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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Let’s Talk, “o” boletim  sobre mercado digital</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quer saber mais sobre o mercado digital, quais são as novidades mais quentes e as tendências que a concorrência só vai conhecer daqui a dois anos? A Talk resolveu dar essa colher de chá para clientes, parceiros, e para você, pessoa antenada, que está aí lendo o blog. O boletim Let’s Talk chega para oferecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Quer saber mais sobre o mercado digital, quais são as novidades mais quentes e as tendências que a concorrência só vai conhecer daqui a dois anos? A <strong>Talk</strong> resolveu dar essa colher de chá para clientes, parceiros, e para você, pessoa antenada, que está aí lendo o blog.</p>
<p>O<strong> <a href="http://www.talk2.com.br/boletim/dossie-smartphone/" target="_blank">boletim Let’s Talk</a></strong> chega para oferecer informações atualizadas e caprichadas visualmente, para você encontrar facilmente o que precisa saber. Com periodicidade mensal, a newsletter apresenta panoramas, dados e análises sobre assuntos relacionados ao nosso negócio.</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/05/lets_talk.jpg"><img class="alignnone  wp-image-3531" title="Let’s Talk, “o” boletim  sobre mercado digital" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/05/lets_talk.jpg" alt="lets talk Let’s Talk, “o” boletim  sobre mercado digital" width="532" height="533" /></a></p>
<p>A primeira edição é o <strong><a href="http://www.talk2.com.br/boletim/dossie-smartphone/" target="_blank">Dossiê Smartphone</a></strong>, com os números mais atuais do mercado e as tendências de comportamento dos usuários. Nele, apresentamos um<a href="http://www.talk2.com.br/case/site-e-aplicativo-brasilia-shopping/" target="_blank"> case da Talk</a> e dicas para desenvolvimento de aplicativos.</p>
<p>O boletim é destinado a empresas de diversos segmentos de comércio, indústria e serviços, e profissionais das áreas de comunicação, marketing digital e tecnologia da informação (TI).</p>
<p>Se você quiser receber a newsletter diretamente na sua caixa de e-mails, cadastre-se no campo <strong>abaixo à direita desta página.</strong></p>
<p>Olha só o que o nosso CEO Luiz Alberto Ferla falou sobre o boletim:</p>
<p><strong>“Queremos ser referência em comunicação digital no Brasil e, para isso, é importante estarmos próximos de nossos clientes e parceiros. O boletim é uma ferramenta muito utilizada no meio corporativo e é por ela que vamos apresentar temas relacionados ao nosso negócio, com estatísticas atuais, análises, infográficos, <strong>presença digital, </strong>tendências de mercado e internet”.</strong></p>
<p>Gostou? Então não perca nossas próximas edições!</p>
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		<title>Por que o setor de viagens deve anunciar em dispositivos móveis</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aliciaalao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobile]]></category>
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		<description><![CDATA[No início deste ano, uma pesquisa realizada pelo eMarketer identificou que mais de 12 milhões de viajantes usaram um dispositivo móvel (celulares, smartphones, tablets) para reservar passagens e hospedagens em 2011. A pesquisa aponta que esse número deve triplicar nos próximos quatro anos, o que torna o mobile um importante meio para empresas de viagens. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início deste ano, uma pesquisa realizada pelo <a title="eMarketer" href="http://www.emarketer.com" target="_blank">eMarketer</a> identificou que mais de <strong>12 milhões de viajantes</strong> usaram um dispositivo móvel (celulares, smartphones, tablets) para reservar passagens e hospedagens em 2011.</p>
<p>A pesquisa aponta que esse número deve <strong>triplicar nos próximos quatro anos</strong>, o que torna o <em>mobile</em> um importante meio para empresas de viagens.</p>
<p>A agência especializada em publicidade <em>mobile</em> <a title="Jumptap" href="http://www.jumptap.com/" target="_blank">Jumptap</a> também realizou uma pesquisa sobre o assunto e identificou o seguinte:</p>
<p>“Os meses de verão, primavera e feriados são épocas excelentes para os anunciantes. Ao criar campanhas para tablets e smartphones, podemos explorar as potencialidades de ambos os formatos. Os <strong>tablets</strong> têm um tamanho maior, perfeito para fotos e informações mais aprofundadas de viagem, enquanto os <strong>smartphones</strong> auxiliam o consumidor que está na rua a encontrar indicações de atrações para clicar e ligar, baseados na localização”, informa a Jumptap.</p>
<p>Dados do <a title="comScore" href="http://www.comscore.com" target="_blank">comScore</a> são semelhantes aos que a Jumptap encontrou. Veja abaixo a porcentagem de pessoas que usaram os smartphones para:</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mobile-travel1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3494" title="Por que o setor de viagens deve anunciar em dispositivos móveis" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mobile-travel1-138x300.jpg" alt="mobile travel1 138x300 Por que o setor de viagens deve anunciar em dispositivos móveis" width="138" height="300" /></a></p>
