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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; Relacionamento</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>A vantagem real do Google Plus</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 17:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava evitando escrever minhas opiniões sobre o Google+, porque dezenas de especialistas já devem ter feito ou estão fazendo isso neste momento. Mas como as discussões em sua maioria giram em torno de funcionalidades e das tecnologias envolvidas, e especulações sobre o sucesso da iniciativa ou não, resolvi falar um pouco sobre um ponto que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava evitando escrever minhas opiniões sobre o Google+, porque dezenas de especialistas já devem ter feito ou estão fazendo isso neste momento. Mas como as discussões em sua maioria giram em torno de funcionalidades e das tecnologias envolvidas, e especulações sobre o sucesso da iniciativa ou não, resolvi falar um pouco sobre um ponto que me chamou a atenção e que acredito que seja a real vantagem da empresa sobre seus concorrentes: a maneira como os funcionários do Google estão utilizando a ferramenta para se relacionar e comunicar com seus usuários de forma autêntica e direta.</p>
<p><strong>Alguns exemplos: </strong></p>
<p>- Dave Besbris, engenheiro responsável pela escalabilidade comenta sobre a <a href="https://plus.google.com/u/1/113882113745075873153/posts/Gbg31WL621X">distribuição de convites</a>, e explica os motivos da distribuição progressiva de convites<br />
- Brett Crosby, Diretor de Marketing de Produto e evangelista do  Google Analytics dá as boas vindas para   <a href="https://plus.google.com/u/1/100300281975626912157/posts">Ashton Kutcher</a> e <a href="https://plus.google.com/u/1/116381176537835440497/posts">Soulja Boy </a>, além de comentar sobre a presença do <a href="https://plus.google.com/114685727151899977785/posts/Gr4USxYZ2DA">Circles no Trending Topics do Twitter</a>, no dia do lançamento.<br />
- Christian Oestlien, responsável por publicidade, dá detalhes de como serão as <a href="https://plus.google.com/u/1/105923173045049725307/posts/E3mVj6nskaX">páginas empresariais</a> e convida empresas para participar de um beta.<br />
- Natalie Villalobos, Community Manager, apresenta seu <a href="https://plus.google.com/u/1/115514397255079403751/posts">colega de trabalho</a>, <a href="https://plus.google.com/u/1/109895887909967698705/posts/M2KUToDJSoT">responde a perguntas</a> e dá dicas de como usar o produto. E ainda compartilha em seu perfil vídeos &#8220;não oficiais&#8221; que divulgam o produto de uma maneira bem engraçada.</p>
<p><object width="450" height="286"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BwvygI2xKGM?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BwvygI2xKGM?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="286" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Além disso, fui surpreendido por alguns funcionários do Google pedindo sugestões por meio de Hangouts com usuários, ao vivo. Parece que desta vez o Google percebeu a diferença entre criar uma rede social e um negócio social, e a equipe parece animada, mais humana, menos careta. Fomentar e dar uma &#8220;sacudida&#8221; na cultura de uma empresa deste tamanho já pode ser considerado um grande feito. </p>
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		<title>Sua mãe entrou no Facebook? Não se preocupe, seus problemas acabaram&#8230;</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/sua-mae-entrou-no-facebook-nao-se-preocupe-seus-problemas-acabaram/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 11:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;. E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;. Pois é, a rede social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;.<br />
E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;.</p>
<p>Pois é, a rede social do Google permite que você continue parecendo um anjo para sua mãe e muito profissional para seu chefe.</p>
<p>Ó:</p>
<p><iframe width="460" height="289" src="http://www.youtube.com/embed/xwnJ5Bl4kLI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E aí? O que você acha? Pega?</p>
<p>Post originalmente publicado no <a title="Update o Die" href="http://updateordie.com/blog/2011/06/29/circles/" target="_blank">Update or Die</a>.</p>
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		<title>A última agência de publicidade da Terra</title>
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		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/a-ultima-agencia-de-publicidade-da-terra/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 13:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca é demais lembrar a mudança que está acontecendo no consumidor. E olha, tem muita agência que ainda não se deu conta&#8230; &#160; &#160; bilaamorim]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca é demais lembrar a mudança que está acontecendo no consumidor. E olha, tem muita agência que ainda não se deu conta&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="504" height="314" src="http://www.youtube.com/embed/BoaQfeTT4Kc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">bilaamorim</a></p>
