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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; política</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Como a web está mudando a política na Holanda [SXSW Interactive 2011]</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 18:09:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marianarrpp</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 11 a 15 de março, rolou em Austin, TX, um dos maiores eventos de internet, comunicação e tecnologia do mundo: o SXSW Interactiv 2011. Só para se ter uma ideia, foram mais de 500 &#8220;talks&#8221; (nome chique para palestra) &#8211; chegando a acontecer 20 sessões simultâneas no evento, que também é palco de vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">De 11 a 15 de março, rolou em Austin, TX, um dos maiores eventos de internet, comunicação e tecnologia do mundo: o SXSW Interactiv 2011. Só para se ter uma ideia, foram mais de 500 &#8220;talks&#8221; (nome chique para palestra) &#8211; chegando a acontecer 20 sessões simultâneas no evento, que também é palco de vários lançamentos na área de tecnologia e mídias sociais.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Uma das palestras que já foram disponibilizadas no SlideShare é a do Ron Lobis, diretor de XXXXXXX, sob o título Como a web está mudando a política na Holanda.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Apesar de não ter registro do áudio, os slides já passam o recado sobre como o Twitter e outras mídias sociais estão influenciando nos processos políticos desse país. Segundo Ron, a Holanda conta com uma população muito conectada, pois &#8220;é o terceiro país do mundo em acesso à banda larga per capita, e a internet móvel está disponível em praticamente todas as esquinas&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E os políticos sabem disso. Não só a maioria dos parlamentas tem conta ativa no Twitter, mas também está buscando novas formas de realmente conversar com as pessoas sobre as atividades políticas do país &#8211; e, assim, diminuir o tradicional abismo entre política e população.</div>
<p>De 11 a 15 de março, rolou em Austin, TX, um dos maiores eventos de internet do mundo: o <a href="http://sxsw.com/interactive">SXSW Interactive 2011</a>. Só para se ter uma ideia, foram mais de 500 &#8220;talks&#8221; (nome chique para palestra) &#8211; chegando a acontecer 20 sessões simultâneas no evento, que também é palco de vários lançamentos na área de tecnologia e mídias sociais.</p>
<p>Uma das palestras que já foram disponibilizadas no SlideShare é a do <a href="http://www.twitter.com/rubenbos">Ruben Bos</a>, diretor da agência digital <a href="http://www.mangrove.nl/#itemID=560098">Mangrove</a>, sob o título <a href="http://lanyrd.com/2011/sxsw/scrzy/">Como a web está mudando a política na Holanda</a>.</p>
<p>Apesar de não ter registro do áudio, os slides já passam o recado sobre como o Twitter e outras mídias sociais estão influenciando nos processos políticos do país. Segundo Ruben, a Holanda conta com uma população muito conectada, pois &#8220;é o terceiro país do mundo em acesso à banda larga per capita, e a internet móvel está disponível em praticamente todas as esquinas&#8221;. As mídias sociais têm forte presença no país, e mais de 60% da população faz parte do <a href="http://hyves.nl/">Hyves</a>, uma espécie de Facebook local.</p>
<p>E os políticos sabem disso. Não só a maioria dos parlamentares possui conta ativa no Twitter, mas também busca novas formas de realmente conversar com as pessoas sobre as atividades políticas do país &#8211; e, assim, diminuir o tradicional abismo entre política e população. Confere aí:</p>
<div id="__ss_7261589" style="width: 425px;"><strong><a title="How the web is changing Dutch Politics [SXSW interactive 2011]" href="http://www.slideshare.net/rubenbos/how-the-web-is-changing-dutch-politics-sxsw-interactive-2011">How the web is changing Dutch Politics [SXSW interactive 2011]</a></strong> <object id="__sse7261589" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sxsw-110314160004-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=how-the-web-is-changing-dutch-politics-sxsw-interactive-2011&amp;userName=rubenbos" /><param name="name" value="__sse7261589" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse7261589" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=sxsw-110314160004-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=how-the-web-is-changing-dutch-politics-sxsw-interactive-2011&amp;userName=rubenbos" name="__sse7261589" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="padding:5px 0 12px">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/rubenbos">Ruben Bos</a></div>
<div style="padding:5px 0 12px"><a href="http://curiositycounts.com/post/3883676612/how-social-media-shaped-dutch-politics">via Curiosity Counts</a></div>
</div>
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		<title>“Controle” da informação na internet</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pesquisa/%e2%80%9ccontrole%e2%80%9d-da-informacao-na-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 15:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.celia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como deverá ficar a história do primeiro país do mundo que teve sua internet completamente bloqueada? O Egito foi o primeiro neste caso, mas o “controle” da informação na internet já existe em muitos outros países. Em todos os casos a censura está ligada a alguma manifestação popular.  Em países, onde ainda se mantém o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><span style="font-family: Arial"><span><br />
