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		<title>As Redes Sociais na era de sua reprodutibilidade técnica</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
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		<description><![CDATA[A forma como o mercado de comunicação percebe e utiliza as redes sociais na primeira década do século XXI sempre me chamou a atenção. Um tratamento massificador de organismos essencialmente autênticos que me causa estranhamento, tanto quanto a fotografia e o cinema causaram a Walter Benjamin, em relação à obra de arte.
Paro aqui a minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A forma como o mercado de comunicação percebe e utiliza as redes sociais na primeira década do século XXI sempre me chamou a atenção. Um tratamento massificador de organismos essencialmente autênticos que me causa estranhamento, tanto quanto a fotografia e o cinema causaram a <strong>Walter Benjamin</strong>, em relação à obra de arte.</p>
<p><span id="more-1540"></span>Paro aqui a minha reflexão para, primeiro, situar no tempo e no espaço o meu objeto de reflexão, que são as redes sociais dentro do mercado de comunicação social, publicidade, jornalismo, marketing e relações públicas, no início do século XXI, época de extrema exposição e valorização dos recursos chamados 2.0 na internet comercial.</p>
<p>Segundo, para me desculpar pela comparação do meu pensamento ao de um dos maiores expoentes dos estudos de teorias da comunicação, ainda mais por usar um dos textos frankfurtianos mais conhecidos e reconhecidos.</p>
<p>O objetivo foi me apropriar de uma construção já estabelecida para chamar a atenção e também traçar um paralelo entre a reprodutibilidade técnica, a autenticidade e valor de exposição, a aura, e o valor de eternidade, apontados por Benjamin no que se refere às obras de arte, ao contexto das redes sociais.</p>
<p>Abro um outro parêntese para pontuar o que acredito que sejam redes sociais. Segundo Augusto de Franco, em <strong>Escola de Redes – Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a internet, a política e o mundo glocalizado</strong>:</p>
<p><em>&#8220;O que é chamado de mundo das redes, todavia, não é o mundo físico que pode ser visto, mas um multiverso de conexões que não se vê, ao qual só se pode ter acesso por meio da ciência ou da imaginação&#8221; &#8230; &#8220;Redes são sistemas de nodos e conexões. No caso das redes sociais, tais nodos são pessoas e as conexões são relações entre essas pessoas&#8221;(FRANCO, p 37)</em></p>
<p>Posto isso, me aproprio de algumas citações destacadas do texto <strong><em>A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica</em></strong> (livro Walter Benjamin – Obras Escolhidas: Magia e técnica, arte e política – Editora Brasiliense) para construção deste paralelo.</p>
<p><strong>Reprodutibilidade técnica</strong></p>
<p><em>“&#8230; a reprodução técnica atingiu tal padrão de qualidade que ela somente podia transformar em seus objetos a totalidade das obras de arte tradicionais, submetendo-as a transformações profundas, como conquistar para si um lugar próprio entre os procedimentos artísticos” (BENJAMIN, p.167).</em></p>
<p>Quando Walter Benjamin apontava que a reprodução infinita de uma obra de arte como a Mona Lisa, por exemplo, sua argumentação indicava que as reproduções eram apenas simulacros dos seus referentes originais. Assim são também grande parte das redes sociais em evidência na web atualmente.</p>
<p>Um recente vídeo produzido pela Agência Click (LINK: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg">http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg</a>) mostra, sem ser este o seu objetivo,  como esta cultura da reprodutibilidade técnica atingiu um estágio tão avançado que não se limita a reproduzir apenas obras e objetos tangíveis, mas também se aventura na reprodução de relações sociais, conexões entre as pessoas e construção de conhecimento.</p>
<p>“Pesquisas apontam que só em 2008 mais de 12 milhões de PCs foram vendidos&#8230;”, diz o texto do vídeo. E continua: “O brasileiro gasta em média 23 horas e 12 minutos por mês conectado à internet” e “Entre estes brasileiros, 79% fazem parte de redes sociais”.</p>
<p>E o que consideram redes sociais? Orkut, Facebook, Twitter, Blog, Flickr, Youtube e uma infinidade de ferramentas disponíveis por aí. No momento em que o mercado se apropria destes números, se gabando de que “as redes sociais agregam mais de 55 milhões de usuários”, fincam no coração da sociedade mundial a bandeira que indica o sucesso na reprodutibilidade técnica das relações sociais.</p>