<ul>
<li>Acessar conteúdo sobre aeroportos e hotéis (80%)</li>
<li>Verificar preço de passagens aéreas (26%)</li>
<li>Conferir situação dos voos/horários (25% cada)</li>
<li>Reservar uma viagem (20%)</li>
<li>Receber alertas de promoções de voos (19%)</li>
<li>Cancelar um voo (10%)</li>
</ul>
<p>“A conveniência da mobilidade do smartphone facilitou o surgimento de uma ferramenta <strong>indispensável para viajantes</strong>”, disse Mark Donovan, SVP de dispositivos móveis da comScore.</p>
<p>“Todos nós sabemos o quão atribulada uma experiência de viagem pode ser, mas os smartphones de fato responderam a uma série de necessidades dos viajantes, como organização de agendas, localização, roteiros de viagens e negócios”, conclui.</p>
<p>No Brasil, segundo a <a title="comScore" href="http://www.comscore.com" target="_blank">comScore</a>, <strong>os acessos a sites de viagem cresceu 42%</strong> em 2011, mais do que para sites de notícias (39%) e de entretenimento (12%). Na América Latina, &#8220;Viagem&#8221; é a mais importante das categorias de e-commerce, segundo a <a title="fnbox" href="http://www.fnbox.com/research-latam.php" target="_blank">fnbox</a>, com 45% de mercado – as outras são varejo (34%), varejo internacional (13%), vendas entre consumidores (6%) e impostos (2%).</p>
<p>Essa é uma tendência que a <strong>Talk</strong> conhece bem. O <strong>Portal de Turismo</strong> é um dos produtos de nosso portfolio. Com um visual atrativo e fotos inspiradoras, o portal oferece informações de roteiros, agenda, onde comer, beber, dormir, divertir-se, passear e uma extensa lista de serviços úteis como pontos de táxi, telefones de emergência, clima e temperaturas médias, entre outros.</p>
<p>Do smartphone, o viajante pode consultar esses dados a qualquer momento com mapas integrados ao Google Maps. O usuário pode, inclusive, fazer o roteiro completo da própria viagem online.</p>
<p>(<em>Adaptado <a title="Why travel advertisers need to think mobile" href="http://www.bizreport.com/2012/05/why-travel-advertisers-need-to-think-mobile.html" target="_blank">deste artigo</a>, com fontes de <a title="eConsultancy" href="http://econsultancy.com" target="_blank">eConsultancy</a>, <a title="comScore" href="http://www.comscore.com" target="_blank">comScore </a>e <a title="fnbox" href="http://www.fnbox.com/research-latam.php" target="_blank">fnbox</a>.)</em></p>
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		<title>O que é que o Brasileiro tem?</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pesquisa/o-que-e-que-o-brasileiro-tem/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauren</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[A Talk foi atrás e descobriu qual é a preferência brazuca no mundo virtual. Quantos somos, nossos hábitos e o que nos diferencia ou aproxima dos internautas do resto do mundo. Coisas previsíveis e grandes surpresas foram encontradas nos relatórios aos quais tivemos acesso. Confira: De acordo com o recente “2012 Brazil Digital Future in [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Talk foi atrás e descobriu qual é a preferência brazuca no mundo virtual. Quantos somos, nossos hábitos e o que nos diferencia ou aproxima dos internautas do resto do mundo. Coisas previsíveis e grandes surpresas foram encontradas nos relatórios aos quais tivemos acesso. Confira:</p>
<p>De acordo com o recente “2012 Brazil Digital Future in Focus” apresentado pela <a href="http://www.comscore.com/" target="_blank">comScore</a>, a população brasileira na internet <strong>cresceu 16%</strong> em 2011. No final daquele ano a <a href="http://iabbrasil.ning.com/" target="_blank">IAB Brasil</a>, reportou que a audiência brasileira soma mais de <strong>85 milhões de pessoas.</strong></p>
<p>O brasileiro gasta mais de 25 horas online por mês, o que o torna o segundo mais engajado da América Latina, atrás apenas – adivinhem &#8211; da Argentina. Entre os 10 maiores mercados globais online, o Brasil foi ranqueado como o 5º país mais engajado (dados de dezembro de 2011).</p>
<p>O relatório citou que muitas pequenas e médias empresas estão mantendo relacionamento com seus consumidores por canais online como blogs e redes sociais, assim como acontece na China e na Inglaterra.</p>
<p>Alguns dados dizem respeito as coisas que o brasileiro seria <strong><span style="color: #993300;">capaz de deixar de fazer para não ficar um ano sem internet</span></strong>.</p>
<div id="attachment_3471" class="wp-caption aligncenter" style="width: 500px"><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Blog_talk_internauta.jpg"><img class=" wp-image-3471 " title="O que é que o Brasileiro tem?" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Blog_talk_internauta.jpg" alt="Blog talk internauta O que é que o Brasileiro tem?" width="490" height="700" /></a><p class="wp-caption-text">Você se enquadra em alguma dessas opções?</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que os brasileiros fazem online:</strong></p>
