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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; internet</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Bobeou, “Memeou”!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Damásio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem nunca ouviu falar em bordões como: “Ninguém me tucuta no Facebook”, “Que dó, que dó, que dó” ou “Hoje é dia de Rock, Bebê”? Essas são algumas frases retiradas de vídeos famosos da internet e que já se tornaram verdadeiros ‘ditados populares’ no mundo virtual. Os conhecidos “Memes” estão invadindo as redes sociais e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu falar em bordões como: <em>“Ninguém me tucuta no Facebook”</em>, <em>“Que dó, que dó, que dó”</em> ou <em>“Hoje é dia de Rock, Bebê”</em>? Essas são algumas frases retiradas de vídeos famosos da internet e que já se tornaram verdadeiros ‘ditados populares’ no mundo virtual.</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Ui-virei-Meme.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3161" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Ui-virei-Meme-300x293.jpg" alt="Ui virei Meme 300x293 Bobeou, “Memeou”! " width="300" height="293" title="Bobeou, “Memeou”! " /></a></p>
<p>Os conhecidos “Memes” estão invadindo as redes sociais e provando que qualquer pessoa pode virar uma celebridade no mundo virtual. A palavra “Meme” vem do Grego &#8220;Mimeme&#8221;, que significa imitar. Na internet, Meme é tudo aquilo que é passado de uma pessoa para outra, por ser algo muito bom ou por ser muito ruim, por ser engraçado, bizarro ou cômico.</p>
<p>Recentemente, todos os usuários do Facebook no Brasil – menos Luiza, que estava no Canadá &#8211; acompanharam a história de uma adolescente que se tornou celebridade na internet, por causa de uma frase descabida e sem grandes propósitos, dita por seu pai em um comercial que apresentava toda a sua família, <a href="http://goo.gl/xozbO" target="_blank">“Menos Luiza, que está no Canadá”</a>. Repentinamente, o comercial inocente transformou Luiza, estudante da Paraíba, no hit do momento &#8211; e ela nem aparece pessoalmente no vídeo. Desde a inserção do vídeo na internet, em 13 de janeiro, o comercial começou a ser comentado e compartilhado na rede e dentro de poucos dias o vídeo obteve mais de cinco milhões de acessos. Atualmente, são 5.599.986 acessos.</p>
<p>Para muita gente, as redes sociais se tornaram verdadeiros diários virtuais e todo o cuidado é pouco na hora de divulgar uma frase, vídeo ou foto na web. Todos nós somos produtores e divulgadores de conteúdo e se um material bizarro for parar em mãos erradas, tudo pode acontecer. Anônimos, artistas, jornalistas e até mesmo autoridades, podem se tornar motivo de deboche e diversão na internet. Quem não se lembra da divertida frase da atriz Christiane Torloni &#8211; <a href="http://goo.gl/eksSi" target="_blank">&#8220;Hoje é dia de Rock, Bebê!”</a> dita em plena entrevista no Rock In Rio?, ou dos <a href="http://goo.gl/fBqib">“Bons Drink&#8221;</a>, de Luiza Marilac? ou do <a href="http://goo.gl/2L64k" target="_blank">&#8220;Que deselegante&#8221;</a> dito pela jornalista Sandra Annenberg, no ar, durante o jornal ao vivo?</p>
<p>O fato é que tudo e todos estão sujeitos a se tornarem Memes na net. Bobeou, memeou! Um bom exemplo disso é o nosso amigo de trabalho, <a href="http://www.facebook.com/lrcarvalho" target="_blank">Leonardo Carvalho</a>, que ao compartilhar, empolgado, os resultados da sua avaliação física da academia, soltou um “Sou mais fortinho, do que gordinho”. Pronto, essa foi a deixa para ele se tornar a alegria da galera na internet. <a href="http://goo.gl/dK8I3">CLIQUE AQUI</a> e confira o resultado.</p>
<p><strong><br />
Confira a lista dos melhores Memes de 2011:</strong></p>
<p>• &#8220;Ninguém me tucuta no Facebook&#8221;<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• &#8220;Tomando os meus bons Drink&#8221; &#8211; Luisa Marilac<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• System Of a Dilma<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• Taxista canta igual a Michael Jackson<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• Mataram a formiguinha &#8220;Que dó, que dó, que dó&#8230;&#8221;<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• Christiane Torloni no Rock In Rio &#8220;Hoje é dia de Rock, Bebê.&#8221;<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• Pôneis Malditos<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• &#8220;Que deselegante&#8221; &#8211; Sandra Annenberg<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>• &#8220;Menos Luiza, que está no Canadá.