<p>Mas isso não é um privilégio da Agência Click, ou do mercado brasileiro. É um fenômeno mundial. É só fazer uma pesquisa no Google para achar apresentações e mais apresentações com o mesmo discurso construído, no qual o crescimento da exposição e do volume são muito mais importantes  e relevantes do que a autenticidade destas redes.</p>
<p><strong>Autenticidade</strong></p>
<p><em>“A esfera da autenticidade, como um todo, escapa à reprodutibilidade técnica, e naturalmente não apenas à técnica” &#8230; “A autenticidade de uma coisa é a quintessência de tudo o que foi transmitido pela tradição, a partir de sua origem, desde sua duração material até o seu testemunho histórico” (BENJAMIN, p 167 e 168).</em></p>
<p>Quando Benjamin destaca a inexistência de autenticidade em produtos oriundos da reprodutibilidade técnica, vai ao cerne da questão do modo de produção capitalista – modo este que o pensamento da Escola Crítica, da qual o autor faz parte, descasca e condena.</p>
<p>A reprodutibilidade técnica das relações sociais, expressas nesse fenômeno de uso das ferramentas de redes sociais digitais, acaba com o caráter autêntico de tais relações.</p>
<p>Os vestígios existentes na construção de relações autênticas – lembranças, afinidades, espera, saudade, desentendimentos etc – que são transmitidos pela tradição, simplesmente não existem, ou são incidentais e quase imperceptíveis nas relações sociais construídas através da reprodutibilidade técnica. Não é possível perceber o “aqui e agora” (BENJAMIN, p 167) destas relações.</p>
<p>Ter 300 contatos no ICQ, ter 999 amigos no Orkut, fazer parte de uma comunidade com 15 mil membros, ou possuir 70 mil seguidores no Twitter não significa, necessariamente, estabelecer uma relação social com todo esse universo. Ao contrário, quando maior a exposição destas relações sociais e o acesso das pessoas a estes múltiplos canais, menor será a relação social entre estes indivíduos.</p>
<p>Nestes casos, para grande parte da massa só são estabelecidos o que Mark Granovetter chama de laços fracos (<em>weak ties</em>). Não se discute a importância de tais laços na formação e dinâmica de redes sociais autênticas, quando analisados junto aos laços fortes. O ponto crítico destas redes massificadas é justamente a inexistência de laços fortes (<em>strong ties</em>) que dão estabilidade e caráter original ao sistema.</p>
<p>A pesquisa do antropólogo da Universidade de Oxford, Robin Dunbar, sugere que os seres humanos não são capazes de administrar uma rede de amigos com mais de 150 indivíduos. Em entrevista concedida ao Times (<a href="http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/the_web/article6999879.ece">http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/the_web/article6999879.ece</a>), do Reino Unido, o antropólogo afirma:</p>
<p><em>&#8220;O interessante é que você pode ter 1.500 amigos, mas, quando você olha o tráfego dos sites, é possível notar que as pessoas mantêm o mesmo circulo de amigos que gira em torno as 150 pessoas, o que ocorre também no mundo real”</em></p>
<p>Estas pseudo-redes com milhares de indivíduos pseudo-conectados não são autênticas, não possuem tradição, e quando colocadas umas ao lado das outras, são iguais. São uma vaga lembrança das relações sociais experimentadas em diversos ambientes, inclusive na internet, mas, ao contrário destas, não têm força de transformação, muito menos de sustentação. São ocas. Não possuem aura.</p>
<p>Não quero dizer aqui que toda manifestação proveniente destas redes não tem autenticidade. Alguns flashmobs, por exemplo, possuem uma carga genuína e assustadoramente transformadora. Mas estes não são maioria.</p>
<p><strong>Aura</strong></p>
<p><em>“Em suma, o que é a aura? É uma figura singular, composta de elementos espaciais e temporais: a aparição única de uma coisa distante, por mais perto que ela esteja”. (BENJAMIN, p 170).</em></p>
<p>A destruição da aura anunciada por Benjamin, quer dizer a morte da ligação entre relações sociais e uma história presa no passado, que não pode ser tocada, apenas sentida, no presente. A reprodutibilidade de redes sociais não autênticas faz com que tenhamos uma relação presente que não tem história passada, não tem os vestígios da autenticidade, e, consequentemente, não tem aura.</p>
<p><em> “Fazer as coisas ‘ficarem mais próximas’ é uma preocupação tão aproximada das massas modernas como sua tendência a superar o caráter único de todos os fatos através de sua reprodutibilidade técnica” (BENJAMIN p 170)</em></p>
