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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; Gerenciamento</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Saindo do século passado</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 16:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você quer engajamento, autonomia é o caminho. Check this.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você quer engajamento, autonomia é o caminho. Check this. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Saindo do século passado" class='wp-smiley' title="Saindo do século passado" /> </p>
<a href="http://www.talk2.com.br/pessoas/1705/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
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		<title>I see weird people</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[Seu Boomer: Doutor, estou com medo, pela primeira vez na minha vida. Dr. Felipe: O medo é uma reação natural do ser humano em situações de perigo. Esse seu medo&#8230; é de que, Seu Boomer? Seu Boomer: Eu vejo criaturas estranhas&#8230; Dr. Felipe: Sei&#8230; e como são estas criaturas? Você sabe descrevê-las? São de carne [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 513px"><a href="http://static.stripgenerator.com/generated/bilaamorim/strip/2009/09/28/i-see-weird-people_embed.png"><img title="I see weird people" src="http://static.stripgenerator.com/generated/bilaamorim/strip/2009/09/28/i-see-weird-people_embed.png" alt="i see weird people embed I see weird people" width="503" height="231" /></a><p class="wp-caption-text">criado por: Bila Amorim usando o stripgenerator</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Seu Boomer:</strong> Doutor, estou com medo, pela primeira vez na minha vida.</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> O medo é uma reação natural do ser humano em situações de perigo. Esse seu medo&#8230; é de que, Seu Boomer?</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> Eu vejo criaturas estranhas&#8230;<img title="I see weird people" src="http://www.talk2.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="trans I see weird people"  /></p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> Sei&#8230; e como são estas criaturas? Você sabe descrevê-las? São de carne e osso?</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> São. Quer dizer, acho que são de carne e osso, talvez nem sejam. Elas parecem normais, assim como eu e você, fora essa mania de desenhar e furar o corpo. Mas por dentro, doutor, por dentro elas são muito diferentes.</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> Entendo&#8230; mas as pessoas são mesmo diferentes por dentro, Seu Boomer.</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> É, eu sei. Mas estas não são apenas diferentes. São perigosas, nada temem e&#8230;e&#8230;</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> E o que, Seu Boomer?</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> tenho medo de dizer e parecer louco, Dr.</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> Você já está vendo um psiquiatra, o que pode ser pior?</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> É&#8230;bem, eles não obedecem hierarquia, Dr.</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> Como assim?</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> Eles não temem a hierarquia. O senhor tem um chefe aqui no hospital, não é? Então, sabe quando ele manda você fazer algo? Você vai lá e faz porque ele é seu chefe e ele mandou. E ninguém é louco de contestar um chefe. Essas criaturas não, elas perguntam e perguntam, e se acham que está errado elas se negam a fazer! Na cara dura! Nem boicotam, como é de praxe, elas simplemente declaram que não vão fazer  e tentam te convencer do contrário!</p>
<p><strong>Dr. Felipe: </strong>Como crianças?</p>
<p><strong>Seu Boomer: </strong>Não! Pior do que crianças, muito pior! Elas tem argumentos e parecem saber o que estão fazendo! Não estou dizendo que são perigosas?</p>
<p><strong>Dr. Felipe: </strong>Entendo&#8230; e isso aconteceu com o senhor?</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> Rá! Comigo não que não sou besta. Demiti todo mundo abaixo de 30 anos, parece que isso só dá nos jovens, estou contratando agora só os mais velhos. Mas aconteceu com o Geraldo, meu colega, coitado.</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> Entendo, mas estamos aqui para falar do senhor. O que mais te dá medo nessas criaturas?</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> O senhor não vai acreditar. Sabe quando você precisa sair mais cedo do trabalho e pede para seu chefe?</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> an-ram</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> eles não pedem.</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> mmm&#8230; E como eles fazem?</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> Avisam. Avisam, apenas. Não sei, tenho até medo de dizer, mas sabe o que parece? Parece que eles não tem medo de perder o emprego! É isso que parece, não é loucura? Eles avisam que não vão aparecer, e se você questiona eles dizem que entregaram o que estavam fazendo, perguntam se tem um outro &#8220;job&#8221; que eles podem fazer de casa. Assim! na cara dura, duríssima. Eles decidem, Dr! Eles simplesmente decidem como vão fazer o trabalho deles! Sabe o que é pior? Calmamente&#8230; Eles não falam brigando ou desafiando, eles falam do alto de quem tem razão! E mais, eles não se preocupam em seguir horário, eles contestam ordens, eles riem alto (alguns falam palavrões no trabalho), parecem ser felizes, os desgraçados. Dizem se importar com o que tem importância. Você não sabe, dia desses vi uma delas de chinelo! Chinelo, meu deus, o que é isso? Estão achando que a empresa é o Woodstock? O quintal da casa deles? O que faz uma criatura se sentir tão à vontade com o trabalho a ponto de ir de chinelo? Não é o fim?</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> Com certeza é o fim de algo&#8230; mas até agora falamos apenas deles, seu Boomer. Ainda não entendi porque o senhor teme essas pessoas.</p>
