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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; redes sociais</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<item>
		<title>Bobeou, “Memeou”!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Damásio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem nunca ouviu falar em bordões como: “Ninguém me tucuta no Facebook”, “Que dó, que dó, que dó” ou “Hoje é dia de Rock, Bebê”? Essas são algumas frases retiradas de vídeos famosos da internet e que já se tornaram verdadeiros ‘ditados populares’ no mundo virtual. Os conhecidos “Memes” estão invadindo as redes sociais e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu falar em bordões como: <em>“Ninguém me tucuta no Facebook”</em>, <em>“Que dó, que dó, que dó”</em> ou <em>“Hoje é dia de Rock, Bebê”</em>? Essas são algumas frases retiradas de vídeos famosos da internet e que já se tornaram verdadeiros ‘ditados populares’ no mundo virtual.</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Ui-virei-Meme.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3161" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Ui-virei-Meme-300x293.jpg" alt="Ui virei Meme 300x293 Bobeou, “Memeou”! " width="300" height="293" title="Bobeou, “Memeou”! " /></a></p>
<p>Os conhecidos “Memes” estão invadindo as redes sociais e provando que qualquer pessoa pode virar uma celebridade no mundo virtual. A palavra “Meme” vem do Grego &#8220;Mimeme&#8221;, que significa imitar. Na internet, Meme é tudo aquilo que é passado de uma pessoa para outra, por ser algo muito bom ou por ser muito ruim, por ser engraçado, bizarro ou cômico.</p>
<p>Recentemente, todos os usuários do Facebook no Brasil – menos Luiza, que estava no Canadá &#8211; acompanharam a história de uma adolescente que se tornou celebridade na internet, por causa de uma frase descabida e sem grandes propósitos, dita por seu pai em um comercial que apresentava toda a sua família, <a href="http://goo.gl/xozbO" target="_blank">“Menos Luiza, que está no Canadá”</a>. Repentinamente, o comercial inocente transformou Luiza, estudante da Paraíba, no hit do momento &#8211; e ela nem aparece pessoalmente no vídeo. Desde a inserção do vídeo na internet, em 13 de janeiro, o comercial começou a ser comentado e compartilhado na rede e dentro de poucos dias o vídeo obteve mais de cinco milhões de acessos. Atualmente, são 5.599.986 acessos.</p>
<p>Para muita gente, as redes sociais se tornaram verdadeiros diários virtuais e todo o cuidado é pouco na hora de divulgar uma frase, vídeo ou foto na web. Todos nós somos produtores e divulgadores de conteúdo e se um material bizarro for parar em mãos erradas, tudo pode acontecer. Anônimos, artistas, jornalistas e até mesmo autoridades, podem se tornar motivo de deboche e diversão na internet. Quem não se lembra da divertida frase da atriz Christiane Torloni &#8211; <a href="http://goo.gl/eksSi" target="_blank">&#8220;Hoje é dia de Rock, Bebê!”</a> dita em plena entrevista no Rock In Rio?, ou dos <a href="http://goo.gl/fBqib">“Bons Drink&#8221;</a>, de Luiza Marilac? ou do <a href="http://goo.gl/2L64k" target="_blank">&#8220;Que deselegante&#8221;</a> dito pela jornalista Sandra Annenberg, no ar, durante o jornal ao vivo?</p>
<p>O fato é que tudo e todos estão sujeitos a se tornarem Memes na net. Bobeou, memeou! Um bom exemplo disso é o nosso amigo de trabalho, <a href="http://www.facebook.com/lrcarvalho" target="_blank">Leonardo Carvalho</a>, que ao compartilhar, empolgado, os resultados da sua avaliação física da academia, soltou um “Sou mais fortinho, do que gordinho”. Pronto, essa foi a deixa para ele se tornar a alegria da galera na internet. <a href="http://goo.gl/dK8I3">CLIQUE AQUI</a> e confira o resultado.</p>
<p><strong><br />
Confira a lista dos melhores Memes de 2011:</strong></p>
<p>• &#8220;Ninguém me tucuta no Facebook&#8221;<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• &#8220;Tomando os meus bons Drink&#8221; &#8211; Luisa Marilac<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• System Of a Dilma<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• Taxista canta igual a Michael Jackson<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• Mataram a formiguinha &#8220;Que dó, que dó, que dó&#8230;&#8221;<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• Christiane Torloni no Rock In Rio &#8220;Hoje é dia de Rock, Bebê.&#8221;<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• Pôneis Malditos<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• &#8220;Que deselegante&#8221; &#8211; Sandra Annenberg<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• &#8220;Menos Luiza, que está no Canadá.&#8221;<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sua mãe entrou no Facebook? Não se preocupe, seus problemas acabaram&#8230;</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/sua-mae-entrou-no-facebook-nao-se-preocupe-seus-problemas-acabaram/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 11:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;. E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;. Pois é, a rede social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;.<br />
E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;.</p>