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		<title>E aí, onde vamos almoçar hoje?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 14:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
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		<description><![CDATA[São 11:11 aqui na Talk São Paulo, quando começo a escrever esse post. Alguns estômagos já estão roncando e daqui a pouco alguém, geralmente a Ana Paula do RH, vai levantar e, bater palma e falar: &#8220;Gente, tô indo almoçar. Mais alguém?&#8221;. As meninas da bancada do meio, com exceção de uma ou duas, vão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São 11:11 aqui na Talk São Paulo, quando começo a escrever esse post. Alguns estômagos já estão roncando e daqui a pouco alguém, geralmente a Ana Paula do RH, vai levantar e, bater palma e falar: &#8220;Gente, tô indo almoçar. Mais alguém?&#8221;.</p>
<p>As meninas da bancada do meio, com exceção de uma ou duas, vão todas. A Fabíola aqui na frente vai mais tarde e eu e os outros homens da agência somos ponto facultativo. As vezes rola, as vezes não. Hoje, pra mim, vai depender de uma amiga com quem eu tinha combinado confirmar ou não. É uma dessas que demoooram para responder um e-mail sabe?</p>
<p>Se eu for, chegaremos lá embaixo e, logo após a catraca do hall do elevador alguém vai perguntar: &#8220;E aí, onde vamos almoçar hoje?&#8221;.</p>
<p>As respostas para essa simples pergunta são fundamentais para entedermos o futuro do branding. Sério.</p>
<p>- Que tal o escadinha?</p>
<p>- Ah, o escadinha de novo? Lá não tem muita opção de salada.</p>
<p>- Já sei! Tem o amarelinho, faz tempo que a gente não vai lá.</p>
<p>- O amarelinho é bom, mas o frangão é mais custo benefício hein?</p>
<p>- O frangão fede, tá louco!</p>
<p>- Gente, gente, olha só, e a se a gente for no carão?</p>
<p>- É, lá é uma nota, mas compensa pelo buffet de queijos e a lagosta.</p>
<p>- Então fechou, carão! Uhu.</p>
<p>DESAFIO: experimente procurar qualquer um desses nomes no Foursquare, no Google Maps ou até mesmo na junta comercial. Eles não existem, nem como pessoa jurídica e muito menos como nome fantasia. Mas deveriam.</p>
<p>Faz parte do discurso de qualquer publicitário moderninho o fato de &#8220;hoje em dia as marcas serem muito mais fruto de com as pessoas as vivenciam, do que dos desejos esquizofrênicos dos executivos que as gerenciam&#8221;. Isso é muito bonito no discurso, mas na prática é algo que (ainda) não acontece. Um dos poucos exemplos nesse sentido é a atual campanha da Pepsi, que escancara (positivamente) o fato do refrigerante ser uma segunda opção, no melhor espírito &#8220;somos rejeitados, mas sabemos do nosso valor&#8221;.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/relacionamento/e-ai-onde-vamos-almocar-hoje/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>O engraçado é que não é necessário olhar para grandes marcas globais para entender esse fenômeno. Fiquemos com os restaurantes por kilo, vulgo &#8220;kilinhos&#8221;, próximos dos nossos escritórios.</p>
<p>Aqui a maioria deles é batizada com nomes pseudo-pomposos. O carão, se não me engano, é o Ithaym, referência ao nome do bairro, Itaim. O escadinha é o Go Up, porque de fato sobe-se uma escada para chegar lá! O frangão é o grelhão, nome que sempre é alvo de piada. O amarelinho sinceramente não sei. Mas o ponto é que isso não tem a menor importância.</p>
<p>Go Up é o escambau (para não falar outra coisa). No Brasil um nome em inglês tem a conotação de uma coisa mais diferenciada e, na boa, esse kilinho não tem nada demais. Parece um refeitório de escola, e esse é o seu charme. É escadinha e pronto, e seria tão melhor para a marca se eles deixassem de querer ser algo que não são, e começassem a brincar com os apelidos e significados que os clientes atribuem&#8230;</p>
<p>Não seria legal ir a um kilinho temático com pôsteres das escadas mais famosas do mundo? Palácios, pirâmides, templos. Meio nonsense, mas bem mais divertido que Go Up.</p>
<p>Agora são 11:52 e, ao contrário do que muitos pensam, escrever um post legal, escolhendo bem hyperlinks e palavras, demora tudo isso mesmo. Podia dar mais exemplos de kilinhos, mas deixa eu ir no banheiro e terminar de responder um e-mail. Afinal, daqui uns 8 minutos, a Ana Paula vai se levantar e perguntar: &#8220;Gente, tô indo almoçar. Mais alguém?&#8221;.</p>
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		<title>Redes de Reciprocidade</title>