&#8221;<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/debate/bobeou-memeou/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A última agência de publicidade da Terra</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 13:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca é demais lembrar a mudança que está acontecendo no consumidor. E olha, tem muita agência que ainda não se deu conta&#8230; &#160; &#160; bilaamorim]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca é demais lembrar a mudança que está acontecendo no consumidor. E olha, tem muita agência que ainda não se deu conta&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="504" height="314" src="http://www.youtube.com/embed/BoaQfeTT4Kc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">bilaamorim</a></p>
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		<title>Talkshow sobre Tradução Intersemiótica, com Ernesto Diniz</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 12:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tradução Intersemiótica, com Ernesto Diniz No #TalkShow dessa quinta-feira, 05 de maio, vamos bater um papo com Ernesto Diniz sobre Tradução Intersemiótica. Se você não sabe o que é isso, não se preocupe. A gente também não sabia até pouco tempo atrás, quando conhecemos o blog do convidado, o intersemiotica.com. A partir daí ficamos tão interessados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="296" id="utv29192" name="utv_n_105993"><param name="flashvars" value="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=14502650&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;id=14502650&amp;v3=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" /><embed flashvars="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=14502650&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;id=14502650&amp;v3=1" width="480" height="296" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" id="utv29192" name="utv_n_105993" src="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" /></object></p>
<p><iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php/option=com_altcaster/task=viewaltcast/altcast_code=628ed9f1df/height=420/width=470" scrolling="no" height="420px" width="470px" frameBorder ="0" allowTransparency="true"  ><a href="http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=628ed9f1df" >Tradução Intersemiótica, com Ernesto Diniz</a></iframe></p>
<p><img class="size-medium wp-image-2579 alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Talkshow sobre Tradução Intersemiótica, com Ernesto Diniz" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/05/IMG_4863-300x300.jpg" alt="IMG 4863 300x300 Talkshow sobre Tradução Intersemiótica, com Ernesto Diniz" width="180" height="180" />No #TalkShow dessa quinta-feira, 05 de maio, vamos bater um papo com Ernesto Diniz sobre <strong>Tradução Intersemiótica</strong>.</p>
<p>Se você não sabe o que é isso, não se preocupe. A gente também não sabia até pouco tempo atrás, quando conhecemos o blog do convidado, o <a href="http://intersemiotica.com/">intersemiotica.com</a>. A partir daí ficamos tão interessados pelo assunto que acabamos convidando o Ernesto para bater esse papo com a gente.</p>
<p>Tradução Intersemiótica, em resumo, é a disciplina que estuda a tradução de mensagens de um meio para o outro. Exemplo: de livro para cinema, da TV para a internet, dos quadrinhos para o videogame. Para entender mais sobre o assunto leia <a href="http://intersemiotica.com/blog/2010/09/12/traducao-intersemiotica/">esse post</a>.</p>
<p><strong>Sobre o convidado</strong></p>
<p>Ernesto Diniz, 32, doutorando em Literatura e Cultura (Tradução Intersemiótica) pela UFBA, multiplica-se entre o texto e a imagem há pelo menos 10 anos. Tradutor e diretor de arte, encontrou-se na Intersemiótica: esse infinito de trânsitos sígnicos fascinante no qual mídias convertem, textos reproduzem-se e transcriações passam por seleção natural para sobreviverem na selva que é a cultura.</p>
<p><strong>Sobre o #TalkShow</strong></p>
<p>05 de maio de 2011, às 16:30</p>
<p>Faça perguntas ao vivo pelo Twitter usando a hashtag #talkshow</p>
<p><strong>Referências sobre o assunto (enviadas pelo Ernesto)</strong></p>
<p>Livro: Tradução Intersemiótica, de Julio Plaza</p>
<p><a href="http://www.henryjenkins.org">Blog do Henry Jenkins</a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/joel_r/sets/72157626041559440/with/3932147971">Alice no País das Maravilhas (da literatura para a fotografia)</a></p>
<p><a href="http://www.shakespeareinbits.com/sibsite">Shakespeare (da literatura para o ebook)</a></p>
<p><a href="http://www.suchtweetsorrow.com">Romeu e Julieta (da literatura para a internet: Twitter, Youtube e site)</a></p>
