que as pessoas poderiam usar este canal para manifestações.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* </span><a href="http://www.facebook.com/notes/site-das-tecnologias/facebook-bloqueado-no-bangladesh/425042858342"><span style="text-decoration: underline">Bangladesh e Paquistão</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> também bloquearam, por um período, o acesso ao Facebook, por causa de posts “blasfemos” e com caricaturas de Maomé.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* O </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/830823-arabia-saudita-bloqueia-temporariamente-o-facebook.shtml"><span style="text-decoration: underline">Facebook foi bloqueado temporariamente na Árabia Saudita</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. Segundo o governo, isso ocorreu em virtude do site ter ultrapassado as barreiras dos valores morais da região.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">*O </span><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/21/paquistao-estende-bloqueio-ao-youtube/"><span style="text-decoration: underline">Paquistão voltou a bloquear o Youtube</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> por considerar o conteúdo “blasfemo”.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* A </span><a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/11/turquia-reestabelece-proibicao-ao-youtube-no-pais.html"><span style="text-decoration: underline">Turquia determinou bloqueio de 30 meses do Youtube no país</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. O motivo é a existência de vídeos com ofensas ao fundador da república turca Mustafa Kemal Ataturk</span><span style="font-size: 15pt;font-family: Arial;color: #333333;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* A Coréia do Sul bloqueou o acesso ao </span><a href="http://twitter.com/uriminzok"><span style="text-decoration: underline">perfil oficial da Coréia do Norte</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> no Twitter.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">2011</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* No Egito, foi registrado o caso mais recente de </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/867206-egito-bloqueia-internet-e-celular-para-conter-megaprotestos.shtml"><span style="text-decoration: underline">bloqueio completo da internet no país </span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">inteiro. Tudo começou na “sexta-feira da ira” (28/01). A população marcou o dia de manifestações para tirar </span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #333333;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">o presidente Hosni Mubarak, que está há 30 anos no poder e teve internet e celulares bloqueados. O Facebook foi o principal canal de discussão sobre o tema no país.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* Na China, </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/868367-china-bloqueia-busca-por-egito-em-microblogs-no-pais.shtml"><span style="text-decoration: underline">os sites locais bloquearam a busca pela palavra “Egito”</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. O governo determinou isso para evitar que as pessoas saibam sobre as manifestações. Além disso, na China, também estão bloqueados o Twitter, Facebook, Flickr e Youtube.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><strong>Curiosidade</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">O que você faria se estivesse no lugar de Mark Zuckerberg? Como deverá estar se sentindo o criador do </span><a href="http://www.talk2.com.br/relacionamento/o-fenomeno-no-brasil-e-o-seu-valor-como-rede-social/"><span style="text-decoration: underline">Facebook </span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">sabendo que um canal criado por ele está sendo usado como base para troca de informações de movimentos sociais em vários países?</span><br />
<span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Diria que se eu estivesse no lugar dele (já que possuímos a mesma idade) estaria tomando remédios para passar a ansiedade. O que um dia foi usado para troca de informações entre estudantes de uma universidade, hoje, também é fonte de informação para revoluções.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Como você reagiria se, no Brasil, a internet também fosse bloqueada na época de uma grande manifestação popular?</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><a title="Ana_Jornalista" href="http://twitter.com/ana_jornalista" target="_blank">@Ana_Jornalista</a></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Log out! </span></div>
