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	<title>Talk:2, &#187; Interação</title>
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	<description>o Blog da Talk</description>
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		<title>Campus Party 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 20:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rods</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eis que está para começar mais uma Campus Party brasileira. É uma bobagem chamar a CP, como é intimamente conhecida, de um evento nerd. Na verdade, ela traz uma miríade de assuntos de interesse dos geeks e dos nerds, mas também dos músicos, dos blogueiros, dos tecnólogos, dos sociólogos, dos comunicólogos e até dos altos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1486" title="logocp" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/logocp.gif" alt="logocp" width="211" height="95" /></p>
<p>Eis que está para começar mais uma <a href="http://www.campus-party.com.br/Home.html">Campus Party brasileira</a>. É uma bobagem chamar a CP, como é intimamente conhecida, de um evento nerd. Na verdade, ela traz uma miríade de assuntos de interesse dos geeks e dos nerds, mas também dos músicos, dos blogueiros, dos tecnólogos, dos sociólogos, dos comunicólogos e até dos altos empresários, entre uma infinidade de perfis, seja lá qual for a forma que você traça suas &#8220;tribos&#8221;. No final das contas qualquer pessoa que lida com tecnologia, como fim ou como meio, tem interesse nos assuntos tratados.</p>
<p>Nessa versão 2010, veremos diversas abordagens sobre tecnologia, inovações, mídias sociais, música e vídeo em diversas de suas formas, além de guerra. Sim, guerra. Haverá também painéis,competições demonstrações e simulações sobre veículos de guerra, incluindo a palestra &#8220;A Ascensão e a Queda da Luftwaffe&#8221;.</p>
<p>Para quem tem interesse em política e mídias sociais, pode marcar na sua agenda de sábado, às 15:45, o debate &#8220;Blogs, Mídias Sociais e Política&#8221;, com Moriael Paiva, Diretor Executivo de Criação da Talk:.</p>
<p>Outra coisa interessante acontecendo por lá será o &#8220;Ultimate ID Championship&#8221;, uma espécie de super-trunfo humano (na verdade, estou me sentindo meio que um pokemon). Acabei de me inscrever e vou ver no que dá. Torçam por mim. Aliás, podem torcer por mim também nas competições de Street Figher IV, de Guitar Hero e de Rock Band.</p>
<p>Nós da Talk: estaremos lá acompanhando de tudo um pouco e passando as principais discussões e novidades por aqui e pelo <a href="http://twitter.com/lets_talk">Lets_Talk</a> , o nosso twitter.</p>
<p>Até mais!</p>
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		<title>A página inicial ideal</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogerio Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[home]]></category>
		<category><![CDATA[página inicial]]></category>

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		<description><![CDATA[Em mais uma discussão super produtiva com o Daniel Souza, Planejador de experiências do usuário na Talk, falamos sobre como deve ser o comportamento de uma home ideal.
Toda vez que começo projetar um novo site, existem uma série de discussões e uma grande preocupação em definir o que terá na página inicial, para logo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais uma discussão super produtiva com o <a href="../author/daniel-souza/" target="_blank">Daniel Souza</a>, Planejador de experiências do usuário na <a href="../" target="_blank">Talk</a>, falamos sobre como deve ser o comportamento de uma home ideal.</p>
<p>Toda vez que começo projetar um novo site, existem uma série de discussões e uma grande preocupação em definir o que terá na página inicial, para logo em seguida pensar em todo o restante. A verdade é que o conteúdo que está além dessa página deve receber um tratamento especial. A home precisa fazer com que o usuário sinta-se motivado a descobrir novos conteúdos existentes no site. Funciona como uma página inicial de um livro, revista ou jornal.</p>
<p><span id="more-1388"></span>O livro <a href="http://www.2ab.com.br/Produtos.asp?ProdutoID=489" target="_blank">“Design de Navegação – Otimizando a experiência do usuário”</a> há um capítulo onde o autor explica que é muito importante pensar nas principais páginas de conteúdo antes de projetar a página inicial, pois o foco está mesmo nessas páginas internas. Nem sempre o usuário entra em um site a partir da primeira página, sendo que muitas vezes ele pode vir de um mecanismo de busca como Google ou Bing, lançado recentemente pela Microsoft.</p>
<p>Analisando alguns sites que consideramos bem resolvidos, percebemos que existe uma simplicidade e um objetivo muito claro na conversão de um cadastro ou mesmo de uma venda, dependo da empresa.</p>
<p>Esses sites possuem uma divisão muita clara na página inicial.</p>
<p><strong>Como devemos fazer isso</strong></p>
<p>O objetivo é fazer com a que ação que você quer que as pessoas tomem seja realizada. A página inicial precisa fazer com que os usuários conheçam, sejam persuadidos e sintam-se seguros em suas decisões.</p>
<p>O site para baixar a <a href="http://pt-br.www.mozilla.com/pt-BR/firefox/" target="_blank">última versão do Firefox</a> é um bom exemplo de tudo aquilo que falei acima. A página apresenta imediatamente a opção para baixar a nova versão, acompanhada de uma vitrine listando os benefícios que a ferramenta proporciona aos usuários. É possível ver também um tour com algumas vantagens do Browser.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1394" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/10/home_mozilla_firefox2.jpg" alt="home_mozilla_firefox" width="480" height="781" /></p>