<p><a href="http://www.kli.org/stuff/Hamlet.html">Hamlet (em Klingon)</a></p>
<p>E é claro, o <a href="http://intersemiotica.com/">intersemiotica.com</a></p>
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		<title>O Futuro da Comunicação e das Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/o-futuro-da-comunicacao-e-das-midias-sociais/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/o-futuro-da-comunicacao-e-das-midias-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 18:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desconfio de todo mundo que se diz futurólogo e de todo artigo ou palestra que tem a pretensão de mostrar como será o futuro de alguma coisa. Por essas e outras fiquei bastante desconfiado com essa palestra do Gerd Leonhard assim que comecei a assistí-la e vi o título, cuja tradução dá nome ao post. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desconfio de todo mundo que se diz futurólogo e de todo artigo ou palestra que tem a pretensão de mostrar como será o futuro de alguma coisa.</p>
<p>Por essas e outras fiquei bastante desconfiado com essa palestra do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerd_Leonhard">Gerd Leonhard</a> assim que comecei a assistí-la e vi o título, cuja tradução dá nome ao post.</p>
<p>E não é que é uma boa palestra? Cheia de partes óbvias e alguns insights poderosos, mas nenhuma picaretagem. O cara realmente sabe do que está falando.</p>
<p>Se você caiu nesse blog por estar buscando mais informações sobre internet, mídias sociais e como essas coisas estão transformando a sociedade, recomendo muito.</p>
<p>Se você já é relativamente letrado nesses assuntos recomendo também, mas só quando tiver um bom tempo livre.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/geral/o-futuro-da-comunicacao-e-das-midias-sociais/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
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		<title>Talkshow com @lini, sobre Sexo, Internet e Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/talkshow/talk-show-com-lini-sobre-sexo-internet-e-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 19:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sexo, Internet e Mídias Sociais O Talkshow dessa semana promete ser quente, muito quente! Nossa convidada é a Aline Gomes, mais conhecida como @lini, que usa seu Twitter para falar abertamente de sexo, um assunto que até hoje, infelizmente, é duplamente tabu saindo da boca de uma mulher. Ela vem aqui para conversar com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="386" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"><param name="flashvars" value="vid=13686287&amp;autoplay=false"/><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="allowscriptaccess" value="always"/><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf"/><embed flashvars="vid=13686287&amp;autoplay=false" width="480" height="386" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object><br />
<br /><a href="http://www.ustream.tv/" style="padding: 2px 0px 4px; width: 400px; background: #ffffff; display: block; color: #000000; font-weight: normal; font-size: 10px; text-decoration: underline; text-align: center;" target="_blank"></a></p>
<p><iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php/option=com_altcaster/task=viewaltcast/altcast_code=9d62fbc913/height=420/width=470" scrolling="no" height="420px" width="470px" frameBorder ="0" allowTransparency="true"  ><a href="http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=9d62fbc913" >Sexo, Internet e Mídias Sociais</a></iframe></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2443" style="margin: 4px 6px; border: 6px solid black;" title="Talkshow com @lini, sobre Sexo, Internet e Mídias Sociais" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/03/lini-foto-profile-1.jpg" alt="lini foto profile 1 Talkshow com @lini, sobre Sexo, Internet e Mídias Sociais" width="168" height="189" />O Talkshow dessa semana promete ser quente, muito quente!</p>
<p>Nossa convidada é a Aline Gomes, mais conhecida como <a href="http://twitter.com/lini">@lini</a>, que usa seu Twitter para falar abertamente de sexo, um assunto que até hoje, infelizmente, é duplamente tabu saindo da boca de uma mulher.</p>
<p>Ela vem aqui para conversar com a gente sobre a relação entre sexo, internet e mídias sociais e responder perguntas como:</p>
<p>- sexo ainda é o carro-chefe da internet?</p>
<p>- o que mudou depois da web 2.0?</p>
<p>- nerd não pegar ninguém é coisa do passado?</p>
<p>- e muitas outras!</p>