<p><strong>Seu Boomer:</strong> Por que? Como assim por que? Você quer que eu viva num ambiente em que eu tenha que argumentar com uns pirralhos de 20 anos? Quer me dizer que agora vou ter que voltar atrás numa decisão se um deles me convencer? Quer dizer também que eu mesmo agora vou ter que passar a gostar de trabalhar? Sabe o que um deles me disse dia desses? Que &#8220;se amarra no trampo&#8221;, pode ser que fique um ano ou mais na empresa. Um ano ou mais! O senhor sabe há quanto tempo estou na empresa? Há 8 anos, doutor, 8 anos dando o meu sangue por esse trabalho, ouvindo os maiores absurdos do meu chefe, mal vi meus filhos crescerem. E agora, que era minha vez de mandar, tudo muda de repente por causa de uns pirralhos e eu tenho que me adaptar? E o pior é que os desgraçados trabalham direito.</p>
<p><strong>Dr. Felipe:</strong> Seu Boomer, já pensou que se o senhor se adaptar pode ser tão feliz quanto eles?</p>
<p>(Seu Boomer sai bravo do consultório e bate a porta).</p>
<p>Você também não sabe lidar com a chamada Geração Y? Então anota ai: Dr. Felipe: (11) 5555-1000 ou&#8230; aguarda o próximo artigo sobre geração X e Y.</p>
<p>beijo, tchau.</p>
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		<title>O que você quer ser quando crescer?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[métricas]]></category>
		<category><![CDATA[objetivo]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Ninguém pode negar que esta perguntinha é capciosa. Quando você tem 6 anos e responde que quer ser motorista de ônibus espacial (ou astro do rock!) quando crescer, fica muito aborrecido ao ouvir as risadinhas dos adultos. Já aos 17 anos, bem crescidinho, essa pergunta é um fantasma, quase um encosto, ainda mais acompanhada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/meninoguitarista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-733" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/meninoguitarista.jpg" alt="meninoguitarista O que você quer ser quando crescer?" width="500" height="500" title="O que você quer ser quando crescer?" /></a></p>
<p>Ninguém pode negar que esta perguntinha é capciosa. Quando você tem 6 anos e responde que quer ser motorista de ônibus espacial (ou astro do rock!) quando crescer, fica muito aborrecido ao ouvir as risadinhas dos adultos. Já aos 17 anos, bem crescidinho, essa pergunta é um fantasma, quase um encosto, ainda mais acompanhada de toda a pressão dos pais, do tio, dos professores&#8230;</p>
<p>Mas quando estamos falando de um projeto, uma ação, um site nós somos obrigados a perguntar, quando ele ainda está engatinhando, o que o que ser quando crescer. Um dos momentos mais importantes em todo o trabalho de planejamento e gestão de métricas é detectar o objetivo daquilo que vai ser medido, até onde ele quer chegar, quais são os resultados esperados pelo nosso cliente.</p>
<p>Quando o cliente é uma empresa, em última análise, o objetivo é aumentar os lucros do cliente, vendendo mais produtos ou serviços, ou mesmo diminuindo os custos. Com clientes institucionais, ONGs, partidos políticos, fundações, etc, definir o objetivo final é bem diferente, mas este ponto precisa também estar muito bem delimitado entre todos os participantes do projeto.</p>
<p>O sucesso de um blog de um hospital beneficente pode ser, por exemplo, o aumento do valor recebido em doações pela internet. Já uma ONG de estímulo à leitura pode comemorar um aumento no número de empréstimos em suas bibliotecas ou de downloads de livros virtuais. Para rastrearmos os rumos de um projeto, corrigirmos suas rotas e comemorarmos os resultados precisamos, antes de tudo, saber onde queremos chegar. Pode parecer simples, mas muitas vezes é um desafio (vocês não acham?). A meta tem que ser específica, mensurável, atingível em um tempo definido e relevante, é claro.</p>
<p>Antes que alguém entre num dilema existencial (Quem sou eu? Qual é o objetivo da minha vida? Estou realizando os meus sonhos?), vou encerrar meu post. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile O que você quer ser quando crescer?" class='wp-smiley' title="O que você quer ser quando crescer?" /> </p>
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		<title>Para que medimos as coisas??</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 13:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