<p>Faça um exercício e tente perceber a estratégia por trás de alguns sites bacanas que você acessa durante o seu dia.</p>
<p>Vou listar alguns que acho bem resolvidos.</p>
<p><a href="http://www.rememberthemilk.com/" target="_blank">Remember the milk</a><br />
<a href="http://www.tweetdeck.com/beta/" target="_blank">TweetDeck</a><br />
<a href="http://www.skype.com/intl/pt/welcomeback/" target="_blank">Skype</a></p>
<p><strong>Mas esses sites não são simples demais? </strong></p>
<p>Alguns clientes não entenderiam ou aprovariam uma interface que pode ser considerada simples, e isso é fácil de entender. Normalmente os donos de projetos web têm que negociar entre as diversas unidades de negócio de uma empresa o que é mais importante *para o usuário* na web, e essa é uma tarefa ingrata que acaba influenciando no resultado.</p>
<p>E esse portfólio de produtos/serviços da empresa disputam espaço de tela e atenção das pessoas. É o mesmo problema que eu enfrentava quando trabalha com impressos. Normalmente os clientes queriam colocar todas as informações possíveis em um cartão de visitas.</p>
<p>Cabe a nós, que projetamos sites, fazer com que a página inicial transmita o objetivo que o cliente deseja atingir. É um trabalho de evangelização dos nossos clientes.</p>
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		<title>Satisfazer o cliente é bom, mas satisfazer o consumidor é melhor</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/satisfazer-o-cliente-pode-ser-bom-mas-satisfazer-o-consumidor-e-melhor/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 21:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde que comecei a trabalhar na indústria da internet, avalio a eficácia de produtos e serviços de uma maneira simples, mas que dá resultado: eu me pergunto se eu me interessaria por aquilo genuinamente se fosse um mero usuário, sem relação com o projeto.
Esse é um processo fácil mas que exige treinamento. Acho que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que comecei a trabalhar na indústria da internet, avalio a eficácia de produtos e serviços de uma maneira simples, mas que dá resultado: eu me pergunto se eu me interessaria por aquilo genuinamente se fosse um mero usuário, sem relação com o projeto.</p>
<p>Esse é um processo fácil mas que exige treinamento. Acho que ele é parecido com o exercício que jornalistas aprendem a fazer, que é estar sempre pensando se uma informação rende notícia. Já presenciei isso algumas vezes. Na roda de amigos, mesmo fora do trabalho, um jornalista cutuca o outro e diz, referindo-se a um assunto determinado da conversa: &#8211; isso dá notícia.</p>
<p>Tenho a impressão &#8211; e é mera especulação o que vou dizer &#8211; que o profissional de marketing talvez não tenha o mesmo interesse em desenvolver essa capacidade de se transformar em consumidor, de se treinar para pensar como consumidor. Isso talvez ocorra porque até agora, na publicidade e no marketing, foi mais importante pensar como o cliente, aquele que contrata, e não como aquele que será o alvo da campanha.</p>
<p>O jornalista, especialmente aquele que trabalha em diários, põe sua intuição sobre o valor da notícia a prova continuamente, pelo feedback de leitores depois da publicação do jornal, e também ao defender suas propostas e as dos colegas em discussão durante as reuniões de pauta.</p>
<p>Bom, para variar, a Internet parece estar complicando a vida de quem estava acostumado a pensar só com a cabeça do cliente.</p>
<p>Antes, a percepção pública de uma campanha raramente se espalhava e se algo dava errado, isso talvez fosse percebido por meio de pesquisas de opinião e talvez fosse comentado entre profissionais da área, mas o assunto não emergia, não se disseminava. Hoje os consumidores estão cada vez mais conscientes de seu poder de influenciar a opinião de outras pessoas dentro de seu círculo de relacionamento e é por isso, por exemplo, que monitoramento de redes sociais se converteu em uma mina de outro para quem souber explorar seu potencial.</p>
<p>Uma das consequências do aumento do poder de comunicação do indivíduo é que campanhas ruins ou enganosas se tornam motivo de crítica e chacota pública. Não preciso citar exemplos para que você se lembre de empresas com credibilidade zero entre consumidores.</p>
<p>Nesse novo contexto, passa a valer a pena aprender com os jornalistas para propor aquilo que de fato servirá ou interessará ao consumidor, porque se isso não acontecer, ele vai falar o que pensa e você terá que correr atrás do prejuízo.</p>
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		<title>A maior mudança desde a revolução industrial</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/a-maior-mudanca-desde-a-revolucao-industrial/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 22:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thaís Pontes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>

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		<description><![CDATA[Você ainda acha que social media é modinha? Pois saiba que você está diante da maior mudança desde a revolução industrial! E quem não prestar atenção pode colocar a divulgação de sua marca em risco.