<p>Destaco esta citação ainda dentro do contexto da definição de aura para tirar um pouco do peso da responsabilidade das organizações – incluindo as agências de comunicação – neste processo de reprodução artificial de relações sociais. Quem força este cenário hoje é a própria massa, desarticulada, pseudo-educada, faminta por relações artificiais por não conseguirem dar conta de esperar a gênese de relações singulares e autênticas.</p>
<p>Estar nestas redes digitais nos dão uma impressão de pertencer a uma turma, a um grupo, a uma comunidade, mas, na verdade, o indivíduo não pertence. O indivíduo participa como mero espectador de outras relações às vezes tão vazias quanto as suas.</p>
<p>Por tanto, não temos aqui um problema mercadológico apenas. O problema é social e deve ser encarado como tal. É preciso recriar a cultura da colaboração, participação e interação fora da normatividade hierárquica e repressiva, que se disfarça de uma falsa cultura de colaboração e engajamento ao se apoiar em ferramentas de fórum e debate extremamente controladas.</p>
<p><strong>Valor de eternidade</strong></p>
<p><em>“Os gregos só conheciam dois processos técnicos para a reprodução de obras de arte: o molde e a cunhagem. As moedas e terracotas eram as únicas obras de arte por eles fabricadas em massa. Todas as demais eram únicas e tecnicamente irreprodutíveis. Por isso, precisavam ser únicas e construídas para a eternidade” (BENJAMIN, p 175).</em></p>
<p>Tal qual as esculturas gregas, irreprodutíveis àquela época, as relações sociais estabelecidas antes da exposição massificada também eram construídas para a eternidade. Amizades, correspondências, organizações de grupos eram estabelecidos sem as facilidades promovidas pela sociedade da informação e conexões digitais.</p>
<p>O que aconteceu foi que perdemos a mão. De forma desenfreada deixamos de usar as ferramentas como facilitadores na construção de relações para transformá-las na própria essência da relação. Quando uma relação social é reproduzida nos moldes da reprodutibilidade técnica, as conexões reais e duradoras estabelecidas não se dão entre os indivíduos, mas entre as máquinas. A rede passa a ser técnica e não social, e pode ser destruída ou substituída por qualquer outra ferramenta sem perda efetiva dos valores de autenticidade, uma vez que eles quase não existem nestas condições.</p>
<p><strong>Resgate da aura</strong></p>
<p>A reflexão, no entanto, me leva a buscar formas de resgate da aura das relações sociais em rede, principalmente no contexto das redes sociais digitais. Exemplos não faltam de redes autênticas e singulares na internet.</p>
<p>Destaco organismos como o Couch Surfing, Mumsnet, The People Speak, Slice the pie, Ebbsfleet United, Zopa e Linux, todos presentes no interessantíssimo documentário Us Now (<a href="http://www.imdb.com/title/tt1555154/">http://www.imdb.com/title/tt1555154/</a>), dirigido por Ivo Gormely, que conta histórias de como a sociedade organizada em rede distribuída baseada na colaboração e na internet está transformando o nosso mundo.</p>
<p><em>(você pode ver o documentário na íntegra <a href="../evento/redes-sociais-um-pouco-alem-do-blablabla-do-mercado-a-cirs-vem-ai/" target="_blank">clicando aqui, ó</a>)</em></p>
<p>No Brasil a Escola de Redes (<a href="http://escoladeredes.ning.com/">http://escoladeredes.ning.com/</a>), Movimento Blog Voluntário (<a href="http://www.blogvoluntario.org.br/">http://www.blogvoluntario.org.br/</a>), e Voluntários Online (<a href="http://www.voluntariosonline.org.br/">http://www.voluntariosonline.org.br/</a>), por exemplo, surgem como redes sociais que se sustentam pelo desejo de permanência, de eternidade. E existem muitos outros por aí.</p>
<p>Junto à “existência serial” (BENJAMIN, p 168) das redes sociais digitais, que parecem sufocar o usuário e chamar toda a atenção do mercado, nascem e renascem relações que se utilizam da internet para potencializar seu poder de transformação.</p>
<p>Ainda podemos resgatar a aura perdida das redes sociais, mas, para tanto, é preciso mostrar o valor e o retorno possíveis com a construção de relações mais maduras e autênticas.</p>
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		<title>Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 02:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui na Talk estamos nos preparando para participar do 1° Conferência Internacional de Redes Sociais &#8211; #CIRS, que acontece de 11 a 13 de março em Curitiba.