<p>Pois é, a rede social do Google permite que você continue parecendo um anjo para sua mãe e muito profissional para seu chefe.</p>
<p>Ó:</p>
<p><iframe width="460" height="289" src="http://www.youtube.com/embed/xwnJ5Bl4kLI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E aí? O que você acha? Pega?</p>
<p>Post originalmente publicado no <a title="Update o Die" href="http://updateordie.com/blog/2011/06/29/circles/" target="_blank">Update or Die</a>.</p>
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		<title>#TalkShow sobre Social Media Brasil e CIRS2, com vários convidados</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/talkshow/talkshow-sobre-social-media-brasil-e-cirs2-com-varios-convidados/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/talkshow/talkshow-sobre-social-media-brasil-e-cirs2-com-varios-convidados/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 18:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[#Talkshow sobre SMBR e CIRS Nas últimas semanas aconteceram dois eventos importantes para quem trabalha com mídias sociais: a CIRS2 (Conferência Internacional sobre Redes Sociais), em Curitiba, e o Social Media Brasil 2011, em São Paulo. A Talk esteve presente em ambos os eventos e neste #TalkShow vamos conversar sobre tudo que nos chamou atenção, palestras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="296" id="utv537461" name="utv_n_894629"><param name="flashvars" value="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=15270736&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;v3=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" /><embed flashvars="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=15270736&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;v3=1" width="480" height="296" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" id="utv537461" name="utv_n_894629" src="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" /></object></p>
<p><iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php/option=com_altcaster/task=viewaltcast/altcast_code=265fb84b98/height=420/width=470" scrolling="no" height="420px" width="470px" frameBorder="0" allowTransparency="true" ><a href="http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=265fb84b98" >#Talkshow sobre SMBR e CIRS</a></iframe></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2731" style="margin: 10px;" title="#TalkShow sobre Social Media Brasil e CIRS2, com vários convidados" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/06/cirs2.jpg" alt="cirs2 #TalkShow sobre Social Media Brasil e CIRS2, com vários convidados" width="207" height="155" /><img class="alignleft size-full wp-image-2730" style="margin: 10px;" title="#TalkShow sobre Social Media Brasil e CIRS2, com vários convidados" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/06/smbr.jpg" alt="smbr #TalkShow sobre Social Media Brasil e CIRS2, com vários convidados" width="242" height="155" /></p>
<p>Nas últimas semanas aconteceram dois eventos importantes para quem trabalha com mídias sociais: a CIRS2 (Conferência Internacional sobre Redes Sociais), em Curitiba, e o Social Media Brasil 2011, em São Paulo. A Talk esteve presente em ambos os eventos e neste #TalkShow vamos conversar sobre tudo que nos chamou atenção, palestras que se destacaram, conceitos interessantes, novidades em geral, bolas dentro e bolas fora.</p>
<p>Para isso decidimos fazer um programa um pouco diferente do formato tradicional de entrevistador e entrevistado. Esse #TalkShow será um debate, estilo &#8220;mesa redonda&#8221;, e contará com a participação de outros profissionais do mercado que também estiveram nesses eventos: <a href="www.twitter.com/natalia2m">Natália Mateus</a>, aqui da Talk; <a href="www.twitter.com/marcelayres">Marcel Ayres</a>, da <a href="www.papercliq.com.br">PaperCliq</a>; <a href="http://twitter.com/dani_rodrigues">Dani Rodrigues</a>, da <a href="http://www.coworkers.com.br">CoWorkers</a> e <a href="http://www.twitter.com/mouracinara">Cinara Moura</a>, da <a href="www.cadastra.com.br">Cadastra</a>.</p>
<p>A participação do público continua bem vinda, bastando tuitar comentários ou perguntas com a hashtag #talkshow.</p>
<p>Então, anote aí na sua agenda:</p>
<p><strong>#TalkShow sobre Social Media Brasil e CIRS2<br />
Quinta-feira, 9 de junho<br />
16:30, nesse mesmo post</strong></p>
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		<item>
		<title>O Futuro da Comunicação e das Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/o-futuro-da-comunicacao-e-das-midias-sociais/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/o-futuro-da-comunicacao-e-das-midias-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 18:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desconfio de todo mundo que se diz futurólogo e de todo artigo ou palestra que tem a pretensão de mostrar como será o futuro de alguma coisa. Por essas e outras fiquei bastante desconfiado com essa palestra do Gerd Leonhard assim que comecei a assistí-la e vi o título, cuja tradução dá nome ao post. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desconfio de todo mundo que se diz futurólogo e de todo artigo ou palestra que tem a pretensão de mostrar como será o futuro de alguma coisa.</p>
