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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; Casos</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Sua mãe entrou no Facebook? Não se preocupe, seus problemas acabaram&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 11:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;. E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;. Pois é, a rede social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade. A gente divide nossos amigos em muito amigos, família, colegas de trabalho, entre outros. Tem também a categoria mãe, sogra e &#8220;ex&#8221;.<br />
E quando (principalmente estes últimos) entram no Facebook, de vez em quando a gente se pega pensando &#8220;Xiii&#8230; compartilhei fotos da noitada e minha mãe viu!&#8221;.</p>
<p>Pois é, a rede social do Google permite que você continue parecendo um anjo para sua mãe e muito profissional para seu chefe.</p>
<p>Ó:</p>
<p><iframe width="460" height="289" src="http://www.youtube.com/embed/xwnJ5Bl4kLI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>E aí? O que você acha? Pega?</p>
<p>Post originalmente publicado no <a title="Update o Die" href="http://updateordie.com/blog/2011/06/29/circles/" target="_blank">Update or Die</a>.</p>
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		<title>Open data pra americano ver</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 22:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Senado do Estado de Nova York publica, quinzenalmente, dados do seu Analytics. O relatório pode ser baixado em .doc ou .xls e também pode ser visualizado no scribd (como este que embedei aqui). Esta é uma visão muito verdadeira de open data. Primeiro porque força o próprio governo a analisar seus acessos. Segundo porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado do Estado de Nova York publica, quinzenalmente, dados do seu Analytics. O relatório pode ser baixado em .doc ou .xls e também pode ser visualizado no scribd (como este que embedei aqui).</p>
<p>Esta é uma visão muito verdadeira de open data. Primeiro porque força o próprio governo a analisar seus acessos. Segundo porque quem está desenvolvido aplicações com os dados abertos pode ter uma visão muito mais clara do que as pessoas querem.</p>
<p><a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View Weekly Report 2-13-10 on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/27792889/Weekly-Report-2-13-10">Weekly Report 2-13-10</a> <object id="doc_48956478574254" style="outline:none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_48956478574254" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=27792889&amp;access_key=key-ncuzgz05rycb4lmatba&amp;page=1&amp;viewMode=list" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="document_id=27792889&amp;access_key=key-ncuzgz05rycb4lmatba&amp;page=1&amp;viewMode=list" /><embed id="doc_48956478574254" style="outline:none;" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="500" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=27792889&amp;access_key=key-ncuzgz05rycb4lmatba&amp;page=1&amp;viewMode=list" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" name="doc_48956478574254"></embed></object></p>
<p>e-gov e opendata: so vicious.</p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">@bilaamorim</a></p>
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		<title>5 iniciativas legais que a gente podia copiar</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/casos/5-iniciativas-legais-que-a-gente-podia-copiar/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 22:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Separei 5 iniciativas legais de governos ou instituições que o Governo federal do Brasil ou municipais e estaduais podiam copiar: 1. Concurso de aplicativos que usem dados públicos, como o NYC BigApps, da prefeitura de Nova York; 2. Serviço em que a comunidade relata problemas, com fotos, para os órgãos do Governo responsáveis. E ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Separei 5 iniciativas legais de governos ou instituições que o Governo federal do Brasil ou municipais e estaduais podiam copiar:</p>
<p>1. Concurso de aplicativos que usem dados públicos, como o <a href="http://nycbigapps.com/" target="_blank">NYC BigApps</a>, da prefeitura de Nova York;</p>