Com a presença de caras como Pierre Levy, Steven Johnson e Clay Shirky, figurinhas carimbadas nos estudos sobre cibercultura, comunicação e redes sociais, a CIRS será um marco nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui na Talk estamos nos preparando para participar do <a href="http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia" target="_blank"><strong>1° Conferência Internacional de Redes Sociais</strong></a> &#8211; #CIRS, que acontece de 11 a 13 de março em Curitiba.</p>
<p>Com a presença de caras como Pierre Levy, Steven Johnson e Clay Shirky, figurinhas carimbadas nos estudos sobre cibercultura, comunicação e redes sociais, a CIRS será um marco nos debates sobre o poder da mobilização e compartilhamento de informações.</p>
<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNjUwNzc5Mzk3OTImcHQ9MTI2NTA3ODAwOTQ3MSZwPTEwMTkxJmQ9c3NfZW1iZWQmZz*yJm89ODgyYzYyYmJmMGQ*/NDNmM2I*N2RiNWM3MmE2NWE2NTgmb2Y9MA==.gif" border="0" alt="" width="0" height="0" /></p>
<div id="__ss_2822632" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Conferência Internacional sobre Redes Sociais" href="http://www.slideshare.net/augustodefranco/conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632">Conferência Internacional sobre Redes Sociais</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cirs2-100103162425-phpapp01&amp;stripped_title=conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cirs2-100103162425-phpapp01&amp;stripped_title=conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/augustodefranco">augustodefranco</a>.</div>
</div>
<p>Aqui na Talk nós compartilhamos desta proposta de pensamento sobre redes sociais digitais. Proposta que não é nova, diga-se de passagem, mas que é soterrada pelo blablabla do mercado que se baseia no pseudopoder das ferramentas e volume de audiência como valor para o seu negócio. <strong>O verdadeiro valor está na inteligência</strong>.</p>
<p>Em breve publico aqui o paper que estou preparando para levar para debate na CIRS. Por enquanto, deixo uma dica já antiga, mas muito atual. Separe 60 minutos e veja o documentário <a href="http://www.usnowfilm.com/" target="_blank"><strong>Us Now</strong></a>:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="347" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://dotsub.com/static/players/portalplayer.swf?plugins=dotsub&amp;uuid=34591ca8-0ef5-48fb-82e6-163a9f21298d&amp;type=video&amp;lang=por_pt" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="347" src="http://dotsub.com/static/players/portalplayer.swf?plugins=dotsub&amp;uuid=34591ca8-0ef5-48fb-82e6-163a9f21298d&amp;type=video&amp;lang=por_pt" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>OBS &#8211; A CIRS é uma realização de pessoas ligadas à <a href="http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia" target="_blank"><strong>Escola de Redes</strong></a>. Faça parte e colabore;-)</em></p>
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		<title>Boas ideias ;)</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 00:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.celia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>

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		<description><![CDATA[Fim de mais uma Campus Party e o que fica são as boas ideias e novos contatos feitos. Não como o que poderia ser esperar de uma &#8220;feira de informática&#8221; como assim foi divulgado o evento por uma grande emissora de TV. Nessas horas dou razão aqueles que criticam os jornalistas que não entendem o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim de mais uma <strong>Campus Party </strong>e o que fica são as boas ideias e novos contatos feitos. Não como o que poderia ser esperar de uma<em> &#8220;feira de informática&#8221; </em>como assim foi divulgado o evento por uma grande emissora de TV. Nessas horas dou razão aqueles que criticam os jornalistas que não entendem o assunto antes de fazer a matéria.</p>
<p>A Campus Party foi um bom encontro de profissionais, aprendizes e até daqueles que foram meio sem saber o por quê estar ali. A equipe da <strong>Talk Interactive</strong> participou e aqui tentamos dividir um pouco do que tivemos a oportunidade de assistir.</p>
<p>Deixo aqui alguns vídeos simples de outras palestras e debates (vídeos sem edição) que assistimos na Campus Party. Obrigada a todos que participaram da <strong><a title="Campus Talk" href="www.campustalk.com.br" target="_blank">Campus Talk</a></strong>!</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Mer5MFq36sE">Redes Sociais e política </a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=thyPCpF6j5M">Kassab na Campus Party</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=oDEu6ZnZ2zA&amp;feature=channel">Blog do Planalto</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=BuFG0IapXk0&amp;feature=channel">Blogs e humor</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=2ru-tTv1yB0&amp;feature=channel">Existe ex-blogueiro?</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=bpk3m5eBO08&amp;feature=channel">Bastidores</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Colaborativo é o que há!</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/campus-party/colaborativo-e-o-que-ha/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 21:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.celia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje de manhã, na Campus Party,  participei da oficina de video colaborativo do produtor audiovisual Mauro Rubens Silva, na seção de criatividade. Ele falou sobre várias redes sociais que utilizam apenas o video como principal ferramenta.
