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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; talk show</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Andrew Keen e o lado negro da Web &#8211; acompanhe agora!</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/andrew-keen-e-o-lado-negro-da-web-dia-22-no-talkshow/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 23:51:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; os macacos amadores de hoje podem &#8230; publicar qualquer coisa, de comentários políticos mal informados a vídeos caseiros de mau gosto, passando por música embaraçosamente mal-acabada e poemas, críticas ensaios e romances ilegíveis. [A Wikipedia] é o cego guiando o cego &#8211; infinitos macacos fornecendo informação infinita para infinitos leitores, perpetuando o ciclo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>&#8230; os macacos amadores de hoje podem &#8230; publicar qualquer coisa, de comentários políticos mal informados a vídeos caseiros de mau gosto, passando por música embaraçosamente mal-acabada e poemas, críticas ensaios e romances ilegíveis.</em></p>
<p><em>[A Wikipedia] é o cego guiando o cego &#8211; infinitos macacos fornecendo informação infinita para infinitos leitores, perpetuando o ciclo de desinformação e ignorância.</em></p></blockquote>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/cultoamador.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-603" title="Andrew Keen e o lado negro da Web   acompanhe agora!" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/cultoamador-203x300.jpg" alt="cultoamador 203x300 Andrew Keen e o lado negro da Web   acompanhe agora!" width="203" height="300" /></a><strong>As frases acima estão no livro </strong><strong> <a href="http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1262" target="_blank">O Culto do Amador</a>, cujo autor, </strong><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Andrew_Keen" target="_blank">Andrew Keen</a>, é o</strong><strong> convidado do <a href="http://talkshow.mypodcast.com/" target="_blank">TalkShow</a> da sexta (29), 16h. </strong></p>
<p>O resenhista do New York Times <a href="http://www.nytimes.com/2007/06/29/books/29book.html" target="_blank">escreveu</a>: &#8220;Esse livro polêmico, escrito com acuidade e paixão, discorre sobre as consequências de um mundo em que não é clara a linha divisória entre fato e opinião, entre informação de um especialista e especulação de amadores.&#8221;</p>
<p><strong>Keen é leitura essencial por quem está no mercado online por dois motivos: ele é o cara cético que está do outro lado da mesa sempre que vamos apresentar nossos projetos e propostas e ele também é o cara que mais incisivamente nos confrontou com os problemas trazidos pela Web.</strong></p>
<p>Duas pessoas que eu gosto muito e respeito me recomendaram esse livro em momentos diferentes, mas usando argumentos parecidos: o <a href="http://www.boombust.com.br/" target="_blank">Wagner Fontoura</a> e o <a href="http://andreavorio.com/" target="_blank">André Avório</a>.</p>
<p>O livro do Keen é a voz que corajosamente e/ou oportunisticamente criticou essa idéia de que a Web vai redimir a humanidade pela democratização do acesso à informação e ao conhecimento.</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/keen-andrew-credito-catherine-bettsedit.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-602" style="margin: 4px;" title="Andrew Keen e o lado negro da Web   acompanhe agora!" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/keen-andrew-credito-catherine-bettsedit-275x300.jpg" alt="keen andrew credito catherine bettsedit 275x300 Andrew Keen e o lado negro da Web   acompanhe agora!" width="220" height="240" /></a>O Culto do Amador certamente não é um desses livros como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Long_Tail" target="_blank">Cauda Longa</a> ou <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wikinomics">Wikonomics</a>, cujas idéias ajudam nas reuniões de negócios por confirmar aquilo que se está vendendo. O objetivo da leitura do Keen [foto ao lado de Catherine Betts] não é concordar com o autor, apenas pensar no que ele diz.</p>
<p><strong>Para quem não conhece e ainda não participou, o TalkShow é uma espécie de rádio 2.0 &#8211; você escuta o evento pela internet e participa pelo Twitter, fazendo perguntas e comentários. Aqui estão os podcasts das <a href="http://talkshow.mypodcast.com/">entrevistas anteriores</a>.</strong></p>