<p>Mas antes que alguém pense que esse será um programa erótico, já adiantamos que a Aline é do tipo que quebra estereótipos. Muito antes de se tornar uma web celebrity desbocada, ela já trabalhava com planejamento de comunicação e agora está concluindo mestrado em cognição e comportamento na Dinamarca, aonde mora seu namorado.</p>
<p>O Talkshow acontece nessa quinta-feira, 31 de março, às 16h30. Para ouvir basta acessar o <a href="http://www.talk2.com.br">site da Talk</a> e para fazer perguntas é só twittar usando a hashtag #talkshow.</p>
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		<title>Sabedoria de 2a</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 20:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soraya.coelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pratique a sustentabilidade online &#8211; evite produzir lixo eletrônico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pratique a sustentabilidade online &#8211; evite produzir lixo eletrônico.</p>
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		<title>Os assuntos mais falados da internet</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pesquisa/os-assuntos-mais-falados-da-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 18:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fui surpreendido por essa pesquisa, compartilhada pela @bilaamorim, que mostra os assuntos mais falados da internet. O monitoramento aconteceu durante 3 meses em 17 países, incluindo o Brasil, ou seja, ninguém pode dizer que reflete aquela ou essa realidade pois trata-se de uma pesquisa global. Saúde é o assunto mais falado. 14% das conversas giram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Fui surpreendido por essa pesquisa, compartilhada pela <a href="http://www.twitter.com/bilaamorim">@bilaamorim</a>, que mostra os assuntos mais falados da internet. O monitoramento aconteceu durante 3 meses em 17 países, incluindo o Brasil, ou seja, ninguém pode dizer que reflete aquela ou essa realidade pois trata-se de uma pesquisa global.</p>
<p style="text-align: left;">Saúde é o assunto mais falado. 14% das conversas giram em torno disso. Logo depois estão videogames com 13%, carros e motos com 10%, tecnologia com 9%, esportes com 8% e &#8220;casa e recreação&#8221; com o mesmo percentual. Com porcentagens de grandeza inferior aparecem música, cinema, família e mulheres.</p>
<p style="text-align: left;">Que a internet é terreno nerd e nerds falam sobre tecnologia e videogame, isso todo mundo está cansado de saber. Mas saúde em primeiro lugar não é algo que seja exatamente do senso comum. Eu, pelo menos, não imaginava esse resultado, e a partir disso fiquei pensando algumas coisas:</p>
<p style="text-align: left;">- Ainda que a maioria das empresas não tenham se tocado disso, é óbvio que passamos o tempo falando sobre as coisas que importam. Saúde está ligado à sobrevivência, e a maior parte dos outros itens tangenciam o entretenimento. Em outras palavras, estamos preocupados em continuar respirando e aproveitar esse tempo da melhor forma possível.</p>
<p style="text-align: left;">- No Brasil dá para contar nos dedos os médicos que, nos tempos atuais, são fluentes em mídias sociais. Esse é um terreno bastante interessante para profissionais da área da saúde que queiram se projetar. Fica a dica.</p>
<p style="text-align: left;">- Carros e Motos em terceiro lugar podem estar, em parte, associados à entretenimento e estilo de vida, mas também tem a ver com a questão da locomoção. Nossa geração, que aprendeu a ver o mundo por meio do monitor, talvez tenha anseios repreendidos por desbravar o mundo, pelo exercício do direito de ir e vir no mundo real. Para pensar.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-large wp-image-1714 aligncenter" title="Os assuntos mais falados da internet" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/11/top-10-most-popular-topics-on-the-web1-1024x770.png" alt="top 10 most popular topics on the web1 1024x770 Os assuntos mais falados da internet" width="512" height="385" /></p>
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		<title>Ditaduras e Internet não são incompatíveis</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 18:03:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo melhor]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
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		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[O jornalista Evgeny Morozov tem uma tese muito interessante sobre ditaduras e internet. O assunto é denso, mas gostei tanto da palestra dele no TED que resolvi fazer esse post. Atualmente paira no ar a noção de que a internet seria uma resposta pacífica para acabar com as ditaduras e abusos de poder ao redor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Evgeny Morozov tem uma tese muito interessante sobre ditaduras e internet. O assunto é denso, mas gostei tanto da palestra dele no TED que resolvi fazer esse post.</p>
