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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; comunicação</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Informação na Medida</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauren</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nada contra ser ágil, estar conectado e receber informações de várias fontes ao mesmo tempo. Acho essa leitura dinâmica na internet um diferencial para quem consegue. Mas já tem gente fazendo metáforas entre a absorção de conteúdo de internet com o excesso de consumo de alimentos. Vamos lá. Crescemos sob a chancela da obesidade mórbida, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada contra ser ágil, estar conectado e receber informações de várias fontes ao mesmo tempo. Acho essa leitura dinâmica na internet um diferencial para quem consegue. <strong><br />
</strong>Mas já tem gente fazendo metáforas entre a absorção de conteúdo de internet com o excesso de consumo de alimentos. <strong><br />
</strong>Vamos lá.<strong><br />
</strong>Crescemos sob a chancela da obesidade mórbida, sendo tachados de geração do consumo excessivo de gordura, açúcar e massas. Agora também estão nos considerando os obesos da informação. Já que estamos -muitas vezes sem necessidade &#8211; absorvendo textos, mensagens instantâneas, e-mails, vídeos, sem critérios e sem nos preocuparmos com a digestão, e com o prejuízo para a nossa saúde mental e social.<strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 800;"><a href="http://www.talk2.com.br/conteudo/informacao-na-medida-2/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas o que pode ser uma dieta saudável da informação? como separar nosso tempo? Será que vamos ter que fazer algo do tipo: no café: ler e-mails; almoço: textos e matérias atuais; tweets no lanchinho da tarde; e no jantar uma bela porção de youtube. Ora, não precisamos de tanto rigor, mas se somos o que comemos, somos muito mais as informações que consumimos, e <strong>principalmente</strong>, que escolhemos consumir.<strong><br />
</strong>Quem sabe uma leve dieta, cortando os conteúdos de alta caloria? O resultado não é um cérebro esbelto e pronto para as passarelas, mas uma economia de tempo que, com a perdão de mais um trocadilho, já é bem enxuto para a maioria de nós.<strong><br />
</strong>Acredito que precisamos de uma reeducação informacional. Ou então podemos proporcionar à nossa mente um belo piriri, como aqueles depois dos exageros de festinhas de criança.<strong></strong></p>
<p style="text-align: right;">Livro:<strong> <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1449304680/ref=as_li_qf_sp_asin_tl?ie=UTF8&amp;tag=bethkanterorg-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=1449304680" target="_blank">Information Diet</a></strong></p>
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		<title>O Futuro da Comunicação e das Mídias Sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 18:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desconfio de todo mundo que se diz futurólogo e de todo artigo ou palestra que tem a pretensão de mostrar como será o futuro de alguma coisa. Por essas e outras fiquei bastante desconfiado com essa palestra do Gerd Leonhard assim que comecei a assistí-la e vi o título, cuja tradução dá nome ao post. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desconfio de todo mundo que se diz futurólogo e de todo artigo ou palestra que tem a pretensão de mostrar como será o futuro de alguma coisa.</p>
<p>Por essas e outras fiquei bastante desconfiado com essa palestra do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gerd_Leonhard">Gerd Leonhard</a> assim que comecei a assistí-la e vi o título, cuja tradução dá nome ao post.</p>
<p>E não é que é uma boa palestra? Cheia de partes óbvias e alguns insights poderosos, mas nenhuma picaretagem. O cara realmente sabe do que está falando.</p>
<p>Se você caiu nesse blog por estar buscando mais informações sobre internet, mídias sociais e como essas coisas estão transformando a sociedade, recomendo muito.</p>
<p>Se você já é relativamente letrado nesses assuntos recomendo também, mas só quando tiver um bom tempo livre.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/geral/o-futuro-da-comunicacao-e-das-midias-sociais/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