<p>O link para se acompanhar ao vivo o TalkShow é disponbilizado neste blog e pelo Twitter antes do evento. A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tag_(metadata)" target="_blank">hashtag</a> para quem quiser acompanhar ou participar pelo Twitter é #talkshow.</p>
<p>É isso. Ajude a divulgar!</p>
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		<title>Marketing boca-a-boca: o que rolou no WOMM-U 2009</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/evento/marqketing-boca-a-boca-o-que-rolou-no-womm-u-2009/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 19:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Semana passada rolou em Miami, nos EUA, o WOMM-U, uma &#8220;experiência educativa&#8221; realizada anualmente pela Word of Mouth Marketing Association &#8211; WOMMA ou, traduzindo, Associação de Marketing Boca-a-Boca. (Mais sobre marketing boca-a-boca.) Moriael Paiva, diretor executivo da Talk, participou do evento e produziu dois posts resumindo a experiência, um por dia &#8211; aqui e aqui. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/imagem4.png"><img class="alignright size-medium wp-image-648" title="Marketing boca a boca: o que rolou no WOMM U 2009" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/imagem4.png" alt="imagem4 Marketing boca a boca: o que rolou no WOMM U 2009" width="287" height="241" /></a>Semana passada rolou em Miami, nos EUA, o <a href="http://www.womma.org/wommu/" target="_blank">WOMM-U</a>, uma &#8220;experiência educativa&#8221; realizada anualmente pela Word of Mouth Marketing Association &#8211; WOMMA ou, traduzindo, Associação de Marketing Boca-a-Boca. (Mais sobre <a href="http://womma.org/womm101/" target="_blank">marketing boca-a-boca</a>.) Moriael Paiva, diretor executivo da Talk, participou do evento e produziu dois posts resumindo a experiência, um por dia &#8211; <a href="http://www.talk2.com.br/?p=592" target="_self">aqui</a> e <a href="http://www.talk2.com.br/?p=627" target="_self">aqui</a>.</p>
<p><strong>Enquanto a experiência ainda está viva na memória do Moriael, achei legal convidar ele para participar do TalkShow nesta sexta, às 16h, para saber mais sobre o que rolou no evento deste ano</strong>, quais cases e palestras foram destaque, quais conceitos e estrategias foram mais discutidos no boca-a-boca nos intervalos. Veja alguns pontos que chamaram a atenção do Moriael:</p>
<blockquote><p>&gt;&gt; <em>jabá 2.0 tá mesmo por fora. Ou spam 2.0, como gosto de usar. Em suma, essa história de vender serviço com o nome bonito de “seeding” quando na verdade se trata de spam em mídias sociais é uma grande furada.</em></p></blockquote>
<blockquote><p>&gt;&gt; <em>“People no longer trust brands”. A frase foi cunhada por Duncan Wardle, Vice President, Global PR Integration &amp; WDW PR da Disney. Ela veio logo após uma afirmação importante, que foi a grande palavra pronunciada no WOMM-U: autenticidade. Que aliás, ganhou por muito pouco do termo “engagement”.</em></p></blockquote>
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		<title>Quer saber o que é análise de rede social?</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/quer-saber-o-que-e-analise-de-rede-social/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 15:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cientista político Fernado Guarnieri foi o convidado da semana passada do Talk Show. Diferente dos eventos anteriores, este teve, além da entrevista, uma apresentação sobre análise de redes sociais &#8211; clique nos links para acessar os podcasts. A conversa com o Fernando durou quase três horas e por isso dividi o audio em duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/imagem21.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-636" title="Quer saber o que é análise de rede social?" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/imagem21-300x280.png" alt="imagem21 300x280 Quer saber o que é análise de rede social?" width="300" height="280" /></a><strong>O cientista político <a href="http://www.talk2.com.br/?page_id=582" target="_self">Fernado Guarnieri</a> foi o convidado da semana passada do <a href="http://talkshow.pbwiki.com/" target="_blank">Talk Show</a>. Diferente dos eventos anteriores, este teve, além da <a href="http://talkshow.podomatic.com/entry/2009-05-19T07_59_17-07_00" target="_blank">entrevista</a>, uma <a href="http://talkshow.podomatic.com/entry/2009-05-19T07_39_55-07_00" target="_blank">apresentação</a> sobre análise de redes sociais &#8211; clique nos links para acessar os podcasts.</strong></p>