Explicou, por exemplo, que o DailyMotion é mais popular na França que o Youtube. &#8220;Se o seu público alvo estiver na França [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje de manhã, na <strong><a title="Campus Party" href="www.campusparty.com.br" target="_blank">Campus Party</a></strong>,  participei da oficina de video colaborativo do produtor audiovisual Mauro Rubens Silva, na seção de criatividade. Ele falou sobre várias redes sociais que utilizam apenas o video como principal ferramenta.</p>
<p>Explicou, por exemplo, que o<strong> </strong><a title="Daily Motion " href="http://www.dailymotion.com/fr" target="_blank"><strong>DailyMotion</strong></a> é mais popular na França que o Youtube. &#8220;Se o seu público alvo estiver na França com certeza não será boa escolha divulgar seus videos pelo Youtube&#8221;, enfatizou.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1531" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/IMG_05262-300x200.jpg" alt="IMG_0526" width="300" height="200" /> </p>
<p>Gravei videos simples durante a palestra dele (daquele tipo sem edição <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> ok!):</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=_5WIsVqlR98&amp;feature=player_embedded">Oficina de video- Campus Party</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=iN5KKynMK_s&amp;feature=player_embedded">Vide colaborativo II </a></p>
<p>No início da tarde, participei do Workshop da <strong>revista Offline</strong>. Nele, o editor chefe, Ricardo Peruchi explicou entre outras coisas uma previsão de como será a mudança do uso do papel nos períodicos para o papel eletrônico. A produção na revista é extremamente colaborativa.</p>
<p>Estas foram as frases de destaque:</p>
<p>“ O papel vai ter uma sobrevida enquanto houver gerações que foram adaptadas a esse tipo de leitura. Daqui a 20 ou 30 anos os jornais vão desaparecer ”.</p>
<p>“O papel ele é maleável, não gasta energia, mas não é interativo. É uma tecnologia muito cara. Ele não é mais para o jornalismo diário.</p>
<p>“Já existe tecnologia de papel digital, que não tem emissão de luz, wireless e dobravél.”</p>
<p>Como sempre, um video básico da apresentação:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=AiaymjSZobw&amp;feature=channel">Revista Offline</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Realmente há inclusão digital?</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/campus-party/realmente-ha-inclusao-digital/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/campus-party/realmente-ha-inclusao-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 15:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.celia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Poderíamos levar a inclusão digital realmente para outras cidades. Porque ainda permanecer nos grandes centros?&#8221;Este foi um dos questionamentos feitos no debate sobre Cultura Digital Brasileira, realizado no final de manhã de hoje na Campus Party, em São Paulo.
Infelizmente, a inclusão digital ainda não é uma realidade em muitas cidades brasileiras. Ainda há aquelas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Poderíamos levar a inclusão digital realmente para outras cidades. Porque ainda permanecer nos grandes centros?&#8221;Este foi um dos questionamentos feitos no debate sobre Cultura Digital Brasileira, realizado no final de manhã de hoje na <a title="Campus Party" href="www.campusparty.com.br" target="_blank">Campus Party</a>, em São Paulo.</p>
<p>Infelizmente, a inclusão digital ainda não é uma realidade em muitas cidades brasileiras. Ainda há aquelas em que nada substitui o rádio como veículo popular de comunicação.</p>
<p>A inclusão digital inicia com o investimento na educação para que as pessoas possam ter acesso ao mundo tecnológico. Sem isso, não existe inclusão. É essencial lembrar que, no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 30 milhões de analfabetos funcionais e mais da metade tem mais de 40 anos!</p>
<p><strong>Frases de destaque:</strong></p>
<p>&#8220;Hoje em dia podemos fazer quase tudo pela internet. Isso quer dizer que eu posso fazer meu trabalho em qualquer lugar que não seja na empresa&#8221;</p>
<p>&#8220;Seria possível levar roteadores para cidades bem pequenas e tornar a internet pública realmente? &#8221;</p>
<p>&#8220;É preciso exercer o trabalho voluntário para que ações de inclusão digital possam dar certo.&#8221;</p>
<p>&#8220;Sou contra a cultura da acumulação de lucro. Sou a favor do empreendedoderismo para poder dar mais inclusão digital. Você me ajuda e eu te ajudo!&#8221;</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1521" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0508-300x200.jpg" alt="IMG_0508" width="300" height="200" /></p>