</span></span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Como deverá ficar a história do primeiro país do mundo que teve sua internet completamente bloqueada? O Egito foi o primeiro neste caso, mas o “controle” da informação na internet já existe em muitos outros países. Em todos os casos a censura está ligada a alguma manifestação popular.  Em países, onde ainda se mantém o regime de ditadura é comum que toda a informação seja controlada. Este, que já existia na televisão, rádio, jornal e cinema, agora é ampliado para a internet.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: bold;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Movimentos sociais</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Nos últimos anos, foram realizadas diversas manifestações no mundo inteiro (como sempre ocorreu). A única diferença é que agora estes fatos são relatados em blogs, em microblogs (twitter) e em mídias sociais (ex: Facebook). Podemos acompanhar bem de perto e isso assusta, claro!</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">2007</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* A </span><a href="http://pt.globalvoicesonline.org/2007/11/20/siria-facebook-bloqueado/"><span style="text-decoration: underline">Síria também bloqueou o Facebook</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> para evitar a troca de informações com israelenses. Na época, o hotmail e o blogger também haviam sido bloqueados.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* O </span><a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/05/depois-do-facebook-paquistao-bloqueia-acesso-ao-youtube.html"><span style="text-decoration: underline">Paquistão bloqueou por um ano o acesso ao Youtube</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> por considerar o conteúdo “blasfemo”.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">2009</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* Em junho, o Twitter (assim como o Facebook também) se tornou um dos principais canais para troca de informações sobre </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u581704.shtml"><span style="text-decoration: underline">manifestações contra o resultado das eleições no Irã</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. Na época, autoridades bloquearam o acesso às redes sociais e o envio de mensagens de texto via celular. As tags mais usadas na época foram: #iranelection, #Tehran e #Iranians</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* O </span><a href="http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4853595-EI12884,00-Zuckerberg+viaja+a+China+pais+onde+o+Facebook+e+bloqueado.html"><span style="text-decoration: underline">Facebook está bloqueado desde 2009 na China</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. Isso ocorreu na época em que se celebrava o  50º aniversário do exílio de Dalai Lama e as revoltas uigares em Urumqi. Esta medida de controle do governo além do Facebook, também definiu o bloqueio do Youtube, Flickr e Twitter. </span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">*O </span><a href="http://www.portalhoje.com/por-questoes-politicas-vietna-bloqueia-acesso-ao-facebook-2/1423440"><span style="text-decoration: underline">Vietnã bloqueou o acesso ao Facebook</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">, pois a rede social infringe o decreto de que é proibido publicar conteúdo político em blogs e em outros sites.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">2010</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* No dia em que se completava 21 anos do </span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #333333;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> </span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">massacre da Praça de Tiananmen, as </span><a href="http://www.fayerwayer.com.br/2010/06/foursquare-bloqueado-na-china-devido-ao-aniversario-de-massacre/"><span style="text-decoration: underline">autoridades chinesas decidiram bloquear o Foursquare</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. Elas acreditavam que as pessoas poderiam usar este canal para manifestações.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* </span><a href="http://www.facebook.com/notes/site-das-tecnologias/facebook-bloqueado-no-bangladesh/425042858342"><span style="text-decoration: underline">Bangladesh e Paquistão</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> também bloquearam, por um período, o acesso ao Facebook, por causa de posts “blasfemos” e com caricaturas de Maomé.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* O </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/830823-arabia-saudita-bloqueia-temporariamente-o-facebook.shtml"><span style="text-decoration: underline">Facebook foi bloqueado temporariamente na Árabia Saudita</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. Segundo o governo, isso ocorreu em virtude do site ter ultrapassado as barreiras dos valores morais da região.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">*O </span><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/05/21/paquistao-estende-bloqueio-ao-youtube/"><span style="text-decoration: underline">Paquistão voltou a bloquear o Youtube</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> por considerar o conteúdo “blasfemo”.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* A </span><a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/11/turquia-reestabelece-proibicao-ao-youtube-no-pais.html"><span style="text-decoration: underline">Turquia determinou bloqueio de 30 meses do Youtube no país</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. O motivo é a existência de vídeos com ofensas ao fundador da república turca Mustafa Kemal Ataturk</span><span style="font-size: 15pt;font-family: Arial;color: #333333;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* A Coréia do Sul bloqueou o acesso ao </span><a href="http://twitter.com/uriminzok"><span style="text-decoration: underline">perfil oficial da Coréia do Norte</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> no Twitter.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">2011</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* No Egito, foi registrado o caso mais recente de </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/mundo/867206-egito-bloqueia-internet-e-celular-para-conter-megaprotestos.shtml"><span style="text-decoration: underline">bloqueio completo da internet no país </span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">inteiro. Tudo começou na “sexta-feira da ira” (28/01). A população marcou o dia de manifestações para tirar </span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #333333;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">o presidente Hosni Mubarak, que está há 30 anos no poder e teve internet e celulares bloqueados. O Facebook foi o principal canal de discussão sobre o tema no país.