<p>2. Serviço em que a comunidade relata problemas, com fotos, para os órgãos do Governo responsáveis. E ainda mede como o Governo está resolvendo, como o <a href="http://seeclickfix.com/" target="_blank">SeeClickFix</a>;</p>
<p>3.   Aplicativo que mostra áreas de estacionamento (nos EUA, parquímetros estragados) e locais de maior roubo de veículos, como o <a href="http://www.parkitdc.com/" target="_blank">Park it DC</a>;</p>
<p>4. Aplicativo para iPhone que indica se você está numa região segura de uma cidade, baseado nos números de crimes cometidos no local, como o <a href="http://areyousafedc.com/" target="_blank">Are You safe?</a> Já temos iniciativa similar no Brasil, o <a href="http://wikicrimes.org/main.html;jsessionid=5AA5365BFE015DC663409FDAA751895B" target="_blank">Wikicrimes</a>.</p>
<p>5. Essa é menos útil talvez, mas é muito legal. QR code em todos os prédios e qualquer cidadão pode visualizar detalhes, inclusive vagas de emprego nas construções. <a href="http://techcrunch.com/2011/02/22/nyc-qr-codes-on-buildings/" target="_blank">NY já começou!</a></p>
<p>That&#8217;s all, folks! Dei as ideias, mãos a obra!</p>
<p>PS: dedico este e todos os posts <em>top x things</em> para <a href="http://www.talk2.com.br/author/daniel-souza/" target="_blank">Daniel Souza</a>. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt="icon razz 5 iniciativas legais que a gente podia copiar" class='wp-smiley' title="5 iniciativas legais que a gente podia copiar" /> </p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">@bilaamorim</a></p>
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		<title>Você tem direito a vários desejos</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/voce-tem-direito-a-varios-desejos/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 20:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem um desejo para a internet do futuro? Faça aqui. @bilaamorim]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem um desejo para a internet do futuro? Faça <a href="http://theinternetwishlist.com/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">@bilaamorim</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>eu copio, tu copias, ele copia</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/eu-copio-tu-copias-ele-copia/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/eu-copio-tu-copias-ele-copia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 18:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bila Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
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		<description><![CDATA[Kirby Ferguson, roteirista, diretor e editor &#8211; expõe o famoso &#8220;no mundo nada se cria, tudo se copia&#8221;, com uma série de 4 vídeos. O primeiro e o segundo episódios estão prontos. O terceiro e o quarto chegam em 2011. Inclusive, se você gostar e quiser apoiar a causa, Kirby agradece. Eu gosto do assunto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.kirbyferguson.com/" target="_blank">Kirby Ferguson</a>, roteirista, diretor e editor &#8211; expõe o famoso &#8220;no mundo nada se cria, tudo se copia&#8221;, com uma série de 4 vídeos. O primeiro e o segundo<a href="http://www.everythingisaremix.info/?p=58" target="_blank"></a> episódios estão prontos. O terceiro e o quarto chegam em 2011. Inclusive, se você gostar e quiser <a href="http://www.everythingisaremix.info/?page_id=14" target="_blank">apoiar a causa</a>, Kirby agradece.</p>
<p>Eu gosto do assunto. A cópia é uma nova criação?  Quanto uma obra/ ideia precisa ser modificada para ser considerada nova? Enfim, o tema envolve de Led Zepellin a Zuckerberg.</p>