<ul>
<li> Visitam sites de negócios e finanças.</li>
<li> Assistem vídeos (38 milhões de visualizações por mês)</li>
<li> Visitam sites de esporte (45% mais do que em outros países da América Latina)</li>
<li> Acessam e-mails. Sites de e-mail alcançam 81% dos usuários de internet no Brasil (Índice a cima da média da Ásia, Europa, América do Norte e América Latina).</li>
</ul>
<p>É bom ver essas compilações de dados, não é? Principalmente mostrando qual é o ziriguidum do brasileiro, um povo com grandes peculiaridades culturais que certamente são refletidas na web. Fiquem atentos ao nosso blog e enviem sugestões e opiniões. Adoramos conversar!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Casa cheia na Talk Brasília</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/casa-cheia-na-talk-brasilia/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 18:39:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Ottoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como está virando tradição aqui na Talk Brasília, recebemos a visita de alunos de publicidade da UnB, que fazem parte da agência júnior de lá: a Doisnovemeia. E como a gente adora uma visita, a conversa foi ótima. Mostramos como a Talk trabalha, falamos do mercado, o que procuramos nos profissionais criativos, as diferenças entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como está virando tradição aqui na <strong>Talk Brasília</strong>, recebemos a visita de alunos de publicidade da UnB, que fazem parte da agência júnior de lá: a Doisnovemeia. E como a gente adora uma visita, a conversa foi ótima. Mostramos como a Talk trabalha, falamos do mercado, o que procuramos nos profissionais criativos, as diferenças entre a academia e as empresas e o que eles esperam do futuro.</p>
<p>O melhor dessas visitas é que elas são vantajosas para todos os lados. Quem vem aqui na Talk, aprende um pouco sobre como é nossa rotina, o que o mercado espera dos novos profissionais que estão surgindo e descobre as diferentes especialidades que existem numa agência de estratégias digitais e não estão presentes nas disciplinas vistas nas faculdades. Já para nós, além do grande prazer e orgulho de mostrar nossa casa, ficamos conhecendo um pouquinho de como pensa o futuro profissional de publicidade.</p>
<p>Quem quiser nos visitar é só entrar em contato, que podemos agendar uma hora para conversar. As portas da Talk estão abertas. Até mesmo, porque adoramos ter a casa cheia!</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/talk_unb.jpeg"><img class=" wp-image-3447 alignnone" title="Casa cheia na Talk Brasília" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/talk_unb.jpeg" alt=" Casa cheia na Talk Brasília" width="576" height="432" /></a></p>
<p>É claro que não faltou a pergunta: &#8220;vocês precisam de estagiários?&#8221; <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Casa cheia na Talk Brasília" class='wp-smiley' title="Casa cheia na Talk Brasília" /> </p>
<div></div>
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		<title>A internet está cada dia mais visual?</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/a-internet-esta-ficando-cada-dia-mais-visual/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 14:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauren</dc:creator>
				<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
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		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelo andar da carruagem, sim. Estamos cercados de fotos, montagens, infográficos e vídeos. Formatos de mídia que ganham a atenção da maioria em relação aos textos. Mas por que isso está acontecendo? Segundo Lindsay Stanford é, principalmente, porque não temos mais tempo. Nos satisfazemos com uma leitura panorâmica do que nos interessa. Não é à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo andar da carruagem, sim. Estamos cercados de fotos, montagens, infográficos e vídeos. Formatos de mídia que ganham a atenção da maioria em relação aos textos. Mas por que isso está acontecendo?</p>
<p>Segundo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wlCDhIkLYBc&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Lindsay Stanford</a> é, principalmente, porque não temos mais tempo. Nos satisfazemos com uma leitura panorâmica do que nos interessa. Não é à toa que redes sociais como Pinterest, Instagram e Tumblr, fazem tanto sucesso.</p>
<p>Conheça um pouco mais sobre as três redes sociais que encabeçam essa tendência:</p>
<div id="attachment_3434" class="wp-caption aligncenter" style="width: 690px"><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Redes_blog_talk.jpg"><img class="size-full wp-image-3434 " title="A internet está cada dia mais visual?" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Redes_blog_talk.jpg" alt="Redes blog talk A internet está cada dia mais visual?" width="680" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Tumblr, Instagram e Pinterest encabeçam a onda das redes sociais imagéticas</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Tumblr</strong> é meio blog, meio microblog. Lançado em 2007, atualmente conta com 40 milhões de posts por dia. No Brasil teve um crescimento de 860% em 2011.</p>