<p>Videos simples (e sem edição !)  de partes do debate:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=h0-xPDmZSRI">Início do debate de Cultura Digital</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JsC1AsQrN_I">Cultura Digital -Campus Party</a></p>
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		<title>Estratégia em redes sociais sem &#8220;entendimento&#8221; é #balela</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing viral]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[viral]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas sem este entendimento claro qualquer estratégia em rede social é #balela, como diz o título [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas sem este entendimento claro qualquer estratégia em rede social é #balela, como diz o título desse post.</p>
<div id="attachment_1513" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-large wp-image-1513" title="scott_palestra" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/scott_palestra-1024x963.jpg" alt="Scott Goodstein, estrategista 2.0 da campanha do Obama, diz: &quot;As pessoas não votam nas ferramentas. As pessoas votam nas pessoas&quot;" width="500" height="468" /><p class="wp-caption-text">Scott Goodstein, estrategista 2.0 da campanha do Obama, diz: &quot;As pessoas não votam nas ferramentas. As pessoas votam nas pessoas&quot;. Foto minha <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>O que isso quer dizer? Aquilo que muita gente fala, mas quase ninguém realmente faz. Uma boa estratégia para redes sociais deve seguir 5 passos principais:</p>
<ul>
<li>Mapear redes e comunidades</li>
<li>Escutá-las</li>
<li>Integrar-se às que são aderentes à sua proposta de comunicação</li>
<li>Fazer parte delas</li>
</ul>
<p>Opa! Mas e aquela ação viral no capricho? Pois é. Não acredite em quem te vende um viral no capricho porque isso não existe. Você não faz uma campanha viral. Você faz uma campanha. Se você fizer tudo direitinho e tiver um pingo de sorte, o virus se espalha <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O grande valor agregado ao seu negócio está em poder escutar o que as pessoas tem a dizer e poder participar deste diálogo com propriedade.</p>
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		<title>Segundo Scott Goodstein&#8230;</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/segundo-scott-goodstein/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.celia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;antes dele iniciar a campanha de Barack Obama, o twitter tinha menos de 300 mil usuários. Esta e outras declarações foram dadas hoje, 27 de janeiro, na Campus Party, por este que foi &#8220;marketeiro&#8221; responsável pela campanha do presidente norte-americano. 
Goodstein apresentou como era o site antes da campanha e como foi modificado aos poucos. Como tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;antes dele iniciar a campanha de Barack Obama, o twitter tinha menos de 300 mil usuários. Esta e outras declarações foram dadas hoje, 27 de janeiro, na <a title="Campus Party" href="www,campusparty.com.br" target="_blank">Campus Party</a>, por este que foi &#8220;marketeiro&#8221; responsável pela campanha do presidente norte-americano. </p>
<p>Goodstein apresentou como era o site antes da campanha e como foi modificado aos poucos. Como tudo era uma novidade, ele também enfatizou como foi dificil inserir as redes sociais na campanha, em uma época onde isso não era tão comum quanto hoje.</p>
<p>Quanto ao que poderá vir de novo, Goodstein afirmou que provalvemente a novidade será transformar os internautas que acessam os sites de campanha em amigos no facebook. No fim da palestra, ele também mostrou alguns videos do Youtube que foram essenciais.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1512" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0516-300x200.jpg" alt="IMG_0516" width="300" height="200" /></p>
<p>Scott Goodstein fez uma apresentação simples e respondeu várias perguntas dos campuseiros. Esta foi a principal palestra do dia. A quem interessar este é o twitter dele <a title="@SGcatalyst " href="http://www.twitter.com/@SGcatalyst" target="_blank">@SGcatalyst</a> </p>
<p>Este foi meu primeiro post no blog da Talk e está sendo muito bom participar da Campus Party! <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>CP 2010 &#8211; Terça-Feira</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/cp-2010-terca-feira/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 21:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rods</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem amigos da Talk:,