Ainda não consegui te convencer? Então vamos a alguns tópicos:
•	Social Media ultrapassou o pornô como o primeiro em atividade na web
•	80% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você ainda acha que social media é modinha? Pois saiba que você está diante da maior mudança desde a revolução industrial! E quem não prestar atenção pode colocar a divulgação de sua marca em risco.</p>
<p><span id="more-1196"></span>Ainda não consegui te convencer? Então vamos a alguns tópicos:</p>
<p><strong>•	Social Media ultrapassou o pornô como o primeiro em atividade na web</strong></p>
<p><strong>•	80% do Twitter é usado em dispositivos móveis</strong></p>
<p><strong>•	Geração Y e Z consideram e-mail ultrapassado</strong></p>
<p><strong>•	YouTube é o segundo maior mecanismo de busca do mundo</strong></p>
<p><strong>•	25% dos resultados de pesquisa das 20 maiores marcas do mundo são links de conteúdo gerado pelo próprio usuário</strong></p>
<p><strong>•	78% dos consumidores confiam em recomendações online</strong></p>
<p><strong>•	Apenas 14% confiam em anúncios</strong></p>
<p><strong>•	Mídia social na é um capricho. É uma mudança na forma como nos comunicamos.</strong></p>
<p>Ainda não convenci? Então veja o vídeo todo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vGgpKqHwMRA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/vGgpKqHwMRA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Você está pronto?</p>
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		<title>Uma banda larga à mão e uma idéia na cabeça</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/uma-banda-larga-a-mao-e-uma-ideia-na-cabeca/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 22:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soraya.coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[transmedia storytelling]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vivemos tempos de dispersão, ditados principalmente pelo comportamento dos consumidores, que passaram a buscar conteúdo em diferentes fontes. Portanto, nada mais natural que buscar nossa audiência nessas tais fontes, adaptando a nossa comunicação para diversas formas de mídia.

É dentro deste conceito que surge o Transmedia Storytelling, uma estratégia que utiliza diferentes meios de comunicação para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_SDm3kl_2foA/Sp4ZChQDNbI/AAAAAAAAAHg/wFX8sgWx3fg/s1600/capa_prova.jpg" alt="" width="321" height="362" /></p>
<p>Vivemos tempos de dispersão, ditados principalmente pelo comportamento dos consumidores, que passaram a buscar conteúdo em diferentes fontes. Portanto, nada mais natural que buscar nossa audiência nessas tais fontes, adaptando a nossa comunicação para diversas formas de mídia.</p>
<p><span id="more-1061"></span></p>
<p>É dentro deste conceito que surge o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Transmedia_storytelling" target="_blank">Transmedia Storytelling</a>, uma estratégia que utiliza diferentes meios de comunicação para criar múltiplos pontos de entrada de usuários.<br />
O ramo do entretenimento traz grandes cases de sucesso, como <a href="http://www.thelostring.com/index.html" target="_blank">The Lost Ring</a>, <a href="http://www.blog.lucaspereira.com/?p=36" target="_blank">Heroes</a>, <a href="http://whysoserious.com/itsallpartoftheplan/" target="_blank">The Dark Knight</a> e o brasileiríssimo <a href="http://www.milcasmurros.com.br/" target="_blank">Mil Casmurros</a>.</p>
<p>Mas nem só de grandes clientes vive o Transmedia Storytelling. Tem muita pessoa física por aí dando vazão aos seus projetos pessoais, através dele. Um exemplo disso é o livro <a href="http://oitentamaniaca.ash.com/index.html" target="_blank">80 Maníaca</a> e sua campanha de divulgação, que criou:</p>
<p>1. O <a href="http://dreamsrealizator.ash.com/" target="_blank">Dreams Realizator</a>, um site que está incluído no enredo, mas que faz sentido independente da obra;</p>
<p>2.  O perfil dos personagens no <a href="http://twitter.com/luisa_80maniaca" target="_blank">Twitter</a>, que interagem com outros usuários, respondem a perguntas e ainda pegam carona nos amigos famosos;</p>
<p>3. Promoções também no Twitter (&#8221;Conte como foi o tombo mais engraçado da sua vida e concorra a um exemplar do livro&#8221;, já que o tombo é parte crucial da história);</p>