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">* Na China, </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/868367-china-bloqueia-busca-por-egito-em-microblogs-no-pais.shtml"><span style="text-decoration: underline">os sites locais bloquearam a busca pela palavra “Egito”</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. O governo determinou isso para evitar que as pessoas saibam sobre as manifestações. Além disso, na China, também estão bloqueados o Twitter, Facebook, Flickr e Youtube.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><strong>Curiosidade</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">O que você faria se estivesse no lugar de Mark Zuckerberg? Como deverá estar se sentindo o criador do </span><a href="http://www.talk2.com.br/relacionamento/o-fenomeno-no-brasil-e-o-seu-valor-como-rede-social/"><span style="text-decoration: underline">Facebook </span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">sabendo que um canal criado por ele está sendo usado como base para troca de informações de movimentos sociais em vários países?</span><br />
<span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Diria que se eu estivesse no lugar dele (já que possuímos a mesma idade) estaria tomando remédios para passar a ansiedade. O que um dia foi usado para troca de informações entre estudantes de uma universidade, hoje, também é fonte de informação para revoluções.</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Como você reagiria se, no Brasil, a internet também fosse bloqueada na época de uma grande manifestação popular?</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><a title="Ana_Jornalista" href="http://twitter.com/ana_jornalista" target="_blank">@Ana_Jornalista</a></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Log out! </span></div>
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		<title>Sam Grahram-Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 03:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem acompanha palestras, discursos, posts em blogs e notícias, já deve estar confuso: quem foi, de fato, o tal responsável pela estratégia de mídias sociais da campanha do Obama? Nesta sexta-feira veio ao Brasil Sam Grahram-Felsen (@samgf no Twitter), mais um dos protagonistas do case mais falado nos quatro cantos da internet. Um rapaz, cara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanha palestras, discursos, posts em blogs  e notícias, já deve estar confuso: quem foi, de fato, o tal responsável  pela estratégia de mídias sociais da campanha do Obama?</p>
<p>Nesta  sexta-feira veio ao Brasil <a href="http://twitter.com/samgf" target="_blank">Sam Grahram-Felsen</a> (<a href="http://twitter.com/samgf" target="_blank">@samgf</a> no Twitter), mais um dos protagonistas  do case mais falado nos quatro cantos da internet. Um rapaz, cara de  universitário, jeito de moleque, mas com um papo seguro e muito maduro  sobre política e engajamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="palestra de @samgf no Iesb sobre o case Obama. Em breve post ... on Twitpic" href="http://twitpic.com/1b5xhs"><img class="aligncenter" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Captura-de-tela-2010-03-27-às-00.13.00.png" alt="Captura de tela 2010 03 27 às 00.13.00 Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" width="499" height="393" title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /></a></p>
<p>O jornalista e estrategista digital  que ajudou a eleger Obama esteve à frente do blog da campanha e, pelo  que soube na &#8220;Rádio Peão&#8221;, é um profissional muito bem relacionado  com os principais blogueiros norte-americanos, o que ajuda bastante,  não é verdade?</p>
<p>De blogs especificamente, Sam não falou, ou falou pouco. O desenho  da apresentação não foi diferente do que já vimos de outros, como Ben  Self, Scott Goodstein e Rahaf Harfoush. Mas também não dá para ser  diferente. <strong>Não existe case de mídias sociais de sucesso sem contexto e  sem uma base muito forte de conceitos, sentimentos e atitudes.</strong></p>
<p>O curioso do início da palestra foi Sam ter dito: <span><span><span>&#8220;acho que o estudante brasileiro deve ser engajado  e interessado em política&#8221;. Sabemos que não é bem assim, né? E o mais  curioso foi, lá pelo meio da conversa, ele ter perguntado: <span><span><span>&#8220;Quem na platéia gosta de comerciais na TV?&#8221;. <strong>A  galera em peso levantou a mão. Só faltou gritar: SURPRESA! E surpreso  ele ficou por encontrar uma platéia (composta em sua maioria por  estudantes universitários) que pareceu não entender nada do que ele  estava falando.</strong></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span><span><span><span><span><span><strong> </strong></span></span></span></span></span></span></p>
<div id="attachment_1591" class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px"><img class="size-full wp-image-1591" title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Captura-de-tela-2010-03-27-às-00.09.14.png" alt="Captura de tela 2010 03 27 às 00.09.14 Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" width="499" height="307" /><p class="wp-caption-text">Em bom volume, mas com pouca maturidade e respeito (sairam mais da metade antes do fim da palestra), Sam mostrou-se animado no Twitter quando voltou pra casa <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" class='wp-smiley' title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /> </p></div>
<p>Passado esse constrangimento, Sam contou que, com relação à campanha do Obama,  havia um <span><span><span>pressentimento de que as pessoas queriam  participar</span></span></span>. O segredo então era descobrir como usar  essa energia. Como vencer?</p>
<p>Se você pensa que a resposta foi  &#8220;usar o Facebook, fazer uma rede social proprietária e criar um buzz  artificial em torno da campanha&#8221;, você está errado.</p>