<p>Atualmente paira no ar a noção de que a internet seria uma resposta pacífica para acabar com as ditaduras e abusos de poder ao redor do planeta. Em outras palavras, deveríamos jogar iPods, e não bombas, nesses países.</p>
<p>A lógica por trás disso é que todo chinês que esteja conectado ama a democracia e o liberalismo. Isso te parece certo? A mim não, pois acho perfeitamente possível que alguém use a internet para se comunicar com amigos e trocar arquivos sem ter nenhum tipo de intenção política.</p>
<p>Mas não para por aí. Da mesma forma que resistências pró-democracia podem usar a tecnologia para a causa, esquecemos que regimes autoritários podem fazer exatamente o mesmo para fomentar suas próprias ideologias.</p>
<p>Outro ponto interessante é que ditaduras podem sim deixar a internet livre, fazendo com que, aos olhos da opinião pública, isso seja confundido com democracia. Na esfera virtual pode-se discutir tudo, mas na prática nada muda.</p>
<p>E tem mais! Toda a movimentação dos contrários ao regime fica super exposta, sendo uma fonte de informação de valor inestimável para os órgãos de inteligência que trabalham para o ditador. É do Evgeny essa frase brilhante: <em style="font-style: italic;">Pelo facebook dá para saber como contrários ao regime se conectam. Antes a KGB torturava para pegar essa informação.</em></p>
<p>Resumindo, acesso a internet trás mudanças sociais, mas não necessariamente engajamento político. Dominate or die. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Ditaduras e Internet não são incompatíveis" class='wp-smiley' title="Ditaduras e Internet não são incompatíveis" /> </p>
<a href="http://www.talk2.com.br/mundo-melhor/ditaduras-e-internet-nao-sao-incompativeis/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>originalmente postado no <a href="http://updateordie.com">Update or Die</a></p>
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		<title>As Redes Sociais na era de sua reprodutibilidade técnica</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[A forma como o mercado de comunicação percebe e utiliza as redes sociais na primeira década do século XXI sempre me chamou a atenção. Um tratamento massificador de organismos essencialmente autênticos que me causa estranhamento, tanto quanto a fotografia e o cinema causaram a Walter Benjamin, em relação à obra de arte. Paro aqui a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A forma como o mercado de comunicação percebe e utiliza as redes sociais na primeira década do século XXI sempre me chamou a atenção. Um tratamento massificador de organismos essencialmente autênticos que me causa estranhamento, tanto quanto a fotografia e o cinema causaram a <strong>Walter Benjamin</strong>, em relação à obra de arte.</p>
<p><span id="more-1540"></span>Paro aqui a minha reflexão para, primeiro, situar no tempo e no espaço o meu objeto de reflexão, que são as redes sociais dentro do mercado de comunicação social, publicidade, jornalismo, marketing e relações públicas, no início do século XXI, época de extrema exposição e valorização dos recursos chamados 2.0 na internet comercial.</p>
<p>Segundo, para me desculpar pela comparação do meu pensamento ao de um dos maiores expoentes dos estudos de teorias da comunicação, ainda mais por usar um dos textos frankfurtianos mais conhecidos e reconhecidos.</p>
<p>O objetivo foi me apropriar de uma construção já estabelecida para chamar a atenção e também traçar um paralelo entre a reprodutibilidade técnica, a autenticidade e valor de exposição, a aura, e o valor de eternidade, apontados por Benjamin no que se refere às obras de arte, ao contexto das redes sociais.</p>
<p>Abro um outro parêntese para pontuar o que acredito que sejam redes sociais. Segundo Augusto de Franco, em <strong>Escola de Redes – Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a internet, a política e o mundo glocalizado</strong>:</p>
<p><em>&#8220;O que é chamado de mundo das redes, todavia, não é o mundo físico que pode ser visto, mas um multiverso de conexões que não se vê, ao qual só se pode ter acesso por meio da ciência ou da imaginação&#8221; &#8230; &#8220;Redes são sistemas de nodos e conexões. No caso das redes sociais, tais nodos são pessoas e as conexões são relações entre essas pessoas&#8221;(FRANCO, p 37)</em></p>
<p>Posto isso, me aproprio de algumas citações destacadas do texto <strong><em>A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica</em></strong> (livro Walter Benjamin – Obras Escolhidas: Magia e técnica, arte e política – Editora Brasiliense) para construção deste paralelo.</p>