Cheguei hoje em São Paulo por volta das 13:30 e fui direto para a Campus Party. Cheguei lá e encontrei uma fila pequena para entrar e fazer o credenciamento. Pensei que seria tranquilo e rapidamente estaria lá dentro. Ledo engano. Mesmo com a fila pequena, a (des)organização fez com que o tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1503" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1503" title="26012010117" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/26012010117-300x225.jpg" alt="Entrada da Campus Party" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Entrada da Campus Party</p></div>
<p>Bem amigos da Talk:,</p>
<p>Cheguei hoje em São Paulo por volta das 13:30 e fui direto para a Campus Party. Cheguei lá e encontrei uma fila pequena para entrar e fazer o credenciamento. Pensei que seria tranquilo e rapidamente estaria lá dentro. Ledo engano. Mesmo com a fila pequena, a (des)organização fez com que o tempo de espera fosse digno de um Fla-Flu final de campeonato. Quando finalmente chegou minha vez de me credenciar&#8230;  <strong>PÃ!</strong> o sistema caiu. Enquanto isso, um rapaz na fila me contou que ontem o pessoal ficou esperando por quase 4 horas e que a rede wireless não estava disponível. &#8220;Que beleza&#8221;, pensei.</p>
<p>Tudo ok, credenciamento feito e eu morrendo de fome fui ver o que tinha para comer. Mais raiva. São poucas opções para tantas pessoas. Resultado: mais fila, atendimento precário, comida duvidosa e espero que aquilo no meu &#8220;cheese contra-filé&#8221; seja vinagrete.</p>
<p>Já que eu tinha perdido quase tudo que programara para ver, fui encontrar o outro Talker de Bsb que já estava por aqui, o Hélio, devidamente instalado. Depois resolvi dar uma volta e vi algumas coisas muito legais nos stands, incluindo um &#8220;head-bang hero&#8221;, onde você ganha se balançar muito a cabeça ouvindo rock and roll. Lembram do ID championship que comentei? Pois então, fui pegar o meu card, mas no momento em que fui jogar&#8230; <strong>PÃ</strong>! Sistema caiu. Estarei eu zicado? Ao menos depois pude curtir um show dos GameBoys no stand da Petrobrás. Os caras são muito bons e tocaram clássicos do videogame, como Chrono Trigger, várias fases de Street Fighter 2, Zelda (essa música sempre me emociona) e, obviamente, Super Mário. No stand da Vivo há um desafio de embaixadinhas com uma &#8220;Ronaldinha&#8221;. Aí você tem duas opções: fazer mais embaixadinhas que ela, de verdade, ou fazer mais embaixadinhas que ela com uma bola virtual, o que me pareceu um tentativa bem tosquinha de realidade aumentada. Enfim, tentei com a bola de verdade e perdi. Não que eu seja grande coisa, mas ela sabe jogar mesmo.</p>
<div id="attachment_1504" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1504" title="26012010119" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/26012010119-300x225.jpg" alt="Game Boys na fas do Guile. Sonic Boom!" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Game Boys na fase do Guile. Sonic Boom!</p></div>
<p>Falando em Street Fighter, agora estou só esperando começar o campeonatinho aqui para mais tarde assistir duas palestras que parecem bem interessantes: &#8220;Psicologia e Jogos&#8221; e &#8220;O Simbolismo nos Jogos&#8221;.</p>
<p>Ah, além e acompanhar aqui e no <a href="http://twitter.com/lets_talk">Lets Talk,</a> você também pode seguir ao vivo o que rola na Campus Party pelo <a href="http://www.campustalk.com.br/">Campus Talk</a>.</p>
<p>Até mais e aquele abraço!</p>
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		<title>Agenda e expectativas com relação à #cpartybr</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/campus-party/agenda-e-expectativas-com-relacao-a-cpartybr/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 00:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[cpartybr]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Fala, galerinha. Modens a todo vapor com os 10 Giga de conexão na Campus Party Brasil 2010. Tirando o Rods, que já está devidamente acampado, a turma de Brasília chega nessa quarta-feira pela manhã. Já a turma da Talk de São Paulo está por lá e em breve conta notícias quentinhas da &#8220;maior micareta nerd&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fala, galerinha. Modens a todo vapor com os 10 Giga de conexão na Campus Party Brasil 2010. Tirando o Rods, <a href="http://www.talk2.com.br/interacao/campus-party-2010/">que já está devidamente acampado</a>, a turma de Brasília chega nessa quarta-feira pela manhã. Já a turma da Talk de São Paulo está por lá e em breve conta notícias quentinhas da &#8220;maior micareta nerd&#8221; do Brasil.</p>