<p>O destaque  foi para uma simples e matadora prática que foi abordada na campanha: <span><span><span>Ouvir as histórias das pessoas, conhecer as  pessoas, amplificar a voz das pessoas. <span><span><span>Tornar o conteúdo  gerado pelo usuário parte do discurso oficial, usar mídias sociais e  força de vontade para facilitar o encontro presencial entre as pessoas  e, principalmente, </span></span></span></span></span></span><span>o<span><span> Obama acreditar que as mudanças podiam acontecer  de baixo para cima e que todas as pessoas podem participar.</span></span></span></p>
<p>Dá  para perceber que é uma estratégia bem amarrada e não tem foco em canais  ou ferramentas, mas em mensagens e pessoas? Eles só precisavam de  condições políticas e financeiras para fazer isso tudo. Como disse Sam,  são os três &#8220;M&#8221; para uma campanha de sucesso: <strong>MESSAGE, MOBILIZATION e  MONEY.</strong></p>
<p>Com isso em mente, depois foi só conseguir montar uma  extraordinária base com 13 milhões de endereços de e-mail. Como fizeram  isso? Fazendo pequenos concursos, promovendo encontros, facilitando o  compatilhamento e transmissão das mensagens, usando redes sociais,  acertando em mídia online e investindo bastante em analytics. Coisa  pouca, né?</p>
<p>E ficamos aqui com algumas perguntas ainda sem  resposta:</p>
<p><em>- Temos no Brasil um cenário favorável para este tipo  de mobilização?<br />
- Temos candidatos que provoquem este sentimento de  que as mudanças são possíveis?<br />
- Temos interesse em colocar o cidadão  como protagonista dos processos democráticos?<br />
- Temos maturidade  para fugir do jogo sujo, de fazer spam, de plantar informações em  espaços públicos e crackear contas e perfis?</em></p>
<p>A pensar <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" class='wp-smiley' title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /> </p>
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		<title>Eleições 2010: o PT não está para brincadeira</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 15:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem acha que a corrida eleitoral só vai começar no segundo semestre do ano que vem está enganado. E o PT não está mesmo para brincadeira quando o assunto é o uso da internet na campanha. A notícia que sacode as bases da Capital Federal tem como epicentro o Palácio do Planalto. Saiu na Isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem acha que a corrida eleitoral só vai começar no segundo semestre do ano que vem está enganado. E o PT não está mesmo para brincadeira quando o assunto é o uso da internet na campanha.</p>
<p>A notícia que sacode as bases da Capital Federal tem como epicentro o Palácio do Planalto. Saiu na <em><strong>Isto É</strong></em> que <a href="http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152152-1.htm"><span>O PT contrata para a campanha de Dilma o publicitário que ajudou Obama a arrecadar US$ 500 milhões pela internet</span></a>.</p>
<p>Em tempos de discussão no Senado, reforma eleitoral, e alguns pontos que desvalorizam e questionam o poder das redes sociais no Brasil, a notícia é bastante positiva, tanto para o processo democrático quanto para a própria rede.</p>
<p style="text-align: left;">Se vai dar certo repetir a fórmula, a gente não sabe. Nem o Ben Self acredita nisso. Se o Planalto e a Dilma vão conseguir abrir mão de suas crenças e práticas para agir como se deve na internet, a gente não sabe. E se o Ben Self tem condição de perceber as especificidades do eleitorado brasileiro, a gente também não sabe.</p>
<p style="text-align: left;">Mas só o fato de ter alguém com essa visão na equipe já nos diz muito.</p>
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		<title>Internet e a reforma eleitoral</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 16:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[azeredo]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de adiarem a sessão de votação duas vezes por falta de qúorum, as 14 horas de hoje os digníssimos senadores da República votam as emendas sobre o projeto da Reforma Eleitoral, que dispõe também sobre a regulamentação de propaganda política na Internet. Um dos principais pontos polêmicos é o cerceamento de opinião aos portais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de adiarem a sessão de votação duas vezes por falta de qúorum, as <a href="http://www.senado.gov.br/agencia/agenda.aspx">14 horas</a> de hoje os digníssimos senadores da República votam as emendas sobre o projeto da Reforma Eleitoral, que dispõe também sobre a regulamentação de propaganda política na Internet.</p>
<p>Um dos principais pontos polêmicos é o cerceamento de opinião aos portais de internet, que são considerados como jornais impressos e devem seguir as mesmas regras da mídia tradicional.<br />
Opiniões bastantes divergentes dos senadores deixam claro que essa será uma votação bem quente: </p>
<p><em>&#8220;A meu ver, a internet é uma tecnologia que veio para ficar e é impossível estabelecer qualquer controle. A concepção de rede significa que não tem um centro gerador que a controle. Cada um vai agregando, agregando, a rede vai se expandindo e não temos como controlá-la. Eu acho que nem se deve estabelecer normas nesse sentido porque, na realidade, é uma norma que não vai ter nenhuma condição.&#8221;</em><br />
José Sarney, Presidente do Senado</p>
<p><em>&#8220;Da minha parte, sempre entendi que a internet é a fusão de vários meios de comunicação: jornal, TV, rádio, televisão e correio. A parte de internet que é de rádio ou televisão deve seguir as regras de do rádio e da televisão. A parte que é semelhante ao jornal deve seguir as regras do jornal&#8221;</em><br />
Eduardo Azeredo, um dos relatores da emenda</p>
<p>Outra questão que merece atenção é a proibição da divulgação de pesquisas e painéis eleitorais nesses sites. Você pode acompanhar a sessão ao vivo no <a href="http://www.senado.gov.br/TV/">site da TV Senado</a>. Aproveito o post para perguntar para você: </p>
<p><script type="text/javascript" language="javascript" src="http://s3.polldaddy.com/p/1887941"></script></p>