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		<title>Twitter e Facebook na vida real</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 16:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito se discute sobre a criação de novas linguagens a partir das mídias sociais. Afinal, foi com o advento do e-mail, e depois do MSN, que começamos a abreviar as palavras e transmitir emoções por meio de símbolos criados com caracteres comuns. Da mesma forma que no colégio aprendíamos as diferenças entre o português formal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se discute sobre a criação de novas linguagens a partir das mídias sociais. Afinal, foi com o advento do e-mail, e depois do MSN, que começamos a abreviar as palavras e transmitir emoções por meio de símbolos criados com caracteres comuns. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile Twitter e Facebook na vida real" class='wp-smiley' title="Twitter e Facebook na vida real" /> </p>
<p>Da mesma forma que no colégio aprendíamos as diferenças entre o português formal e o português coloquial, talvez já esteja na hora dos professores se atualizarem, apresentando uma terceira variação da língua: o português digital.</p>
<p>O fato é que faz parte do processo de comunicação adaptar a linguagem ao meio. Uma mesma pessoa provavelmente se expressará de formas diferentes estando no boteco da esquina ou em um restaurante super chique. Se eu estivesse escrevendo para uma revista acadêmica ao invés de um blog, também usaria outros termos. Nas mídias sociais também observamos o mesmo fenômeno.</p>
<p>Brincando com isso o CollegeHumor.com fez esse vídeo para mostrar quão ridículo seria se alguém na &#8220;vida real&#8221; falasse com a linguagem do Twitter. E depois um pessoal da BBC fez uma brincadeira semelhante, só que comparando a vida real ao Facebook. Confiram.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/relacionamento/twitter-e-facebook-na-vida-real/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<a href="http://www.talk2.com.br/relacionamento/twitter-e-facebook-na-vida-real/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
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		<title>Uniban e gestão de crises pós-Internet</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
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		<description><![CDATA[Duas coisas parecem não fazer sentido em relação ao caso Geyse-Uniban: 1) uma instituição educacional optando por leiloar sua reputação acobertando um crime supostamente justificado pelo machismo. 2) o movimento de mulheres tomando o partido de uma jovem que aparentemente tinha ou tem intenção de se tornar modelo e ajudar a alimentar o machismo condenado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas coisas parecem não fazer sentido em relação ao <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/07/uniban+expulsa+aluna+hostilizada+por+usar+vestido+curto+9042025.html" target="_blank">caso Geyse-Uniban</a>: 1) uma instituição educacional optando por leiloar sua reputação acobertando um crime supostamente justificado pelo machismo. 2) o movimento de mulheres tomando o partido de uma jovem que aparentemente tinha ou tem intenção de se tornar modelo e ajudar a alimentar o machismo condenado no episódio.</p>
<p>A equação não fecha, os argumentos parecem incoerentes. Estamos todos entusiasmados para ver a Uniban ser apedrejada publicamente por uma atitude que, a princípio, a maior parte das empresas toma ou tomaria, que é: defender seus clientes e optar por ter menos dor de cabeça apostando que eventuais notícias negativas não se espalhariam. Errou por não considerar um fator novo no ecossistema informacional: a Internet, uma ferramenta de baixo custo para a comunicação grupal e interativa.</p>
<p><strong>O que a Uniban poderia aprender com o Papa</strong></p>