<p><strong>Reprodutibilidade técnica</strong></p>
<p><em>“&#8230; a reprodução técnica atingiu tal padrão de qualidade que ela somente podia transformar em seus objetos a totalidade das obras de arte tradicionais, submetendo-as a transformações profundas, como conquistar para si um lugar próprio entre os procedimentos artísticos” (BENJAMIN, p.167).</em></p>
<p>Quando Walter Benjamin apontava que a reprodução infinita de uma obra de arte como a Mona Lisa, por exemplo, sua argumentação indicava que as reproduções eram apenas simulacros dos seus referentes originais. Assim são também grande parte das redes sociais em evidência na web atualmente.</p>
<p>Um recente vídeo produzido pela Agência Click (LINK: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg">http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg</a>) mostra, sem ser este o seu objetivo,  como esta cultura da reprodutibilidade técnica atingiu um estágio tão avançado que não se limita a reproduzir apenas obras e objetos tangíveis, mas também se aventura na reprodução de relações sociais, conexões entre as pessoas e construção de conhecimento.</p>
<p>“Pesquisas apontam que só em 2008 mais de 12 milhões de PCs foram vendidos&#8230;”, diz o texto do vídeo. E continua: “O brasileiro gasta em média 23 horas e 12 minutos por mês conectado à internet” e “Entre estes brasileiros, 79% fazem parte de redes sociais”.</p>
<p>E o que consideram redes sociais? Orkut, Facebook, Twitter, Blog, Flickr, Youtube e uma infinidade de ferramentas disponíveis por aí. No momento em que o mercado se apropria destes números, se gabando de que “as redes sociais agregam mais de 55 milhões de usuários”, fincam no coração da sociedade mundial a bandeira que indica o sucesso na reprodutibilidade técnica das relações sociais.</p>
<p>Mas isso não é um privilégio da Agência Click, ou do mercado brasileiro. É um fenômeno mundial. É só fazer uma pesquisa no Google para achar apresentações e mais apresentações com o mesmo discurso construído, no qual o crescimento da exposição e do volume são muito mais importantes  e relevantes do que a autenticidade destas redes.</p>
<p><strong>Autenticidade</strong></p>
<p><em>“A esfera da autenticidade, como um todo, escapa à reprodutibilidade técnica, e naturalmente não apenas à técnica” &#8230; “A autenticidade de uma coisa é a quintessência de tudo o que foi transmitido pela tradição, a partir de sua origem, desde sua duração material até o seu testemunho histórico” (BENJAMIN, p 167 e 168).</em></p>
<p>Quando Benjamin destaca a inexistência de autenticidade em produtos oriundos da reprodutibilidade técnica, vai ao cerne da questão do modo de produção capitalista – modo este que o pensamento da Escola Crítica, da qual o autor faz parte, descasca e condena.</p>
<p>A reprodutibilidade técnica das relações sociais, expressas nesse fenômeno de uso das ferramentas de redes sociais digitais, acaba com o caráter autêntico de tais relações.</p>
<p>Os vestígios existentes na construção de relações autênticas – lembranças, afinidades, espera, saudade, desentendimentos etc – que são transmitidos pela tradição, simplesmente não existem, ou são incidentais e quase imperceptíveis nas relações sociais construídas através da reprodutibilidade técnica. Não é possível perceber o “aqui e agora” (BENJAMIN, p 167) destas relações.</p>
<p>Ter 300 contatos no ICQ, ter 999 amigos no Orkut, fazer parte de uma comunidade com 15 mil membros, ou possuir 70 mil seguidores no Twitter não significa, necessariamente, estabelecer uma relação social com todo esse universo. Ao contrário, quando maior a exposição destas relações sociais e o acesso das pessoas a estes múltiplos canais, menor será a relação social entre estes indivíduos.</p>
<p>Nestes casos, para grande parte da massa só são estabelecidos o que Mark Granovetter chama de laços fracos (<em>weak ties</em>). Não se discute a importância de tais laços na formação e dinâmica de redes sociais autênticas, quando analisados junto aos laços fortes. O ponto crítico destas redes massificadas é justamente a inexistência de laços fortes (<em>strong ties</em>) que dão estabilidade e caráter original ao sistema.</p>
<p>A pesquisa do antropólogo da Universidade de Oxford, Robin Dunbar, sugere que os seres humanos não são capazes de administrar uma rede de amigos com mais de 150 indivíduos. Em entrevista concedida ao Times (<a href="http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/the_web/article6999879.ece">http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/the_web/article6999879.ece</a>), do Reino Unido, o antropólogo afirma:</p>
