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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; marketing viral</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Estratégia em redes sociais sem &#8220;entendimento&#8221; é #balela</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas sem este entendimento claro qualquer estratégia em rede social é #balela, como diz o título [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas sem este entendimento claro qualquer estratégia em rede social é #balela, como diz o título desse post.</p>
<div id="attachment_1513" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-large wp-image-1513" title="Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/scott_palestra-1024x963.jpg" alt="scott palestra 1024x963 Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" width="500" height="468" /><p class="wp-caption-text">Scott Goodstein, estrategista 2.0 da campanha do Obama, diz: &quot;As pessoas não votam nas ferramentas. As pessoas votam nas pessoas&quot;. Foto minha <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" class='wp-smiley' title="Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" /> </p></div>
<p>O que isso quer dizer? Aquilo que muita gente fala, mas quase ninguém realmente faz. Uma boa estratégia para redes sociais deve seguir 5 passos principais:</p>
<ul>
<li>Mapear redes e comunidades</li>
<li>Escutá-las</li>
<li>Integrar-se às que são aderentes à sua proposta de comunicação</li>
<li>Fazer parte delas</li>
</ul>
<p>Opa! Mas e aquela ação viral no capricho? Pois é. Não acredite em quem te vende um viral no capricho porque isso não existe. Você não faz uma campanha viral. Você faz uma campanha. Se você fizer tudo direitinho e tiver um pingo de sorte, o virus se espalha <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" class='wp-smiley' title="Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" /> </p>
<p>O grande valor agregado ao seu negócio está em poder escutar o que as pessoas tem a dizer e poder participar deste diálogo com propriedade.</p>
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		<title>E você, já assistiu a algum vídeo hoje?</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/e-voce-ja-assistiu-a-algum-video-hoje/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 12:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana.valentim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[evolution dance]]></category>
		<category><![CDATA[marketing viral]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos caseiros]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[Como vídeos caseiros conseguem ser colocados entre os mais vistos do YouTube.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão que deu origem a este artigo começou em um dia normal de trabalho. Como profissionais de internet, recebemos diariamente uma enorme quantidade de links, fotos, vídeos e tudo o que trafega na rede. Uma parte disso é material de pesquisa, outra parte apenas relacionada ao interesse comum do grupo.<span id="more-204"></span></p>
<p>Mas a maioria absoluta do que recebemos gira em torno dos mesmos temas: humor, banalidade, cotidiano. São vídeos simples, muitas vezes caseiros, espalhados rapidamente de forma espantosa. Foi ao receber um desses vídeos, que levantamos a discussão: o que faz um vídeo comum atingir milhões de visitas na internet?</p>
<p>Os criadores do YouTube, Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, talvez não tivessem a resposta para essa pergunta quando fundaram o site, em 2005. Mas certamente eles viram na troca de vídeos espontânea, a receita do sucesso. Apenas um ano após o lançamento, a audiência chegou a 12,6 milhões de pessoas.</p>
<p>Pesquisa divulgada recentemente apontou um crescimento de 66% na audiência de vídeos pela internet nos Estados Unidos. Isso com relação ao mesmo período do ano passado. Quem não fica muito feliz com esses resultados são as emissoras de TV, que vêem seus programas transmitidos na internet quase simultaneamente.</p>
<p><strong>Boca a  boca</strong></p>
