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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; Pessoas</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Informação na Medida</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauren</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[educação informacional]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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		<description><![CDATA[Nada contra ser ágil, estar conectado e receber informações de várias fontes ao mesmo tempo. Acho essa leitura dinâmica na internet um diferencial para quem consegue. Mas já tem gente fazendo metáforas entre a absorção de conteúdo de internet com o excesso de consumo de alimentos. Vamos lá. Crescemos sob a chancela da obesidade mórbida, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada contra ser ágil, estar conectado e receber informações de várias fontes ao mesmo tempo. Acho essa leitura dinâmica na internet um diferencial para quem consegue. <strong><br />
</strong>Mas já tem gente fazendo metáforas entre a absorção de conteúdo de internet com o excesso de consumo de alimentos. <strong><br />
</strong>Vamos lá.<strong><br />
</strong>Crescemos sob a chancela da obesidade mórbida, sendo tachados de geração do consumo excessivo de gordura, açúcar e massas. Agora também estão nos considerando os obesos da informação. Já que estamos -muitas vezes sem necessidade &#8211; absorvendo textos, mensagens instantâneas, e-mails, vídeos, sem critérios e sem nos preocuparmos com a digestão, e com o prejuízo para a nossa saúde mental e social.<strong></strong></p>
<p><span style="font-weight: 800;"><a href="http://www.talk2.com.br/conteudo/informacao-na-medida-2/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas o que pode ser uma dieta saudável da informação? como separar nosso tempo? Será que vamos ter que fazer algo do tipo: no café: ler e-mails; almoço: textos e matérias atuais; tweets no lanchinho da tarde; e no jantar uma bela porção de youtube. Ora, não precisamos de tanto rigor, mas se somos o que comemos, somos muito mais as informações que consumimos, e <strong>principalmente</strong>, que escolhemos consumir.<strong><br />
</strong>Quem sabe uma leve dieta, cortando os conteúdos de alta caloria? O resultado não é um cérebro esbelto e pronto para as passarelas, mas uma economia de tempo que, com a perdão de mais um trocadilho, já é bem enxuto para a maioria de nós.<strong><br />
</strong>Acredito que precisamos de uma reeducação informacional. Ou então podemos proporcionar à nossa mente um belo piriri, como aqueles depois dos exageros de festinhas de criança.<strong></strong></p>
<p style="text-align: right;">Livro:<strong> <a href="http://www.amazon.com/gp/product/1449304680/ref=as_li_qf_sp_asin_tl?ie=UTF8&amp;tag=bethkanterorg-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=1449304680" target="_blank">Information Diet</a></strong></p>
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		<title>O que o design tem em comum com todas as outras ciências?</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/o-que-o-design-tem-em-comum-com-todas-as-outras-ciencias/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 20:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiz.soyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[O vídeo abaixo do consagrado designer Phillippe Starck é de 2007, mas é impressionante observar o quão permanente é seu discurso sobre o pensar design. O começo do vídeo já é deveras instigador pelas 3 formas como ele define o design. O primeiro é o que ele chama de “cínico” que significa o design inventado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O vídeo abaixo do consagrado designer Phillippe Starck é de 2007, mas é impressionante observar o quão permanente é seu discurso sobre o pensar design.</p>
<p>O começo do vídeo já é deveras instigador pelas 3 formas como ele define o design.</p>
<ul>
<li>O primeiro é o que ele chama de “cínico” que significa o design inventado por Raymond Loewy nos anos 50 que diz “o que é feio é uma má venda”. Portanto, o design deve ser uma ferramenta que traz beleza aos produtos e, por consequencia, gera o aumento nas vendas.</li>
<li>O segundo tipo de design seria o “Narcisista” que é quando um designer projeta basicamente algo para que outros designers apreciem.</li>
<li>Já no terceiro tipo ele define o que seria hoje o termo “user experience” e se desenrola de forma filosófica o pensar design.</li>
</ul>