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		<title>Talkshow com @lini, sobre Sexo, Internet e Mídias Sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 19:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sexo, Internet e Mídias Sociais O Talkshow dessa semana promete ser quente, muito quente! Nossa convidada é a Aline Gomes, mais conhecida como @lini, que usa seu Twitter para falar abertamente de sexo, um assunto que até hoje, infelizmente, é duplamente tabu saindo da boca de uma mulher. Ela vem aqui para conversar com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="386" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"><param name="flashvars" value="vid=13686287&amp;autoplay=false"/><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="allowscriptaccess" value="always"/><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf"/><embed flashvars="vid=13686287&amp;autoplay=false" width="480" height="386" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object><br />
<br /><a href="http://www.ustream.tv/" style="padding: 2px 0px 4px; width: 400px; background: #ffffff; display: block; color: #000000; font-weight: normal; font-size: 10px; text-decoration: underline; text-align: center;" target="_blank"></a></p>
<p><iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php/option=com_altcaster/task=viewaltcast/altcast_code=9d62fbc913/height=420/width=470" scrolling="no" height="420px" width="470px" frameBorder ="0" allowTransparency="true"  ><a href="http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=9d62fbc913" >Sexo, Internet e Mídias Sociais</a></iframe></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2443" style="margin: 4px 6px; border: 6px solid black;" title="Talkshow com @lini, sobre Sexo, Internet e Mídias Sociais" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/03/lini-foto-profile-1.jpg" alt="lini foto profile 1 Talkshow com @lini, sobre Sexo, Internet e Mídias Sociais" width="168" height="189" />O Talkshow dessa semana promete ser quente, muito quente!</p>
<p>Nossa convidada é a Aline Gomes, mais conhecida como <a href="http://twitter.com/lini">@lini</a>, que usa seu Twitter para falar abertamente de sexo, um assunto que até hoje, infelizmente, é duplamente tabu saindo da boca de uma mulher.</p>
<p>Ela vem aqui para conversar com a gente sobre a relação entre sexo, internet e mídias sociais e responder perguntas como:</p>
<p>- sexo ainda é o carro-chefe da internet?</p>
<p>- o que mudou depois da web 2.0?</p>
<p>- nerd não pegar ninguém é coisa do passado?</p>
<p>- e muitas outras!</p>
<p>Mas antes que alguém pense que esse será um programa erótico, já adiantamos que a Aline é do tipo que quebra estereótipos. Muito antes de se tornar uma web celebrity desbocada, ela já trabalhava com planejamento de comunicação e agora está concluindo mestrado em cognição e comportamento na Dinamarca, aonde mora seu namorado.</p>
<p>O Talkshow acontece nessa quinta-feira, 31 de março, às 16h30. Para ouvir basta acessar o <a href="http://www.talk2.com.br">site da Talk</a> e para fazer perguntas é só twittar usando a hashtag #talkshow.</p>
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		<title>Neurônios Espelhos</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 18:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No nosso cérebro os neurônios espelhos são responsáveis pela imitação. Você vê alguém pegando um objeto no chão e, para esses neurônios, é como se você estivesse fazendo exatamente a mesma coisa, apesar de estar só observando. Esse mecanismo conferiu ao ser humano uma habilidade de aprendizado muito grande. Imagine, lá no tempo das cavernas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No nosso cérebro os neurônios espelhos são responsáveis pela imitação. Você vê alguém pegando um objeto no chão e, para esses neurônios, é como se você estivesse fazendo exatamente a mesma coisa, apesar de estar só observando.</p>
<p>Esse mecanismo conferiu ao ser humano uma habilidade de aprendizado muito grande. Imagine, lá no tempo das cavernas, que alguém acidentalmente descobre o processo do fogo. Ao invés de explicar para cada pessoa da tribo como funciona, basta que as pessoas observem para aprender, e logo o conhecimento se espalha de forma exponencial.</p>
<p>Mas não para por aí. Outro mecanismo interessante é que, por exemplo, ao vermos alguém ser tocado no braço, esses neurônios são ativados de forma a reproduzir a sensação do toque, exatamente no mesmo lugar. Em outras palavras, empatia. E isso  inclusive tem aplicações práticas na medicina, em casos de pessoas amputadas que continuam sentindo dor nos membros que não existem mais.</p>
<p>Se consegui te deixar curioso, não perca essa palestra do TED, de um neurocientista que defende a tese de que os neurônios espelhos praticamente moldaram nossa civilização.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/geral/neuronios-espelhos/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>E para finalizar, dois pontos extra-vídeo:</p>