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		<description><![CDATA[Imagine que você está em uma estrada, querendo chegar a uma cidade, mas não existe nenhuma referência concreta da distância até lá, muito menos da direção para a qual você deve guiar o carro. Bem assustador, não é? No nosso cotidiano, todos nós utilizamos medidas de muitos tipos para tomarmos decisões com mais segurança e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="x-small;"><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/j0409403.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-704" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/j0409403.jpg" alt="j0409403 Para que medimos as coisas??" width="500" height="246" title="Para que medimos as coisas??" /></a></span></div>
<div></div>
<p><span style="x-small;"><span style="x-small;">Imagine que você está em uma estrada, querendo chegar a uma cidade, mas não existe nenhuma referência concreta da distância até lá, muito menos da direção para a qual você deve guiar o carro. Bem assustador, não é? No nosso cotidiano, todos nós utilizamos medidas de muitos tipos para tomarmos decisões com mais segurança e de maneira mais racional.</p>
<p>Na internet é a mesma coisa: um projeto tem sempre um objetivo (a cidade!) e é preciso saber se estamos a quilômetros de distância dele ou a só alguns quarteirões de chegar lá. Para isso, usamos as métricas: números ou indicadores que mostram se uma ação está (ou não) se aproximando da sua meta.</p>
<p>Além disso, a medição de determinados parâmetros pode mostrar também qual a melhor direção tomar para chegar mais rapidamente ou com mais eficiência ao sucesso da missão. As ferramentas de medição, como o Google Analytics, por exemplo, podem oferer toneladas de informação sobre um projeto. O truque é escolher aquelas que realmente avaliam se tudo está dando certo ou não, para depois fazer ajustes na rota, ou comemorar os acertos!</p>
<p>Vocês devem estar imaginando porque raios eu estou escrevendo tudo isso&#8230; É que na semana passada eu estive no curso Planejamento e Gestão de Métricas em Projetos Digitais, da Jumpeducation. Aí resolvi começar uma discussão aqui no blog sobre o assunto. Em breve, mais novidades!</p>
<p></span></span></p>
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		<title>você já chorou no trabalho?</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/pessoas/voce-ja-chorou-no-trabalho/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 14:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem li um artigo em que Harold Kerzner, estudioso de Gestão de projetos, afirmou &#8220;Se nós voltássemos 15 ou mais anos atrás, colocaríamos a culpa por todas as falhas ao pobre planejamento, cronograma e controle de custo. Hoje, minha crença é que a maioria das falhas é mais resultado dos fatores comportamentais do que fatores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem li um artigo em que Harold Kerzner, estudioso de Gestão de projetos, afirmou &#8220;Se nós voltássemos 15 ou mais anos atrás, colocaríamos a culpa por todas as falhas ao pobre planejamento, cronograma e controle de custo. Hoje, minha crença é que a maioria das falhas é mais resultado dos fatores comportamentais do que fatores quantitativos. Isso inclui questões como baixa moral, fraco trabalho em equipe, falta de comunicação efetiva, baixa motivação e o trabalho para um gerente de projetos que não tem interesse em crescer, prezar pela saúde e bem-estar da equipe&#8221;. Claro, isso não implica em dizer que não deva haver um bom planejamento. Este é básico. A questão aqui é outra. O que entra aqui é, basicamente, o papel que o líder tem de lidar com comportamentos e emoções de um time, de parceiros, superiores, clientes e&#8230; seus próprios.</p>
<p>Desde que surgiu o livro de Daniel Goleman, em 1995, com o termo Inteligência Emocional (conceito aliás que vinha sendo estudado desde Darwin) o assunto entrou em voga. Porém, aparentemente, parou por aí. Emoções, sentimentos, frustrações, esperanças e tantos outros termos são quase proibidos dentro das empresas. Se não formalmente, com certeza não são vistos com bons olhos. Quantas vezes, na sua avaliação ou principalmente fora dela, você foi questionado pelo seu superior: você está feliz aqui? Ou quantas vezes você se sentiu à vontade em uma reunião para dizer na frente de todos: trabalhar desta forma me deixa triste e frustrado? Provavelmente poucas.</p>
<p>A verdade é que desde que surgiu a hipótese de vários tipos de inteligência, uma coisa se sabe: perceber o outro, expressar emoções, compreender emoções assim como controlá-las são habilidades valiosas. E devem ser aplicadas no ambiente profissional. Parece óbvio,  já que somos pessoas e parece estar falida a idéia de separar a tal &#8220;vida profissional&#8221; da &#8220;vida pessoal&#8221;. Talvez antes de pensarmos se é possível fazer tal separação, seja mais importante perguntarmos &#8220;para quê?&#8221;</p>
<p>Apesar do termo &#8220;Inteligência emocional&#8221;não ser considerado científico principalmente por não haver uma forma de medir esta habilidade, o ponto aqui não é exatamente este. O ponto é que nossas emoções fazem parte da gente e fazem parte do nosso trabalho também. E isso precisa ser considerado.</p>
<p>Para gerenciar bem é preciso gostar de pessoas e se interessar por elas. É preciso &#8220;ler&#8221;pessoas, perceber ao invés de olhar apenas. É preciso demonstrar as suas emoções também. Isso não quer dizer que o líder deva ser complascente, evitar conflitos, ser político ou criar um clima de felicidade constante. Está mais relacionado a agir com maturidade e por inteiro. Ser profissional não exclui ser humano.</p>
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