<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; Mobile</title>
	<atom:link href="http://www.talk2.com.br/category/mobile/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.talk2.com.br</link>
	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 20:08:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Speak Now</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/speak-now/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/speak-now/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 11:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=1917</guid>
		<description><![CDATA[Google Translate App para iPhone. Agora por voz. http://googleblog.blogspot.com/2011/02/introducing-google-translate-app-for.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Google Translate App para iPhone. Agora por voz.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1919" title="Speak Now" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/02/Picture-71.png" alt="Picture 71 Speak Now" width="500" height="397" /></p>
<p><a href="http://googleblog.blogspot.com/2011/02/introducing-google-translate-app-for.html" target="_self">http://googleblog.blogspot.com/2011/02/introducing-google-translate-app-for.html</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/geral/speak-now/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>On/ off</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/on-off/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/interacao/on-off/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 13:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Media]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=1763</guid>
		<description><![CDATA[Ontem li no twitter que não é possível esconder uma cidade construida no topo de uma montanha. É uma frase retirada da Bíblia, ao que me parece. Desculpem não colocar a referência correta, talvez @ocriador? Enfim, para mim, negar a convergência de mídias é como tentar esconder essa cidade no topo da montanha. Vídeo: Empower [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem li no twitter que não é possível esconder uma cidade construida no topo de uma montanha. É uma frase retirada da Bíblia, ao que me parece. Desculpem não colocar a referência correta, talvez @ocriador?</p>
<p>Enfim, para mim, negar a convergência de mídias é como tentar esconder essa cidade no topo da montanha.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/interacao/on-off/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>Vídeo: <a href="http://www.empowermm.com/" target="_blank">Empower MediaMkt</a></p>
<p>Complemento: quem postou sobre a cidade foi o @belfort.  tks!</p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">@bilaamorim</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/interacao/on-off/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A vida sem celular: um auto-estudo de caso</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/a-vida-sem-celular-um-auto-estudo-de-caso/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/a-vida-sem-celular-um-auto-estudo-de-caso/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 13:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[abstinência]]></category>
		<category><![CDATA[caso]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[experimento]]></category>
		<category><![CDATA[telefone]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=1298</guid>
		<description><![CDATA[Ontem o meu celular faleceu. Literalmente. E digo &#8220;faleceu&#8221; porque não houve causa aparente que justifique a falta súbita de sinais vitais. Não caiu no chão, não molhou, nem foi exposto a temperaturas extremas. Do nada ele teve o que poderia ser chamado de convulsão e morreu. Foi assim Eu estava na praça de alimentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem o meu celular faleceu. Literalmente. E digo &#8220;faleceu&#8221; porque não houve causa aparente que justifique a falta súbita de sinais vitais. Não caiu no chão, não molhou, nem foi exposto a temperaturas extremas. Do nada ele teve o que poderia ser chamado de convulsão e morreu.</p>
<p><strong>Foi assim</strong></p>
<p>Eu estava na praça de alimentação de um aeroporto passando o tempo até a hora de embarque. O aparelho tremeu indicando a chegada de SMS. Tentei acessar a mensagem mas o sistema travou, a tela ficou estática. Até aí, normal, já tinha acontecido antes. O procedimento padrão era tirar a bateria, recolocá-la e apertar o botãozinho de liga. Mas dessa vez não ligou.</p>
<p>Insisti, continuei insistindo e nada, nenhuma iluminação de tela ou som para me fazer acreditar que aquilo era &#8220;apenas um susto&#8221;. Intimamente eu sentia que o aparelho tivesse sofrido o correspondente digital de um AVC ou de um ataque cardíaco fuminante e que não voltaria a funcionar sem ajuda profissional e algum transplante de peça.</p>
<p><strong>Um corpo sem espírito</strong></p>
<p>É estranho falar em &#8220;espírito&#8221; referindo-se a um celular, mas não encontro metáfora melhor para representar o que tinha lá dentro. Era espiritual, primeiro, por não ser palpável, material, não estar fisicamente presa aos componentes do aparelho. O que existia ali, existia pela circulação contínua de corrente elétrica.</p>
<p>Mas era espiritual por outro motivo também. Era parte da minha vida, uma extensão dela. Ele me ligava de alguma maneira a todas as pessoas que eu conheço e me relaciono. Essa informação vivia ali, assim como as fotos e vídeos que eu registrava com regularidade pelo aparelho.</p>
<p><strong>Matrix</strong> <strong>mobile</strong></p>
<p>Uma coisa curiosa de não ter celular é ter visto pela primeira vez como o celular invadiu a vida das pessoas. Como eu não tinha o meu celular para me fazer companhia, acabei &#8220;forçado&#8221; a olhar para os lados e prestar atenção nas pessoas. E fiquei espantado ao notar que praticamente a metade das pessoas no saguão do aeroporto estava mergulhada em seus aparelhos.</p>