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		<title>Blog do Planalto e os novos rumos da comunicação política</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 18:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thaís Pontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Talkshow]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode ouvir aqui o TalkShow de ontem (03/09), que recebeu Alexandre Inagaki, do blog Pensar Enlouquece, Pense Nisso. @inagaki, @jasper, @rafaelziggy, @thaispontes e @danielsouza falaram sobre a polêmica do Blog do Planalto, os políticos invadindo o Twitter, seus assessores twittando e os novos rumos da comunicação política com ferramentas digitais. Confira os melhores momentos: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode ouvir aqui o TalkShow de ontem (03/09), que recebeu Alexandre Inagaki, do blog <a title="Pensar Enlouquece, Pense Nisso" href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/" target="_blank">Pensar Enlouquece, Pense Nisso</a>.</p>
<p><a title="@inagaki" href="http://www.twitter.com/inagaki" target="_blank">@inagaki</a>, <a title="@jasper" href="http://www.twitter.com/jasper" target="_blank">@jasper</a>, <a title="@rafaelziggy" href="http://www.twitter.com/rafaelziggy" target="_blank">@rafaelziggy</a>, <a title="@thaispontes" href="http://www.twitter.com/thaispontes" target="_blank">@thaispontes</a> e <a title="@danielsouza" href="http://www.twitter.com/danielsouza" target="_blank">@danielsouza</a> falaram sobre a polêmica do <a title="Blog do Planalto" href="http://blog.planalto.gov.br/" target="_blank">Blog do Planalto</a>, os políticos invadindo o Twitter, seus assessores twittando e os novos rumos da comunicação política com ferramentas digitais.</p>
<p>Confira os melhores momentos:</p>
<p><strong>A criação do Blog do Planalto</strong><br />
<table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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	   						  </span></td></tr></table></p>
<p><strong><br />
A proibição de comentários no Blog do Planalto</strong><br />
<a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/09/comentarios-blogplanalto2.mp3"><strong> </strong></a><table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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<p><strong><br />
Assessores políticos twittando</strong><br />
<table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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	   						  </span></td></tr></table></p>
<p><strong><br />
José Serra no Twitter</strong><br />
<table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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	   						  </span></td></tr></table></p>
<p><strong><br />
Políticos no Twitter</strong><br />
<table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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	   						  </span></td></tr></table></p>
<p><strong><br />
O Blog do Planalto inspirado no blog da Casa Branca</strong><br />
<table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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<p><strong><br />
O Blog do Planalto deveria, ou queria, ser o blog do Presidente?</strong><br />
<table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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		<title>Pandorama: a riqueza da rede para todos os públicos</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 00:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última terça-feira eu descobri, depois de passar mais de uma hora conversando via Skype com Pedro Dória sobre os dilemas da comunicação depois da internet, que o gravador do meu laptop &#8211; por distração minha &#8211; não tinha gravado a voz dele. Mas ele topou repetir a dose e fizemos, nesta sexta, um segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pedoria.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-555" style="border: 0pt none; margin: 2px;" title="Pandorama: a riqueza da rede para todos os públicos" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/pedoria.jpg" alt="pedoria Pandorama: a riqueza da rede para todos os públicos" width="146" height="156" /></a>Na última terça-feira eu descobri, depois de passar mais de uma hora conversando via Skype com <a href="http://pedrodoria.com.br/" target="_blank">Pedro Dória</a> sobre os dilemas da comunicação depois da internet, que o gravador do meu laptop &#8211; por distração minha &#8211; não tinha gravado a voz dele. Mas ele topou repetir a dose e fizemos, nesta sexta, um segundo round para retomar e aprofundar os principais temas da entrevista. <strong>Ouça ou baixe o <a href="http://talkshow.mypodcast.com/2009/05/Pedro_Doria_fala_sobre_o_coletivo_Pandorama_e_os_dilemas_da_comunicao_depois_da_internet-206716.html" target="_blank">podcast aqui</a>.</strong></p>
<p><strong>Novo projeto &#8211; </strong>Poucas pessoas podem dizer, especialmente no Brasil, que têm 20 anos de experiência usando a Web. Ele pode, e está voltando ao Brasil &#8211; depois de 10 meses na Universidade de Stanford no Vale do Silício &#8211; com um projeto novo, o site <a href="http://pandorama.com.br/" target="_blank">Pandorama.com.br</a>, lançado há duas semanas.</p>
<p>O Pedro está colocando no Pandorama tudo o que ele viveu e aprendeu desde 1989 com gestão de comunidades em ambientes de rede, jornalismo on e offline e mais as experiências internacionais que ele já acompanhava e tem visto mais de perto por causa do programa de estudo nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Abrir o debate &#8211; </strong>O desafio dele é promover conversas. Ele quer que o Pandorama seja o espaço não das certezas, mas do debate, das trocas e das negociações de idéias.A internet não necessariamente promove o diálogo e um exemplo disso, apontado por ele, é a dinâmica que existe entre os blogs dos jornalistas <a href="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/" target="_blank">Paulo Henrique Amorim</a> e <a href="http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/" target="_blank">Reinaldo Azevedo</a> &#8211; um sempre parte do princípio que o outro esteja jogando sujo e ninguém ganha, cada um fica com a própria verdade.</p>
<p>(Ouvindo o Pedro falar disso, não consegui não pensar no amigo Luiz Algarra e na trupe que, com ele, toca o <a href="http://papagallis.com.br/" target="_blank">coletivo Papagallis</a>. O Algarra, também jornalista experiente, abandonou um projeto de trazer a empresa de redes sociais <a href="http://www.ning.com/" target="_blank">Ning</a> para o Brasil para se dedicar a promover <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Meeting_system" target="_blank">dinâmicas presenciais de conversação</a>.)</p>