<p><object width="526" height="374" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2007/Blank/PhilipeStarck_2007-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/PhilipeStarck-2007.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=197&amp;lang=&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=philippe_starck_thinks_deep_on_design;year=2007;theme=tales_of_invention;theme=the_creative_spark;theme=evolution_s_genius;theme=design_like_you_give_a_damn;event=TED2007;tag=Design;tag=humanity;tag=humor;tag=philosophy;tag=storytelling;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="pluginspace" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="526" height="374" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2007/Blank/PhilipeStarck_2007-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/PhilipeStarck-2007.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=197&amp;lang=&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=philippe_starck_thinks_deep_on_design;year=2007;theme=tales_of_invention;theme=the_creative_spark;theme=evolution_s_genius;theme=design_like_you_give_a_damn;event=TED2007;tag=Design;tag=humanity;tag=humor;tag=philosophy;tag=storytelling;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p>Achei pertinente também este link que mostra a importância do estudo de filosofia para o design. Vale a pena a leitura.</p>
<p><a href="http://foroalfa.org/articulos/la-importancia-de-ensenar-filosofia-del-diseno" target="_blank">http://foroalfa.org/articulos/la-importancia-de-ensenar-filosofia-del-diseno</a></p>
<p>E você, o que pensa antes de projetar algo para outra pessoa?</p>
<div></div>
</div>
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		<title>Estressadinho, você&#8230;</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pessoas/estressadinho-voce/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/pessoas/estressadinho-voce/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 21:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alvino.rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O stress no trabalho, hoje em dia, é causado por motivos que vão desde prazos apertados até bullying (!!!) E os sintomas são sono excessivo, irritação, dificuldade de raciocínio&#8230; Maaaaaaaaaaas, isso tem cura. Vai desde conversar com a fonte de stress (chefe, colegas…) até mudar de carreira. Se fossemos listar os motivos aqui, sairiam algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O stress no trabalho, hoje em dia, é causado por motivos que vão desde prazos apertados até bullying (!!!)</p>
<p>E os sintomas são sono excessivo, irritação, dificuldade de raciocínio&#8230;</p>
<p>Maaaaaaaaaaas, isso tem cura. Vai desde conversar com a fonte de stress (chefe, colegas…) até mudar de carreira.</p>
<p>Se fossemos listar os motivos aqui, sairiam algumas coisas beeeeem bizarras&#8230;</p>
<p>Veja mais no infográfico.</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/12/stress-in-the-workplace-infographic1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2948" title="Estressadinho, você..." src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/12/stress-in-the-workplace-infographic1.jpg" alt="stress in the workplace infographic1 Estressadinho, você..." width="893" height="2020" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Organizações e pessoas melhores, melhores experiências</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pessoas/pessoas-melhores-melhores-experiencias/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 20:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[servicedesign]]></category>
		<category><![CDATA[ux]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui na Talk temos repensado constantemente o papel do design. Num sentido mais amplo, designer é quem cria, concebe ou especifica produtos ou sistemas que tem como objetivo resolver um problema. Quando falo em sistemas quero dizer pessoas, software, pontos de venda, embalagem e as relações entre estes objetos. Falei sobre isso recentemente neste artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui na Talk temos repensado constantemente o papel do design. Num sentido mais amplo, designer é quem cria, concebe ou especifica produtos ou sistemas que tem como objetivo resolver um problema. Quando falo em sistemas quero dizer pessoas, software, pontos de venda, embalagem e as relações entre estes objetos. Falei sobre isso recentemente <a href="http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/o-papel-do-design-em-uma-economia-de-servicos/">neste artigo sobre Design de Serviços</a>.</p>
<p>Quando falamos de experiência do consumidor &#8211; user experience &#8211; a co-criação, a gestão compartilhada e o envolvimento da equipe são fatores cada vez mais importantes. Neste contexto, o papel do designer como transformador de pessoas e organizações está cada vez mais explícito. </p>