<p><em>&#8220;O interessante é que você pode ter 1.500 amigos, mas, quando você olha o tráfego dos sites, é possível notar que as pessoas mantêm o mesmo circulo de amigos que gira em torno as 150 pessoas, o que ocorre também no mundo real”</em></p>
<p>Estas pseudo-redes com milhares de indivíduos pseudo-conectados não são autênticas, não possuem tradição, e quando colocadas umas ao lado das outras, são iguais. São uma vaga lembrança das relações sociais experimentadas em diversos ambientes, inclusive na internet, mas, ao contrário destas, não têm força de transformação, muito menos de sustentação. São ocas. Não possuem aura.</p>
<p>Não quero dizer aqui que toda manifestação proveniente destas redes não tem autenticidade. Alguns flashmobs, por exemplo, possuem uma carga genuína e assustadoramente transformadora. Mas estes não são maioria.</p>
<p><strong>Aura</strong></p>
<p><em>“Em suma, o que é a aura? É uma figura singular, composta de elementos espaciais e temporais: a aparição única de uma coisa distante, por mais perto que ela esteja”. (BENJAMIN, p 170).</em></p>
<p>A destruição da aura anunciada por Benjamin, quer dizer a morte da ligação entre relações sociais e uma história presa no passado, que não pode ser tocada, apenas sentida, no presente. A reprodutibilidade de redes sociais não autênticas faz com que tenhamos uma relação presente que não tem história passada, não tem os vestígios da autenticidade, e, consequentemente, não tem aura.</p>
<p><em> “Fazer as coisas ‘ficarem mais próximas’ é uma preocupação tão aproximada das massas modernas como sua tendência a superar o caráter único de todos os fatos através de sua reprodutibilidade técnica” (BENJAMIN p 170)</em></p>
<p>Destaco esta citação ainda dentro do contexto da definição de aura para tirar um pouco do peso da responsabilidade das organizações – incluindo as agências de comunicação – neste processo de reprodução artificial de relações sociais. Quem força este cenário hoje é a própria massa, desarticulada, pseudo-educada, faminta por relações artificiais por não conseguirem dar conta de esperar a gênese de relações singulares e autênticas.</p>
<p>Estar nestas redes digitais nos dão uma impressão de pertencer a uma turma, a um grupo, a uma comunidade, mas, na verdade, o indivíduo não pertence. O indivíduo participa como mero espectador de outras relações às vezes tão vazias quanto as suas.</p>
<p>Por tanto, não temos aqui um problema mercadológico apenas. O problema é social e deve ser encarado como tal. É preciso recriar a cultura da colaboração, participação e interação fora da normatividade hierárquica e repressiva, que se disfarça de uma falsa cultura de colaboração e engajamento ao se apoiar em ferramentas de fórum e debate extremamente controladas.</p>
<p><strong>Valor de eternidade</strong></p>
<p><em>“Os gregos só conheciam dois processos técnicos para a reprodução de obras de arte: o molde e a cunhagem. As moedas e terracotas eram as únicas obras de arte por eles fabricadas em massa. Todas as demais eram únicas e tecnicamente irreprodutíveis. Por isso, precisavam ser únicas e construídas para a eternidade” (BENJAMIN, p 175).</em></p>
<p>Tal qual as esculturas gregas, irreprodutíveis àquela época, as relações sociais estabelecidas antes da exposição massificada também eram construídas para a eternidade. Amizades, correspondências, organizações de grupos eram estabelecidos sem as facilidades promovidas pela sociedade da informação e conexões digitais.</p>
<p>O que aconteceu foi que perdemos a mão. De forma desenfreada deixamos de usar as ferramentas como facilitadores na construção de relações para transformá-las na própria essência da relação. Quando uma relação social é reproduzida nos moldes da reprodutibilidade técnica, as conexões reais e duradoras estabelecidas não se dão entre os indivíduos, mas entre as máquinas. A rede passa a ser técnica e não social, e pode ser destruída ou substituída por qualquer outra ferramenta sem perda efetiva dos valores de autenticidade, uma vez que eles quase não existem nestas condições.</p>
<p><strong>Resgate da aura</strong></p>
<p>A reflexão, no entanto, me leva a buscar formas de resgate da aura das relações sociais em rede, principalmente no contexto das redes sociais digitais. Exemplos não faltam de redes autênticas e singulares na internet.</p>
<p>Destaco organismos como o Couch Surfing, Mumsnet, The People Speak, Slice the pie, Ebbsfleet United, Zopa e Linux, todos presentes no interessantíssimo documentário Us Now (<a href="http://www.imdb.com/title/tt1555154/">http://www.imdb.com/title/tt1555154/</a>), dirigido por Ivo Gormely, que conta histórias de como a sociedade organizada em rede distribuída baseada na colaboração e na internet está transformando o nosso mundo.</p>