<p>Parte 1:</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/geral/eu-copio-tu-copias-ele-copia/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>Parte 2:</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/geral/eu-copio-tu-copias-ele-copia/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>E para quem quiser conhecer o projeto completo, tá <a href="http://www.everythingisaremix.info/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><a href="http://twitter.com/bilaamorim" target="_blank">@bilaamorim</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sam Grahram-Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/casos/sam-grahram-felsen-estrategia-digital-da-campanha-obama-e-um-pouco-mais-do-mesmo/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 03:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem acompanha palestras, discursos, posts em blogs e notícias, já deve estar confuso: quem foi, de fato, o tal responsável pela estratégia de mídias sociais da campanha do Obama? Nesta sexta-feira veio ao Brasil Sam Grahram-Felsen (@samgf no Twitter), mais um dos protagonistas do case mais falado nos quatro cantos da internet. Um rapaz, cara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanha palestras, discursos, posts em blogs  e notícias, já deve estar confuso: quem foi, de fato, o tal responsável  pela estratégia de mídias sociais da campanha do Obama?</p>
<p>Nesta  sexta-feira veio ao Brasil <a href="http://twitter.com/samgf" target="_blank">Sam Grahram-Felsen</a> (<a href="http://twitter.com/samgf" target="_blank">@samgf</a> no Twitter), mais um dos protagonistas  do case mais falado nos quatro cantos da internet. Um rapaz, cara de  universitário, jeito de moleque, mas com um papo seguro e muito maduro  sobre política e engajamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="palestra de @samgf no Iesb sobre o case Obama. Em breve post ... on Twitpic" href="http://twitpic.com/1b5xhs"><img class="aligncenter" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Captura-de-tela-2010-03-27-às-00.13.00.png" alt="Captura de tela 2010 03 27 às 00.13.00 Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" width="499" height="393" title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /></a></p>
<p>O jornalista e estrategista digital  que ajudou a eleger Obama esteve à frente do blog da campanha e, pelo  que soube na &#8220;Rádio Peão&#8221;, é um profissional muito bem relacionado  com os principais blogueiros norte-americanos, o que ajuda bastante,  não é verdade?</p>
<p>De blogs especificamente, Sam não falou, ou falou pouco. O desenho  da apresentação não foi diferente do que já vimos de outros, como Ben  Self, Scott Goodstein e Rahaf Harfoush. Mas também não dá para ser  diferente. <strong>Não existe case de mídias sociais de sucesso sem contexto e  sem uma base muito forte de conceitos, sentimentos e atitudes.</strong></p>
<p>O curioso do início da palestra foi Sam ter dito: <span><span><span>&#8220;acho que o estudante brasileiro deve ser engajado  e interessado em política&#8221;. Sabemos que não é bem assim, né? E o mais  curioso foi, lá pelo meio da conversa, ele ter perguntado: <span><span><span>&#8220;Quem na platéia gosta de comerciais na TV?&#8221;. <strong>A  galera em peso levantou a mão. Só faltou gritar: SURPRESA! E surpreso  ele ficou por encontrar uma platéia (composta em sua maioria por  estudantes universitários) que pareceu não entender nada do que ele  estava falando.</strong></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span><span><span><span><span><span><strong> </strong></span></span></span></span></span></span></p>
<div id="attachment_1591" class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px"><img class="size-full wp-image-1591" title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Captura-de-tela-2010-03-27-às-00.09.14.png" alt="Captura de tela 2010 03 27 às 00.09.14 Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" width="499" height="307" /><p class="wp-caption-text">Em bom volume, mas com pouca maturidade e respeito (sairam mais da metade antes do fim da palestra), Sam mostrou-se animado no Twitter quando voltou pra casa <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" class='wp-smiley' title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /> </p></div>
<p>Passado esse constrangimento, Sam contou que, com relação à campanha do Obama,  havia um <span><span><span>pressentimento de que as pessoas queriam  participar</span></span></span>. O segredo então era descobrir como usar  essa energia. Como vencer?</p>
<p>Se você pensa que a resposta foi  &#8220;usar o Facebook, fazer uma rede social proprietária e criar um buzz  artificial em torno da campanha&#8221;, você está errado.</p>