<p>O mais intrigante são os vídeos caseiros que atingem milhões de visitas em pouco tempo. Um dos motivos mais relevantes para isso é o boca a boca na internet. Uma excelente ferramenta é o famoso “envie para um amigo”.</p>
<p>Segundo o consultor americano Andy Sernovitz, em entrevista à Revista Época: “O  YouTube é um exemplo de uso dessa ferramenta com sucesso. São oferecidas 13 variações dela. Os internautas podem mandar um e-mail para mostrar um vídeo aos amigos, podem dividi-lo com um grupo de discussão, colocá-lo no Digg (site em que os usuários comentam notícias) ou no MySpace (site de relacionamento). Isso explica o sucesso do YouTube”.</p>
<p>Um dos vídeos mais assistidos de todos os tempos é o Evolution dance. Foram mais de 90 milhões de views. É um número assustador se considerarmos que não há nada de extraordinário nele. Será que todas essas pessoas foram pegas pelo boca a boca? Certamente, depois de certa quantidade de views, o retorno é espontâneo. Isso porque o fato do vídeo aparecer entre os mais assistidos gera ainda mais visitas. As pessoas são curiosas, não?</p>
<p>Não estamos falando de campanhas. Alguns vídeos são muito assistidos porque há a mobilização de uma equipe inteira trabalhando com marketing viral. Mas aí a coisa muda de figura, envolve trabalho profissional e dinheiro. Fica mais fácil divulgar o produto.</p>
<p>No caso de vídeos caseiros e sem grandes pretensões, além do boca a boca, é preciso um ingrediente especial: sorte! Às vezes, sem querer, o produto agrada as pessoas, conquista a massa. E aí&#8230; Quem sabe ele não chega a 90 milhões de views?</p>
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		<title>O marketing precisa ser útil</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/o-marketing-precisa-ser-util/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 18:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing viral]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[talk]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba por que empresas estão optando por processos de marketing que prestam um serviço ao consumidor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo aconteceu rápido demais. Em menos de um século, a publicidade tomou conta das ruas, dos programas de televisão, das latarias dos ônibus, das portas dos banheiros públicos. O resultado disso não poderia ser diferente: as pessoas acabaram perdendo o interesse nas práticas de marketing comuns, e a publicidade vem sendo associada com uma palavra: interrupção.<span id="more-161"></span></p>
<p><span style="font-size: 9pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span style="font-size: 8.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><a href="http://sethgodin.typepad.com/" target="_blank">Seth Godin</a></span></span>, o especialista que criou os conceitos de marketing viral e marketing de permissão, já disse em um de seus textos:</p>
<p>&#8220;Em um mundo de muitas opções  e pouco tempo, a opção óbvia é ignorar as coisas ordinárias.&#8221;</p>
<p>Essa realidade fez com que todas as ações de comunicação passassem por uma grande transformação. Planejadores e profissionais da área começaram a perceber que, para ser eficaz, o marketing tem que fazer mais do que apenas apresentar o produto. É fundamental que ele seja realmente útil às pessoas.</p>
<p>A idéia de marketing como um mero vendedor está morrendo, e surge o conceito de marketing como um prestador de serviço, útil ao consumidor. Isso fez toda a diferença! O termo original vem do inglês, &#8220;<em><span style="font-size: 8.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Marketing as a service</span></em>&#8221; e foi criado pelos geniais planejadores da Zeus Jones. Outro conceito contemporâneo, <span style="font-size: 8.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><a href="http://www.psfk.com/2006/11/branded_utility_1.html">Branded Utility</a></span>, também tem os mesmos princípios.</p>
<p><strong>O que muda?</strong></p>