<p>É esclarecedor usar como referência um caso semelhante de crise enfrentado pela Igreja Católica nos Estados Unidos relatado pelo teórico de mídia <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Clay_Shirky" target="_blank">Clay Shirky</a> em seu livro <a href="http://www.google.com/search?q=here+comes+everybody&amp;ie=utf-8&amp;oe=utf-8&amp;aq=t&amp;rls=org.mozilla:en-US:official&amp;client=firefox-a" target="_blank">Here Comes Everybody</a>.</p>
<p>Em 1992 o Boston Globe publicou uma denúncia sobre a Igreja acobertando um padre pedófilo por 40 anos. O resultado é que o padre é preso, mas a notícia morre e as coisas continuam como estão. Dez anos depois, o mesmo jornal publica uma reportagem idêntica denunciando outro padre pelo mesmo motivo. O resultado: a Igreja se submete ao <a href="http://www.boston.com/globe/spotlight/abuse/" target="_blank">maior processo de revisão</a> motivado por fatores externos de sua história recente. Dezenas de casos vêm a público e o Vaticano aceita a renúncia do cardeal arcebispo de Boston.</p>
<p>A diferença de um caso para outro, Clay explica, é que houve uma redução nos custos de coordenação e comunicação graças à internet. Em 1992, o leitor escandalizado com a denúncia do Boston Globe teria que protestar usando enviando cópias xerox das reportagens por carta ou fax. Em 2002, o conteúdo havia saído do papel e se tornado digital. O assunto, antes restrito à cidade, se torna notícia no mundo e demonstrar indignação vira um ato tão simples quando copiar e colar links em emails e blogs.</p>
<p>Shirky observa os dois casos ocorridos em Boston usando como referência a maneira como epidemias se alastram. Para se avaliar o risco de uma epidemia, leva-se em consideração: risco de contágio, risco de contato e tamanho da população. A queda radical no custo de coordenação e comunicação de 1992 para 2002 expandiram o risco de contato entre pessoas e também o tamanho da população que ficava sabendo e passou a acompanhar a evolução do caso.</p>
<p><strong>A Uniban fez o que outras empresas fariam</strong></p>
<p>O caso da Geysi é parecido com o da Igreja em Boston no sentido em que há 10 anos, essa situação provavelmente teria morrido depois de alguns dias. É como os responsáveis pela comunicação da Uniban parecem ter raciocinado: &#8220;vamos ter um grande problema se resolvermos punir 700 de nossos estudantes que de alguma maneira participaram da agressão. É mais fácil resolver essa situação tomando o partido dos agressores, que são muitos, contra a vítima. Preservaremos os alunos e se, por conta disso, tivermos que lidar com reportagens negativas durante duas semanas, é o menor preço a se pagar.</p>
<p>O caso poderia sair na imprensa &#8211; como saiu &#8211; e as pessoas reclamariam umas com as outras tomando café nas padarias ou nos pontos de ônibus, mas não haveria nada mais que a maioria delas poderia fazer em relação a isso. Telefonariam umas para as outras coordenando demonstrações na frente da Uniban? Agora o custo disso se resume a<a href="http://twitter.com/fernandosing/statuses/5557037716" target="_blank"> publicar uma mensagem</a> em um blog ou Twitter e deixar a internet fazer o resto do trabalho.</p>
<p>Se a equipe da Uniban soubesse que a notícia se tornaria mundial &#8211; via AP para <a href="http://www.nytimes.com/aponline/2009/11/08/world/AP-LT-Brazil-Short-Dress.html?_r=1" target="_blank">NYTimes</a>, <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/nov/08/geisy-arruda-expelled-brazil-mini-skirt" target="_blank">Guardian</a> e <a href="http://www.huffingtonpost.com/2009/11/08/geisy-arruda-brazil-stude_n_350217.html" target="_blank">Huffington Post</a> &#8211; talvez eles tivessem pensado diferente. Afinal, trata-se de uma instituição acobertando um crime. E não qualquer instituição, uma instituição educacional. (&#8220;Que educação é essa da Uniban?&#8221;, alguns seguramente estão se perguntando.) E também não é qualquer crime: é violência contra a mulher. Fala-se, inclusive, que poderia ter se tornado um <a href="http://www.trezentos.blog.br/?p=3407" target="_blank">estupro coletivo</a>, não fosse pela intervenção de alguns poucos heróis que desafiaram a turba.</p>
<p>Agora os olhos do mundo estão atentos para ver o que a Justiça brasileira e o MEC têm a dizer em relação ao caso. Isso porque milhares de pessoas estão passando entre si os links para a matéria por suas contas de email, seus blogs, Twitter e ainda pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Universidade_Bandeirante_de_S%C3%A3o_Paulo" target="_blank">Wikipedia</a>.</p>