<div id="attachment_1494" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1494" title="jon-maddog-hall_cp2009" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jon-maddog-hall_cp2009.jpg" alt="A lenda Jon &quot;maddog&quot; Hall na CP2009. Foto minha ;-)" width="500" height="334" /><p class="wp-caption-text">A lenda Jon &quot;maddog&quot; Hall na CP2009. Foto minha <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p>Estive nas duas primeiras edições da CP e não me imagino sem participar das outras que virão até 2012 (quando o mundo vai acabar, certo?). Além da riqueza sem tamanho que é encontrar, conhecer e trocar ideias com muita gente talentosa e amigos queridos, <strong>as oportunidades de aprender nos painéis fazem todo o esforço valer a pena</strong>.</p>
<p>Aproveito então para compartilhar a agenda de minhas atividades na CP.</p>
<blockquote><p><strong>Quais outras palestras ou painéis eu não posso perder???</strong></p></blockquote>
<p><strong>27/01 &#8211; Quarta</strong></p>
<p>10h30 – Mídias Sociais nas Corporações<br />
15h45 – Jornalismo na rede<br />
17h30 – Existe Ex-blogueiro?<br />
20h – Os melhores virais da internet</p>
<p><strong>28/01 &#8211; Quinta</strong></p>
<p>Tenho reunião todo o turno da manhã <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /><br />
14h &#8211; BLOG Debate: Cibercultura e pesquisas sobre blogs e conversações online (com o Andre Lemos)<br />
17h30 – Revolução de sofá (com o Urso, o Ziggy e mais gente bacana)<br />
19h – Tas, quilombolas e indigenas (debatendo a explosão das redes sociais, presença maior das classes C e D/E, ativistas online das comunidades tradicionais, enfim os novos fenômenos na rede)</p>
<p><strong>29/01 &#8211; Sexta</strong></p>
<p>Tenho reunião todo o turno da manhã de novo <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>12h – Wordpress SEO: Muito além dos plugins<br />
14h – Programando o futuro dos blogs e mídias sociais (com moderação do Manoel Lemos)<br />
17h30 – Transcendendo os textos: a evolução multimidiática (com o Cazé, do Gengibre)<br />
20h – Redes Digitais ou Redes Sociais (Com o Luis Algarra e Augusto Franco, imperdível!)</p>
<p><strong>30/01 &#8211; Sábado</strong></p>
<p>14h – A globalização do universo dos blogs (com moderação do Juliano Spyer)<br />
15h45 – Blogs, Mídias Sociais e Política (com o Moriael Paiva)</p>
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		<title>Campus Party 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 20:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rods</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eis que está para começar mais uma Campus Party brasileira. É uma bobagem chamar a CP, como é intimamente conhecida, de um evento nerd. Na verdade, ela traz uma miríade de assuntos de interesse dos geeks e dos nerds, mas também dos músicos, dos blogueiros, dos tecnólogos, dos sociólogos, dos comunicólogos e até dos altos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1486" title="logocp" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/logocp.gif" alt="logocp" width="211" height="95" /></p>
<p>Eis que está para começar mais uma <a href="http://www.campus-party.com.br/Home.html">Campus Party brasileira</a>. É uma bobagem chamar a CP, como é intimamente conhecida, de um evento nerd. Na verdade, ela traz uma miríade de assuntos de interesse dos geeks e dos nerds, mas também dos músicos, dos blogueiros, dos tecnólogos, dos sociólogos, dos comunicólogos e até dos altos empresários, entre uma infinidade de perfis, seja lá qual for a forma que você traça suas &#8220;tribos&#8221;. No final das contas qualquer pessoa que lida com tecnologia, como fim ou como meio, tem interesse nos assuntos tratados.</p>
<p>Nessa versão 2010, veremos diversas abordagens sobre tecnologia, inovações, mídias sociais, música e vídeo em diversas de suas formas, além de guerra. Sim, guerra. Haverá também painéis,competições demonstrações e simulações sobre veículos de guerra, incluindo a palestra &#8220;A Ascensão e a Queda da Luftwaffe&#8221;.</p>
<p>Para quem tem interesse em política e mídias sociais, pode marcar na sua agenda de sábado, às 15:45, o debate &#8220;Blogs, Mídias Sociais e Política&#8221;, com Moriael Paiva, Diretor Executivo de Criação da Talk:.</p>
<p>Outra coisa interessante acontecendo por lá será o &#8220;Ultimate ID Championship&#8221;, uma espécie de super-trunfo humano (na verdade, estou me sentindo meio que um pokemon). Acabei de me inscrever e vou ver no que dá. Torçam por mim. Aliás, podem torcer por mim também nas competições de Street Figher IV, de Guitar Hero e de Rock Band.</p>
<p>Nós da Talk: estaremos lá acompanhando de tudo um pouco e passando as principais discussões e novidades por aqui e pelo <a href="http://twitter.com/lets_talk">Lets_Talk</a> , o nosso twitter.</p>
<p>Até mais!</p>
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