<p>A partir desse momento, marcas deixam de usar o velho método de propaganda, que tenta captar a atenção do consumidor com coisas irrelevantes, e começam a trabalhar para desenvolver algo que realmente faça a diferença para as pessoas, que seja <span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><a href="http://www.psfk.com/2006/11/branded_utility_2.html" target="_blank"><span style="font-size: 8.5pt;">útil</span></a></span>. O interessante é que, ao oferecer algo que vai além da mera propaganda, as empresas estão selando outro tipo de relação com o consumidor. A fidelidade e o respeito pela marca surgem com uma força nunca antes vista. E a conseqüência disso é um aumento nos lucros, que vem quase naturalmente.</p>
<p><strong>Para exemplificar, selecionamos três cases:</strong></p>
<p><strong>CASE 1</strong> – Uma rádio para os clientes</p>
<p>Imagine você, na cidade de São Paulo, tentando chegar em casa na hora do rush.  Tudo o que você mais quer é saber qual o melhor caminho seguir, a via menos congestionada. Pensando no conceito de marketing como serviço útil, a Seguradora Sul América criou  <span style="font-size: 8.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><a href="http://www.sulamerica.com.br/radiotransito/" target="_blank">uma rádio</a></span> que informa as condições do trânsito na grande metrópole. É uma idéia de alto custo, e só foi possível por ser uma empresa de grande porte, mas fez a diferença na vida de seus clientes. A idéia trouxe mídia espontânea, buzz sobre a marca e os resultados devem estar sendo muito bons. Tanto é que a MPM propaganda, que planejou a ação, está investindo novamente em uma ação parecida, e até inusitada: eles estão patrocinando a manutenção da ciclovia no Rio de Janeiro, e convenhamos, ciclismo não tem muito a ver com venda de seguro de carro, concordam?</p>
<p><strong>CASE 2</strong> – Livrarias nas paradas de ônibus</p>
<p>Um Açougue de Brasília, com a intenção de mostrar sua relação com a literatura e divulgar seu incentivo à produção cultural da cidade, viabilizou a instalação de uma pequena livraria em vários pontos de ônibus da cidade. É um tipo de biblioteca colaborativa ao ar livre. A idéia é bem simples e de baixo custo. Hoje, quem precisa esperar aquele ônibus que nunca chega, pode passar o tempo lendo clássicos da literatura brasileira. E o melhor: todos passaram a conhecer o inovador <span style="font-size: 8.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><a href="http://www.t-bone.org.br/">Açougue Cultural T Bone</a></span>.</p>
<p><strong>CASE 3</strong> – Rastreando a sua corrida</p>
<p>A Nike lançou um serviço, conhecido como  <span style="font-size: 8.5pt; font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><a href="http://nikeplus.nike.com/nikeplus/">Nike +</a></span> , que permite aos corredores rastrear suas corridas. Os dados são armazenados no ipod e posteriormente transferidos para o site. Lá, você pode se cadastrar, analisar a corrida e acompanhar o seu progresso. É mais ou menos como se fosse um <em>personal trainer</em> virtual.  Até o momento, mais de 70 milhões de quilômetros já foram rastreados. As pessoas podem ainda desafiar outros corredores, de todos os lugares do mundo, visualizar mapas com os percursos e definir metas de desempenho. Um serviço e tanto para pessoas que gostam de correr. A Adidas, concorrente, gostou tanto da idéia, que está criando um serviço similar.</p>
<p>Todos os cases apresentam ações que contribuíram, realmente, para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Isso nos mostra como a velha idéia de marketing deu lugar a um novo conceito. Não adianta criar propagandas esteticamente bonitas ou campanhas criativas. Se não for útil ao consumidor, não vale mais nada!</p>
<p>Vale a pena assistir a palestra de Seth Godin: <a href="http://www.ted.com/talks/view/id/28">http://www.ted.com/talks/view/id/28</a></p>
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		<title>Não há tempo para o “deixar para depois”</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 17:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ziggy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[marketing viral]]></category>