<p>A conversa com o Fernando durou quase três horas e por isso <strong>dividi o audio em duas partes: a apresentação em si e a conversa do Fernando antes e depois da palestra</strong>.</p>
<p>Quem não pode acompanhar a palestra, poderá abrir o audio e seguir a<strong> <a href="http://www.slideshare.net/fhguarnieri/anlise-de-redes-sociais-teoria-e-prtica?type=powerpoint" target="_blank">apresentação publicada</a></strong> no SlideShare. Já pela entrevista você vai conhecer a trajetória do Fernando, saber como ele chegou a esse assunto, quem mais faz pesquisas na área no Brasil e fora, além de seguir as perguntas e respostas feitas por quem assistiu a palestra.</p>
<p><strong>Sobre o assunto</strong></p>
<p>A gente que trabalha com internet fala muito de rede social, mas <strong>pouca gente saberia dizer com precisão o que é uma rede social</strong> da perspectiva das ciências sociais &#8211; que é onde o termo foi elaborado.</p>
<p>Rede social não tem necessariamente a ver com internet, existe muito antes da descoberta do computador digital e existem muitos profissionais que usam a técnica de análise de rede social para projetos que não tem a ver com Web.</p>
<p>A análise de redes sociais é uma técnica quantitativa, parente próxima da estatística. Ele começa com uma coleta de dados para se localizar como a informação circula dentro do grupo, essa informação gera uma imagem chamada de &#8220;sociograma&#8221; (imagem acima) e a partir disso é possível fazer inferências sobre o funcionamento do grupo.</p>
<p>A análise de redes sociais pode ser um santo remédio para empresas com problemas de gestão, uma espécie de raio X do funcionamento da organização, mas, ao mesmo tempo, pode criar embaraços. Não é raro, por exemplo, a análise mostrar que subordinados têm mais poder de decisão do que seus chefes.</p>
<p><strong>PS. </strong>O host de podcasts que usamos desde o começo do TalkShow é um serviço gratuito chamado MyPodcast. Eles parecem estar atravessando algum tipo de problema técnico, <a href="http://forums.mypodcast.com/showthread.php?t=1121" target="_blank">muita gente está reclamando</a> de falhas no carregamento do audio. Em função disso, mudamos temporariamente para um serviço novo, mas as sessões anteriores do TalkShow continuam no <a href="http://talkshow.mypodcast.com/" target="_blank">endereço original</a>.</p>
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		<title>Rede social muito além do buzz; TalkShow com Fernando Guarnieri</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/rede-social-muito-alem-do-buzz-talkshow-com-fernando-guarnieri/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 20:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sociólogo Fernando Guarnieri é o próximo convidado do TalkShow, nesta sexta, 16h. CLIQUE AQUI PARA PARTICIPAR. De uns anos para cá, rede social se tornou um dos termos mais discutidos &#8211; na Web e também offline &#8211; em função do sucesso de iniciativas como Orkut, Facebook, Twitter, etc, mas pouca gente pode dizer que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/imagem2.png"><img class="size-medium wp-image-589 alignright" title="Rede social muito além do buzz; TalkShow com Fernando Guarnieri" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/imagem2-285x300.png" alt="imagem2 285x300 Rede social muito além do buzz; TalkShow com Fernando Guarnieri" width="285" height="300" /></a><strong>O sociólogo <a href="http://www.talk2.com.br/?page_id=582" target="_blank">Fernando Guarnieri</a> é o próximo convidado do TalkShow, nesta sexta, 16h. <span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.talk2.com.br/?p=613" target="_self">CLIQUE AQUI</a> PARA PARTICIPAR.</span></strong> De uns anos para cá, rede social se tornou um dos termos mais discutidos &#8211; na Web e também offline &#8211; em função do sucesso de iniciativas como Orkut, Facebook, Twitter, etc, mas pouca gente pode dizer que entende do assunto.</p>
<p>A apresentação que o Fernando fará no TalkShow é montada a partir da pesquisa de mestrado que ele defendeu recentemente sobre Análise de Redes Sociais. <strong>Na primeira parte ele introduz o assunto, mostra o que são <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sociogram" target="_blank">sociogramas</a>, quais são os tipos de sociogramas que existem, explica a diferença entre eles, etc. E em seguida ele demonstra como a aplicação desse conhecimento pode ajudar a entender (e a melhorar) a circulação de informação dentro de organizações.</strong></p>