<p>1) Para quem trabalha com marketing e comunicação dá para imaginar como os neurônios espelhos são importantes para disseminar comportamentos de consumo. Por exemplo, uma nova forma diferente de abrir uma embalagem ou de usar um produto.</p>
<p>2) Já na área do cinema e da TV, os neurônios espelhos têm uma importância crucial para colocar o espectador dentro de um universo. Quando assistimos na tela um ator fazer alguma coisa, lá estão nossos neurônios espelhos sendo ativados, como se nós estivéssemos lá.</p>
<p>postado originalmente no <a href="http://updateordie.com">Update or Die</a></p>
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		<title>Sam Grahram-Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/casos/sam-grahram-felsen-estrategia-digital-da-campanha-obama-e-um-pouco-mais-do-mesmo/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 03:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem acompanha palestras, discursos, posts em blogs e notícias, já deve estar confuso: quem foi, de fato, o tal responsável pela estratégia de mídias sociais da campanha do Obama? Nesta sexta-feira veio ao Brasil Sam Grahram-Felsen (@samgf no Twitter), mais um dos protagonistas do case mais falado nos quatro cantos da internet. Um rapaz, cara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanha palestras, discursos, posts em blogs  e notícias, já deve estar confuso: quem foi, de fato, o tal responsável  pela estratégia de mídias sociais da campanha do Obama?</p>
<p>Nesta  sexta-feira veio ao Brasil <a href="http://twitter.com/samgf" target="_blank">Sam Grahram-Felsen</a> (<a href="http://twitter.com/samgf" target="_blank">@samgf</a> no Twitter), mais um dos protagonistas  do case mais falado nos quatro cantos da internet. Um rapaz, cara de  universitário, jeito de moleque, mas com um papo seguro e muito maduro  sobre política e engajamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="palestra de @samgf no Iesb sobre o case Obama. Em breve post ... on Twitpic" href="http://twitpic.com/1b5xhs"><img class="aligncenter" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Captura-de-tela-2010-03-27-às-00.13.00.png" alt="Captura de tela 2010 03 27 às 00.13.00 Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" width="499" height="393" title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /></a></p>
<p>O jornalista e estrategista digital  que ajudou a eleger Obama esteve à frente do blog da campanha e, pelo  que soube na &#8220;Rádio Peão&#8221;, é um profissional muito bem relacionado  com os principais blogueiros norte-americanos, o que ajuda bastante,  não é verdade?</p>
<p>De blogs especificamente, Sam não falou, ou falou pouco. O desenho  da apresentação não foi diferente do que já vimos de outros, como Ben  Self, Scott Goodstein e Rahaf Harfoush. Mas também não dá para ser  diferente. <strong>Não existe case de mídias sociais de sucesso sem contexto e  sem uma base muito forte de conceitos, sentimentos e atitudes.</strong></p>
<p>O curioso do início da palestra foi Sam ter dito: <span><span><span>&#8220;acho que o estudante brasileiro deve ser engajado  e interessado em política&#8221;. Sabemos que não é bem assim, né? E o mais  curioso foi, lá pelo meio da conversa, ele ter perguntado: <span><span><span>&#8220;Quem na platéia gosta de comerciais na TV?&#8221;. <strong>A  galera em peso levantou a mão. Só faltou gritar: SURPRESA! E surpreso  ele ficou por encontrar uma platéia (composta em sua maioria por  estudantes universitários) que pareceu não entender nada do que ele  estava falando.</strong></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span><span><span><span><span><span><strong> </strong></span></span></span></span></span></span></p>
<div id="attachment_1591" class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px"><img class="size-full wp-image-1591" title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Captura-de-tela-2010-03-27-às-00.09.14.png" alt="Captura de tela 2010 03 27 às 00.09.14 Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" width="499" height="307" /><p class="wp-caption-text">Em bom volume, mas com pouca maturidade e respeito (sairam mais da metade antes do fim da palestra), Sam mostrou-se animado no Twitter quando voltou pra casa <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" class='wp-smiley' title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /> </p></div>
<p>Passado esse constrangimento, Sam contou que, com relação à campanha do Obama,  havia um <span><span><span>pressentimento de que as pessoas queriam  participar</span></span></span>. O segredo então era descobrir como usar  essa energia. Como vencer?</p>