<p>Encontrei um texto do Austin Govella que achei interessante traduzir e adaptar para o português pela simplicidade com que o assunto é abordado. O título original é <a href="http://www.thinkingandmaking.com/view/a-manifesto-for-user">A Manifesto for User Experience Design</a> e a tradução completa está logo abaixo:</p>
<blockquote><p>Nos últimos seis anos, observei como equipes trabalham juntas para criar produtos. Muitas dessas observações aconteceram em equipes de desenvolvimento ágil. Neste tempo, minha prática de UX mudou: o foco era melhorar o design e agora é como melhorar a organização. Mudar minha visão da interface para a organização revelou três princípios: </p>
<p><strong>1. Designers não projetam/desenham nada. Organizações projetam/desenham tudo.</strong><br />
Aquela pessoa em sua organização que &#8220;não entende&#8221; cria dificuldades em todo produto e serviço que você produz ( assim como seu melhor pensador acelera as melhorias). Para criar melhores experiências, você tem que criar melhores organizações. Você tem que melhorar o conhecimento da sua organização como um todo sobre design ( NT: não é exatamente isso o grande trunfo do Design Thinking?)</p>
<p><strong>2. Organizações encontram sete barreiras para criar melhores experiências.</strong><br />
As barreiras são valor, foco, tempo, memória, talento, processo e melhoria. Algumas vezes essas barreiras culturais estão codificadas nos processos da sua organização. Essas barreiras representam a distância entre você e os diversas equipes que sua organização precisa para criar melhores experiências. </p>
<p><strong>3. Não mude o que você faz. Mude como você faz</strong><br />
Suas atividades de design não mudam. Mude como você trabalha com a equipe. Mude a maneira como você faz, de forma que o seu objetivo seja sempre uma organização melhor, ao invés de um produto melhor. Mude a maneira como você atinge o sucesso, de forma a melhorar constantemente o conhecimento da sua equipe
</p></blockquote>
<p>O texto cita coisas que parecem óbvias, mas merece uma reflexão: sem pessoas motivadas, alinhadas e com olhar cuidadoso para a experiência do usuário e satisfação do consumidor, não existe bom design. Que quando é bom, é invisível.  </p>
<p>ps: Thank you <a href="http://twitter.com/austingovella">Austin</a> for sharing your ideas and allowing the translation.<br />
ps2: E um agradecimento especial para <a href="http://twitter.com/bilaamorim">Bila Amorim</a> pela revisão e sugestões.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Sociabilidade também vem de berço&#8230;</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pessoas/sociabilidade-tambem-vem-de-berco/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/pessoas/sociabilidade-tambem-vem-de-berco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 12:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cibele.lana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Google Plus]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Não quero ocupar o tempo de vocês com #mimimi sobre o Google+. Resisti bastante em escrever sobre o assunto, até mesmo porque o @danielsouza já escreveu um excelente texto sobre isso aqui. Mas digamos que encontrei um artigo um pouco menos tech e um pouco mais “social”. E como vocês sabem, eu gosto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<div style="text-align: left;">
<div>
<p>Não quero ocupar o tempo de vocês com #mimimi sobre o Google+. Resisti bastante em escrever sobre o assunto, até mesmo porque o <a href="http://twitter.com/#!/danielsouza">@danielsouza</a> já escreveu um excelente texto sobre isso <a href="http://www.talk2.com.br/relacionamento/a-vantagem-real-do-google-plus/">aqui</a>. Mas digamos que encontrei um artigo um pouco menos tech e um pouco mais “social”. E como vocês sabem, eu gosto de falar de gente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No <a href="http://socialmediaweek.org/blog/2011/07/20/is-google-the-anti-social-network/">“Is Google+ the anti-social netwok”</a>, Arielle Jones , deixa de lado o futuro  da nova rede para questionar o aspecto social de como o Google+ veio ao mundo. Por que somente um grupo seleto de pessoas teve acesso ao Google+ no seu lançamento? Se redes sociais têm como base as conversas e a troca de idéias, por que restringir o acesso “de teste” a alguns poucos com “influência social” (com muita presença digital ou muito interessados em tecnologia?).</p>