<p><strong>A primeira coisa que chamou a minha atenção quando assisti essa apresentação há alguns meses, foi a consistência do conteúdo.</strong> Fernando recupera a história da criação da noção de rede social nas ciências sociais. Quem pensou em estudar isso? Quando? Como isso foi ganhando corpo ao longo das décadas?</p>
<p><strong>A outra virtude da apresentação é que ela trata de um assunto denso de modo acessível ao não-especialista. </strong>Terminei de assistir a palestra com a sensação de ter organizado o pensamento sobre o assunto e de ter mais claro &#8211; apesar desse não ser o tema da pesquisa &#8211; o motivo pelo qual a Web está virando o mundo do avesso.</p>
<p><strong>Para quem não conhece e ainda não participou, o TalkShow é uma espécie de rádio 2.0 &#8211; você escuta o evento pela internet e participa pelo Twitter, fazendo perguntas e comentários.</strong></p>
<p>Nas sessões anteriores do TalkShow, só o audio da entrevista era transmitido, mas, neste caso, as pessoas que acompanharem a conversa também terão acesso à apresentação montada pelo Fernando.</p>
<p>Então, é isso. <strong>Não deixem de divulgar porque o boca-a-boca é a única maneira que esse projeto tem de chegar às pessoas. </strong>E o bom é que não temos problema de espaço, todo mundo é bem-vindo e pode participar. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Rede social muito além do buzz; TalkShow com Fernando Guarnieri" class='wp-smiley' title="Rede social muito além do buzz; TalkShow com Fernando Guarnieri" /> </p>
<p>PS. Eu fiz uma enquete via Twitter para saber o melhor horário para fazer o TalkShow. A maioria disse que preferia que o evento começasse às 18h. Acontece que sexta-feira é um dia atípico, as pessoas tendem a sair no horário para chegar em casa mais cedo, então, por isso, marcamos o evento para 16h.</p>
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		<title>Radialistas fazem coberturas alternativas com o Gengibre</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/casos/radialistas-fazem-coberturas-alternativas-com-o-gengibre/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 14:12:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem rolou a gravação ao vivo do podcast com o Cazé Peçanha. Foi um malabarismo gambiarrístico misturar todos os sistemas de voz, mensagens deixadas no Gengibre com a nossa conversa via Skype (com diferenças de captação de microfone), sem contar o streaming do audio. Ainda assim o resultado ficou muito bacana. (Não sei se vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem rolou a gravação ao vivo do podcast com o Cazé Peçanha. Foi um malabarismo gambiarrístico misturar todos os sistemas de voz, mensagens deixadas no Gengibre com a nossa conversa via Skype (com diferenças de captação de microfone), sem contar o streaming do audio. Ainda assim o resultado ficou muito bacana. (Não sei se vai dar para editar e por no ar hoje, mas é um dos itens prioritários da lista.)</p>
<p>Logo no esquenta, que é o tempinho antes da entrevista começar, o Cazé relembrou a história dele, a época que ganhava a vida como professor de inglês no Rio e participava da cena de poetas da cidade. Falou da experiência de se apresentar em um hospital psiquiátrico e de como aquilo foi gratificante, de como uma platéia com menos amarras recebe a poesia. E ele nos presenteou recitando um poema.</p>
<p>O assunto principal da conversa foi o <a href="http://www.gengibre.com.br" target="_blank">Gengibre</a>, um serviço parecido com o Twitter mas que funciona com voz. Na semana passada uma nova versão do Gengibre foi ao ar, trazendo uma série de melhorias, como a possibilidade de criar comunidades. O Cazé anunciou os detalhes. E partimos para um experimento: usamos o Gengibre para <a href="http://www.gengibre.com.br/cgi-bin/fonecast.cgi?show=ifComunidade&amp;comunidadeID=V1GFPA0" target="_blank">receber participações</a> de pessoas que não poderiam acompanhar da transmissão ao vivo.</p>
<p>Uma dessas mensagens queria saber sobre usos inesperados do Gengibre e o Cazé se lembrou de pessoas com algum problema de saúde que, ao invés de ficarem atendendo chamadas de amigos e parentes, deixavam &#8220;boletins médicos&#8221; no serviço. Assim eles não se desgastavam explicando e reexplicando sua situação e as pessoas acompanhavam a situação.</p>