<p>O <strong>Instagram</strong>, recentemente comprado pelo Facebook, é um aplicativo para IOS e Android, onde as pessoas podem tirar fotos, editar e compartilhar com seus amigos.</p>
<p>O <strong>Pinterest</strong> é a mídia mais quente do momento. Congrega aproximadamente 10,4 milhões de usuários em apenas 2 anos de existência.</p>
<p><strong>E você tem ideia do que os torna tão queridos e populares?</strong> A experiência do usuário parece ser a chave.</p>
<ul>
<li> Essas três plataformas são altamente acessíveis. Fáceis de baixar ou integrar com login e senha do Facebook, por exemplo.</li>
<li> Seu uso via smartphones é fácil e instantâneo;</li>
<li> As três mídias possuem visual totalmente clean e são sintéticas em sua estrutura e arquitetura.</li>
</ul>
<p>Outro fator importante, é a <strong>sharebility</strong> ou &#8220;compartibilidade&#8221;. Tumblr, Instagram e Pinterest suportam compartilhamento com as principais redes sociais do mundo.</p>
<p>Aqui na <strong>TALK</strong> estamos o tempo todo trabalhando e desenvolvendo estratégias digitais criativas que podem englobar essas plataformas. E concordamos com a especialista principalmente no seguinte quesito: o conteúdo visual precisa ser forte para sobreviver e, além disso, estar em sincronia com a proposta da rede social. A estratégia precisa ser autêntica, interessante, inspiradora.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instagram e o desejo de exclusividade</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/instagram-e-o-desejo-de-exclusividade/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 18:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Soberas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas o nome Instagram não sai da capa dos portais de  tecnologia, das rodinhas de conversa dos usuários Android e dos comentários dos injuriados applemaníacos, que perderam um dos poucos aplicativos, até então, exclusivo para a plataforma Apple iOS. Mal esfriou o assunto, e logo nos deparamos com a notícia de que o visionário e ambicioso Mark [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas semanas o nome <a href="http://instagram.com/" target="_blank">Instagram</a> não sai da capa dos portais de  tecnologia, das rodinhas de conversa dos usuários Android e dos comentários dos injuriados <em>applemaníacos,</em> que perderam um dos poucos aplicativos, até então, exclusivo para a plataforma Apple iOS. Mal esfriou o assunto, e logo nos deparamos com a notícia de que o visionário e ambicioso Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/1073413-facebook-compra-o-instagram.shtml" target="_blank">comprou o Instagram</a>. Exatamente.  Pagou irrisórios US$ 1 bilhão de dólares, combinando dinheiro e ações do Facebook. Uma pechincha!</p>
<p>Muito se está falando no Instagram, <strong>mas você sabe o que é?</strong></p>
<p>Resumidamente, o Instagram é um aplicativo de compartilhamento de fotos. Nele o usuário tira fotos, aplica os filtros disponíveis e publica para seus amigos. Essas fotos ficam disponíveis para seus seguidores no aplicativo ou, podem ser publicadas nas principais redes sociais.</p>
<div class="mceTemp">
<dl>
<dt><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d8/Instagram_collage_with_15_different_filters.jpg"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d8/Instagram_collage_with_15_different_filters.jpg" alt="Instagram collage with 15 different filters Instagram e o desejo de exclusividade" width="529" height="529" title="Instagram e o desejo de exclusividade" /></a></dt>
<dd></dd>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aí você me pergunta: existem tantos outros aplicativos para edição e compartilhamento de fotos, por que esse barulho todo? Eu respondo em uma palavra: exclusividade.</p>
<p>O Instagram foi lançado em outubro de 2010 e em janeiro de 2011 já contava com 1 milhão de usuários (eu faço parte deste primeiro milhão). É fácil de usar, tem uma interface atraente e é gratuito. Receita de sucesso para qualquer aplicativo. Mas além desses detalhes, o Instagram tinha o &#8220;glamour&#8221; de ser exclusivo apenas pros usuários do iOS. E vamos combinar, qualquer usuário adora ter o status de ser exclusivo, principalmente os endinheirados donos de iPhones, iPods, iPads e todos o <em>iAlgumaCoisa</em> que a Apple lançar (Que fique claro que eu não faço parte desta corja endinheirada. Até queria, mas apenas gosto dos <em>gadgets</em> da titia Apple e pago em dia meus carnês das Casas Bahias&#8230; risos).</p>
<div class="mceTemp">
<dl>