<p>Claro, despertar desejo nas pessoas (naquelas que ficaram de &#8220;fora&#8221;) não deixa de ser uma boa estratégia e o Google sabe disso. Afinal, como bem diz <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zygmunt_Bauman">Bauman</a>: “desejo gera desejo”. Eu prefiro acreditar que para além de uma tática de marketing, o lançamento restrito foi destinado a pessoas que adquiriram o status de &#8220;hub&#8221; pela capacidade incondicional de doar todo o conhecimento e conteúdo que possuem. Perfeitos para disseminar a ferramenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div style="text-align: left;"><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/07/google-plus11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2896" title="Sociabilidade também vem de berço... " src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/07/google-plus11.jpg" alt="google plus11 Sociabilidade também vem de berço... " width="448" height="296" /></a></div>
<div style="text-align: left;">
<p>No entanto, acho que a iniciativa repetitiva do Google de restringir acesso revela certa prepotência em gerar buzz de algo que parece ter nascido para ser um case de sucesso. Digo: se querem mídia, coloquem nas mãos dos “grandes”, se querem que dê certo socialmente, abra, compartilhe, pergunte para <strong>todos</strong>, sem distinção.</p>
<p>Não estou fadando o Google+ ao fracasso porque teve gente se sentindo excluído do primeiro círculo escolhido pelo Google (como inclusive relatou a própria Arielle). Só estou trazendo o seguinte questionamento:</p>
<p>Em um grupo de amigos livre, aberto e de muito companheirismo, uma conversa não flui muito melhor quando todos podem falar sobre o mesmo assunto tendo um mínimo de informação para poder dar a sua opinião? Ou vocês acham bacana que o mais “popular” da turma fale sozinho tentando explicar e convencer aos outros uma opinião que só ele pode ter porque só ele conhece?</p>
<p>O início do Google+ foi questionável, a meu ver. Faltou naturalidade. Mas ferramentas como o hangout e os círculos podem ser bem interessantes para o mundo corporativo, este sim, talvez, o melhor impulso para o Google+.</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Sua mãe entrou no Facebook? Não se preocupe, seus problemas acabaram&#8230;</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/sua-mae-entrou-no-facebook-nao-se-preocupe-seus-problemas-acabaram/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 11:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;. E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;. Pois é, a rede social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;.<br />
E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;.</p>
<p>Pois é, a rede social do Google permite que você continue parecendo um anjo para sua mãe e muito profissional para seu chefe.</p>
<p>Ó:</p>
<p><iframe width="460" height="289" src="http://www.youtube.com/embed/xwnJ5Bl4kLI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E aí? O que você acha? Pega?</p>
<p>Post originalmente publicado no <a title="Update o Die" href="http://updateordie.com/blog/2011/06/29/circles/" target="_blank">Update or Die</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eventos de Gov 2.0 e transparência nos EUA</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/evento/eventos-de-gov-2-0-e-transparencia-nos-eua/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/evento/eventos-de-gov-2-0-e-transparencia-nos-eua/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 11:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Egov]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo melhor]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns eventos que prometem ser legais de Gov 2.0 e Open data nos EUA que ainda dá tempo de pegar (só deste semestre): Transparency Camp Dias 30/04 e 01/05, em Washington DC. Gov 2.0a Dias 06 e 07/05, em Oklahoma City. Fedtalks Open Government Summit Dia 11/05, em Washington DC. OpenGov West Dias 13 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2430" title="Eventos de Gov 2.0 e transparência nos EUA" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Picture-151-300x173.png" alt="Picture 151 300x173 Eventos de Gov 2.0 e transparência nos EUA" width="300" height="173" /></p>
<p>Alguns eventos que prometem ser legais de Gov 2.0 e Open data nos EUA que ainda dá tempo de pegar (só deste semestre):</p>
<p><a href="http://transparencycamp.org/" target="_blank">Transparency Camp</a></p>
<p>Dias 30/04 e 01/05, em Washington DC.</p>
<p><a href="http://gov20a.com/" target="_blank">Gov 2.0a</a></p>
<p>Dias 06 e 07/05, em Oklahoma City.</p>
<p><a href="http://fedscoop.com/fedtalks/opengov2011/" target="_blank">Fedtalks Open Government Summit</a></p>
<p>Dia 11/05, em Washington DC.</p>
<p><a href="http://opengovwest.org/open-gov-west-2011/" target="_blank">OpenGov West</a></p>
<p>Dias 13 e 14/05, em Portland &#8211; Oregon.</p>
<p><a href="http://www.gtecevent.com/dc/" target="_blank">GTEC &#8211; technology for the 21st century government</a></p>
<p>Dias 01,02 e 03/06, em Washigton &#8211; DC.</p>