<p>Alguns passaram o dia em reunião ou participando de algum treinamento e aproveitavam o tempo para triar as mensagens de email acumuladas e responder as mais urgentes. Outros provavelmente acompanhavam as conversas no Twitter, liam e respondiam SMSs, experimentavam aplicativos, jogavam ou checavam pela Internet o clima da cidade para onde estavam indo.</p>
<p>O fato é que boa parte das pessoas sentadas nas cadeiras do saguão de embarque se encontravam na mesma posição, com as mãos na altura da barriga, segurando o aparelho e a cabeça curvada para baixo. Pareciam hiponotizadas ou transportadas para outro mundo&#8230;  dentro do Matrix?</p>
<p><strong>Da negação à abstinência</strong></p>
<p>Ainda não aceitei a morte do telefone, mas, naquele momento, no aeroporto, me conformei silenciosamente com o ocorrido e até pensei que talvez aquilo não seria o fim do mundo, mas não demorou para eu sentir sintomas de crise de abstinência.</p>
<p>Ao chegar em São Paulo, minha grande preocupação é que minha mulher tentasse e não conseguisse falar comigo. E eu não podia avisá-la porque, além de não ter telefone, também não sabia o número dela &#8211; que sempre esteve na memória do aparelho.</p>
<p>Chegando em casa, me lembrei que precisava acordar cedo, mas cadê meu despertador? Era também o celular. E tive que ir até a cozinha para saber as horas.</p>
<p>Ontem um amigo mandou um email dizendo que precisava falar comigo e pedindo o meu número. Posso passar o número do escritório, o da minha casa, mas teremos que combinar uma hora para ele telefonar, como fazíamos &#8220;antigamente&#8221;, lembra? Isso caiu em desuso na medida em que a maioria leva seus telefones no bolso.</p>
<p><strong>Na garantia (eu acho)</strong></p>
<p>Hoje pela manhã, a primeira coisa que eu fiz ao levantar &#8211; depois de escovar os dentes &#8211; foi pegar a caixa do meu telefone. Me felicitei mentalmente por ter a prática de guardar as caixas dos aparelhos eletrônicos junto com as notas fiscais. E descobri algo no mínimo curioso: comprei o telefone em 3 de outubro do ano passado, há exatos 364 dias, logo, há esperança dele ainda estar coberto pela garantia.</p>
<p>Só que surgiu um porém. O período de garantia é de &#8220;09 (nove) meses para o aparelho celular e acessórios incluídos no pacote do aparelho celular, adicionalmente aos três meses da garantia legal&#8221;. Quer dizer 12 meses, certo? Vou descobrir e depois conto.</p>
<p><strong>Sem Life-stream<br />
</strong></p>
<p>Fora acessar a internet (email, Twitter, buscas, resultados de jogos), como outros heavy-users, o celular tem para mim uma finalidade particular. Uso-o para registrar a vida e fiz disso uma rotina mental. Olho para coisas me perguntando se vale uma foto (eventualmente um video) e o processo de publicação <a href="http://www.flickr.com/photos/37734866%40N00/" target="_blank">é automático</a> do aparelho para a Internet e para o Twitter.</p>
<p>Não é um BBB porque eu não publico fotos minhas, nem fotos pessoais. É, talvez, a parte de mim que me levou ao Departamento de História da USP quando eu nem sabia direito o que queria fazer da vida. Registro o que vejo e me chama a atenção, num processo muito pessoal e despretencioso de me comunicar com outras pessoas. Meio, talvez, como uma versão 2.0 da pintura rupestre. Uma necessidade sem propósito explícito.</p>
<p>Isso vai fazer falta.</p>
<p>Independente de tudo, me ocorreu um pensamento apocalíptico: e se, por algum motivo, eu perdesse também a conexão à Internet?</p>
<p>O Kevin Kelly, um dos mestres Jedi do tecno-utopismo, escreveu <a href="http://www.kk.org/outofcontrol/" target="_blank">em um de seus livros</a> que criaríamos tanta dependência da Web que ela seria uma extensão de nossa memória; logo, estar desconectado seria parecido com sofrer uma lobotomia. Mas, aparentemente, alguém <a href="http://www.make-digital.com/make/vol19/?pg=46&amp;pm=1&amp;u1=friend" target="_blank">já pensou nisso</a> e encontrou uma solução, de maneira que podemos dormir tranquilos. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink A vida sem celular: um auto estudo de caso" class='wp-smiley' title="A vida sem celular: um auto estudo de caso" /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/geral/a-vida-sem-celular-um-auto-estudo-de-caso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aplicativos fresquinhos para iPhone</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/debate/aplicativos-fresquinhos-para-iphone/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/debate/aplicativos-fresquinhos-para-iphone/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 14:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thaís Pontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=450</guid>
		<description><![CDATA[Quer ajuda para achar aplicativos fresquinhos para seu iPhone? Pois o site Fresh Apps traz todas as novidades, faz reviews sobre os aplicativos e promove discussões. Trata-se de uma boa dica, principalmente para quem acabou de adquirir o aparelho e tem sede de downloads! Na minha opinião de twiteira maníaca, o aplicativo mais interessante é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/03/iphone.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-449" title="Aplicativos fresquinhos para iPhone" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/03/iphone.jpg" alt="iphone Aplicativos fresquinhos para iPhone" width="500" height="350" /></a></p>
<p>Quer ajuda para achar aplicativos fresquinhos para seu iPhone? Pois o site <a href="http://www.freshapps.com/" target="_blank">Fresh Apps</a> traz todas as novidades, faz reviews sobre os aplicativos e promove discussões.</p>
<p>Trata-se de uma boa dica, principalmente para quem acabou de adquirir o aparelho e tem sede de downloads!</p>
<p>Na minha opinião de twiteira maníaca, o aplicativo mais interessante é o Tweetie (foto acima). Inclusive é mais legal ver o Twitter assim do que no próprio site!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/debate/aplicativos-fresquinhos-para-iphone/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