<p>Por essas e outras fiquei bastante desconfiado com essa palestra do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerd_Leonhard">Gerd Leonhard</a> assim que comecei a assistí-la e vi o título, cuja tradução dá nome ao post.</p>
<p>E não é que é uma boa palestra? Cheia de partes óbvias e alguns insights poderosos, mas nenhuma picaretagem. O cara realmente sabe do que está falando.</p>
<p>Se você caiu nesse blog por estar buscando mais informações sobre internet, mídias sociais e como essas coisas estão transformando a sociedade, recomendo muito.</p>
<p>Se você já é relativamente letrado nesses assuntos recomendo também, mas só quando tiver um bom tempo livre.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/geral/o-futuro-da-comunicacao-e-das-midias-sociais/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
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		</item>
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		<title>O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pessoas/o-mochileiro-dessa-galaxia-e-as-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 13:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No comecinho desse ano tirei minhas merecidas férias e, precisando recarregar as baterias depois de um 2010 complicado, coloquei a mochila nas costas e parti para a Europa por 20 dias. Países escolhidos: Portugal, Espanha, Grécia e Turquia. Mas, não sendo isso uma redação escolar sobre as férias, só fiz essa introdução para (causar inveja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2178" title="O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/istambul.jpg" alt="istambul O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" width="491" height="369" /></p>
<p style="text-align: left;">No comecinho desse ano tirei minhas merecidas férias e, precisando recarregar as baterias depois de um 2010 complicado, coloquei a mochila nas costas e parti para a Europa por 20 dias. Países escolhidos: Portugal, Espanha, Grécia e Turquia.</p>
<p>Mas, não sendo isso uma redação escolar sobre as férias, só fiz essa introdução para (causar inveja em vocês) poder contar algumas coisas que fui observando aqui e acolá sobre o uso das mídias sociais do outro lado do Oceano Atlântico, e também entre turistas. Então, no melhor formato anotações mentais, cada ponto vai em um item:</p>
<p>- Fazia um certo tempo que não fazia viagens desse tipo e, ainda que seja uma observação óbvia, fiquei impressionado com o papel central da internet na vida de um turista, ainda mais um que não queira comprar pacotes prontos. O básico é a compra das passagens, que hoje em dia até minha mãe (uma senhora de quase 70 anos) faz pela internet. Mas, quando você vai para a Turquia, um país com uma cultura bastante diferente e turisticamente não muito conhecido (para nós), saber o que outros viajantes acharam do lugar, aonde recomendam ir e por quais perrengues passaram se torna vital! Para isso existe o ótimo <a href="http://www.tripadvisor.com.br/">TripAdvisor</a>. E para os mochileiros que curtem ficar em albergues, seja pelo preço ou pela possibilidade de fazer conexões com gente do mundo todo, o <a href="http://www.google.com.br/aclk?sa=l&amp;ai=C43uErcpmTZT9LsmHtwfK_Li5B4SMutsBtM3x7BPYhLdDCAAQAVCW_p2x-_____8BYM3w7oCsA6ABnu-8_wPIAQGqBBxP0IXBtS1021cEz8Y4KcdN7LDF0ytb-zgeWlA3&amp;sig=AGiWqtzWU_jEA1XajCOts6p9sJpYEU3GcA&amp;adurl=http://www.hostelworld.com/%3Fsource%3Dadwordsbrand">HostelWorld</a> é essencial.</p>
<p>- Juro que tentei pensar o menos possível sobre o lado profissional das coisas enquanto viajava, mas foi impossível não notar que em grande parte dos anúncios que via em outdoors, ônibus e outras mídias as empresas não mais colocavam o endereço do site, mas sim do Facebook! Comparando com a realidade brasileira, acho que ainda não temos muitos exemplos desse tipo, mas em compensação é cada vez mais comum as empresas daqui anunciarem suas contas no Twitter, uma rede que, hoje, é mais relevante aqui do que lá.</p>
<p>- Aqui a gente trata o mundo desenvolvido de forma muito idealizada: &#8220;ah, lá fora qualquer lugar tem wifi gratuito&#8221;. Bom, nos lugares por onde eu passei era praticamente impossível achar isso. Wifi em todo lugar sim. Gratuito não.</p>
<p>- Os únicos lugares onde era praticamente certo encontrar uma conexão de graça eram nos albergues. E no final da tarde, quando as pessoas voltam dos passeios e vão para o bar socializar, também era certo ver um monte de notebooks abertos sobre as mesas. Esse era o momento em que as pessoas davam notícias às famílias, respondiam e-mails e subiam as fotos para o Facebook. Foi-se o tempo em que uma viagem era um tempo de isolamento da realidade. Graças à tecnologia cada viajante se tornou um reality show ambulante para os amigos. E assim seus amigos acabam viajando um pouquinho com você.</p>
<p>- &#8220;Então, prazer em conhecê-lo. Aliás, você tem Facebook?&#8221;. Em outras palavras, Facebook is the new cartão de visita. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" class='wp-smiley' title="O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" />  Eu mesmo adicionei várias pessoas com quem fui tendo contato. O problema é que a maioria dessas relações são inférteis. Geralmente há uma troca de mensagens pós-viagem, e depois nunca mais.</p>