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		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/redes-de-reciprocidade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 23:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cibele.lana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[A coca-cola pegou pesado nas suas campanhas de marca em um conceito que primorosamente toca qualquer ser humano: a felicidade. A última deles foi um caminhão que circulou pelas cidades do Rio de Janeiro e em Marikina, nas Filipinas distribuindo brindes e claro, coca-cola, para os habitantes. Deixando as análises publicitárias de lado, queria discutir hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A coca-cola pegou pesado nas suas campanhas de marca em um conceito que primorosamente toca qualquer ser humano: <strong>a felicidade</strong>. A última deles foi um caminhão que circulou pelas cidades do Rio de Janeiro e em Marikina, nas Filipinas distribuindo brindes e claro, coca-cola, para os habitantes.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/geral/redes-de-reciprocidade/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>Deixando as análises publicitárias de lado, queria discutir hoje com vocês um pouco de <strong>sociologia</strong>. Isso porque a campanha da coca-cola me fez lembrar do <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.net-one.org/images/stories/PDF_tesi/tesi_piazzarolo.pdf">meu trabalho de conclusão de curso</a></span> (esse que a gente faz e quer esquecer pro resto da vida). Mas enfim, nele eu discuti a<strong> reciprocidade</strong>, também um conceito puramente sociológico, enquanto uma &#8220;mola&#8221; de impulso para o desenvolvimento das mídias sociais. Algo muito óbvio para todos nós que acreditamos que toda tecnologia tem, necessariamente, forma humana.</p>
<p>Porém, a minha loucura se deu pelo fato de que analisei as comunidades arcaicas descritas pelo antropólogo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcel_Mauss">Marcell Mauss</a> em uma das suas mais famosas obras <em>Ensaio sobre a dádiva</em>, trazendo tudo o que ele explicava como também sendo &#8220;mola&#8221; de impulso para a vida em comunidade dessas tribos, para a nossa vida em rede. Mauss explicava que o ato de doar, a dádiva, era a base da organização dessas sociedades. Vi um tanto de semelhanças com as redes sociais e aprofundei.</p>
<p><strong>Fundamental</strong></p>
<p>** Mauss diz que nas sociedades primitivas, a dádiva é o limiar entre a liberdade e a obrigação. O princípio da reciprocidade seria um modelo de ação social, um tipo de<strong> sociabilidade fundamental</strong>. Trazendo para a nossa realidade, qual mídia social se desenvolve sem ter como fundamento a doação de uma ideia, um conhecimento e o enriquecimento mútuo a partir da doação da ideia e do conhecimento do outro? Nenhuma.</p>
<p><strong>Essência</strong></p>
<p>**O antropólogo dizia ainda que relacionamentos recíprocos nas tribos arcaicas exigiam que um aceitasse do outro a sua essência. Nas comunidades online, quem doa uma opinião ou algo de sua vivência cotidiana (urbana, por exemplo), doa parte da sua essência, das suas crenças.</p>
<p><strong>Quem doa mais</strong></p>
<p>** Nas tribos primitivas a superioridade provém de quem doa mais e, a inferioridade social, da dádiva não retribuída. O paralelo que fazemos aqui é com os moderadores de comunidades e fóruns online. Geralmente estes são escolhidos pela ativa participação em tópicos (gratuita ou permeada de interesses), ou seja, por uma doação estimulante de reciprocidade. E ali dentro, possuem seu &#8220;status&#8221; e impõem certo respeito.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2172" title="Redes de Reciprocidade" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/reciprocidade2-150x150.jpg" alt="reciprocidade2 150x150 Redes de Reciprocidade" width="150" height="150" /></p>
<p><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2173" title="Redes de Reciprocidade" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/reciprocidade21-150x150.jpg" alt="reciprocidade21 150x150 Redes de Reciprocidade" width="150" height="150" /></p>
<p><strong>Tempo</strong></p>
<p>** Nas sociedades descritas por Mauss os chefes precisavam investir tempo em visitas, presença em casamentos, reuniões de paz e participação em conflitos para manterem sua posição. Também nas redes, o usuário que deseja enriquecer-se de capital social precisa colocar à disposição o seu tempo: compartilhando conteúdo relevante, respondendo comentários, replicando links, demonstrando-se solicito para solucionar dúvidas.</p>
<p><strong>Conflitos</strong></p>
<p>** Assim como nas sociedades primitivas, na sociedade em rede as relações de reciprocidade também são marcadas por conflitos. Mas, nas duas, os conflitos existem para gerar vínculos, muito mais do que guerras. As diferentes percepções de uma cidade dentro de uma comunidade, por mais acaloradas que sejam, podem gerar um encontro presencial no fim de semana, não é verdade?</p>
<p>Para finalizar, destaco um último trecho da minha conclusão no trabalho:</p>