<p>O destaque  foi para uma simples e matadora prática que foi abordada na campanha: <span><span><span>Ouvir as histórias das pessoas, conhecer as  pessoas, amplificar a voz das pessoas. <span><span><span>Tornar o conteúdo  gerado pelo usuário parte do discurso oficial, usar mídias sociais e  força de vontade para facilitar o encontro presencial entre as pessoas  e, principalmente, </span></span></span></span></span></span><span>o<span><span> Obama acreditar que as mudanças podiam acontecer  de baixo para cima e que todas as pessoas podem participar.</span></span></span></p>
<p>Dá  para perceber que é uma estratégia bem amarrada e não tem foco em canais  ou ferramentas, mas em mensagens e pessoas? Eles só precisavam de  condições políticas e financeiras para fazer isso tudo. Como disse Sam,  são os três &#8220;M&#8221; para uma campanha de sucesso: <strong>MESSAGE, MOBILIZATION e  MONEY.</strong></p>
<p>Com isso em mente, depois foi só conseguir montar uma  extraordinária base com 13 milhões de endereços de e-mail. Como fizeram  isso? Fazendo pequenos concursos, promovendo encontros, facilitando o  compatilhamento e transmissão das mensagens, usando redes sociais,  acertando em mídia online e investindo bastante em analytics. Coisa  pouca, né?</p>
<p>E ficamos aqui com algumas perguntas ainda sem  resposta:</p>
<p><em>- Temos no Brasil um cenário favorável para este tipo  de mobilização?<br />
- Temos candidatos que provoquem este sentimento de  que as mudanças são possíveis?<br />
- Temos interesse em colocar o cidadão  como protagonista dos processos democráticos?<br />
- Temos maturidade  para fugir do jogo sujo, de fazer spam, de plantar informações em  espaços públicos e crackear contas e perfis?</em></p>
<p>A pensar <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" class='wp-smiley' title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /> </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Uniban e gestão de crises pós-Internet</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/debate/o-que-a-uniban-deveria-saber-sobre-gerenciamento-de-crises-pos-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Duas coisas parecem não fazer sentido em relação ao caso Geyse-Uniban: 1) uma instituição educacional optando por leiloar sua reputação acobertando um crime supostamente justificado pelo machismo. 2) o movimento de mulheres tomando o partido de uma jovem que aparentemente tinha ou tem intenção de se tornar modelo e ajudar a alimentar o machismo condenado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas coisas parecem não fazer sentido em relação ao <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/07/uniban+expulsa+aluna+hostilizada+por+usar+vestido+curto+9042025.html" target="_blank">caso Geyse-Uniban</a>: 1) uma instituição educacional optando por leiloar sua reputação acobertando um crime supostamente justificado pelo machismo. 2) o movimento de mulheres tomando o partido de uma jovem que aparentemente tinha ou tem intenção de se tornar modelo e ajudar a alimentar o machismo condenado no episódio.</p>
<p>A equação não fecha, os argumentos parecem incoerentes. Estamos todos entusiasmados para ver a Uniban ser apedrejada publicamente por uma atitude que, a princípio, a maior parte das empresas toma ou tomaria, que é: defender seus clientes e optar por ter menos dor de cabeça apostando que eventuais notícias negativas não se espalhariam. Errou por não considerar um fator novo no ecossistema informacional: a Internet, uma ferramenta de baixo custo para a comunicação grupal e interativa.</p>
<p><strong>O que a Uniban poderia aprender com o Papa</strong></p>
<p>É esclarecedor usar como referência um caso semelhante de crise enfrentado pela Igreja Católica nos Estados Unidos relatado pelo teórico de mídia <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Clay_Shirky" target="_blank">Clay Shirky</a> em seu livro <a href="http://www.google.com/search?q=here+comes+everybody&amp;ie=utf-8&amp;oe=utf-8&amp;aq=t&amp;rls=org.mozilla:en-US:official&amp;client=firefox-a" target="_blank">Here Comes Everybody</a>.</p>
<p>Em 1992 o Boston Globe publicou uma denúncia sobre a Igreja acobertando um padre pedófilo por 40 anos. O resultado é que o padre é preso, mas a notícia morre e as coisas continuam como estão. Dez anos depois, o mesmo jornal publica uma reportagem idêntica denunciando outro padre pelo mesmo motivo. O resultado: a Igreja se submete ao <a href="http://www.boston.com/globe/spotlight/abuse/" target="_blank">maior processo de revisão</a> motivado por fatores externos de sua história recente. Dezenas de casos vêm a público e o Vaticano aceita a renúncia do cardeal arcebispo de Boston.</p>