<p><strong>Protesto 2.0, censura 2.0 e a Internet que merecemos</strong></p>
<p>Talvez soe meio corporativo demais tratar um caso como esse do ponto de vista da gestão de crises. O meu argumento &#8211; registrado <a href="http://www.slideshare.net/jspyer/verdades-e-meias-verdades-sobre-o-poder-da-internet" target="_blank">nesta apresentação</a> &#8211; é que a Internet, em si, não transforma a sociedade, ela amplifica suas características. Cultivamos uma visão romântica e muitas vezes ingênua da Rede como solução de todos os males, como se a disponibilidade de conexão e equipamentos de acesso necessariamente promvem a liberdade de expressão e compartilhamento e, consequentemente, levam a democracia à sociedade. Falamos, por exemplo, da Internet como principal responsável pelo fenômeno Obama, sem mencionar que ela foi apenas a catalisadora, a precipitadora das forças que já existiam dentro da sociedade.</p>
<p>O pensador <a href="http://twitter.com/Evgenymorozov" target="_blank">Yvgeny Mozorov</a> tem falado constantemente de <a href="http://neteffect.foreignpolicy.com/posts/2009/10/15/anne_frank_balloon_boy_slacktivism" target="_blank">slacktivism</a> &#8211; que eu traduzi como &#8220;apativismo&#8221; &#8211; e do novo fenômeno da censura 2.0. Ele fala que os governos autoritários já entenderam &#8211; fora Cuba, que continua <a href="http://www.desdecuba.com/generaciony/" target="_blank">tentando censurar Yoani Sanchez</a> &#8211; que censurar agora produz mais barulho do que antes e, por isso, estão aplicando <a href="http://www.ted.com/talks/evgeny_morozov_is_the_internet_what_orwell_feared.html" target="_blank">técnicas de censura 2.0</a>. Isso se traduz na seguinte estratégia: vale mais a pena &#8220;abrir&#8221; o diálogo e participar dele usando blogueiros treinados para criar ruído na conversa. E como a sociedade não está preparada para reagir e se organizar, voltamos a alcançar o resultado esperado, que é a resolução do problema para o lado melhor organizado.</p>
<p>A ironia dessa situação é ver feministas sendo <a href="http://www.abril.com.br/noticias/brasil/movimento-mulheres-marca-protesto-uniban-591673.shtml" target="_blank">levadas a tomar partido</a> de uma jovem que, pelo visto, não tem nada de feminista. Ao contrário, se o oráculo do Twitter estiver certo &#8211; veja <a href="http://twitter.com/marinamc/statuses/5557030715" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://twitter.com/keigiro/statuses/5556997604" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://twitter.com/joaoperigolo/statuses/5556907949" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://twitter.com/fabioflorez/statuses/5556745026" target="_blank">aqui</a>, para citar só alguns dos links da <a href="http://twitter.com/#search?q=uniban%20playboy" target="_blank">primeira página</a> dos resultados de busca -, a Geyse logo estará na capa de uma das revistas masculinas do país &#8211; quem sabe até em outros países &#8211; reforçando a cultura machista que é apontada como motivadora do problema.</p>
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		<title>Vem aí o personal social media specialist</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 16:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ziggy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Xuxa]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagem:  Gaping Void Os famosos (e nem tão famosos assim) chegaram ao Twitter. Sem dúvidas esse foi um dos grandes motivos que impulsionaram o Twitter no Brasil. Afinal, muitos brasileiros (na ânsia de serem famosos) querem saber o que seu ídolo está fazendo e também querem ter a possibilidade de falar com eles. É a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Vem aí o personal social media specialist" src="http://farm3.static.flickr.com/2496/3860351677_16dc1df8f0_o.jpg" alt="3860351677 16dc1df8f0 o Vem aí o personal social media specialist" width="495" height="388" /><br />
<em>Imagem:  <a href="http://www.gapingvoid.com/Moveable_Type/archives/004719.html" target="_blank">Gaping Void</a></em></p>
<p>Os famosos (e nem tão famosos assim) chegaram ao Twitter. Sem dúvidas esse foi um dos grandes motivos que impulsionaram o Twitter no Brasil. Afinal, muitos brasileiros (na ânsia de serem famosos) querem saber o que seu ídolo está fazendo e também querem ter a possibilidade de falar com eles. É a tão sonhada proximidade com o ídolo materializada graças à internet.</p>