<p><a href="http://personaldemocracy.com/" target="_blank">Personal Democracy</a></p>
<p>Dias 06 e 07/06, em Nova York.</p>
<p>beijos e até! <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Eventos de Gov 2.0 e transparência nos EUA" class='wp-smiley' title="Eventos de Gov 2.0 e transparência nos EUA" /> </p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim">@bilaamorim</a></p>
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		<title>Open data pra americano ver</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 22:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado do Estado de Nova York publica, quinzenalmente, dados do seu Analytics. O relatório pode ser baixado em .doc ou .xls e também pode ser visualizado no scribd (como este que embedei aqui).</p>
<p>Esta é uma visão muito verdadeira de open data. Primeiro porque força o próprio governo a analisar seus acessos. Segundo porque quem está desenvolvido aplicações com os dados abertos pode ter uma visão muito mais clara do que as pessoas querem.</p>
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View Weekly Report 2-13-10 on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/27792889/Weekly-Report-2-13-10">Weekly Report 2-13-10</a> <object id="doc_48956478574254" style="outline:none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_48956478574254" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=27792889&amp;access_key=key-ncuzgz05rycb4lmatba&amp;page=1&amp;viewMode=list" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="document_id=27792889&amp;access_key=key-ncuzgz05rycb4lmatba&amp;page=1&amp;viewMode=list" /><embed id="doc_48956478574254" style="outline:none;" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="500" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=27792889&amp;access_key=key-ncuzgz05rycb4lmatba&amp;page=1&amp;viewMode=list" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" name="doc_48956478574254"></embed></object></p>
<p>e-gov e opendata: so vicious.</p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">@bilaamorim</a></p>
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		<title>5 iniciativas legais que a gente podia copiar</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 22:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Separei 5 iniciativas legais de governos ou instituições que o Governo federal do Brasil ou municipais e estaduais podiam copiar: 1. Concurso de aplicativos que usem dados públicos, como o NYC BigApps, da prefeitura de Nova York; 2. Serviço em que a comunidade relata problemas, com fotos, para os órgãos do Governo responsáveis. E ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Separei 5 iniciativas legais de governos ou instituições que o Governo federal do Brasil ou municipais e estaduais podiam copiar:</p>
<p>1. Concurso de aplicativos que usem dados públicos, como o <a href="http://nycbigapps.com/" target="_blank">NYC BigApps</a>, da prefeitura de Nova York;</p>
<p>2. Serviço em que a comunidade relata problemas, com fotos, para os órgãos do Governo responsáveis. E ainda mede como o Governo está resolvendo, como o <a href="http://seeclickfix.com/" target="_blank">SeeClickFix</a>;</p>
<p>3.   Aplicativo que mostra áreas de estacionamento (nos EUA, parquímetros estragados) e locais de maior roubo de veículos, como o <a href="http://www.parkitdc.com/" target="_blank">Park it DC</a>;</p>
<p>4. Aplicativo para iPhone que indica se você está numa região segura de uma cidade, baseado nos números de crimes cometidos no local, como o <a href="http://areyousafedc.com/" target="_blank">Are You safe?</a> Já temos iniciativa similar no Brasil, o <a href="http://wikicrimes.org/main.html;jsessionid=5AA5365BFE015DC663409FDAA751895B" target="_blank">Wikicrimes</a>.</p>
<p>5. Essa é menos útil talvez, mas é muito legal. QR code em todos os prédios e qualquer cidadão pode visualizar detalhes, inclusive vagas de emprego nas construções. <a href="http://techcrunch.com/2011/02/22/nyc-qr-codes-on-buildings/" target="_blank">NY já começou!</a></p>
<p>That&#8217;s all, folks! Dei as ideias, mãos a obra!</p>
<p>PS: dedico este e todos os posts <em>top x things</em> para <a href="http://www.talk2.com.br/author/daniel-souza/" target="_blank">Daniel Souza</a>. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt="icon razz 5 iniciativas legais que a gente podia copiar" class='wp-smiley' title="5 iniciativas legais que a gente podia copiar" /> </p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">@bilaamorim</a></p>