<p>Para mim, a parte mais interessante e surpreendente foi a situação contrária e que parece ser uma tendência nova e forte no Gengibre: radialistas profissionais de meios importantes começam a usar a ferramenta para produzir conteúdo próprio. A lógica é simples: eles já vão fazer as coberturas, mas o espaço que eles têm geralmente é reduzido, o conteúdo aproveitado tende a ser pequeno, eles poderiam aproveitar muito mais a situação, e é o que começa a acontecer.</p>
<p><a href="http://www.gengibre.com.br/perfil/vanessaruiz" target="_blank">Vanessa Ruiz</a> da CBN/Globo, <a href="http://www.gengibre.com.br/perfil/vitorbirner" target="_blank">Victor Birner</a> da CBN e <a href="http://www.gengibre.com.br/perfil/giulietti" target="_blank">Conrado Giulietti</a> da Eldorado/ESPM &#8211; coincidentemente todos envolvidos com a cobertura esportiva &#8211; aproveitam suas pautas para produzir conteúdo original e postar isso em seus blogs. Olha que &#8220;subversão&#8221; boa: a ponte no sentido da democratização da produção de conteúdo sendo construída não só pelo amador mas também pelo profissional que, apesar de estar dentro do veículo, não tem toda a liberdade, nem de pauta nem de tempo.</p>
<p>Vale conferir. E escrevendo isso me lembrei de outra passagem da conversa. Perguntaram ao Cazé sobre como ele escolhia desenvolver um certo produto para internet e ele respondeu que aquilo &#8211; nem o Gafanhoto nem o Gengibre &#8211; não tinha sido planejado originalmente para ser um negócio, começaram por causa da vontade dele de ser menos espectador e mais ator (no sentido de quem age) na internet.</p>
<p>Ele disse: &#8211; Fazer TV é muito mais legal do que assistir e eu queria também fazer internet.</p>
<p>Essa idéia merece atenção. A internet é isso: fazer. Nesse momento falar de participação e colaboração talvez soe como chavão, mas quando a gente pensa nisso, geralmente não se dá conta de como essa passagem do conforto do sofá/controle remoto para a cadeira/teclado é difícil, desconfortável, implica em encarar uma curva de aprendizado, fazer coisas toscas e ir descobrindo as manhas, as técnicas, ativamente.</p>
<p>É isso que acontece, por exemplo, no Gengibre, com o surgimento &#8211; espontaneo e independente &#8211; de personagens como <a href="http://www.gengibre.com.br/profile/capitaosarcasmo" target="_self">Capitão Sarcasmo</a>, <a href="http://www.gengibre.com.br/profile/captaoobvio" target="_blank">Capitão </a><em><a href="http://www.gengibre.com.br/profile/captaoobvio" target="_blank">Óbvio</a> e </em><a href="http://www.gengibre.com.br/profile/GarotoPleonasmo" target="_blank">Garoto Pleonasmo</a>. São amadores &#8220;<a href="http://www.thefreedictionary.com/tinker" target="_blank">tinkering</a>&#8221; (mexendo, bulindo, experimentando) com a tecnologia de maneira descompromissada e fazendo coisas originais, interessantes. O TalkShow é uma brincadeira nessa linha <a href="http://www.thefreedictionary.com/hack" target="_blank">hacker</a> &#8211; alguém que interfere, altera, no sentido literal da palavra.</p>
<p>Por conta do já citado excesso de fontes de audio, o som desse TalkShow ficou pior do que o das experiencias anteriores, mas vai dar para melhorar isso na edição do podcast.</p>
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		<title>Talk Show, nosso podcast interativo, entrevista Edney Souza</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 17:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/04/entrevista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-481" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/04/entrevista.jpg" alt="entrevista Talk Show, nosso podcast interativo, entrevista Edney Souza" width="500" height="350" title="Talk Show, nosso podcast interativo, entrevista Edney Souza" /></a></p>
<p>Hoje a Talk vai lançar em beta o seu Talk Show com uma entrevista ao vivo com o Edney Souza, o famoso Interney, um dos magos das mídias sociais no Brasil.</p>
<p>Ele vai falar sobre Twitter e particularmente sobre um <a href="http://www.interney.net/?p=9766710" target="_blank">post polêmico</a> que ele publicou recentemente sobre bombar artificialmente o numero de pessoas que o segue. Nas últimas duas semanas, ele passou de 6 mil para mais de 20 mil seguidores.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="id" value="utv291120" /><param name="flashvars" value="autoplay=false&amp;brand=embed" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/live/1/606394" /><embed id="utv291120" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="320" src="http://www.ustream.tv/flash/live/1/606394" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="autoplay=false&amp;brand=embed"></embed></object><a style="padding: 2px 0px 4px; background: #ffffff none repeat scroll 0% 0%; width: 400px; display: block; color: #000000; font-weight: normal; font-size: 10px; text-decoration: underline; text-align: center;" href="http://www.ustream.tv/" target="_blank">Free TV Show from Ustream</a></p>