<p>Com duas semanas de vida, o Pandorama já enfrentou sua primeira prova. Por conta da possível visita ao Brasil do presidente do Irã, houve <a href="http://pedrodoria.com.br/2009/05/05/ahmadinejad-deve-vir-ao-brasil-mas-que-seja-recebido-com-vaias/" target="_blank">uma polêmica</a> entre dois colunistas do coletivo e um deles, o autor do blog <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2009/05/esclarecimento_aos_leitores_sobre_meu_desligamento_do_pandorama.php" target="_blank">Biscoito Fino</a>, escolheu se desligar do projeto.</p>
<p><strong>A rede mesmo para quem está fora dela &#8211; </strong>Fiquei muito animado na semana passada quando fiquei sabendo do Pandorama e compartilho o otimismo do Pedro em relação à importância que o site poderá ter, especialmente a 18 meses da próxima eleição presidencial no Brasil. Acho que o Pandorama terá menos preconceito de levar ao leitor com menos familiaridade com a internet os comentários e informações mais relevantes circulando entre blogueiros e sites de redes sociais. Aí está a joia.</p>
<p><strong>Dilemas e alternativas para o jornalismo &#8211; </strong>Numa das passagens mais instrutivas da conversa, Pedro apresentou alguns casos norte-americanos que estão servindo de referência para ele construir conceitualmente o Pandorama. A nova maneira de se fazer notícia, por exemplo, passa por estabelecer vínculos com uma comunidade de usuários que compartilham com os jornalistas a tarefa de dar idéias, fazer conexões e mesmo apurar dados.</p>
<p>Também foi bacana ouvir dele, do ponto de vista técnico, o que está dificultando a passagem dos jornais impressos para a Web. Tratar de informação no contexto da internet envolve pensar que empacotá-la dentro de grandes blocos temáticos  &#8211; como política, economia, esportes, etc &#8211; não é mais prático para o público.</p>
<p><strong>Efeito Obama não é só tecnologia -</strong> No final da conversa falamos sobre o impacto da internet na política. O Pedro acha que a ficha ainda não caiu para os políticos &#8211; e nem vai cair facilmente &#8211; sobre o poder que o indivíduo tem com equipamentos de registro digital e com a força da distribuição boca a boca expandida pela Web. Partidos e candidatos estão ansiosos para importar a campanha do Obama, mas desprezam que o sucesso dessa campanha não vem só com pessoas operando ferramentas, mas também e principalmente da percepção desse novo cenário pelo candidato.</p>
<p>O post já está longo e só apontei superficialmente alguns dos temas da conversa. Vale a pena <a href="http://talkshow.mypodcast.com/2009/05/Pedro_Doria_fala_sobre_o_coletivo_Pandorama_e_os_dilemas_da_comunicao_depois_da_internet-206716.html" target="_blank">escutar o podcast</a> e também acompanhar de perto a evolução deste projeto que praticamente já nasce sendo um case.</p>
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		<title>Eleições 2010: imitar Obama não é a solução para as campanhas políticas na Internet</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 21:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[imagem digital]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Todo mundo sabe que a campanha de 2010 já começou, mesmo não podendo começar. A regra é muito clara: não pode e todos sabem disso. Mas toda vez que um político tenta dar um passo maior que a perna antes da hora, logo imagina que isso deva ser feito por meio da Internet. Isso é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo sabe que a campanha de 2010 já começou, mesmo não podendo começar. A regra é muito clara: não pode e todos sabem disso. Mas toda vez que um político tenta dar um passo maior que a perna antes da hora, logo imagina que isso deva ser feito por meio da Internet.<br />
<span id="more-462"></span><br />
Isso é até compreensivo. Após uma campanha como a do presidente norte-americano Barack Obama, dois grupos começaram a se movimentar. O primeiro é formado pelos experts em Obama. Viram tudo, acompanharam tudo e acreditam mesmo que a receita de bolo, um pouco de vontade e uma overdose de mídias sociais podem dar em alguma coisa. Pimba! Como se a Internet fosse uma coisa mágica.</p>
<p>A outra vertente é formada pelos &#8220;aloprados&#8221;. Eles são os mais apressados, os que fazem primeiro e pensam depois. São aqueles que já começaram a fazer &#8220;alguma coisa&#8221;, também ficam de olho na receita de Obama e simplesmente ignoram a lei eleitoral. E é aí que mora o perigo. Como se a Internet permitisse tudo e fosse um terreno sem lei.</p>
<p>Obama chegou à vitória, entre outras coisas, porque fez bom uso de dois ingredientes importantes: primeiro, o tempo de campanha, de dois anos, enquanto no Brasil só temos quatro meses. Isso foi suficiente para planejar, acertar o rumo quando foi preciso e ainda dedicar tempo para o meio online. E foi o fator tempo que potencializou o segundo ingrediente: o relacionamento sólido, contínuo e personalizado, feito especialmente pela Internet. Chegou perto, conversou com diversos públicos, não despejou simplesmente propaganda e por isso conquistou confiança. Mostrou que uma boa campanha, online ou não, é fruto de um planejamento minucioso.</p>
<p>Agora, voltando ao título, vamos esquecer Obama. A campanha aqui é diferente e vai continuar diferente da americana. E já que não temos dois anos de campanha, o máximo que é possível fazer é se preparar adequadamente para 2010. Como? Respeitando a lei, conhecendo o terreno que precisará ser pisado e procurando saber por onde andam (ou navegam) os eleitores. O que falam e o que esperam de um político.</p>
<p>É claro que sei que muitos políticos não vão esperar até o dia 5 de julho de 2010 para iniciar suas campanhas. Como sei também que essa pressa toda pode colocar tudo a perder, listei algumas  premissas que, se respeitadas, podem ajudar. São elas:</p>
<p>1 &#8211; Respeitar a lei. A campanha eleitoral só começa em julho de 2010. Por isso, todo cuidado é pouco para não colocar a perder uma candidatura, muitas vezes, promissora.</p>