<p>4. Newsletter;</p>
<p>5. Banner para blogs;</p>
<p>6. <a href="http://oitentamaniaca.ash.com/capitulo.html" target="_blank">Degustação de capítulo</a>.</p>
<p>E ao contar para sua rede de contatos o que ela estava aprontando, a autora acabou conseguindo muito apoio na parte de divulgação. E isso culminou com um aumento bastante significativo no número de acessos ao seu site. Eu mesma comprei a idéia e contribui como pude.</p>
<p>O livro será publicado pelo <a href="http://clubedeautores.com.br" target="_blank">Clube dos Autores</a> (neste site, você “sobe” o seu livro e ele é impresso sob demanda). E a opção pela publicação online também tem um motivo: a autora precisava lançar a obra às 20h46, o horário real em que tudo começou. Na web, será possível realizar isso. Daqui a 1 hora e 22 minutos.</p>
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		</item>
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		<title>Eleições no Irã e o comportamento de massa nas redes sociais</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/eleicoes-no-ira-e-o-comportamento-de-massa-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 15:21:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[irã]]></category>
		<category><![CDATA[iranelection]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto coletivo da Talk: Fábio Bito Teles, Marcelo Ottoni,  Soraya Coelho, Luiz Paulo Rosa, Helio Miranda, Gustavo Gomes, Pedro Borges
Quando entrevistei pela primeira vez &#8211; na verdade, também uma das minhas primeiras entrevistas como estagiário &#8211; o Andre Lemos, em Salvador, uma frase do pesquisador ficou na minha cabeça para sempre: &#8220;A internet liberou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Texto coletivo da Talk:</strong> Fábio Bito Teles, Marcelo Ottoni,  Soraya Coelho, Luiz Paulo Rosa, Helio Miranda, Gustavo Gomes, Pedro Borges</em></p>
<p>Quando entrevistei pela primeira vez &#8211; na verdade, também uma das minhas primeiras entrevistas como estagiário &#8211; o <a href="http://www.andrelemos.info/" target="_blank">Andre Lemos</a>, em Salvador, uma frase do pesquisador ficou na minha cabeça para sempre: &#8220;A internet liberou o pólo de emissão no processo de comunicação, deixando tudo a disposição de todos&#8221;.</p>
<p>Para um recém aprovado na faculdade de jornalismo e louco por internet, aquilo era música pra os ouvidos. E música da boa.</p>
<p>Até hoje, quase 10 anos depois, <a href="http://www.andrelemos.info/2009/06/end-of-era.html" target="_blank">a frase ainda ecoa por ai</a>, quando exaltamos o grande poder das mídias sociais diante das organizações públicas e privadas.</p>
<p>Quando começam a pipocar no meu twitter, no meu feed de RSS e, finalmente, nos convites para comunidades no Orkut sobre um determinado tema, a frase do Lemos aparece viva na minha memória.</p>
<p style="center;"><img class="aligncenter" src="http://ec.mashable.com/wp-content/uploads/2009/06/iran-googlenews.png" alt="Iran Google News Image" />(<a href="http://mashable.com/2009/06/17/iranelection-crisis-numbers/" target="_blank"><em>Evolução de novas referências sobre o Irã no Google</em></a>)</p>
<p>Não foi diferente com relação ao grande assunto das últimas semanas: os conflitos após as eleições no Irã, que nos levam a carregar essa bandeira da &#8220;democratização da informação&#8221; de maneira quase heróica.</p>
<p>Não há dúvidas sobre a censura e cerceamento da liberdade de imprensa no Irã. Também não há dúvidas de que existem conflitos, mas até que ponto nós conseguimos compreender estes conflitos a ponto de comentá-los, criticar &#8220;um lado ou outro&#8221; e passar informações para nossa rede de forma criteriosa?</p>
<p>O quão profundo conhecemos o Irã para perceber quem é que está usando as mídias sociais naquele país? E, mais sério do que isso, o quanto somos capacitados e informados verdadeiramente para refletir sobre quais doutrinas, filosofias, orientações políticas orientam esses interlocutores iranianos?</p>
<p>O que chega para a rede é apenas a ponta de um iceberg, que não deve ser descartada, mas não pode ser negligenciada. O que preocupa não é o que está exposto, mas sim o que está oculto.</p>