<p>A diferença de um caso para outro, Clay explica, é que houve uma redução nos custos de coordenação e comunicação graças à internet. Em 1992, o leitor escandalizado com a denúncia do Boston Globe teria que protestar usando enviando cópias xerox das reportagens por carta ou fax. Em 2002, o conteúdo havia saído do papel e se tornado digital. O assunto, antes restrito à cidade, se torna notícia no mundo e demonstrar indignação vira um ato tão simples quando copiar e colar links em emails e blogs.</p>
<p>Shirky observa os dois casos ocorridos em Boston usando como referência a maneira como epidemias se alastram. Para se avaliar o risco de uma epidemia, leva-se em consideração: risco de contágio, risco de contato e tamanho da população. A queda radical no custo de coordenação e comunicação de 1992 para 2002 expandiram o risco de contato entre pessoas e também o tamanho da população que ficava sabendo e passou a acompanhar a evolução do caso.</p>
<p><strong>A Uniban fez o que outras empresas fariam</strong></p>
<p>O caso da Geysi é parecido com o da Igreja em Boston no sentido em que há 10 anos, essa situação provavelmente teria morrido depois de alguns dias. É como os responsáveis pela comunicação da Uniban parecem ter raciocinado: &#8220;vamos ter um grande problema se resolvermos punir 700 de nossos estudantes que de alguma maneira participaram da agressão. É mais fácil resolver essa situação tomando o partido dos agressores, que são muitos, contra a vítima. Preservaremos os alunos e se, por conta disso, tivermos que lidar com reportagens negativas durante duas semanas, é o menor preço a se pagar.</p>
<p>O caso poderia sair na imprensa &#8211; como saiu &#8211; e as pessoas reclamariam umas com as outras tomando café nas padarias ou nos pontos de ônibus, mas não haveria nada mais que a maioria delas poderia fazer em relação a isso. Telefonariam umas para as outras coordenando demonstrações na frente da Uniban? Agora o custo disso se resume a<a href="http://twitter.com/fernandosing/statuses/5557037716" target="_blank"> publicar uma mensagem</a> em um blog ou Twitter e deixar a internet fazer o resto do trabalho.</p>
<p>Se a equipe da Uniban soubesse que a notícia se tornaria mundial &#8211; via AP para <a href="http://www.nytimes.com/aponline/2009/11/08/world/AP-LT-Brazil-Short-Dress.html?_r=1" target="_blank">NYTimes</a>, <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/nov/08/geisy-arruda-expelled-brazil-mini-skirt" target="_blank">Guardian</a> e <a href="http://www.huffingtonpost.com/2009/11/08/geisy-arruda-brazil-stude_n_350217.html" target="_blank">Huffington Post</a> &#8211; talvez eles tivessem pensado diferente. Afinal, trata-se de uma instituição acobertando um crime. E não qualquer instituição, uma instituição educacional. (&#8220;Que educação é essa da Uniban?&#8221;, alguns seguramente estão se perguntando.) E também não é qualquer crime: é violência contra a mulher. Fala-se, inclusive, que poderia ter se tornado um <a href="http://www.trezentos.blog.br/?p=3407" target="_blank">estupro coletivo</a>, não fosse pela intervenção de alguns poucos heróis que desafiaram a turba.</p>
<p>Agora os olhos do mundo estão atentos para ver o que a Justiça brasileira e o MEC têm a dizer em relação ao caso. Isso porque milhares de pessoas estão passando entre si os links para a matéria por suas contas de email, seus blogs, Twitter e ainda pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Universidade_Bandeirante_de_S%C3%A3o_Paulo" target="_blank">Wikipedia</a>.</p>
<p><strong>Protesto 2.0, censura 2.0 e a Internet que merecemos</strong></p>
<p>Talvez soe meio corporativo demais tratar um caso como esse do ponto de vista da gestão de crises. O meu argumento &#8211; registrado <a href="http://www.slideshare.net/jspyer/verdades-e-meias-verdades-sobre-o-poder-da-internet" target="_blank">nesta apresentação</a> &#8211; é que a Internet, em si, não transforma a sociedade, ela amplifica suas características. Cultivamos uma visão romântica e muitas vezes ingênua da Rede como solução de todos os males, como se a disponibilidade de conexão e equipamentos de acesso necessariamente promvem a liberdade de expressão e compartilhamento e, consequentemente, levam a democracia à sociedade. Falamos, por exemplo, da Internet como principal responsável pelo fenômeno Obama, sem mencionar que ela foi apenas a catalisadora, a precipitadora das forças que já existiam dentro da sociedade.</p>