<p>- Por último, fica a dica do <a href="http://www.couchsurfing.org/">CouchSurfing</a>, uma rede onde pessoas do mundo todo disponibilizam seus sofás para viajantes. Não dormi no sofá de ninguém, mas utilizei um outro recurso. Algumas pessoas topam tomar um café e eventualmente passear pela cidade com estrangeiros. Fiz isso duas vezes em Istambul, e a experiência de conhecer um lugar pelos olhos de alguém local deixa tudo mais rico e interessante. Fora que é uma possibilidade segura de conhecer lugares não-turísticos, sem risco de cair em roubada.</p>
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		<item>
		<title>Orkut agora permite criar &#8220;grupos de amigos&#8221; e oficializa o scrap-spam</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/relacionamento/orkut-agora-permite-criar-grupos-de-amigos-e-oficializa-o-scrap-spam/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/relacionamento/orkut-agora-permite-criar-grupos-de-amigos-e-oficializa-o-scrap-spam/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 14:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançada no último dia 24 de agosto, uma ferramenta para o Orkut tem tudo para ser um inferno e um paraíso ao mesmo tempo: agora você pode criar grupos de amigos e mandar um scrap para toda a sua lista. Nada mais natural para o site de relacionamento mais controverso do universo. O título do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançada no último dia 24 de agosto, uma ferramenta para o Orkut tem tudo para ser um inferno e um paraíso ao mesmo tempo: <strong>agora você pode criar grupos de amigos e mandar um scrap para toda a sua lista</strong>. Nada mais natural para o site de relacionamento mais controverso do universo.</p>
<p>O título do post que apresenta o lançamento é animador: <a href="http://en.blog.orkut.com/2010/08/youre-not-always-same-person-why-should.html">You’re not always the same person. Why should it be any different on the web?</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/legojeff/1296661311/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1680" title="Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Captura-de-tela-2010-08-26-às-10.59.01.png" alt="Captura de tela 2010 08 26 às 10.59.01 Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" width="501" height="136" /></a></p>
<p>Quer verdade mais verdadeira do que essa? Até agora nenhuma ferramenta de mídia social que eu conheço tinha trabalhado esta questão da &#8220;privacidade&#8221; dos grupos. Todas elas, como diz o post, classificam os seus contatos como &#8220;amigos&#8221;. Algumas até têm macro-categorias, como &#8220;conhecido&#8221;, &#8220;amigo&#8221;, &#8220;família&#8221; e coisa do tipo, mas nenhuma permitia a criação das &#8220;panelas&#8221; de verdade. É o Orkut aprendendo, finalmente, o valor do <em><strong>clustering</strong></em>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1679" title="Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/08/panela_clustering.jpg" alt="panela clustering Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" width="501" height="341" /></p>
<p>Até porque, de fato, <strong>nem todo mundo que você segue é seu amigo, certo?</strong> E mais, nem todos os seus amigos são o mesmo tipo de amigo. O presidente da empresa onde você trabalha é seu amigo do mesmo jeito que o seu parceiro do futebol? Ou o estagiário é tão seu amigo quanto o seu irmão? E sua sogra é tão sua família quanto seu pai? Não, né?</p>
<p>E se não são, porque cargas d&#8217;água todos eles recebem as mesmas mensagens e podem ver as mesmas fotos, vídeos e posts do seu perfil? O <strong>&#8220;grupos de amigos&#8221;</strong> é a solução.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/R1xzJrPn-Bc&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" src="http://www.youtube.com/v/R1xzJrPn-Bc&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>Nota mental: A grande perda para a sociedade, ao meu ver, será a redução do sentimento de &#8220;Big Brother&#8221; que o Orkut nos dá. Descobrir se a sua paquera foi a uma festa, ou se está conversando com a mulher mais safada da faculdade via scrap, vai ficar mais difícil. Descobrir detalhes da vida, dos gostos, das escolhas de cada pessoa vai ser um tormento. É um duro golpe na tal &#8220;Etnografia Digital&#8221; que gosto tanto de praticar nos processos seletivos <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" class='wp-smiley' title="Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" /> </em></p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 512px"><img src="http://www.amattos.eng.br/images/orkut.jpg" alt="orkut Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" width="502" height="173" title="Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" /><p class="wp-caption-text">Seria o fim da diversão dos processos seletivos? Espero que não!</p></div>
<p>Mas não é só isso!!! O <strong>pacote completo das melhorias incluem o controverso scrap-spam</strong>. Coisa que só funcionava usando programinhas agora está na cara e você já pode mandar scraps para os grupos de amigos ou para todos os seus amigos. É prático, sem dúvida, mas é perigoso! To até imaginando como vai ficar meu scrapbook daqui a alguns dias.</p>