<p>Se você pensa que a resposta foi  &#8220;usar o Facebook, fazer uma rede social proprietária e criar um buzz  artificial em torno da campanha&#8221;, você está errado.</p>
<p>O destaque  foi para uma simples e matadora prática que foi abordada na campanha: <span><span><span>Ouvir as histórias das pessoas, conhecer as  pessoas, amplificar a voz das pessoas. <span><span><span>Tornar o conteúdo  gerado pelo usuário parte do discurso oficial, usar mídias sociais e  força de vontade para facilitar o encontro presencial entre as pessoas  e, principalmente, </span></span></span></span></span></span><span>o<span><span> Obama acreditar que as mudanças podiam acontecer  de baixo para cima e que todas as pessoas podem participar.</span></span></span></p>
<p>Dá  para perceber que é uma estratégia bem amarrada e não tem foco em canais  ou ferramentas, mas em mensagens e pessoas? Eles só precisavam de  condições políticas e financeiras para fazer isso tudo. Como disse Sam,  são os três &#8220;M&#8221; para uma campanha de sucesso: <strong>MESSAGE, MOBILIZATION e  MONEY.</strong></p>
<p>Com isso em mente, depois foi só conseguir montar uma  extraordinária base com 13 milhões de endereços de e-mail. Como fizeram  isso? Fazendo pequenos concursos, promovendo encontros, facilitando o  compatilhamento e transmissão das mensagens, usando redes sociais,  acertando em mídia online e investindo bastante em analytics. Coisa  pouca, né?</p>
<p>E ficamos aqui com algumas perguntas ainda sem  resposta:</p>
<p><em>- Temos no Brasil um cenário favorável para este tipo  de mobilização?<br />
- Temos candidatos que provoquem este sentimento de  que as mudanças são possíveis?<br />
- Temos interesse em colocar o cidadão  como protagonista dos processos democráticos?<br />
- Temos maturidade  para fugir do jogo sujo, de fazer spam, de plantar informações em  espaços públicos e crackear contas e perfis?</em></p>
<p>A pensar <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" class='wp-smiley' title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /> </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Site da Southwest Airlines, um case de mídia social</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/site-da-southwest-airlines-um-case-de-midia-social/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 12:38:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[audiência]]></category>
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		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
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		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa americana Southwest Airlines dá uma aula de como funciona a comunicação depois da Internet. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo esse site como modelo, qualquer pessoa tem um roteiro para montar uma plataforma de &#8220;web 2.0&#8243; corporativa. Obviamente, não existem regras prontas, empresas atuando em segmentos diferentes poderão explorar outras funcionalidades, mas o feijão com arroz é esse e pode ser observado com clareza na apresentação do site.<span id="more-200"></span></p>
<p>Destaque para a audiência: Vale a pena prestar atenção primeiro na capa do site, percebendo como a informação em destaque é a produzida pela audiência (e não por algum funcionário de comunicação corporativa, que além de não se identificar e de não entender de aviação, escreve com indiferença, desumanizado).</p>
<p>Conteúdo compartilhado: Note que as fotos vêm do Flickr e o vídeo, do YouTube. É conteúdo produzido e compartilhado socialmente, já está na rede, a empresa não precisa se preocupar com direitos autorais (porque o conteúdo está em outro site), existe material abundante para ser usado, e é um conteúdo muitas vezes diferenciado, caseiro, feito pelo próprio passageiro, com a câmera do celular.</p>
<p>Note ainda no final do site os links para os principais sites de relacionamento que existem: YouTube, Linkedin, Facebook, Twitter e Flickr. Precisa mais?</p>
<p>Autoria do blog: Não tive tempo de estudar a fundo o projeto, mas minha impressão é que o conteúdo do blog é produzido em conjunto pela equipe de comunicação, que filtra e edita os posts, pelo público e &#8211; preste atenção &#8211; pelos pilotos e aeromoças. Falarei mais sobre isso à diante.</p>
<p>Enquete: Os idealizadores deste projeto aproveitam o site para fazer perguntas para os visitantes pela enquete. Isso é meio carne de vaca, mas às vezes a carne é melhor temperada, a enquete é atualizada com freqüência, as perguntas servem para melhorar o serviço para o cliente, o que motiva o cliente a participar.</p>