<p>O pensador <a href="http://twitter.com/Evgenymorozov" target="_blank">Yvgeny Mozorov</a> tem falado constantemente de <a href="http://neteffect.foreignpolicy.com/posts/2009/10/15/anne_frank_balloon_boy_slacktivism" target="_blank">slacktivism</a> &#8211; que eu traduzi como &#8220;apativismo&#8221; &#8211; e do novo fenômeno da censura 2.0. Ele fala que os governos autoritários já entenderam &#8211; fora Cuba, que continua <a href="http://www.desdecuba.com/generaciony/" target="_blank">tentando censurar Yoani Sanchez</a> &#8211; que censurar agora produz mais barulho do que antes e, por isso, estão aplicando <a href="http://www.ted.com/talks/evgeny_morozov_is_the_internet_what_orwell_feared.html" target="_blank">técnicas de censura 2.0</a>. Isso se traduz na seguinte estratégia: vale mais a pena &#8220;abrir&#8221; o diálogo e participar dele usando blogueiros treinados para criar ruído na conversa. E como a sociedade não está preparada para reagir e se organizar, voltamos a alcançar o resultado esperado, que é a resolução do problema para o lado melhor organizado.</p>
<p>A ironia dessa situação é ver feministas sendo <a href="http://www.abril.com.br/noticias/brasil/movimento-mulheres-marca-protesto-uniban-591673.shtml" target="_blank">levadas a tomar partido</a> de uma jovem que, pelo visto, não tem nada de feminista. Ao contrário, se o oráculo do Twitter estiver certo &#8211; veja <a href="http://twitter.com/marinamc/statuses/5557030715" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://twitter.com/keigiro/statuses/5556997604" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://twitter.com/joaoperigolo/statuses/5556907949" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://twitter.com/fabioflorez/statuses/5556745026" target="_blank">aqui</a>, para citar só alguns dos links da <a href="http://twitter.com/#search?q=uniban%20playboy" target="_blank">primeira página</a> dos resultados de busca -, a Geyse logo estará na capa de uma das revistas masculinas do país &#8211; quem sabe até em outros países &#8211; reforçando a cultura machista que é apontada como motivadora do problema.</p>
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		<title>A vida sem celular: um auto-estudo de caso</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 13:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
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		<description><![CDATA[Ontem o meu celular faleceu. Literalmente. E digo &#8220;faleceu&#8221; porque não houve causa aparente que justifique a falta súbita de sinais vitais. Não caiu no chão, não molhou, nem foi exposto a temperaturas extremas. Do nada ele teve o que poderia ser chamado de convulsão e morreu. Foi assim Eu estava na praça de alimentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem o meu celular faleceu. Literalmente. E digo &#8220;faleceu&#8221; porque não houve causa aparente que justifique a falta súbita de sinais vitais. Não caiu no chão, não molhou, nem foi exposto a temperaturas extremas. Do nada ele teve o que poderia ser chamado de convulsão e morreu.</p>
<p><strong>Foi assim</strong></p>
<p>Eu estava na praça de alimentação de um aeroporto passando o tempo até a hora de embarque. O aparelho tremeu indicando a chegada de SMS. Tentei acessar a mensagem mas o sistema travou, a tela ficou estática. Até aí, normal, já tinha acontecido antes. O procedimento padrão era tirar a bateria, recolocá-la e apertar o botãozinho de liga. Mas dessa vez não ligou.</p>
<p>Insisti, continuei insistindo e nada, nenhuma iluminação de tela ou som para me fazer acreditar que aquilo era &#8220;apenas um susto&#8221;. Intimamente eu sentia que o aparelho tivesse sofrido o correspondente digital de um AVC ou de um ataque cardíaco fuminante e que não voltaria a funcionar sem ajuda profissional e algum transplante de peça.</p>
<p><strong>Um corpo sem espírito</strong></p>