<blockquote><p>&#8220;(&#8230;) as guerras bárbaras cederam lugar aos <strong>contratos civilizados</strong> de trocas de bens móveis e imóveis. Ou seja, as trocas mobilizaram ações em prol do bem comum e contra a destruição em massa. O que presenciamos na rede, hoje, a esse respeito, é uma pontinha tímida de<strong> mobilização política</strong> diante das injustiças sociais da humanidade. As discussões sobre problemas de uma cidade, corrupções políticas ou de desequilíbrio econômico têm ganhado voz lentamente nas  interações virtuais provocando estímulos de mobilizações em  favor de uma sociedade mais esclarecida&#8221;"</p></blockquote>
<p>Espero que gostem <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Redes de Reciprocidade" class='wp-smiley' title="Redes de Reciprocidade" /> </p>
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		<title>Quando eu sei que você sabe que eu sei</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 13:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[conversa]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe quando você conversa com uma pessoa, escuta uma coisa, mas percebe uma intenção velada ou insinuação? Ou quando você tenta orientar uma ação, e para não parecer mandão, dá uma &#8220;floreada&#8221; ou utiliza linguagem rebuscada? Ou ainda quando está negociando a compra ou venda de algo com um amigo, e percebe que a comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe quando você conversa com uma pessoa, escuta uma coisa, mas percebe uma intenção velada ou insinuação? Ou quando você tenta orientar uma ação, e para não parecer mandão, dá uma &#8220;floreada&#8221; ou utiliza linguagem rebuscada? Ou ainda quando está negociando a compra ou venda de algo com um amigo, e percebe que a comunicação parece truncada?<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steven_Pinker">Steven Pinker</a>, psicólogo e lingüista, professor de Harvard, apresenta no vídeo abaixo uma teoria interessante sobre linguagem e relações sociais. É um vídeo curto, e o conceito apresentado parece bastante óbvio, mas aposto que você irá conversar de uma maneira diferente com o seu chefe depois de assistir este vídeo.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="450" height="283" src="http://www.youtube.com/embed/3-son3EJTrU?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>ps: Agora eu sei que você sabe disso. Tudo mudou. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Quando eu sei que você sabe que eu sei  " class='wp-smiley' title="Quando eu sei que você sabe que eu sei  " />   </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resumo da Ópera, ou melhor, do TALK SHOW</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 21:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soraya.coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Talkshow]]></category>

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		<description><![CDATA[Resumo da Ópera, ou melhor, do TALK SHOW Falar de conteúdo pra mim é sempre bom. Primeiro porque eu acredito que explicando as pessoas entendem melhor e talvez até se motivem. Segundo porque eu vivo disso e gosto, e falar do que a gente gosta é sempre um prazer. Ok, nem sempre. Mas neste caso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Resumo da Ópera, ou melhor, do TALK SHOW</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Falar de conteúdo pra mim é sempre bom. Primeiro porque eu acredito que explicando as pessoas entendem melhor e talvez até se motivem. Segundo porque eu vivo disso e gosto, e falar do que a gente gosta é sempre um prazer. Ok, nem sempre. Mas neste caso foi.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fiquei agradavelmente surpresa em ver que não deu tempo de responder a todas as perguntas. Isso é sinal de que a hora passou voando e que estávamos entretidos, não é?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Bom, tentarei dar continuidade à conversa respondendo aqui a algumas questões que ficaram perdidas na timeline. Se eu pulei alguém, é só enviar a pergunta de novo, ok?</div>
<div><img class="aligncenter size-medium wp-image-1962" title="Resumo da Ópera, ou melhor, do TALK SHOW" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/foto_talk_show-300x300.jpg" alt="foto talk show 300x300 Resumo da Ópera, ou melhor, do TALK SHOW" width="300" height="300" /></p>
<p>Falar de <strong>conteúdo</strong> pra mim é sempre bom. Primeiro porque eu acredito que <strong>explicando as pessoas entendem melhor</strong> e talvez até se motivem. Segundo porque eu vivo disso e gosto, e falar do que a gente gosta é sempre um prazer. Ok, nem sempre. Mas neste caso foi.</p>
<p>Fiquei agradavelmente surpresa em ver que não deu tempo de responder a todas as perguntas. Isso é sinal de que a hora passou voando e que estávamos entretidos, não é?</p>
<p>Bom, tentarei dar continuidade à conversa respondendo aqui a algumas questões que ficaram perdidas na timeline. Se eu pulei alguém, <strong>é só enviar a pergunta de novo</strong>, ok?</p>