<p>Não se esqueça do nome: É um nome que reflete o espírito do site, com texto humanizado, convidativo. Não é quadrado, é um espaço para encontro, conversa, troca. É o lugar para os &#8220;Nuts about Soutwest&#8221;. &#8220;Nuts&#8221; quer dizer amendoim (servido durante os vôos) e também louco, no sentido de admirador. Traduzindo: Loucos pela Southwest.</p>
<p>Agora, vamos dar uma olhada no texto da apresentação, que foi o que me motivou a escrever este post:</p>
<p>Propósito: O site não é uma vitrine de informação e sim um espaço de relacionamento para o público conhecer a empresa por dentro: Our goal with the new Nuts About Southwest remains to give our visitors the opportunity to take a look inside Southwest Airlines and to interact with us.</p>
<p>Regras: As regras do jogo são claras: existem limitações razoáveis à participação. Algumas áreas colaborativas têm acesso livre e outras, como a publicação de fotos pelo Flickr, dependem de registro prévio para evitar a exposição de conteúdo inadequado ao propósito do site.</p>
<p>Educar: Existe uma preocupação em educar o público, explicando o propósito do site, particularmente do blog, para encorajar a participação, ao mesmo tempo em que fica claro o motivo da presença do moderador. Resumo &#8211; eles querem escutar, mas o assunto deve ser interessante para a comunidade: This is the point where we insert the “fine print” and discuss the guidelines for posting. Nuts About Southwest is a moderated site because we want to ensure that everyone stays on topic—or at least pretty close to it. We would LUV for you to post your thoughts, comments, suggestions, and questions, but when you post, make sure that they are of general interest to most readers. Of course, profanity, racial and ethnic slurs, and rude behavior like disparaging personal remarks won’t be tolerated nor published.</p>
<p>Espaço para a diferença: questão estratégica: não é porque existe moderação, que o site é oficial e não há espaço para visões opostas, debate ou mesmo críticas: Even though Nuts About Southwest is moderated, we pledge to present opposing viewpoints as we have done since our blog first went “live” several years ago, and we will strive to keep posts interesting, diverse, and multi-sided.</p>
<p>Transparência: Quem se dá ao trabalho de participar, fica na expectativa de receber uma resposta. Eles esclarecem que isso, ocasionalmente pode não acontecer, mas apresentam outra opção: o usuário pode conversar com os autores dos posts pela área de comentário, que é livre e não depende de mediação.</p>
<p>Quem faz, fala: Quem está melhor capacitado para falar com a empresa do que os próprios funcionários? No caso da companhia de aviação, são os pilotos e aeromoças. Faz toda a diferença. Eles estão na linha de frente do atendimento e também têm suas perspectivas, histórias para contar. A narrativa em primeira pessoa é imbatível, it&#8217;s the real thing. Obviamente eles foram identificados por apresentarem qualidades como boa redação, espontaneidade, identificação com a internet, e também devem ter sido treinados: Some of our bloggers are Flight Crew Members, so they may delay a response for a few days while they are “on the road.” (Actually should we say “in the air”?)</p>
<p>Precaução: E um aspecto final que ajuda a dar o tom do que as pessoas vão falar no ambiente. Eles deixam claro que este site não é o serviço de atendimento ao cliente e que não serve para a postagem de reclamações. Fica justificado o filtro de posts com carga mais negativa de frustração e revolta: One final disclaimer—Nuts About Southwest is not the forum to address personal Customer Service issues. All of us have “day jobs,” and we simply don’t have the resources through Nuts About Southwest to resolve individual concerns. Even though this is not the forum, Southwest is eager to resolve your concerns. Our Customer Relations/Rapid Rewards folks want to assist you, and you can contact them by mail at Southwest Airlines, Customer Relations/Rapid Rewards, P.O. Box 36647, Dallas, Texas 75235-6647; by phone at (214) 792-4223; or by fax at (214) 792-5099. For reservations, please visit southwest.com</p>
<p>Resumo: Siga esses passos: seja franco, abra canais de comunicação, estabeleça limites razoáveis, aproveite o que já existe na rede. Não precisa reinventar a roda. Geralmente fazer um site desses não esbarra na tecnologia e sim na disposição de se escutar e aprender.</p>
<p>Veja mais aqui: http://www.naozero.com.br/</p>
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