<p>Tendo isso em mente, o fato é que as ferramentas de publicação estão sendo usadas pela população (principalmente estudantes e militantes) e por isso já podemos ver o poder que internet tem. Driblou até um estado totalitário! Existe contra-inteligência, desinformação, paixão, parcialidade e omissão diluídas no meio do que recebemos dessa &#8220;people&#8217;s media&#8221;.</p>
<p>O Twitter, enquanto microblog, gera o alarde, a informação se esparrama rapidamente por meio de links e palavras-chaves, mas de forma superficial. As pessoas ficam sabendo que algo está acontecendo em tal lugar, sem saber ao certo as causas e as conseqüências disso, e sem conseguir formular argumentos que sustentem sua opinião quando conseguem ter uma. Daí vem o efeito de manada, as pessoas multiplicam essa informação sem mesmo saber do que estão falando. Isso não torna o fato e a ação menos genuínos e sinceros, mas em termos de estudo de caso, não podemos deixar de considerar.</p>
<p>A blogosfera, por sua vez, traz um contexto mais elaborado. Quem se dá ao trabalho de postar um artigo sobre o assunto ao menos foi atrás de mais informações em relação aqueles que simplesmente passaram um link adiante. Mesmo assim, não há garantia da legitimidade dessas análises na maioria das vezes. A conseqüência aqui é a formação das espirais do silêncio, em que as discussões rodam em torno de espectros que não atingem o todo da questão analisada.</p>
<p>Os números do <a href="http://mashable.com/2009/06/17/iranelection-crisis-numbers/" target="_blank">tráfego de informações</a> relacionadas ao tema e o <a href="http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/trabalho-de-ars-sobre-a" target="_blank">crescimento da blogosfera no Irã</a> mostram que, mesmo que não seja um fenômeno representativo para toda a população do país, já existe uma camada representativa de iranianos online, produzindo e publicando conteúdo que cai na rede e prolifera.</p>
<p style="center;"><img class="aligncenter" src="http://api.ning.com/files/IU1IlHxGSjGGm0QVVc0Ent2W81Z0ISiRqf2bOh6UeXN7pbhM1OjMk5Qaw-xAWfSAUtHMzWZW7z6YY-AhUWPOsRYR8aIc18dz/iranianbsphere_2009.jpg" alt="" width="451" height="410" /><em>(<a href="http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/trabalho-de-ars-sobre-a" target="_blank">a imagem faz parte do artigo da Escola de Redes</a>)</em></p>
<p>O escritor e jornalista <a href="http://veja.abril.com.br/170609/p_086.shtml" target="_blank">Gay Talese, 77 anos, faz uma alegoria muito interessant</a>e em entrevista à revista Veja recentemente, afirmando que alguns blogueiros <a href="http://veja.abril.com.br/170609/p_086.shtml" target="_blank">&#8220;são como uma torcida num jogo de futebol que fica o tempo todo gritando para os jogadores, para o juíz. É gente que não apura nada, só faz barulho&#8221;</a>. Dentro de um contexto multi-ferramenta, a gente pode dizer que não só os blogueiros, mas os usuários de redes sociais e, extrapolando um pouco, as pessoas com acesso à mídia.</p>
<p>Quando deixamos de ser passivos e começamos a produzir conteúdo, publicá-lo e replicá-lo na internet, passamos a externar as nossas crenças, nossos posicionamentos de cultos leigos com algum alcance. Aprendemos a fazer barulho. E muitas vezes gritamos como loucos sem nem ter visto a jogada. Agimos exatamente como a torcida de futebol, apaixonada, que mesmo com algum conhecimento sobre futebol &#8211; incluindo a lei do impedimento, por exemplo -, é incapaz de reconhecer os detalhes dos encontros entre os adversários, a articulação do momento entre os companheiros e o diálogo com o árbitro.</p>
<p>Até aí <a href="http://veja.abril.com.br/170609/p_086.shtml" target="_blank">Gay Talese está coberto de razão</a>. Mas o erro dele é dizer que &#8220;só faz barulho&#8221;. Fazer barulho não é pouca coisa. Quem freqüenta estádio de futebol sabe bem o que é isso. Aquela pressão, aquele suporte das arquibancadas que faz com que um chutão para a lateral seja comemorado como um gol. A força da massa não pode ser desprezadas e nós temos que aprender a medir a força que ela tem na internet.</p>
<p>Já o <a href="http://ow.ly/eYMU" target="_blank">indiano Gaurav Mishra</a>, pesquisador em mídias sociais, é mais radical. Para ele, quando se cria termos como &#8220;revolução via Twitter&#8221; despreza-se o que realmente importa, que é a mobilização popular de eleitores tanto de Mousavi quanto de Ahmadinejad, que estão nas ruas do Irã protestando e vivendo o fato político em si. Sem eles não existiria sequer assunto para a hashtag #iranelection.</p>