		<category><![CDATA[talk]]></category>
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		<description><![CDATA[Como as mídias sociais se tornaram instrumentos fundamentais para o sucesso de empresas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pense na seguinte situação: você está prestes a adquirir um novo televisor,  só que não sabe qual comprar. Vai até o ponto de venda, dá uma rápida olhada,  pede opiniões aos vendedores, mas não se convence. Afinal, você sabe que o  interesse deles vai além de te orientar à melhor escolha. Desconfiado, não lhe  resta dúvidas, acessa a internet atrás de mais informações.<span id="more-147"></span></p>
<p>Digitando o modelo do televisor você fica surpreso ao ver que não são apenas  sites de comércio on-line e do fabricante que falam do produto. Usuários como  você relatam suas boas e más experiências nas mais diversas redes sociais.  Fóruns, blogs, Orkut, enfim, uma série de sites com o conteúdo feito por pessoas  como você. E que vão muito além daquelas descrições cheias de siglas que poucos  conseguem entender.</p>
<p>Bem-vindo à nova era digital. Você acaba de entrar para os 77% de internautas  que pesquisam na internet antes de fazer uma nova compra (Jupiter Research). Se  a sua compra for influenciada por essa pesquisa, seu perfil também se encaixa  nos 68% que confiam em “pessoas como você” (Edelman).</p>
<p>É com base nisso que muitas empresas começam a repensar suas estratégias para  acompanhar toda essa geração de conteúdo. Blogs, redes sociais, sites de  compartilhamento, wikis e outras mídias sociais já são alvos no planejamento de  campanhas e monitoramento de marca.</p>
<p>Não só grandes marcas como <span style="font-size: 9pt; font-family: 'Times New Roman','serif';"><a href="http://www.simviral.com/2007/10/axe-usando-o-orkut-de-um-jeito-diferente/" target="_blank">Axe</a><span style="color: #000000;">, </span><a href="http://www.simviral.com/2008/01/nike-e-o-pega-de-cristiano-ronaldo-vs-bugatti-veyron/" target="_blank">Nike</a><span style="color: #000000;"> e </span><a href="http://www.simviral.com/2007/03/nissan-sentra-the-uncles/" target="_blank">Nissan</a></span>,  por exemplo, que utilizam essas ferramentas de relacionamento social. Barack  Obama utilizou praticamente todas elas para bater de frente com Hillary Clinton  nas prévias das eleições norte-americanas. <span style="font-size: 9pt; font-family: 'Times New Roman','serif';"><a href="http://www.flickr.com/" target="_blank">Flickr</a><span style="color: #000000;">, </span><a href="http://www.myspace.com/" target="_blank"><span style="color: #800080;">My  Space</span></a><span style="color: #000000;">, </span><a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a><span style="color: #000000;">, </span><a href="http://www.youtube.com/" target="_blank"><span style="color: #800080;">You  Tube</span></a></span> e até mesmo uma <span style="font-size: 9pt; font-family: 'Times New Roman','serif';"><a href="http://my.barackobama.com/" target="_blank">rede social própria</a> </span> do  candidato. O resultado da campanha on-line levou um <span style="font-size: 9pt; font-family: 'Times New Roman','serif';"><a href="http://futuremajority.com/node/888" target="_blank"><span style="color: #800080;">número  inédito de jovens</span></a></span> às urnas, em um país onde o voto não é  obrigatório.</p>
<p>Fechamos 2007 com <span style="font-size: 9pt; font-family: 'Times New Roman','serif';"><a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/01/17/ibope-mesmo-com-aumento-de-e-commerce-total-de-usuarios-cai-em-dezembro/" target="_blank">32,1  milhões de internautas</a></span> residenciais e a maior média de tempo de  navegação mundial, ficando à frente de países como França, Estados Unidos e  Reino Unido. Alguma dúvida de que mais cedo ou mais tarde sua empresa vai ter  que saber direitinho como lidar com toda essa gente? As conseqüências do “deixar  para depois” vão muito além de perder tempo: é ignorar as oportunidades.