<dt><a href="http://danielsoberas.com.br/wp-content/uploads/2012/04/instagram-screenshots-450x246.jpg"><img class="aligncenter" src="http://danielsoberas.com.br/wp-content/uploads/2012/04/instagram-screenshots-450x246.jpg" alt="instagram screenshots 450x246 Instagram e o desejo de exclusividade" width="450" height="246" title="Instagram e o desejo de exclusividade" /></a></dt>
<dt></dt>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ser exclusivo gera cobiça, desejo, vontade. É a lei da oferta e da demanda. Quando o aplicativo foi lançado para os celulares Android, teve 1 milhão de downloads em 24 horas. Ele está entre os 10 app&#8217;s mais baixados da Apple Store brasileira desde o seu lançamento. De repente, o Instagram deixou de fazer parte de uma grupinho elitizado e se expandiu para outros trocentos usuários. As redes sociais estão aí para evidenciar que o ser humano tem a necessidade de se sentir inserido em diversos grupos, principalmente daqueles que são exclusivistas. Com o Instagram, o desejo de fazer parte foi exatamente igual. Com a expansão do aplicativo para a <a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI170425-17770,00-ANDROID+SERA+SEGUNDA+PLATAFORMA+MOBILE+MAIS+USADA+SEGUNDO+CONSULTORIA.html" target="_blank">terceira maior plataforma mobile do mundo</a>, os usuários, até então excluídos, começaram a fazer parte da nova onda, do novo momento, da novidade e se tornaram os novos &#8220;Sebastião Salgado&#8221;, como ouvi de uma colega aqui na agência outro dia.</p>
<p>Isso é ruim? De forma alguma. Quando falamos de internet, o que me vem a mente é interação e troca de informação. Como fazer parte dessa internet 3.0, 4.0, 5.0.3, sei lá&#8230; e pensar em limitação ou exclusivismo? Pensar assim é retrocesso. A compra do Instagram pelo Facebook mostrou que a integração é cada vez mais evidente e necessária. Não existem mais plataformas exclusivas ou isoladas. Todas, de certa forma, interagem ou irão interagir. Isso é internet. Isso é inovação. Isso é tecnologia e não feitiçaria!</p>
<p>Quer se sentir exclusivo e diferente na internet? Saia dela =)</p>
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		<title>Infográfico, que coisa mais antiga!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 15:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauren</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia de conteúdo]]></category>
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		<description><![CDATA[Bem, podemos definir um infográfico como uma representação visual de informações, dados ou conhecimento. Um modelo de apresentação de conteúdo que está cada dia mais popular na internet. Simples assim. Pinturas Rupestres Mas a história da infografia antecede a web por meros 32 mil anos. As pinturas rupestres de 30 AC representando animais e outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, podemos definir um infográfico como uma representação visual de informações, dados ou conhecimento. Um modelo de apresentação de conteúdo que está cada dia mais popular na internet. Simples assim.</p>
<p><strong>Pinturas Rupestres<br />
</strong>Mas a história da infografia antecede a web por meros 32 mil anos. As pinturas rupestres de 30 AC representando animais e outros recursos, podem facilmente ser chamadas de infográficos, já que são representações visuais de dados.</p>
<p><strong>Hierógrifos Egípcios<br />
</strong>O mesmo pode ser dito para os hieróglifos egípcios. Por volta de 3000 AC, os antigos egípcios usavam esses infográficos para contar histórias de vida, trabalho e religião.</p>
<p><strong>Atlas</strong><br />
A história um pouco mais moderna dos infográficos pode começar com William Playfair. Em 1786, ele publicou o Atlas Comercial e Político, que exibiu muitos gráficos e histogramas que representaram a economia na Inglaterra.</p>
<p><strong>1º Mapa do metrô de Londres</strong><br />
Em 1933, Harry Beck trouxe os infográficos para a vida cotidiana, criando o primeiro mapa do metrô de Londres mostrando as rotas de transporte público e estações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_3374" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/infografico_brasileiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-3374" title="Infográfico, que coisa mais antiga!!!" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/infografico_brasileiro-300x221.jpg" alt="infografico brasileiro 300x221 Infográfico, que coisa mais antiga!!!" width="300" height="221" /></a><p class="wp-caption-text">Considerado o primeiro infográfico brasileiro. A imagem mostra o crescimento do tráfego marinho em 1909</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Olimpíadas de Munique<br />
</strong>Também para simplificar a vida das pessoas, em 1972, Otl Aicher criou um conjunto de pictogramas para as Olimpíadas de Munique, que contou com figuras humanas estilizadas. Esses infográficos tornaram-se incrivelmente populares e influenciaram a concepção de muitos símbolos convencionados no mundo todo, como a figura da placa de atravessar a rua em um sinal.</p>
<p><strong>Infográficos em comunicação e negócios<br />