<p>O post também promete mais novidades em breve em áreas de jogos, aniversário, comunidades e últimos visitantes. Dá até medo.</p>
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		<title>Storybird &#124; rede social para storytellers infantis</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/storybird-rede-social-para-storytellers-infantis/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 18:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[storytelling]]></category>

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		<description><![CDATA[Navegando por aí acabei encontrando uma rede social que eu não conhecia, a Storybird. Trata-se de um tipo de Slideshare com um foco super específico, histórias ilustradas para crianças. Ao invés de apresentações, os usuários podem ler, criar e compartilhar histórias infantis em formato de livro digital. O site disponibiliza um monte de ilustrações bacanas, aí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Navegando por aí acabei encontrando uma rede social que eu não conhecia, a <a href="http://storybird.com/">Storybird</a>. Trata-se de um tipo de Slideshare com um foco super específico, histórias ilustradas para crianças.</p>
<p>Ao invés de apresentações, os usuários podem ler, criar e compartilhar histórias infantis em formato de livro digital. O site disponibiliza um monte de ilustrações bacanas, aí é só juntar com o texto e pronto.</p>
<p>Sou um pouco desconfiado com essa proliferação de redes sociais de nicho pra cá e pra lá, mas penso que essa atenda duas necessidades  do ser humano que nenhuma outra atende:</p>
<p>1) É uma fonte bem grande para pais e professoras contarem histórias para seus filhos e alunos respectivamente.</p>
<p>2) É um meio pelo qual escritores de histórias infantis podem se expressar e mostrar seu trabalho.</p>
<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px initial initial;" src="http://updateordie.com/files/2010/03/first-day-of-school.jpeg" alt=" Storybird | rede social para storytellers infantis" width="432" height="269" title="Storybird | rede social para storytellers infantis" /></p>
<p>postado originalmente no <a href="http://updateordie.com">Update or Die</a></p>
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		<title>As Redes Sociais na era de sua reprodutibilidade técnica</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/as-redes-sociais-na-era-de-sua-reprodutibilidade-tecnica/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[A forma como o mercado de comunicação percebe e utiliza as redes sociais na primeira década do século XXI sempre me chamou a atenção. Um tratamento massificador de organismos essencialmente autênticos que me causa estranhamento, tanto quanto a fotografia e o cinema causaram a Walter Benjamin, em relação à obra de arte. Paro aqui a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A forma como o mercado de comunicação percebe e utiliza as redes sociais na primeira década do século XXI sempre me chamou a atenção. Um tratamento massificador de organismos essencialmente autênticos que me causa estranhamento, tanto quanto a fotografia e o cinema causaram a <strong>Walter Benjamin</strong>, em relação à obra de arte.</p>
<p><span id="more-1540"></span>Paro aqui a minha reflexão para, primeiro, situar no tempo e no espaço o meu objeto de reflexão, que são as redes sociais dentro do mercado de comunicação social, publicidade, jornalismo, marketing e relações públicas, no início do século XXI, época de extrema exposição e valorização dos recursos chamados 2.0 na internet comercial.</p>
<p>Segundo, para me desculpar pela comparação do meu pensamento ao de um dos maiores expoentes dos estudos de teorias da comunicação, ainda mais por usar um dos textos frankfurtianos mais conhecidos e reconhecidos.</p>
<p>O objetivo foi me apropriar de uma construção já estabelecida para chamar a atenção e também traçar um paralelo entre a reprodutibilidade técnica, a autenticidade e valor de exposição, a aura, e o valor de eternidade, apontados por Benjamin no que se refere às obras de arte, ao contexto das redes sociais.</p>
<p>Abro um outro parêntese para pontuar o que acredito que sejam redes sociais. Segundo Augusto de Franco, em <strong>Escola de Redes – Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a internet, a política e o mundo glocalizado</strong>:</p>
<p><em>&#8220;O que é chamado de mundo das redes, todavia, não é o mundo físico que pode ser visto, mas um multiverso de conexões que não se vê, ao qual só se pode ter acesso por meio da ciência ou da imaginação&#8221; &#8230; &#8220;Redes são sistemas de nodos e conexões. No caso das redes sociais, tais nodos são pessoas e as conexões são relações entre essas pessoas&#8221;(FRANCO, p 37)</em></p>
<p>Posto isso, me aproprio de algumas citações destacadas do texto <strong><em>A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica</em></strong> (livro Walter Benjamin – Obras Escolhidas: Magia e técnica, arte e política – Editora Brasiliense) para construção deste paralelo.</p>
<p><strong>Reprodutibilidade técnica</strong></p>
<p><em>“&#8230; a reprodução técnica atingiu tal padrão de qualidade que ela somente podia transformar em seus objetos a totalidade das obras de arte tradicionais, submetendo-as a transformações profundas, como conquistar para si um lugar próprio entre os procedimentos artísticos” (BENJAMIN, p.167).</em></p>