<p>2 &#8211; Aprender sobre o meio. Procurar saber mais sobre a Internet, mídias sociais, o que as pessoas estão usando e como estão usando. Entender o motivo pelo qual muita gente está preferindo o meio online a jornais, revistas e TV.</p>
<p>3 &#8211; Conversar (também) online. Todo político visita e conversa com suas bases. O que a maioria dos políticos não sabe é que essa conversa pode ser bem mais freqüente, próxima e produtiva na Internet.</p>
<p>4 &#8211; Usar a Internet significa dedicar tempo. Não é sair criando contas de e-mail, blogs, sites, comunidades e deixá-las largadas. Isso é fatal. Algo como divulgar um novo 0800 que ninguém atende.</p>
<p>5 &#8211; Estabelecer um relacionamento, o mais personalizado possível, com seus apoiadores. Cadastrar, manter o contato freqüente e tratar suas bases como ouro. Elas são como ouro mesmo e essas ações podem fazer diferença na hora do pleito.</p>
<p>6 – Monitorar a imagem digital. Antigamente se dizia que era bom estar bem na foto. Agora é fundamental estar bem no Google. Se o passado condena determinado político, certamente todos irão saber. Isso é meio óbvio, mas em tempos de tráfego rápido de informações é importante aumentar os cuidados com a reputação &#8211; digital ou não.</p>
<p>7 – Ter cuidado com os &#8220;aloprados&#8221;. Não apenas para conter suas idéias &#8220;brilhantes&#8221; que acabam mal, mas também para mantê-los bem longe de confusões. Algo sempre respinga e, na Internet, pega fogo rapidinho.</p>
<p>8 &#8211; Não forçar a barra. Só existe um Obama e bem longe daqui. Não dá para, de repente, querer parecer mais digital do que sempre foi para agradar o eleitorado. A chamada web 2.0 mostrou que a verdade e a naturalidade são sempre os melhores artifícios.</p>
<p>9 &#8211; Ser transparente. É isso que as pessoas esperam de um ambiente de conversa. Se iniciar um blog, é preciso se dedicar a ele, deixando claro quem o escreve, o próprio político – o que é muito raro – ou um apoiador.</p>
<p>10 &#8211; Respeitar as pessoas na Internet. Oferecer conteúdo que não corresponde à realidade ou mesmo sair colhendo e-mails para listá-los em uma estratégia muita usada chamada Spam são exemplos de furada. O feitiço pode virar contra o feiticeiro.</p>
<p>O importante disso tudo é que, mesmo com todas essas restrições e recomendações, há uma infinidade de boas ações que podem ser realizadas por meio da Internet em benefício dos candidatos e eleitores sem desrespeitar a lei. Graças à Web, o contato entre políticos e população pode ficar mais estreito. Bom para as pessoas que querem ser ouvidas e fazer uso do legítimo direito de participar das decisões que mexem com seu dia-a-dia. E bom para os políticos que, ao abrirem um novo canal de conversa com seus eleitores, podem garantir votos decisivos nas próximas eleições.</p>
<p><span style="color: #333333;">** Extras: Sei este artigo vai gerar discussão. Sempre dá o que falar e é ótimo que muita gente queira amadurecer o assunto. Por isso, fecho dizendo que o artigo não acaba aqui. Convido os interessados no tema a participar do debate que abri no canal de debates do meu blog Político Digital  (http://groups.google.com.br/group/politico-digital?hl=pt-BR &lt;http://groups.google.com.br/group/politico-digital?hl=pt-BR&gt; ). Nos vemos lá.  <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile Eleições 2010: imitar Obama não é a solução para as campanhas políticas na Internet" class='wp-smiley' title="Eleições 2010: imitar Obama não é a solução para as campanhas políticas na Internet" /> </span></p>
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		<title>Como Obama usará as redes sociais depois de eleito?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 20:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo presidente norte-americano tem nas mãos a oportunidade de estabelecer um governo eletrônico pleno, onde a colaboração é fundamental. Vamos ver como fará para usar a força de tantos amigos online. Ao longo da história dos Estados Unidos os meios de comunicação têm sido um forte aliado dos políticos que chegaram ao posto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O novo presidente norte-americano tem nas mãos a oportunidade de estabelecer um governo eletrônico pleno, onde a colaboração é fundamental. Vamos ver como fará para usar a força de tantos amigos online.</p>
<p><span id="more-355"></span>Ao longo da história dos Estados Unidos os meios de comunicação têm sido um forte aliado dos políticos que chegaram ao posto de homem mais poderoso do mundo. Franklin Roosevelt utilizou-se do rádio. Nos anos 1930, foi o primeiro presidente a se dirigir regularmente aos cidadãos utilizando-se de um veículo de massa.</p>
<p>Outros governantes que o precederam também tiveram acesso à radiodifusão, mas o democrata percebeu no microfone uma ferramenta de grande influência sobre uma população carente de um contato mais direto com a maior liderança do País.</p>
<p>Valendo-se do domínio de uma linguagem própria do rádio, em seus 12 anos na Casa Branca, Roosevelt superou os momentos de crise e manteve a confiança dos norte-americanos.</p>
<p>Em 1960, John F. Kennedy apostou todas as fichas na televisão para vencer seu então adversário Richard Nixon, nas eleições presidenciais daquele ano. Antes disso, durante os debates transmitidos pelas rádios, o republicano Nixon mantinha vantagem. Mas quando o jovem Kennedy mostrou domínio da nova ferramenta de mídia, o jogo virou. Assim como Roosevelt, ele também foi inovador ao se valer de um veículo de comunicação na construção de sua imagem.</p>
<p>Quase 50 anos depois, Barack Obama surge como o novo líder que vai revolucionar a forma de se comunicar. Na era da internet, o democrata seguiu seus antecessores de partido e já entrou para a história como o primeiro político a utilizar os recursos da web 2.0 em sua plenitude para conquistar o apoio do eleitorado americano e a admiração da população de outros países.</p>
<p>Durante toda sua campanha, o time do então senador por Illinois investiu em várias frentes. Blogs, twitter, Orkut, Linkedin, You Tube foram alguns dos canais explorados por Obama para vencer Hillary Clinton na convenção do Partido Democrata e, na seqüência, ultrapassar John McCain nas eleições realizadas em 4 de novembro.</p>