</strong>Na história recente,  a explosão de ferramentas de fácil utilização como o Excel e PowerPoint, expandiram a infografia e popularizaram a técnica. Hoje, é uma técnica de inteligência em negócio. Gráficos em movimento, visualizações interativas de dados também já são cada dia mais populares. Cabe agora esperar e tentar descobrir se em algum momento da história a infografia irá mudar no futuro da comunicação.</p>
<p><strong> Como a Talk faz</strong><br />
Após desenvolver portais, blogs e elaborar as estratégias digitais dos nossos clientes , recheamos esses canais com conteúdos criativos e inéditos. Para conseguirmos isso, os webwriters e designers da Talk desenvolvem juntos as mais diversas formas de apresentação de conteúdo: case study, cartilhas, white papers, news e infográficos, é claro.</p>
<p style="text-align: center;">Confira os infográficos disponíveis em nosso Blog:</p>

<a href='http://www.talk2.com.br/casos/infograficos-que-coisa-mais-antiga/attachment/captura-de-tela-inteira-342012-120203/' title='Captura de tela inteira 342012 120203'><img width="150" height="150" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-tela-inteira-342012-120203-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Captura de tela inteira 342012 120203 150x150 Infográfico, que coisa mais antiga!!!" title="Infográfico, que coisa mais antiga!!!"  /></a>
<a href='http://www.talk2.com.br/casos/infograficos-que-coisa-mais-antiga/attachment/captura-de-tela-inteira-342012-115924/' title='Captura de tela inteira 342012 115924'><img width="150" height="150" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-tela-inteira-342012-115924-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Captura de tela inteira 342012 115924 150x150 Infográfico, que coisa mais antiga!!!" title="Infográfico, que coisa mais antiga!!!"  /></a>
<a href='http://www.talk2.com.br/casos/infograficos-que-coisa-mais-antiga/attachment/captura-de-tela-inteira-342012-120540/' title='Captura de tela inteira 342012 120540'><img width="150" height="150" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Captura-de-tela-inteira-342012-120540-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Captura de tela inteira 342012 120540 150x150 Infográfico, que coisa mais antiga!!!" title="Infográfico, que coisa mais antiga!!!"  /></a>
<a href='http://www.talk2.com.br/casos/infograficos-que-coisa-mais-antiga/attachment/infografico_brasileiro/' title='infografico_brasileiro'><img width="150" height="150" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/04/infografico_brasileiro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="infografico brasileiro 150x150 Infográfico, que coisa mais antiga!!!" title="Infográfico, que coisa mais antiga!!!"  /></a>

<p><a href="http://www.talk2.com.br/interacao/facebook-twitter-e-youtube-sao-os-pilares-das-estrategias-em-midia-social/" target="_blank">Facebook, Twitter e Youtube são os pilares das estratégias em mídia social<br />
</a><a href="http://www.talk2.com.br/conteudo/blogueiros-sao-influenciadores-de-opiniao-e-se-consideram-profissionais/" target="_blank">Blogueiros são influenciadores de opinião e se consideram profissionais<br />
</a><a href="http://www.talk2.com.br/pesquisa/numeros-do-facebook-revelam-a-importancia-do-feedback/" target="_blank">Números do Facebook revelam a importância do feedback</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="http://visual.ly/" target="_blank">visual.ly</a></p>
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		<title>Saindo dos 140 caracteres</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 20:37:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Heloisa Caixêta</dc:creator>
				<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[pirâmide invertida]]></category>
		<category><![CDATA[redação web]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
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		<description><![CDATA[Durante os anos de faculdade, só o que se ouvia falar ao escrever textos para a internet era: “O texto tem que ser curto. Se estiver grande ninguém lê”. Em todos os cursos, seminários e workshops que participei sobre conteúdo web são rígidos em dizer o mesmo. E essa frase me acompanha até hoje. Porém, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os anos de faculdade, só o que se ouvia falar ao escrever textos para a internet era: “O texto tem que ser curto. Se estiver grande ninguém lê”. Em todos os cursos, seminários e workshops que participei sobre conteúdo web são rígidos em dizer o mesmo. E essa frase me acompanha até hoje.</p>
<p>Porém, ultimamente, na condição de usuária, tenho me importado um tanto com essa máxima de o texto ser curto e direto. Não! Eu quero mesmo mais informações. Quero saber sobre o que diz a lei em tal caso, quero saber como foi um certo assunto historicamente. Não me importo de ter um botão com “mais informação sobre o caso”.</p>
<p>Cada vez mais leio matérias em portais de notícias superficiais que quando vejo uma reportagem completa fico fascinada. Tenho vontade de ler mais, depois ler mais sobre o assunto, ver vídeos na internet, conversar com alguém sobre isso&#8230;</p>