<p>O bacana é que você, se quiser (e tiver uma conta no Twitter), vai conversar e debater com ele e com as outras pessoas sobre esse assunto, porque o Talk Show &#8211; como o nome já diz &#8211; é uma conversa em rede, descentralizada e auto-organizada, realizada a partir de um streaming de audio.</p>
<p>Para participar, não tem segredo. Momentos antes de começar a entrevista vamos compartilhar pelo Twitter o link para o audio da conversa e também uma tag para quem quiser interagir com o entrevistado e com as outras pessoas que decidirem acompanhar a tag.</p>
<p>Fique atento: é hoje no final do dia.</p>
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		<title>Brincando de Roberto Marinho (ou &#8220;Sejamos imperialistas! Cadê?&#8221;)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 15:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
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		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Esses dias, participei de um evento apresentado pelo Marcelo Tas e ele falou sobre como a internet, para ele, é como brincar de Roberto Marinho. Ele falou isso se referindo a como, quando ele começou a trabalhar com comunicação, era complicado e caro falar com audiências. Depois de todo o buzz da Web 2.0 se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias, <a href="http://www.naozero.com.br/telefonica-transparente" target="_blank">participei de um evento</a> apresentado pelo Marcelo Tas e ele falou sobre como a internet, para ele, é como brincar de Roberto Marinho. Ele falou isso se referindo a como, quando ele começou a trabalhar com comunicação, era complicado e caro falar com audiências.</p>
<p>Depois de todo o buzz da Web 2.0 se espalhar pelo mundo, é até chavão dizer que a internet abriu oportunidades infinitas, revolucionárias. Mas o Tas falava de como isso ainda é pouco explorado e de como existem possibilidades de combinar serviços gratúitos para testar os limites dessa plataforma.</p>
<p>Estou dizendo isso para convidar quem quiser / se interessar para brincar de Roberto Marinho de uma maneira diferente, que está saindo do forno do nosso Talk Labs e que <a href="http://www.talk2.com.br/?p=467" target="_blank">se chama Talk Show</a>. A brincadeira consiste em participar de uma conversa em rede, descentralizada e auto-organizada, realizada a partir de um streaming de audio.</p>
<p><strong>E o que é &#8220;isso&#8221;?</strong></p>
<p>O empolgante do projeto é que é difícil classificar esse modelo. O mais perto que chegamos foi chamar de rádio 2.0, mas ainda assim esse nome pode confundir porque o resultado é radicalmente diferente do rádio. Pode ser ainda um podcast interativo ou, sei lá, twitcast?</p>
<p>Enfim, o Talk Show é um hack a partir de quatro serviços: Skype, Ustream, Twitter e podcast. O propósito é produzir, disseminar e promover debates relevantes sobre comunicação em rede. O efeito é meio conversa de bar, meio curso/palestra, meio entrevista. É ainda o vislumbre de como será o futuro (próximo) da comunicação, quando qualquer um pode brincar de Roberto Marinho.</p>
<p>Nunca foi tão fácil e barato conversar diretamente com audiências. E do que estamos falando? Não é TV, nem rádio, nem email, nem Web, nem telefone. É tudo isso junto e é uma coisa nova.</p>
<p><strong>Social, descentralizado</strong></p>
<p>É social, produzido e transmitido socialmente. Cada nó da rede pode ser um ponto de re-transmissão e também um interlocutor.</p>
<p>É descentralizado: duas vozes não restringem o debate, ao contrário, elas promovem o debate, elas suscitam encontros e trocas de idéias entre nós desconectados, elas multiplicam o poder da rede.</p>
<p>Não acontece sem a rede, a rede amplifica, filtra e enriquece o sinal.</p>
<p>Quem conduz um dos canais de conversa não controla o fluxo de informação. A audiência não pede autorização, ela conversa entre si, ela depende de mim tanto quanto eu dela.</p>
<p>Entrevistador, entrevistado e audiência têm papéis mais flexíveis, flúidos. Quem conduz na verdade participa da conversa, é referência para quem quiser, e é dispensável também, ele termina, a conversa continua.</p>
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