Sou fã declarado do Adrian Ho, japinha da Zeus Jones, uma pequena empresa de marketing de Minneapolis.
Já era fã antes de conhece-lo pessoalmente no encontro do grupo de planejamento em dezembro do ano passado em São Paulo ( ocasião em que ele falou para um auditório com cerca de 400 planners das maiores agências brasileiras que o planejamento – e o modelo de negócio das agências – de hoje é inútil, e que não conseguia entender porque 400 pessoas inteligentes não conseguiam perceber isso. )

O que o Adrian defende é que temos que nos apropriar dos ativos “operacionais” das empresas e desenvolver ações de marketing e comunicação em cima desses ativos. Parece um conceito complexo, mas não é. Já falei disso antes e este post é para apresentar um dos últimos trabalhos deles, explicado no vídeo abaixo:

No post original você pode conhecer detalhes desta ação, mas o trabalho apresentado é resultado tangível de um “planejamento criativo” fundamentado em pesquisa e observação:

- O planner com certeza pesquisou e observou bastante o comportamento dos potenciais usuários dentro da loja;
- Um elemento cultural, que parece óbvio, foi aproveitado e intensificado: garotas gostam de se expressar, de tirar fotos nas cabines de troca e compartilhar entre amigas.

A tecnologia envolvida é apenas “o caminho” para a experiência. Mesmo sem a Microsoft Surface, grande parte desta experiência poderia ser realizada e compartilhada. O importante mesmo é criar ( ou recriar ) serviços úteis para os consumidores.  Cada vez mais, planejamento é observação, experimentação e ação.

25 AUG 2009
23:56 GMT -0300

Dá para medir sentimentos na web?

Por Daniel Souza

Todos os dias, milhares de pessoas criam seus perfis em redes sociais. A natureza do brasileiro em se socializar explica porque temos cerca de 78% dos internautas participando de alguma rede social, índice maior do que em países como o Japão e França.

Esses números direcionam e transformam uma disciplina que sempre teve papel fundamental na definição de estratégias das empresas: a pesquisa.

Lá fora, diversas empresas já oferecem serviços de monitoramento de redes sociais e blogs. No Brasil, o IBOPE anunciou recentemente que começará a monitorar a citação de marcas e produtos no Orkut, site que há mais de um ano só perde para o Google em número de visitantes mensais.

As redes tem um volume razoável de conversações, e comparar o volume de citações entre duas marcas nas redes é um caminho de descobertas infindáveis. O Blablabra, site que monitora as conversas do twitter em língua portuguesa, permite pesquisas como essa. Lá você vê também quais são os assuntos mais comentados, os usuários que tem o maior número de respostas e retuitadas e os links mais populares.

Mas uma máquina ainda não entende a complexidade de uma conversa. É preciso experiência, inteligência e um “coração que pulsa” para entender as sutilezas, o tom, o volume do que está sendo falado. Aqui na Talk usamos diversos métodos para analisar qual é o sentimento dos usuários por uma determinada marca ou produto, e faz parte do nosso trabalho entender “qualitativamente” a relação das pessoas com as marcas.

Até o momento, não descobri uma ferramenta “mágica” que além do volume de citações consegue entender o “sentimento” das pessoas por marca X ou Y. O trabalho de monitorar essas conversações é complementado por horas intermináveis de análise, monitoramento em outras mídias e técnicas complementares de pesquisa.

Um exercício interessante, e que pode ser praticado a um custo relativamente baixo é a que chamo de Um dia no Call Center. Parece pouco científico, mas acredite: o que as pessoas falam sobre a sua empresa e seus serviços nas Centrais de Atendimento pode ser bastante revelador. Quando elas precisam realmente de você, e sabem que não estão falando com um “pesquisador”, a conversa é bem mais produtiva.

Além de medir sentimentos na web, é preciso entender a importância das pesquisas tradicionais ( ou não tradicionais ) nos diversos canais de contato da sua marca com os consumidores. Escutar (que é um pouco diferente de ouvir ) pode fazer toda a diferença para o seu negócio.

13 AUG 2009
17:52 GMT -0300

Por que ler o guia do Twitter?

Por Juliano Spyer

capa do livro: Tudo o que você precisa saber sobre TwitterO guia do Twitter deve ultrapassar a marca de 10 mil downloads ainda hoje, três dias depois do lançamento. A promoção tem acontecido principalmente pelo serviço, com pessoas espontaneamente recomendando o livro. Abaixo, algumas dessas mensagens:

tlramires: gostei da abordagem “pessoa física” e “negócios, jornalismo e política” no livro, são dois fortes usos da ferramenta

luucasdiniz: Depois que eu deu uma olhadinha naquele manual do twitter percebi a grandiosidade dessa coisa aqui

e_loi: já baixei o meu #guiatwitter vem com bem sacadas reflexões sobre a vida de brinde.

nanny_cris: Finalmente, consegui fazer o FindPeople funcionar e encontrei alguns amigos… Graças ao #guiatwitter!!! Obrigada!!!

fabianamotroni: Tem jornalista precisando ler #guiatwitter! Record Noticias sobre Susana Richthofen: Twitter é uma especie de ‘blog virtual’ via @miltonjung

nandopp: legal o #guiatwitter “…Não traz mensagens publicitárias, mas informação e permite que o atendimento aos interessados já comece online…”

nanda_nogueira: Só o prefácio desse livro já me fisgou completamente.Mais um e-livro perfeito, parabéns

stpcordeiro: RT Pra mandar pros amigos q vivem perguntando o q é Twitter #guiatwitter http://migre.me/4XGF

felipefdeaguiar: “Show simples e pratico” #guiatwitter

@compreeletro: Gostaríamos de Parabenizá-lo pelo Guia que está sendo de fundamental importância para nossos Negócios.

silvia_bianchi: Amei #guiatwitter – resolvendo problemas…. hahaha

antigo: Se o #guiatwitter do tivesse sido lançado no primeiro semestre eu teria concluído a monografia a tempo. DROGA!