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		<title>O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 13:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Scartozzoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[No comecinho desse ano tirei minhas merecidas férias e, precisando recarregar as baterias depois de um 2010 complicado, coloquei a mochila nas costas e parti para a Europa por 20 dias. Países escolhidos: Portugal, Espanha, Grécia e Turquia. Mas, não sendo isso uma redação escolar sobre as férias, só fiz essa introdução para (causar inveja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2178" title="O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/istambul.jpg" alt="istambul O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" width="491" height="369" /></p>
<p style="text-align: left;">No comecinho desse ano tirei minhas merecidas férias e, precisando recarregar as baterias depois de um 2010 complicado, coloquei a mochila nas costas e parti para a Europa por 20 dias. Países escolhidos: Portugal, Espanha, Grécia e Turquia.</p>
<p>Mas, não sendo isso uma redação escolar sobre as férias, só fiz essa introdução para (causar inveja em vocês) poder contar algumas coisas que fui observando aqui e acolá sobre o uso das mídias sociais do outro lado do Oceano Atlântico, e também entre turistas. Então, no melhor formato anotações mentais, cada ponto vai em um item:</p>
<p>- Fazia um certo tempo que não fazia viagens desse tipo e, ainda que seja uma observação óbvia, fiquei impressionado com o papel central da internet na vida de um turista, ainda mais um que não queira comprar pacotes prontos. O básico é a compra das passagens, que hoje em dia até minha mãe (uma senhora de quase 70 anos) faz pela internet. Mas, quando você vai para a Turquia, um país com uma cultura bastante diferente e turisticamente não muito conhecido (para nós), saber o que outros viajantes acharam do lugar, aonde recomendam ir e por quais perrengues passaram se torna vital! Para isso existe o ótimo <a href="http://www.tripadvisor.com.br/">TripAdvisor</a>. E para os mochileiros que curtem ficar em albergues, seja pelo preço ou pela possibilidade de fazer conexões com gente do mundo todo, o <a href="http://www.google.com.br/aclk?sa=l&amp;ai=C43uErcpmTZT9LsmHtwfK_Li5B4SMutsBtM3x7BPYhLdDCAAQAVCW_p2x-_____8BYM3w7oCsA6ABnu-8_wPIAQGqBBxP0IXBtS1021cEz8Y4KcdN7LDF0ytb-zgeWlA3&amp;sig=AGiWqtzWU_jEA1XajCOts6p9sJpYEU3GcA&amp;adurl=http://www.hostelworld.com/%3Fsource%3Dadwordsbrand">HostelWorld</a> é essencial.</p>
<p>- Juro que tentei pensar o menos possível sobre o lado profissional das coisas enquanto viajava, mas foi impossível não notar que em grande parte dos anúncios que via em outdoors, ônibus e outras mídias as empresas não mais colocavam o endereço do site, mas sim do Facebook! Comparando com a realidade brasileira, acho que ainda não temos muitos exemplos desse tipo, mas em compensação é cada vez mais comum as empresas daqui anunciarem suas contas no Twitter, uma rede que, hoje, é mais relevante aqui do que lá.</p>
<p>- Aqui a gente trata o mundo desenvolvido de forma muito idealizada: &#8220;ah, lá fora qualquer lugar tem wifi gratuito&#8221;. Bom, nos lugares por onde eu passei era praticamente impossível achar isso. Wifi em todo lugar sim. Gratuito não.</p>
<p>- Os únicos lugares onde era praticamente certo encontrar uma conexão de graça eram nos albergues. E no final da tarde, quando as pessoas voltam dos passeios e vão para o bar socializar, também era certo ver um monte de notebooks abertos sobre as mesas. Esse era o momento em que as pessoas davam notícias às famílias, respondiam e-mails e subiam as fotos para o Facebook. Foi-se o tempo em que uma viagem era um tempo de isolamento da realidade. Graças à tecnologia cada viajante se tornou um reality show ambulante para os amigos. E assim seus amigos acabam viajando um pouquinho com você.</p>
<p>- &#8220;Então, prazer em conhecê-lo. Aliás, você tem Facebook?&#8221;. Em outras palavras, Facebook is the new cartão de visita. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" class='wp-smiley' title="O Mochileiro dessa Galáxia e as Redes Sociais" />  Eu mesmo adicionei várias pessoas com quem fui tendo contato. O problema é que a maioria dessas relações são inférteis. Geralmente há uma troca de mensagens pós-viagem, e depois nunca mais.</p>
<p>- Por último, fica a dica do <a href="http://www.couchsurfing.org/">CouchSurfing</a>, uma rede onde pessoas do mundo todo disponibilizam seus sofás para viajantes. Não dormi no sofá de ninguém, mas utilizei um outro recurso. Algumas pessoas topam tomar um café e eventualmente passear pela cidade com estrangeiros. Fiz isso duas vezes em Istambul, e a experiência de conhecer um lugar pelos olhos de alguém local deixa tudo mais rico e interessante. Fora que é uma possibilidade segura de conhecer lugares não-turísticos, sem risco de cair em roubada.</p>
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