<p>Lá estão eles vendo a última piadinha dos inúmeros comediantes de stand-up, seguindo alguém que está sorteando um ipod ou acompanhando as principais manchetes dos portais e programas de TV. Virou mania nacional, mesmo sem muitos entenderem direito pra que serve a tal ferramentinha.</p>
<p><strong>Normal.</strong> Como em qualquer outra ferramenta que você queira aprender, o jeito é criar uma conta, navegar, ler, estudar e se virar com os erros. Só que uma celebridade já chega ao Twitter <strong>com milhares de seguidores</strong>. Um erro não tem volta. Vale a pena a exposição?</p>
<p><strong>@xuxameneghel</strong></p>
<p>A última gafe foi da recém-chegada na festinha, <a href="http://twitter.com/xuxameneghel" target="_blank">Xuxa Meneghel</a>. A rainha dos baixinhos chegou twittando em CAIXA ALTA e já levou puxão de orelha. Até tentou continuar, mas deu o braço a torcer e adotou a não-declarada &#8220;netiqueta&#8221; de escrever em caixa baixa.</p>
<p>Parecia ir tudo bem até que há exatas 24 horas atrás ela manda a seguinte frase: <strong>“sasha filmou com um bode e agora vai filmar com uma cobra”</strong>.</p>
<p><strong>Não tem perdão&#8230;</strong></p>
<p>Santa ingenuidade, isso já bastou para que os engraçadinhos de plantão fizessem piadinhas, mas o estopim veio na sequência: <strong>“Sou eu Sasha. Estou aqui filmando e vai ser um ótimo filme. Tenho que ir… Vou fazer uma sena com a cobra”.</strong></p>
<p>SENA? Aí já viram o estrago, né? Não quero nem imaginar as inúmeras respostas dos seus mais de <strong>80 mil seguidores</strong>. Xuxa percebeu que o Twitter não é &#8220;um lindo mundo da imaginação&#8221;, muito menos um &#8220;planeta xuxa&#8221; e ficou revoltada. A sua última atualização ao melhor estilo <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23prontofalei" target="_blank">#prontofalei</a>, foi a seguinte: <strong>&#8220;fui vcs não merecem falar comigo nem com meu anjo&#8221;</strong>.</p>
<p><strong>Celebridades = marcas</strong></p>
<p>Celebridades vivem de sua imagem, portanto onde o povo está eles também <span style="text-decoration: line-through;">devem</span> querem estar. Qualquer sujeito com o mínimo de habilidade em internet e um pouquinho de boa vontade pode ter um Twitter. Com smartphone então, melhor ainda!</p>
<p>O problema é que não tem filtro. A verdadeira personalidade, sem máscaras, sem maquiagens e filtros de inúmeros assessores fica escancarada para todos na web. Aí vira um prato cheio para as revistas e colunistas do ramo.</p>
<p><strong>Olha a oportunidade!</strong></p>
<p>Está aí a oportunidade para os inúmeros especialistas em <em>social media</em> no Brasil. Tá na hora dos famosos contratarem um <em>personal social media specialist</em> para evitar essas gafes e mal uso do Twitter. Afinal, com milhares de seguidores não dá pra dar bobeira, certo?</p>
<p>Ao menos nesse caso teve um <em>brand advocate</em> que atuou em defesa da rainha no melhor estilo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=kHmvkRoEowc" target="_blank">&#8220;Leave Britney Alone&#8221;</a>. Viva!</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/pessoas/vem-ai-o-personal-social-media-specialist/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 449px; width: 1px; height: 1px;">http://www.youtube.com/watch?v=i_KPsH7f3xo</div>
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		<title>Baixe o guia Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 14:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Segue abaixo os links para fazer download do guia Tudo o que você pretende saber sobre Twitter – em resolução: baixa 3 MB média 6 MB alta 10 MB. Quem estiver interessado, pode baixar aqui o documento do governo britânico explicando o motivo e as melhores maneiras para os funcionários públicos usarem o Twitter. Abaixo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo os links para fazer download do guia Tudo o que você pretende saber sobre Twitter – em resolução:<br />
<a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_3_MB.pdf');" href="http://guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_3_MB.pdf" target="_blank">baixa 3 MB</a><br />