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A praga do Marketing Viral</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 17:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soraya.coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre que ouço falar em Marketing Viral, me pergunto onde encontro a vacina. Mas vou justificar: não é o Viral, enquanto recurso de comunicação, que considero uma praga. É a mania que alguns criativos e clientes têm de achar que dá pra viralizar qualquer coisa. E é isso que precisa ser combatido. Quem ainda não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- INPUT { behavior: url(http://www.talkinteractive.com.br/editor/css/behaviors/hiddenfield.htc) ; }TABLE { behavior: url(http://www.talkinteractive.com.br/editor/css/behaviors/showtableborders.htc) ; }INPUT,TEXTAREA,SELECT,.FCK__Anchor,.FCK__PageBreak { behavior: url(http://www.talkinteractive.com.br/editor/css/behaviors/disablehandles.htc) ; } -->Sempre que ouço falar em Marketing Viral, me pergunto onde encontro a vacina.  Mas vou justificar: não é o Viral, enquanto recurso de comunicação, que  considero uma praga. É a mania que alguns criativos e clientes têm de achar que  dá pra viralizar qualquer coisa. E é isso que precisa ser combatido.<br />
<span id="more-127"></span><br />
Quem ainda não ouviu dos infectados, declarações como “ah, coloca um  videozinho no youtube que funfa”, ou “viral é baratinho”. Também tem a clássica  “faz qualquer coisa engraçada”, e a minha preferida, “uma semana dá e sobra pra  entregar a campanha”. Pra mim, eles estão delirando de febre.</p>
<p>O  resultado, você vê aqui:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Sw871vN2c18" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=Sw871vN2c18</a><br />
<a href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2007/06/teaser-de-impacto-da-citroen.html" target="_blank">http://www.messa.com.br/eric/ecode/2007/06/teaser-de-impacto-da-citroen.html</a><br />
<a href="http://www.brainstorm9.com.br/2007/01/17/red-bull-na-cratera-do-metro/" target="_blank">http://www.brainstorm9.com.br/2007/01/17/red-bull-na-cratera-do-metro/</a></p>
<p>Ainda  bem que a gente consegue se prevenir dessa praga. Porque sim, o viral muitas  vezes se apresenta despretensioso. Mas TUDO em propaganda se resume à  estratégia. Escolher o tipo de campanha pode ser a 1ª tática para uma campanha  viral de sucesso:</p>
<p><strong>Entretenimento</strong><br />
<a href="http://www.marketrix.net/2007/09/04/cabeca-no-hamburger-para-burger-king-um-viral-muito-louco/" target="_blank">www.marketrix.net/2007/09/04/cabeca-no-hamburger</a><br />
<a href="http://www.marketrix.net/2007/09/04/cabeca-no-hamburger-para-burger-king-um-viral-muito-louco/" target="_blank">-para-burger-king-um-viral-muito-louco/</a></p>
<p><strong>Educação/Utilidade</strong><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=iYhCn0jf46U" target="_blank">www.youtube.com/watch?v=iYhCn0jf46U</a></p>
<p><strong>Recompensa</strong><br />
<a href="http://www.skolcopa.com.br/" target="_blank">www.skolcopa.com.br/</a></p>
<p>E  como diria a minha avó, prevenção e canja de galinha não fazem mal a ninguém.  Por isso, vale a pena se ater a alguns detalhes, para veicular o viral. Eu listo  os seguintes:</p>
<p>- Definir o público-alvo não é só descobrir se é A, B ou C.  É pesquisar comunidades existentes e entender suas necessidades, comportamentos  e lugar no mercado;</p>
<p>- Estabelecer objetivos de marketing claros para  curto e longo prazo, como destaque da marca, vendas, aquisições;</p>
<p>-  Identificar os canais de mídia com alto poder viral, alinhando o público-alvo ao  comportamento da mídia (email, mensagens instantâneas, sms, vídeo);</p>
<p>-  Desenvolver mecanismos de propagação virais e criativos é a parte divertida da  coisa toda;</p>
<p>- Conhecer o mercado, identificando os formadores de opinião.  Esses 10% influenciam a decisão de compra de todos os outros 90%;</p>
<p>- Medir  impacto: a gente acerta mais quando descobre exatamente onde errou.</p>
<p>Bom,  o resto é bom senso. Senso de oportunidade.<br />
Para saber mais acesse:  www.simviral.com</p>
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