<p>Ainda segundo Mishra, <a href="http://ow.ly/eYMU" target="_blank">uma possível revolução no Irã não teria nada a ver com o Twitter</a>, e sim com os iranianos. Ele justifica que no Irã, ferramentas como o Twitter não atingem 10% da população, então é falso afirmar que o Twitter está sendo usado para organizar as manifestações. Para ele as mobilizações seriam possíveis se feitas via e-mail ou celulares, que estão presentes para a maioria da população iraniana.</p>
<p>Por outro lado ele reconhece a <a href="http://ow.ly/eYMU" target="_blank">importância do Twitter no assunto como influência da opinião pública em outras regiões do mundo</a>, que por sua vez irá gerar outras formas de influência sobre os soberanos do Irã.</p>
<p>São ecos da opinião pública que, quanto mais longe do epicentro, mais agregam fatores emocionais em detrimento da informação em si.</p>
<p>E o que tiramos disso tudo? <strong>É que de forma alguma podemos desprezar o poder das redes sociais</strong>. Você desprezaria?</p>
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		<title>Womma 2009: &#8220;People no longer trust brands&#8221;.</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 13:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A frase acima foi cunhada por Duncan Wardle, Vice President, Global PR Integration &#38; WDW PR da Disney. Ela veio logo após uma afirmação importante, que foi a grande palavra pronunciada no WOMM-U: autenticidade. Que aliás, ganhou por muito pouco do termo &#8220;engagement&#8221;. Essas duas palavras representam os ingredientes do segundo e último dia do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A frase acima foi cunhada por Duncan Wardle, Vice President, Global PR Integration &amp; WDW PR da Disney. Ela veio logo após uma afirmação importante, que foi a grande palavra pronunciada no WOMM-U: autenticidade. Que aliás, ganhou por muito pouco do termo &#8220;engagement&#8221;. Essas duas palavras representam os ingredientes do segundo e último dia do WOMMA.</p>
<p>Com uma belíssima apresentação da Disney, ficou claro também a importância de um conteúdo de primeira. E em matéria de conteúdo, vamos combinar, é difícil ganhar da Disney. Mas o diferencial das ações apresentadas é ver como eles usam social media para questões além da promoção, como no case &#8220;Dream Job&#8221; e &#8220;Moms Disney&#8221;, que tratam de temas mais complicados do que simplesmente convidar pessoas a visitar seus parques ou comprar seus filmes e souvenirs, como no não menos brilhante case do &#8220;We Will Celebrate&#8221;, baseado em mkt viral. Sugiro mesmo que <a href="http://www.youtube.com/user/DisneyParks" target="_blank">assistam os vídeos</a>, hilários muitas vezes, apaixonantes sempre. Certamente mobilizou muitas vezes.</p>
<p>Mas qual o ponto mais importante da apresentação da Disney, que resolvi destacar: a preocupação número um em engajar pessoas. E daí o grande objetivo de tudo que vimos no WOMM-U. Afinal, boca-a-boca requer mesmo que pessoas tomem por conta própria o papel tão desejado de evangelistas de marcas e causas. Especialmente nas mídias sociais.</p>
<p>E para isso, o ponto pacífico em tantos bate-papos no WOMM-U é que não se pode abrir mão, como já citei, de ingredientes fundamentais como a autenticidade, o respeito e a possibilidade de abrir canais de conversa com as pessoas. E pessoas acreditam cada vez mais em outras pessoas e não mais apenas nas marcas. O título do post realmente faz sentido.</p>
<p>É um mau sinal para o modelo que vemos na propaganda tradicional, que sempre trabalha no limite do responsável, já que deve e recebe para falar bem a qualquer custo, sem mencionar aquele pontinho negativo que todo produto tem. Daí a diferença. É meio estranho pensar em começar uma campanha planejando responder pessoas sobre eventuais problemas ou insatisfações, mas em tempos 2.0 é por aí mesmo o caminho. Falar a verdade acima de tudo, entregar o máximo de relevância possível, ouvir e até agradecer o feedback. Ao menos na opinião de grandes marcas que estiveram presentes no WOMM-U.Como uma frase que ouvi &#8220;nem sempre um comentário ruim faz mal pra marca&#8221;.</p>