<p>Claro, tudo dentro do meu interesse. “O usuário só vai ler seu texto se ele se interessar desde o início”. Oras, até na mesa do bar eu só converso sobre qualquer coisa se o assunto me for significante. Assim como o texto. Só vejo se quiser saber mais.</p>
<p>Por isso, é muito difícil fazer um texto bom. Já ouviu falar em pirâmide invertida? Essa técnica é usada por alguns profissionais de redação e serve para trazer a parte mais “importante” logo no início. É o conhecido lead, com as cinco perguntinhas básicas: o que, quem, quando, onde e por quê. Assim, se o leitor quiser parar de ler ainda no primeiro parágrafo, ele já tem uma informação básica sobre o fato. Nos demais parágrafos, o usuário pode se aprofundar no tema, saber detalhes.</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/03/PIRAMIDE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3349" title="Saindo dos 140 caracteres" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/03/PIRAMIDE-300x264.jpg" alt="PIRAMIDE 300x264 Saindo dos 140 caracteres" width="300" height="264" /></a></p>
<p>É claro que em uma notícia, o fato noticioso é o mais importante. Mas nas demais reportagens, textos, entrevistas, posts e afins, todas as informações podem ser as mais relevantes. Entende? O finzinho do texto nem sempre precisa ser aquela parte que ninguém lê. Sempre pode ter informação relevante.</p>
<p>Nota (quase) mental:<br />
Pra mim, esse é o modelo ideal de pirâmide invertida. Mas deixou de ser pirâmide. O que prova que tudo tem que ser atualizado.</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/03/PIRAMIDE_IDEAL.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3348" title="Saindo dos 140 caracteres" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/03/PIRAMIDE_IDEAL-284x300.jpg" alt="PIRAMIDE IDEAL 284x300 Saindo dos 140 caracteres" width="284" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O valor das tendências</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 12:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lorrayna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>

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		<description><![CDATA[Já parou para pensar na importância que as tendências têm? Muitas pessoas associam imediatamente as tendências ao universo da moda, mas enganam-se, pois ela vai muito mais além. Quer entender melhor? Então vamos lá. O que é tendência afinal? Tendência é um direcionamento ou uma sequência de eventos com certa força e durabilidade. Mais previsíveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tendencias.gif"><img class="size-full wp-image-3336 aligncenter" title="O valor das tendências" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tendencias.gif" alt="tendencias O valor das tendências" width="650" height="317" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Já parou para pensar na importância que as tendências têm? Muitas pessoas associam imediatamente as tendências ao universo da moda, mas enganam-se, pois ela vai muito mais além. Quer entender melhor? Então vamos lá.</p>
<p style="text-align: justify;">O que é tendência afinal? Tendência é um direcionamento ou uma sequência de eventos com certa força e durabilidade. Mais previsíveis e duradouras, as tendências revelam como será o futuro e oferecem muitas oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando de forma etnográfica, pois vivemos em uma sociedade em que as pessoas se unem por laços de raças, religiões, culturais, sociais, etc, podemos ver que as tendências movem idéias, gostos e desejos. Em alguns casos até criam novos grupos com o mesmo objetivo de vida e/ou de foco. Em tempos em que não podemos nem mais usar o famoso &#8220;público-alvo&#8221;, pois somos um pouco de tudo a toda hora, as tendências nos direcionam melhor e nos apontam qual é a melhor forma de agir diante das novas gerações, dos novos grupos e até mesmo dessa nova &#8220;gente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecer ferramentas e procedimentos não é o suficiente. Como diria <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clay_Shirky" target="_blank">Clay Shirky</a>: &#8221;Uma revolução não acontece quando uma sociedade adota novas ferramentas, mas sim quando adota novos comportamentos&#8221;. Precisamos nos atentar mais ao comportamento das pessoas do que à forma de chegar até elas, um complementa o outro. Para tomar decisões futuras, realizar estratégias e definir projetos, a melhor forma é se basear em como e no que as pessoas querem, desejam e até mesmo sonham.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso a necessidade de se atualizar, entender melhor as pessoas, saber o que querem e porque querem aquilo. Estar sempre antenado com o que está à sua volta fará com que tenha muito mais sucesso na hora de fazer uma campanha no facebook, twitter ou até mesmo nas ruas, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">As tendências estão presentes em tudo que se possa imaginar, então saiba aproveita-las ao máximo e ao seu favor. Mas o mais importante de tudo isso é não se esquecer que atrás de computadores, empresas, consumidores, etc, são todos gente como a gente.</p>