<p><em>De que forma o design se insere no processo de criação da estratégia de conteúdo? Ele participa em si ou atua como coadjuvante? </em>Por <a href="http://twitter.com/#!/soyers" target="_blank">@soyers</a></p>
<p><a href="http://twitter.com/#!/soyers" target="_blank">@soyers</a>, o design atua junto, na elaboração da estratégia do projeto. Algumas perguntas como “o que o cliente deste cliente precisa encontrar no site?” são comuns a todas as etapas embrionárias, seja na elaboração de um briefing ou na <strong>estratégia de conteúdo</strong> em si. Quando falamos que o <strong>conteúdo começa no design</strong> é justamente porque acreditamos que se <strong>todas as áreas trabalham orientadas para o mesmo objetivo</strong> (que é de prover uma experiência útil), certamente ele será alcançado.</p>
<p><em>Redator publicitário online está em extinção?</em> Por <a href="http://twitter.com/#!/Rods_C">@Rods_C</a></p>
<p><a href="http://twitter.com/#!/Rods_C">@Rods_C</a>, por incrível que pareça, não. <strong>A gente está se adaptando</strong>, aprendendo a fazer propaganda <strong>ouvindo o que o usuário tem a dizer</strong>, utilizando os canais de distribuição em que ele se encontra e, como conseqüência, expandindo nossa área de atuação. Sofremos agora o que sofremos na transição para o online: alguns de nós ficaram para trás e torceram o nariz. Hoje, pedem dicas para ficar mais on&#8230; line.</p>
<p>Obrigada mais uma vez, pessoal. Mantenham o foco na <strong>utilidade do conteúdo</strong>, que tudo ficará mais claro no final.</p>
<p>Ah, quem quiser dar uma olhada no SlideShare, <a href="http://www.slideshare.net/sorayacoelho/wud-brasilia-2010" target="_blank">tem coisa minha lá</a>.</div>
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		<title>Face to Facebook</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/relacionamento/face-to-facebook/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 11:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana.celia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Ludovico]]></category>
		<category><![CDATA[Face to Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Lovely Faces]]></category>
		<category><![CDATA[Paolo Cirio]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já imaginou o que podem fazer com todos os dados que você publicou no seu perfil do Facebook? O Face to Facebook é um projeto ousado, que utilizou informações de mais de um milhão de usuários dessa mídia social. Os criadores, Alessandro Ludovico and Paolo Cirio, utilizaram informações pessoais dos usuários (além dados, também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1880" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/header_k-300x211.jpg" alt="header k 300x211 Face to Facebook" width="300" height="211" title="Face to Facebook" /></div>
<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Você já imaginou o que podem fazer com todos os dados que você publicou no seu perfil do Facebook? O </span><a href="http://www.face-to-facebook.net/"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000099;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;vertical-align: baseline;text-decoration: underline">Face to Facebook</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> é um projeto ousado, que utilizou informações de mais de um milhão de usuários dessa mídia social. </span></div>
<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> </span><br />
<span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Os criadores, Alessandro Ludovico and </span><a href="http://www.paolocirio.net/"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000099;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;vertical-align: baseline;text-decoration: underline">Paolo Cirio</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">, utilizaram informações pessoais dos usuários (além dados, também usaram as fotos) para fazer o cadastro de todos em um site de “encontros”. O objetivo deles é que todas as pessoas continuem aumentando sua rede de contatos sem a interferência das regras de privacidade do Facebook. </span></div>
<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> </span><br />
<span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Dessa forma as pessoas seriam “atraídas” para as pessoas que possuem o perfil e expressão facial de sua preferência. Também é usado um software que identifica a expressão facial que mais combina com a pessoa.</span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"><span style="font-family: 'Times New Roman';font-size: x-small"> </span></span><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">O projeto Face to Facebook pode ser observado na prática no site </span><a href="http://www.lovely-faces.com/"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000099;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;vertical-align: baseline;text-decoration: underline">Lovely Faces </span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">. </span></p>
<p style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small">