<a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_6_MB.pdf');" href="http://guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_6_MB.pdf" target="_blank">média 6 MB</a><br />
<a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_10_MB.pdf');" href="http://guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_10_MB.pdf" target="_blank">alta 10 MB</a>.</p>
<p>Quem estiver interessado, <a href="http://www.scribd.com/doc/17313280/Template-Twitter-Strategy-for-Government-Departments" target="_blank">pode baixar aqui</a> o documento do governo britânico explicando o motivo e as melhores maneiras para os funcionários públicos usarem o Twitter.</p>
<p>Abaixo você pode ver e folhear o guia:</p>
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View Manual Twitter - Baixa resolucao 3 MB on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/18384882/Manual-Twitter-Baixa-resolucao-3-MB">Manual Twitter &#8211; Baixa resolucao 3 MB</a> <object id="doc_201952462655294" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_201952462655294" /><param name="align" value="middle" /><param name="quality" value="high" /><param name="play" value="true" /><param name="loop" value="true" /><param name="scale" value="showall" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="devicefont" value="false" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="menu" value="true" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=18384882&amp;access_key=key-227665ewci6409toev0m&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="doc_201952462655294" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="500" src="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=18384882&amp;access_key=key-227665ewci6409toev0m&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" menu="true" bgcolor="#ffffff" devicefont="false" wmode="opaque" scale="showall" loop="true" play="true" quality="high" align="middle" name="doc_201952462655294"></embed></object></p>
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		<title>Como recuperar o nome de uma empresa no Twitter</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 17:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[como faz]]></category>
		<category><![CDATA[corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[instruções]]></category>
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		<description><![CDATA[Na medida em que o Twitter se populariza, mais empresas se movimentam para criar seus perfis no serviço. Mas pode acontecer de o nome da empresa já ter sido registrado e estar sendo usado como uma conta fake. É possível recuperar o controle dessa conta. Para isso, uma pessoa responsável pela empresa deve fazer um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_930" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.flickr.com/photos/ilse/3389565299/"><img class="size-full wp-image-930" title="Como recuperar o nome de uma empresa no Twitter" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/08/3389565299_39fa30e22f_m.jpg" alt="3389565299 39fa30e22f m Como recuperar o nome de uma empresa no Twitter" width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Tiny birds in my hand de ~Ilse</p></div>
<p>Na medida em que o Twitter se populariza, mais empresas se movimentam para criar seus perfis no serviço. Mas pode acontecer de o nome da empresa já ter sido registrado e estar sendo usado como uma conta fake. É possível recuperar o controle dessa conta.</p>
<p>Para isso, uma pessoa responsável pela empresa deve fazer um <em>Impersonation Request</em> para notificar o Twitter do uso indevido do nome. Essa informação pode ser enviada via formulário online &#8211; <a href="http://twitter.zendesk.com/requests/new" target="_blank">http://twitter.zendesk.com/requests/new</a> &#8211; <em>ou por email para </em>o endereço: <a href="mailto:terms@twitter.com" target="_blank">terms@twitter.com</a></p>
<p>O serviço não avisa em quanto tempo o pedido será processado.</p>
<p>Obrigado à nossa colaboradora <a href="http://www.kiwinuclear.com.br/blog/" target="_blank">Maria Carolina</a> pela ajuda para chegar a essa informação <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Como recuperar o nome de uma empresa no Twitter" class='wp-smiley' title="Como recuperar o nome de uma empresa no Twitter" /> </p>
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