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		<title>Content marketing ou brand journalism: a polêmica do nome</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 14:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aliciaalao</dc:creator>
				<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[brand journalism]]></category>
		<category><![CDATA[content marketing]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Na esteira da explosão das mídias sociais, um termo tem inundado o mercado e está causando um certo buzz, com ares de novidade: content marketing, ou marketing de conteúdo. Foi um dos temas bastante discutidos na última Social Media Week, realizada em fevereiro em diversas cidades do mundo, e que em Nova York contou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira da explosão das mídias sociais, um termo tem inundado o mercado e está causando um certo buzz, com ares de novidade: <strong>content marketing</strong>, ou marketing de conteúdo. Foi um dos temas bastante discutidos na última Social Media Week, realizada em fevereiro em diversas cidades do mundo, e que em Nova York contou com um <a title="The Future of Brand Journalism in Social Media, painel no Social Media Week de Nova York" href="http://m.socialmediaweek.org/imps/smw/event.html?event_id=1407&amp;rnd=325837" target="_blank">painel </a>específico sobre isso.</p>
<p>É um termo polêmico e contestado por diversos profissionais do meio, que sugerem outros nomes para a mesma atividade: brand journalism, non-fiction advertising, custom publishing e por aí vai.</p>
<p>O jornalista David Spark, dono da Spark Media Solutions, defende o termo <strong>brand journalism</strong> e indica três <a title="Why Should We Stop Using the Term Content Marketing" href="ttp://ragan.com/Main/Articles/44482.aspx" target="_blank">razões </a>para não se dizer content marketing:</p>
<p>– Primeiro porque é traiçoeiro. É como dizer: “aqui você vai encontrar conteúdo interessante, mas quando não estiver olhando, vamos tentar lhe vender alguma coisa.”</p>
<p>– Segundo porque não existe marketing nessa atividade. Quando se cria conteúdo para informar e educar, você está oferecendo subsídios que podem fazer parte do processo de vendas, e podem fortalecer a confiança na sua marca, mas isso acontece com todo tipo conteúdo. Se você lê um livro de um certo autor, e gosta, estará propenso a comprar e ler o próximo livro desse cara.</p>
<p>– Finalmente, o nome “content marketing” deixa implícito que se trata de um discurso de vendas inserido no conteúdo. Se fosse verdade, seria chamado de “publicidade”.</p>
<p>Mas nem o brand journalism, defendido por Spark, é consenso. Há quem veja uma contradição entre os termos “brand” (marca) e “journalism” (jornalismo). Mas é preciso ter em mente que assim como o jornalismo, a publicidade e o marketing também contam histórias. Ganham o coração (e o bolso) dos clientes as marcas que contarem melhor as suas próprias histórias.</p>
<p>É importante esclarecer que não se trata de <a title="Content Marketing is NOT the Hot New Trend" href="http://www.postadvertising.com/2012/02/content-marketing-is-not-the-hot-new-trend/ " target="_blank">nenhuma novidade</a>. O que se chama hoje de marketing de conteúdo existe há, pelo menos, mais de 100 anos. Basta lembrar dos guias Michelin de turismo, do Guinness Book of Records (feito por uma marca de cervejas), do noticiário Repórter Esso, entre outros inúmeros exemplos.</p>
<p>Mas o que é, afinal, marketing de conteúdo? Basicamente, essa expressão descreve a utilização de técnicas jornalísticas tradicionais (apuração, redação, diagramação, ilustração etc) em favor de uma marca. Ganhou força no contexto atual, com o boom das redes sociais, porque representa a necessidade de criar conteúdo para engajar consumidores nesses meios.</p>
<p>Apesar da polêmica com o nome da atividade, existe uma preocupação em se definir e esclarecer <strong>que tipo de trabalho é esse, quem faz, que resultados esperar, a que público atende e como convencer seus clientes de que eles precisam disso.</strong></p>
<p>Os profissionais da área precisam ter clareza de sua função para explicar (e convencer) às empresas como elas podem incorporar práticas editoriais ao tratar de sua imagem/marca e como jornalistas tradicionais podem desempenhar a tarefa, desde que estejam preparados.</p>
<div id="attachment_3323" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px"><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/03/esso44_f53701b85bc25ef7b643217e50b731c2.jpg"><img class="size-medium wp-image-3323 " title="Content marketing ou brand journalism: a polêmica do nome" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2012/03/esso44_f53701b85bc25ef7b643217e50b731c2-223x300.jpg" alt="esso44 f53701b85bc25ef7b643217e50b731c2 223x300 Content marketing ou brand journalism: a polêmica do nome" width="223" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Panfleto de divulgação do Repórter Esso, de 1941</p></div>
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