<p><em>(você pode ver o documentário na íntegra <a href="../evento/redes-sociais-um-pouco-alem-do-blablabla-do-mercado-a-cirs-vem-ai/" target="_blank">clicando aqui, ó</a>)</em></p>
<p>No Brasil a Escola de Redes (<a href="http://escoladeredes.ning.com/">http://escoladeredes.ning.com/</a>), Movimento Blog Voluntário (<a href="http://www.blogvoluntario.org.br/">http://www.blogvoluntario.org.br/</a>), e Voluntários Online (<a href="http://www.voluntariosonline.org.br/">http://www.voluntariosonline.org.br/</a>), por exemplo, surgem como redes sociais que se sustentam pelo desejo de permanência, de eternidade. E existem muitos outros por aí.</p>
<p>Junto à “existência serial” (BENJAMIN, p 168) das redes sociais digitais, que parecem sufocar o usuário e chamar toda a atenção do mercado, nascem e renascem relações que se utilizam da internet para potencializar seu poder de transformação.</p>
<p>Ainda podemos resgatar a aura perdida das redes sociais, mas, para tanto, é preciso mostrar o valor e o retorno possíveis com a construção de relações mais maduras e autênticas.</p>
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		<title>Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 02:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui na Talk estamos nos preparando para participar do 1° Conferência Internacional de Redes Sociais &#8211; #CIRS, que acontece de 11 a 13 de março em Curitiba. Com a presença de caras como Pierre Levy, Steven Johnson e Clay Shirky, figurinhas carimbadas nos estudos sobre cibercultura, comunicação e redes sociais, a CIRS será um marco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui na Talk estamos nos preparando para participar do <a href="http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia" target="_blank"><strong>1° Conferência Internacional de Redes Sociais</strong></a> &#8211; #CIRS, que acontece de 11 a 13 de março em Curitiba.</p>
<p>Com a presença de caras como Pierre Levy, Steven Johnson e Clay Shirky, figurinhas carimbadas nos estudos sobre cibercultura, comunicação e redes sociais, a CIRS será um marco nos debates sobre o poder da mobilização e compartilhamento de informações.</p>
<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNjUwNzc5Mzk3OTImcHQ9MTI2NTA3ODAwOTQ3MSZwPTEwMTkxJmQ9c3NfZW1iZWQmZz*yJm89ODgyYzYyYmJmMGQ*/NDNmM2I*N2RiNWM3MmE2NWE2NTgmb2Y9MA==.gif" border="0" alt="NDNmM2I*N2RiNWM3MmE2NWE2NTgmb2Y9MA== Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!" width="0" height="0" title="Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!" /></p>
<div id="__ss_2822632" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Conferência Internacional sobre Redes Sociais" href="http://www.slideshare.net/augustodefranco/conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632">Conferência Internacional sobre Redes Sociais</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cirs2-100103162425-phpapp01&amp;stripped_title=conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cirs2-100103162425-phpapp01&amp;stripped_title=conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/augustodefranco">augustodefranco</a>.</div>
</div>
<p>Aqui na Talk nós compartilhamos desta proposta de pensamento sobre redes sociais digitais. Proposta que não é nova, diga-se de passagem, mas que é soterrada pelo blablabla do mercado que se baseia no pseudopoder das ferramentas e volume de audiência como valor para o seu negócio. <strong>O verdadeiro valor está na inteligência</strong>.</p>
<p>Em breve publico aqui o paper que estou preparando para levar para debate na CIRS. Por enquanto, deixo uma dica já antiga, mas muito atual. Separe 60 minutos e veja o documentário <a href="http://www.usnowfilm.com/" target="_blank"><strong>Us Now</strong></a>:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="347" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://dotsub.com/static/players/portalplayer.swf?plugins=dotsub&amp;uuid=34591ca8-0ef5-48fb-82e6-163a9f21298d&amp;type=video&amp;lang=por_pt" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="347" src="http://dotsub.com/static/players/portalplayer.swf?plugins=dotsub&amp;uuid=34591ca8-0ef5-48fb-82e6-163a9f21298d&amp;type=video&amp;lang=por_pt" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>OBS &#8211; A CIRS é uma realização de pessoas ligadas à <a href="http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia" target="_blank"><strong>Escola de Redes</strong></a>. Faça parte e colabore;-)</em></p>
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