<p>Quando Walter Benjamin apontava que a reprodução infinita de uma obra de arte como a Mona Lisa, por exemplo, sua argumentação indicava que as reproduções eram apenas simulacros dos seus referentes originais. Assim são também grande parte das redes sociais em evidência na web atualmente.</p>
<p>Um recente vídeo produzido pela Agência Click (LINK: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg">http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg</a>) mostra, sem ser este o seu objetivo,  como esta cultura da reprodutibilidade técnica atingiu um estágio tão avançado que não se limita a reproduzir apenas obras e objetos tangíveis, mas também se aventura na reprodução de relações sociais, conexões entre as pessoas e construção de conhecimento.</p>
<p>“Pesquisas apontam que só em 2008 mais de 12 milhões de PCs foram vendidos&#8230;”, diz o texto do vídeo. E continua: “O brasileiro gasta em média 23 horas e 12 minutos por mês conectado à internet” e “Entre estes brasileiros, 79% fazem parte de redes sociais”.</p>
<p>E o que consideram redes sociais? Orkut, Facebook, Twitter, Blog, Flickr, Youtube e uma infinidade de ferramentas disponíveis por aí. No momento em que o mercado se apropria destes números, se gabando de que “as redes sociais agregam mais de 55 milhões de usuários”, fincam no coração da sociedade mundial a bandeira que indica o sucesso na reprodutibilidade técnica das relações sociais.</p>
<p>Mas isso não é um privilégio da Agência Click, ou do mercado brasileiro. É um fenômeno mundial. É só fazer uma pesquisa no Google para achar apresentações e mais apresentações com o mesmo discurso construído, no qual o crescimento da exposição e do volume são muito mais importantes  e relevantes do que a autenticidade destas redes.</p>
<p><strong>Autenticidade</strong></p>
<p><em>“A esfera da autenticidade, como um todo, escapa à reprodutibilidade técnica, e naturalmente não apenas à técnica” &#8230; “A autenticidade de uma coisa é a quintessência de tudo o que foi transmitido pela tradição, a partir de sua origem, desde sua duração material até o seu testemunho histórico” (BENJAMIN, p 167 e 168).</em></p>
<p>Quando Benjamin destaca a inexistência de autenticidade em produtos oriundos da reprodutibilidade técnica, vai ao cerne da questão do modo de produção capitalista – modo este que o pensamento da Escola Crítica, da qual o autor faz parte, descasca e condena.</p>
<p>A reprodutibilidade técnica das relações sociais, expressas nesse fenômeno de uso das ferramentas de redes sociais digitais, acaba com o caráter autêntico de tais relações.</p>
<p>Os vestígios existentes na construção de relações autênticas – lembranças, afinidades, espera, saudade, desentendimentos etc – que são transmitidos pela tradição, simplesmente não existem, ou são incidentais e quase imperceptíveis nas relações sociais construídas através da reprodutibilidade técnica. Não é possível perceber o “aqui e agora” (BENJAMIN, p 167) destas relações.</p>
<p>Ter 300 contatos no ICQ, ter 999 amigos no Orkut, fazer parte de uma comunidade com 15 mil membros, ou possuir 70 mil seguidores no Twitter não significa, necessariamente, estabelecer uma relação social com todo esse universo. Ao contrário, quando maior a exposição destas relações sociais e o acesso das pessoas a estes múltiplos canais, menor será a relação social entre estes indivíduos.</p>
<p>Nestes casos, para grande parte da massa só são estabelecidos o que Mark Granovetter chama de laços fracos (<em>weak ties</em>). Não se discute a importância de tais laços na formação e dinâmica de redes sociais autênticas, quando analisados junto aos laços fortes. O ponto crítico destas redes massificadas é justamente a inexistência de laços fortes (<em>strong ties</em>) que dão estabilidade e caráter original ao sistema.</p>
<p>A pesquisa do antropólogo da Universidade de Oxford, Robin Dunbar, sugere que os seres humanos não são capazes de administrar uma rede de amigos com mais de 150 indivíduos. Em entrevista concedida ao Times (<a href="http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/the_web/article6999879.ece">http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/the_web/article6999879.ece</a>), do Reino Unido, o antropólogo afirma:</p>
<p><em>&#8220;O interessante é que você pode ter 1.500 amigos, mas, quando você olha o tráfego dos sites, é possível notar que as pessoas mantêm o mesmo circulo de amigos que gira em torno as 150 pessoas, o que ocorre também no mundo real”</em></p>
<p>Estas pseudo-redes com milhares de indivíduos pseudo-conectados não são autênticas, não possuem tradição, e quando colocadas umas ao lado das outras, são iguais. São uma vaga lembrança das relações sociais experimentadas em diversos ambientes, inclusive na internet, mas, ao contrário destas, não têm força de transformação, muito menos de sustentação. São ocas. Não possuem aura.</p>
<p>Não quero dizer aqui que toda manifestação proveniente destas redes não tem autenticidade. Alguns flashmobs, por exemplo, possuem uma carga genuína e assustadoramente transformadora. Mas estes não são maioria.</p>