<p style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small">
<p style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small">
<p style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: bold;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Problemas</span></p>
<p style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Até que ponto podemos confiar no Facebook? Ao usar um aplicativo, na rede, também estamos permitindo a eles total acesso aos nossos dados. O que podem fazer com estas informações?</span><br />
<span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Os criadores do projeto afirmam não ter preocupações com processos já que &#8221; todas</span><a href="http://www.psfk.com/2011/02/face-to-facebook-hacked-profile-photos-become-facial-recognition-dating-site.html%20"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000099;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;vertical-align: baseline;text-decoration: underline"> as informações dos usuários são usadas de pior forma pelo próprio Facebook</span></a><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">.&#8221;</span></p>
<p style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small"><a href="http://www.talk2.com.br/relacionamento/face-to-facebook/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
</div>
<div style="background-color: transparent;font-family: 'Times New Roman';line-height: normal;font-size: small;margin: 0px"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline"> </span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000000;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;text-decoration: none;vertical-align: baseline">Para saber mais acesse o <a title="release do projeto" href="http://www.face-to-facebook.net/press/face2facebook_press_release.pdf" target="_blank">release do projeto</a>. </span></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/ana_jornalista"><span style="font-size: 11pt;font-family: Arial;color: #000099;background-color: transparent;font-weight: normal;font-style: normal;vertical-align: baseline;text-decoration: underline">@Ana_Jornalista </span></a></div>
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		<title>Eu sei o que vocês fizeram no verão passado</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/eu-sei-o-que-voces-fizeram-no-verao-passado/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 14:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
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		<description><![CDATA[Ok, sou um pouco saudosista. Gosto de relembrar o passado. Mas duvido que você também não ache curioso ler o que você tuitou há um ano. Isso é o que o Twitshift faz por você. Mostra o seu tuite de um ano atrás ou até 2. É uma das poucas ferramentas que nos lembra que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1867" title="Eu sei o que vocês fizeram no verão passado" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/twitshift1.jpg" alt="twitshift1 Eu sei o que vocês fizeram no verão passado" width="521" height="150" /><br />
<br clear=all></p>
<p>Ok, sou um pouco saudosista. Gosto de relembrar o passado. Mas duvido que você também não ache curioso ler o que você tuitou há um ano.</p>
<p>Isso é o que o <a href="http://www.twitshift.com/" target="_blank">Twitshift</a> faz por você. Mostra o seu tuite de um ano atrás ou até 2.</p>
<p>É uma das poucas ferramentas que nos lembra que tudo que se publica fica registrado. Vai construindo um você para quem quiser ver.</p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">@bilaamorim</a></p>
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		<title>On/ off</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/on-off/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 13:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Media]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem li no twitter que não é possível esconder uma cidade construida no topo de uma montanha. É uma frase retirada da Bíblia, ao que me parece. Desculpem não colocar a referência correta, talvez @ocriador? Enfim, para mim, negar a convergência de mídias é como tentar esconder essa cidade no topo da montanha. Vídeo: Empower [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem li no twitter que não é possível esconder uma cidade construida no topo de uma montanha. É uma frase retirada da Bíblia, ao que me parece. Desculpem não colocar a referência correta, talvez @ocriador?</p>
<p>Enfim, para mim, negar a convergência de mídias é como tentar esconder essa cidade no topo da montanha.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/interacao/on-off/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>Vídeo: <a href="http://www.empowermm.com/" target="_blank">Empower MediaMkt</a></p>
<p>Complemento: quem postou sobre a cidade foi o @belfort.  tks!</p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">@bilaamorim</a></p>
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