<p>Para fechar o resumo deste segundo dia, um painel que tratou de &#8220;Facebook ou MySpace ou dois&#8221; que deixou claro que não há mesmo uma ou outra rede que supre necessidades de qq campanha. Cada uma com seu potencial e como bem diz o tema do painel, as duas muitas vezes.</p>
<p>Queria fechar com um registro interessantíssimo que foi tema do último bate papo em Miami: a missão que o WOMMA encampa no sentido de aprimorar a legislação que regula a ação &#8220;autentica&#8221; de blogueiros e marcas nas mídias sociais. Sim, eles já tem uma legislação e já ligaram o módulo advanced. Taí um copy and past que deveríamos pensar sem pestanejar.</p>
<p>Até o próximo ano.</p>
<p>*Mais highlights do WOMM-U 2009? Busque por <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23womma">#womma</a> e <a href="http://www.twitter.com/moriael">@moriael</a> no twitter.</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/moriaelnowomma.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-628" title="moriaelnowomma" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/moriaelnowomma-242x300.jpg" alt="" width="242" height="300" /></a></p>
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		<title>Talk Show, nosso podcast interativo, entrevista Edney Souza</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 17:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Hoje a Talk vai lançar em beta o seu Talk Show com uma entrevista ao vivo com o Edney Souza, o famoso Interney, um dos magos das mídias sociais no Brasil.
Ele vai falar sobre Twitter e particularmente sobre um post polêmico que ele publicou recentemente sobre bombar artificialmente o numero de pessoas que o segue. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/04/entrevista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-481" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/04/entrevista.jpg" alt="" width="500" height="350" /></a></p>
<p>Hoje a Talk vai lançar em beta o seu Talk Show com uma entrevista ao vivo com o Edney Souza, o famoso Interney, um dos magos das mídias sociais no Brasil.</p>
<p>Ele vai falar sobre Twitter e particularmente sobre um <a href="http://www.interney.net/?p=9766710" target="_blank">post polêmico</a> que ele publicou recentemente sobre bombar artificialmente o numero de pessoas que o segue. Nas últimas duas semanas, ele passou de 6 mil para mais de 20 mil seguidores.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="id" value="utv291120" /><param name="flashvars" value="autoplay=false&amp;brand=embed" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/live/1/606394" /><embed id="utv291120" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="320" src="http://www.ustream.tv/flash/live/1/606394" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="autoplay=false&amp;brand=embed"></embed></object><a style="padding: 2px 0px 4px; background: #ffffff none repeat scroll 0% 0%; width: 400px; display: block; color: #000000; font-weight: normal; font-size: 10px; text-decoration: underline; text-align: center;" href="http://www.ustream.tv/" target="_blank">Free TV Show from Ustream</a></p>
<p>O bacana é que você, se quiser (e tiver uma conta no Twitter), vai conversar e debater com ele e com as outras pessoas sobre esse assunto, porque o Talk Show &#8211; como o nome já diz &#8211; é uma conversa em rede, descentralizada e auto-organizada, realizada a partir de um streaming de audio.</p>
<p>Para participar, não tem segredo. Momentos antes de começar a entrevista vamos compartilhar pelo Twitter o link para o audio da conversa e também uma tag para quem quiser interagir com o entrevistado e com as outras pessoas que decidirem acompanhar a tag.</p>
<p>Fique atento: é hoje no final do dia.</p>
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		<title>Brincando de Roberto Marinho (ou &#8220;Sejamos imperialistas! Cadê?&#8221;)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 15:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esses dias, participei de um evento apresentado pelo Marcelo Tas e ele falou sobre como a internet, para ele, é como brincar de Roberto Marinho. Ele falou isso se referindo a como, quando ele começou a trabalhar com comunicação, era complicado e caro falar com audiências.