<p><strong>Aura</strong></p>
<p><em>“Em suma, o que é a aura? É uma figura singular, composta de elementos espaciais e temporais: a aparição única de uma coisa distante, por mais perto que ela esteja”. (BENJAMIN, p 170).</em></p>
<p>A destruição da aura anunciada por Benjamin, quer dizer a morte da ligação entre relações sociais e uma história presa no passado, que não pode ser tocada, apenas sentida, no presente. A reprodutibilidade de redes sociais não autênticas faz com que tenhamos uma relação presente que não tem história passada, não tem os vestígios da autenticidade, e, consequentemente, não tem aura.</p>
<p><em> “Fazer as coisas ‘ficarem mais próximas’ é uma preocupação tão aproximada das massas modernas como sua tendência a superar o caráter único de todos os fatos através de sua reprodutibilidade técnica” (BENJAMIN p 170)</em></p>
<p>Destaco esta citação ainda dentro do contexto da definição de aura para tirar um pouco do peso da responsabilidade das organizações – incluindo as agências de comunicação – neste processo de reprodução artificial de relações sociais. Quem força este cenário hoje é a própria massa, desarticulada, pseudo-educada, faminta por relações artificiais por não conseguirem dar conta de esperar a gênese de relações singulares e autênticas.</p>
<p>Estar nestas redes digitais nos dão uma impressão de pertencer a uma turma, a um grupo, a uma comunidade, mas, na verdade, o indivíduo não pertence. O indivíduo participa como mero espectador de outras relações às vezes tão vazias quanto as suas.</p>
<p>Por tanto, não temos aqui um problema mercadológico apenas. O problema é social e deve ser encarado como tal. É preciso recriar a cultura da colaboração, participação e interação fora da normatividade hierárquica e repressiva, que se disfarça de uma falsa cultura de colaboração e engajamento ao se apoiar em ferramentas de fórum e debate extremamente controladas.</p>
<p><strong>Valor de eternidade</strong></p>
<p><em>“Os gregos só conheciam dois processos técnicos para a reprodução de obras de arte: o molde e a cunhagem. As moedas e terracotas eram as únicas obras de arte por eles fabricadas em massa. Todas as demais eram únicas e tecnicamente irreprodutíveis. Por isso, precisavam ser únicas e construídas para a eternidade” (BENJAMIN, p 175).</em></p>
<p>Tal qual as esculturas gregas, irreprodutíveis àquela época, as relações sociais estabelecidas antes da exposição massificada também eram construídas para a eternidade. Amizades, correspondências, organizações de grupos eram estabelecidos sem as facilidades promovidas pela sociedade da informação e conexões digitais.</p>
<p>O que aconteceu foi que perdemos a mão. De forma desenfreada deixamos de usar as ferramentas como facilitadores na construção de relações para transformá-las na própria essência da relação. Quando uma relação social é reproduzida nos moldes da reprodutibilidade técnica, as conexões reais e duradoras estabelecidas não se dão entre os indivíduos, mas entre as máquinas. A rede passa a ser técnica e não social, e pode ser destruída ou substituída por qualquer outra ferramenta sem perda efetiva dos valores de autenticidade, uma vez que eles quase não existem nestas condições.</p>
<p><strong>Resgate da aura</strong></p>
<p>A reflexão, no entanto, me leva a buscar formas de resgate da aura das relações sociais em rede, principalmente no contexto das redes sociais digitais. Exemplos não faltam de redes autênticas e singulares na internet.</p>
<p>Destaco organismos como o Couch Surfing, Mumsnet, The People Speak, Slice the pie, Ebbsfleet United, Zopa e Linux, todos presentes no interessantíssimo documentário Us Now (<a href="http://www.imdb.com/title/tt1555154/">http://www.imdb.com/title/tt1555154/</a>), dirigido por Ivo Gormely, que conta histórias de como a sociedade organizada em rede distribuída baseada na colaboração e na internet está transformando o nosso mundo.</p>
<p><em>(você pode ver o documentário na íntegra <a href="../evento/redes-sociais-um-pouco-alem-do-blablabla-do-mercado-a-cirs-vem-ai/" target="_blank">clicando aqui, ó</a>)</em></p>
<p>No Brasil a Escola de Redes (<a href="http://escoladeredes.ning.com/">http://escoladeredes.ning.com/</a>), Movimento Blog Voluntário (<a href="http://www.blogvoluntario.org.br/">http://www.blogvoluntario.org.br/</a>), e Voluntários Online (<a href="http://www.voluntariosonline.org.br/">http://www.voluntariosonline.org.br/</a>), por exemplo, surgem como redes sociais que se sustentam pelo desejo de permanência, de eternidade. E existem muitos outros por aí.</p>
<p>Junto à “existência serial” (BENJAMIN, p 168) das redes sociais digitais, que parecem sufocar o usuário e chamar toda a atenção do mercado, nascem e renascem relações que se utilizam da internet para potencializar seu poder de transformação.</p>
<p>Ainda podemos resgatar a aura perdida das redes sociais, mas, para tanto, é preciso mostrar o valor e o retorno possíveis com a construção de relações mais maduras e autênticas.</p>