<p>Como resultado, Obama conquistou um verdadeiro exército de seguidores. Ele somou mais de 13 milhões de endereços de e-mails, dois milhões de participantes do site MyBarackObama.com e cinco milhões de apoiadores em mais de 15 outras redes sociais, incluindo o Facebook, onde 3,2 milhões de usuários manifestaram sua preferência. No Twitter, Obama chegou a ter mais de 160 mil seguidores, sendo o usuário mais acompanhado através do microblogging, sucesso do momento, que tem por base o envio de atualizações a partir de respostas constantes à simples pergunta: “o que você está fazendo?”.</p>
<p>O presidente eleito ainda angariou através da internet mais de meio bilhão de dólares, valor proveniente das 6,5 milhões de contribuições online feitas por um total de 3 milhões de pessoas &#8211; boa parte delas investiu dinheiro mais de uma vez para apoiar a campanha, uma média de US$ 80,00 por doação &#8211; ao longo dos 21 meses que precederam a vitória de Obama.</p>
<p>O fenômeno na Internet não parou por aí: no total, um bilhão de e-mails com sete mil diferentes tipos de mensagens foram enviados durante a campanha. Já o sistema de mensagens de texto pelo celular criado pelo comitê somou um milhão de assinantes, eleitores que recebiam de cinco a vinte mensagens por mês. De fato, esta foi a primeira grande campanha política que elevou a web ao topo de sua estratégia de marketing.<br />
Desafios</p>
<p>Especialmente nos EUA, o poder da grande mídia sempre foi decisivo para o sucesso de seus governantes. Hollywood inclusive já retratou isso em algumas de suas produções, onde fica claro que a informação pode chegar um “pouquinho” diferente do real, conforme a interpretação de um ou outro.</p>
<p>Com tantos “amigos online” o agora presidente Barack Obama tem a missão de provar que é possível uma conversa direta, já que governa sob os olhares em tempo real de milhões de internautas. Direto de seu gabinete ou em qualquer lugar onde esteja, o democrata poderá se fazer entender à população por meio de todas as redes sociais disponíveis atualmente.</p>
<p>Através desse contato, Obama também poderá medir a avaliação de seu governo, saber o que a população pensa sobre determinado assunto e fazer com que o povo norte-americano pressione o congresso a votar com mais rapidez os projetos propostos por seu governo. Da mesma forma e com igual poder de alcance, a população poderá responder ao governo, mostrar insatisfação e retrucar seus argumentos.</p>
<p>Obama tem nas mãos a oportunidade de estabelecer um governo eletrônico pleno, onde a colaboração é fundamental. Em um momento tão difícil para o país, faz diferença este contato tão próximo e direto com o exército de apoiadores que criou &#8211; principalmente para o desafio de corresponder à expectativa gerada em torno de sua eleição histórica. Afinal, em meio à tantas turbulências, somente com ações acertadas e afinadas ao desejo popular será possível trazer de volta a esperança do povo americano.</p>
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		<title>A política adota a internet</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/casos/a-politica-adota-a-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 15:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Na noite de ontem, Milton Jung, âncora da Rádio CBN São Paulo, contou um caso bem interessante de convergência de mídias em uma conversa na Campus Party. Logo após as eleições municipais de 2008, o jornalista queria evitar que as pessoas deixassem de lado o debate político . Então, lançou uma idéia aos seus ouvintes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/milton1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-331" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/milton1.jpg" alt="milton1 A política adota a internet" width="500" height="339" title="A política adota a internet" /></a></p>
<p>Na noite de ontem, <a title="Link para o blog do Milton Jung" href="http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/miltonjung/" target="_blank">Milton Jung</a>, âncora da <a title="Link para o site da rádio CBN" href="http://cbn.globoradio.globo.com/home/HOME.htm" target="_blank">Rádio CBN</a> São Paulo, contou um caso bem interessante de convergência de mídias em uma conversa na Campus Party.</p>
<p>Logo após as eleições municipais de 2008, o jornalista queria evitar que as pessoas deixassem de lado o debate político . Então, lançou uma idéia aos seus ouvintes da CBN-SP: adotar um vereador. A proposta era que cada cidadão escolhesse um membro da câmara municipal e acompanhasse seu trabalho, colaborando e fiscalizando.</p>
<p>Os ouvintes não só aderiram à campanha, como sentiram a necessidade de compartilhar as informações e as experiências da adoção. Para a surpresa do âncora, começaram então a pipocar blogs vinculados à campanha, que se espalhou por diversas cidades do país. Nesse processo, Milton conta que recebia muitas ligações de pessoas ligadas à Câmara Municipal &#8220;denunciando&#8221; que alguns blogs eram produzidos pelos próprios parlamentares.</p>
<p>Ora, pensou o jornalista, se o objetivo da adoção era alimentar o debate político e a circulação de informação sobre o trabalho dos vereadores, não havia nada de errado com a criação de blogs por parlamentares! Era até muito desejável que os políticos incluíssem as mídias digitais entre seu cardápio de meios de comunicação com o cidadão.</p>
<p>Alguns vereadores inclusive postavam comentários nos blogs sobre seu trabalho, enviavam aos blogueiros esclarecimentos e informações sobre suas atividades.</p>
<p>A terceira fase da campanha foi a criação de uma <a title="Página Wiki da campanha Adote um vereador" href="http://vereadores.wikia.com/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank">página wiki da campanha Adote um Vereador</a>, na qual os cidadãos formam uma rede de informação sobre parlamentares, uma &#8220;Wikipedia das Câmaras Municipais&#8221;. Uma idéia lançada pelo rádio, se desenvolveu por iniciativa da própria população em uma rede colaborativa.</p>
<p>A internet é a nova arena política, não só um canal privilegiado de contato entre políticos e cidadãos como uma ferramenta essencial à transparência. A democracia comemora.</p>
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