Depois de todo o buzz da Web 2.0 se espalhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias, <a href="http://www.naozero.com.br/telefonica-transparente" target="_blank">participei de um evento</a> apresentado pelo Marcelo Tas e ele falou sobre como a internet, para ele, é como brincar de Roberto Marinho. Ele falou isso se referindo a como, quando ele começou a trabalhar com comunicação, era complicado e caro falar com audiências.</p>
<p>Depois de todo o buzz da Web 2.0 se espalhar pelo mundo, é até chavão dizer que a internet abriu oportunidades infinitas, revolucionárias. Mas o Tas falava de como isso ainda é pouco explorado e de como existem possibilidades de combinar serviços gratúitos para testar os limites dessa plataforma.</p>
<p>Estou dizendo isso para convidar quem quiser / se interessar para brincar de Roberto Marinho de uma maneira diferente, que está saindo do forno do nosso Talk Labs e que <a href="http://www.talk2.com.br/?p=467" target="_blank">se chama Talk Show</a>. A brincadeira consiste em participar de uma conversa em rede, descentralizada e auto-organizada, realizada a partir de um streaming de audio.</p>
<p><strong>E o que é &#8220;isso&#8221;?</strong></p>
<p>O empolgante do projeto é que é difícil classificar esse modelo. O mais perto que chegamos foi chamar de rádio 2.0, mas ainda assim esse nome pode confundir porque o resultado é radicalmente diferente do rádio. Pode ser ainda um podcast interativo ou, sei lá, twitcast?</p>
<p>Enfim, o Talk Show é um hack a partir de quatro serviços: Skype, Ustream, Twitter e podcast. O propósito é produzir, disseminar e promover debates relevantes sobre comunicação em rede. O efeito é meio conversa de bar, meio curso/palestra, meio entrevista. É ainda o vislumbre de como será o futuro (próximo) da comunicação, quando qualquer um pode brincar de Roberto Marinho.</p>
<p>Nunca foi tão fácil e barato conversar diretamente com audiências. E do que estamos falando? Não é TV, nem rádio, nem email, nem Web, nem telefone. É tudo isso junto e é uma coisa nova.</p>
<p><strong>Social, descentralizado</strong></p>
<p>É social, produzido e transmitido socialmente. Cada nó da rede pode ser um ponto de re-transmissão e também um interlocutor.</p>
<p>É descentralizado: duas vozes não restringem o debate, ao contrário, elas promovem o debate, elas suscitam encontros e trocas de idéias entre nós desconectados, elas multiplicam o poder da rede.</p>
<p>Não acontece sem a rede, a rede amplifica, filtra e enriquece o sinal.</p>
<p>Quem conduz um dos canais de conversa não controla o fluxo de informação. A audiência não pede autorização, ela conversa entre si, ela depende de mim tanto quanto eu dela.</p>
<p>Entrevistador, entrevistado e audiência têm papéis mais flexíveis, flúidos. Quem conduz na verdade participa da conversa, é referência para quem quiser, e é dispensável também, ele termina, a conversa continua.</p>
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		<title>Micro-blogging para corporações promove conversas e reduz interrupções</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/micro-blogging-para-corporacoes-promove-conversas-e-reduz-interrupcoes/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 17:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
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		<category><![CDATA[interno]]></category>
		<category><![CDATA[micro-blogging]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Adoro produtos simples. Este &#8211; www.yammer.com &#8211; oferece um serviço de micro-blogging similar ao Twitter, mas fechado a pessoas que usarem o mesmo domínio de email.
A idéia é levar para o ambiente corporativo a dinâmica de conversa e compartilhamento de informação que vemos no Twitter.
Você define as pessoas que quer seguir com base na afinidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro produtos simples. Este &#8211; <a href="https://www.yammer.com" target="_blank"><a href="http://www.yammer.com" target="_blank">www.yammer.com</a></a> &#8211; oferece um serviço de micro-blogging similar ao Twitter, mas fechado a pessoas que usarem o mesmo domínio de email.</p>
<p>A idéia é levar para o ambiente corporativo a dinâmica de conversa e compartilhamento de informação que vemos no Twitter.</p>
<p>Você define as pessoas que quer seguir com base na afinidade ou com base no envolvimento profissional &#8211; você e ela estão no mesmo grupo ou em grupos interconectados.</p>
<p>Ao invés de ficar mandando e recebendo informações por email ou sms, aqui você estabelece um canal de diálogo contínuo, selecionando quem você quer acompanhar e deixando que os outros façam o mesmo.</p>
<p>É menos burocrático, talvez até menos intrusivo, porque acontece paralelamente ao seu trabalho, voce nao precisa interromper o que está fazendo para acompanhar as conversas.</p>
<p>É isso. Recebi essa dica do @radfahrer</p>
]]></content:encoded>
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