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		<title>Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 02:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui na Talk estamos nos preparando para participar do 1° Conferência Internacional de Redes Sociais &#8211; #CIRS, que acontece de 11 a 13 de março em Curitiba. Com a presença de caras como Pierre Levy, Steven Johnson e Clay Shirky, figurinhas carimbadas nos estudos sobre cibercultura, comunicação e redes sociais, a CIRS será um marco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui na Talk estamos nos preparando para participar do <a href="http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia" target="_blank"><strong>1° Conferência Internacional de Redes Sociais</strong></a> &#8211; #CIRS, que acontece de 11 a 13 de março em Curitiba.</p>
<p>Com a presença de caras como Pierre Levy, Steven Johnson e Clay Shirky, figurinhas carimbadas nos estudos sobre cibercultura, comunicação e redes sociais, a CIRS será um marco nos debates sobre o poder da mobilização e compartilhamento de informações.</p>
<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNjUwNzc5Mzk3OTImcHQ9MTI2NTA3ODAwOTQ3MSZwPTEwMTkxJmQ9c3NfZW1iZWQmZz*yJm89ODgyYzYyYmJmMGQ*/NDNmM2I*N2RiNWM3MmE2NWE2NTgmb2Y9MA==.gif" border="0" alt="NDNmM2I*N2RiNWM3MmE2NWE2NTgmb2Y9MA== Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!" width="0" height="0" title="Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!" /></p>
<div id="__ss_2822632" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Conferência Internacional sobre Redes Sociais" href="http://www.slideshare.net/augustodefranco/conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632">Conferência Internacional sobre Redes Sociais</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cirs2-100103162425-phpapp01&amp;stripped_title=conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cirs2-100103162425-phpapp01&amp;stripped_title=conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/augustodefranco">augustodefranco</a>.</div>
</div>
<p>Aqui na Talk nós compartilhamos desta proposta de pensamento sobre redes sociais digitais. Proposta que não é nova, diga-se de passagem, mas que é soterrada pelo blablabla do mercado que se baseia no pseudopoder das ferramentas e volume de audiência como valor para o seu negócio. <strong>O verdadeiro valor está na inteligência</strong>.</p>
<p>Em breve publico aqui o paper que estou preparando para levar para debate na CIRS. Por enquanto, deixo uma dica já antiga, mas muito atual. Separe 60 minutos e veja o documentário <a href="http://www.usnowfilm.com/" target="_blank"><strong>Us Now</strong></a>:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="347" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://dotsub.com/static/players/portalplayer.swf?plugins=dotsub&amp;uuid=34591ca8-0ef5-48fb-82e6-163a9f21298d&amp;type=video&amp;lang=por_pt" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="347" src="http://dotsub.com/static/players/portalplayer.swf?plugins=dotsub&amp;uuid=34591ca8-0ef5-48fb-82e6-163a9f21298d&amp;type=video&amp;lang=por_pt" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>OBS &#8211; A CIRS é uma realização de pessoas ligadas à <a href="http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia" target="_blank"><strong>Escola de Redes</strong></a>. Faça parte e colabore;-)</em></p>
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		<title>Estratégia em redes sociais sem &#8220;entendimento&#8221; é #balela</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing viral]]></category>
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		<description><![CDATA[Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas sem este entendimento claro qualquer estratégia em rede social é #balela, como diz o título [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas sem este entendimento claro qualquer estratégia em rede social é #balela, como diz o título desse post.</p>
<div id="attachment_1513" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-large wp-image-1513" title="Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/scott_palestra-1024x963.jpg" alt="scott palestra 1024x963 Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" width="500" height="468" /><p class="wp-caption-text">Scott Goodstein, estrategista 2.0 da campanha do Obama, diz: &quot;As pessoas não votam nas ferramentas. As pessoas votam nas pessoas&quot;. Foto minha <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" class='wp-smiley' title="Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" /> </p></div>
<p>O que isso quer dizer? Aquilo que muita gente fala, mas quase ninguém realmente faz. Uma boa estratégia para redes sociais deve seguir 5 passos principais:</p>
<ul>
<li>Mapear redes e comunidades</li>
<li>Escutá-las</li>
<li>Integrar-se às que são aderentes à sua proposta de comunicação</li>
<li>Fazer parte delas</li>
</ul>
<p>Opa! Mas e aquela ação viral no capricho? Pois é. Não acredite em quem te vende um viral no capricho porque isso não existe. Você não faz uma campanha viral. Você faz uma campanha. Se você fizer tudo direitinho e tiver um pingo de sorte, o virus se espalha <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" class='wp-smiley' title="Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" /> </p>
<p>O grande valor agregado ao seu negócio está em poder escutar o que as pessoas tem a dizer e poder participar deste diálogo com propriedade.</p>
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