<p>É estranho falar em &#8220;espírito&#8221; referindo-se a um celular, mas não encontro metáfora melhor para representar o que tinha lá dentro. Era espiritual, primeiro, por não ser palpável, material, não estar fisicamente presa aos componentes do aparelho. O que existia ali, existia pela circulação contínua de corrente elétrica.</p>
<p>Mas era espiritual por outro motivo também. Era parte da minha vida, uma extensão dela. Ele me ligava de alguma maneira a todas as pessoas que eu conheço e me relaciono. Essa informação vivia ali, assim como as fotos e vídeos que eu registrava com regularidade pelo aparelho.</p>
<p><strong>Matrix</strong> <strong>mobile</strong></p>
<p>Uma coisa curiosa de não ter celular é ter visto pela primeira vez como o celular invadiu a vida das pessoas. Como eu não tinha o meu celular para me fazer companhia, acabei &#8220;forçado&#8221; a olhar para os lados e prestar atenção nas pessoas. E fiquei espantado ao notar que praticamente a metade das pessoas no saguão do aeroporto estava mergulhada em seus aparelhos.</p>
<p>Alguns passaram o dia em reunião ou participando de algum treinamento e aproveitavam o tempo para triar as mensagens de email acumuladas e responder as mais urgentes. Outros provavelmente acompanhavam as conversas no Twitter, liam e respondiam SMSs, experimentavam aplicativos, jogavam ou checavam pela Internet o clima da cidade para onde estavam indo.</p>
<p>O fato é que boa parte das pessoas sentadas nas cadeiras do saguão de embarque se encontravam na mesma posição, com as mãos na altura da barriga, segurando o aparelho e a cabeça curvada para baixo. Pareciam hiponotizadas ou transportadas para outro mundo&#8230;  dentro do Matrix?</p>
<p><strong>Da negação à abstinência</strong></p>
<p>Ainda não aceitei a morte do telefone, mas, naquele momento, no aeroporto, me conformei silenciosamente com o ocorrido e até pensei que talvez aquilo não seria o fim do mundo, mas não demorou para eu sentir sintomas de crise de abstinência.</p>
<p>Ao chegar em São Paulo, minha grande preocupação é que minha mulher tentasse e não conseguisse falar comigo. E eu não podia avisá-la porque, além de não ter telefone, também não sabia o número dela &#8211; que sempre esteve na memória do aparelho.</p>
<p>Chegando em casa, me lembrei que precisava acordar cedo, mas cadê meu despertador? Era também o celular. E tive que ir até a cozinha para saber as horas.</p>
<p>Ontem um amigo mandou um email dizendo que precisava falar comigo e pedindo o meu número. Posso passar o número do escritório, o da minha casa, mas teremos que combinar uma hora para ele telefonar, como fazíamos &#8220;antigamente&#8221;, lembra? Isso caiu em desuso na medida em que a maioria leva seus telefones no bolso.</p>
<p><strong>Na garantia (eu acho)</strong></p>
<p>Hoje pela manhã, a primeira coisa que eu fiz ao levantar &#8211; depois de escovar os dentes &#8211; foi pegar a caixa do meu telefone. Me felicitei mentalmente por ter a prática de guardar as caixas dos aparelhos eletrônicos junto com as notas fiscais. E descobri algo no mínimo curioso: comprei o telefone em 3 de outubro do ano passado, há exatos 364 dias, logo, há esperança dele ainda estar coberto pela garantia.</p>
<p>Só que surgiu um porém. O período de garantia é de &#8220;09 (nove) meses para o aparelho celular e acessórios incluídos no pacote do aparelho celular, adicionalmente aos três meses da garantia legal&#8221;. Quer dizer 12 meses, certo? Vou descobrir e depois conto.</p>
<p><strong>Sem Life-stream<br />
</strong></p>
<p>Fora acessar a internet (email, Twitter, buscas, resultados de jogos), como outros heavy-users, o celular tem para mim uma finalidade particular. Uso-o para registrar a vida e fiz disso uma rotina mental. Olho para coisas me perguntando se vale uma foto (eventualmente um video) e o processo de publicação <a href="http://www.flickr.com/photos/37734866%40N00/" target="_blank">é automático</a> do aparelho para a Internet e para o Twitter.</p>
<p>Não é um BBB porque eu não publico fotos minhas, nem fotos pessoais. É, talvez, a parte de mim que me levou ao Departamento de História da USP quando eu nem sabia direito o que queria fazer da vida. Registro o que vejo e me chama a atenção, num processo muito pessoal e despretencioso de me comunicar com outras pessoas. Meio, talvez, como uma versão 2.0 da pintura rupestre. Uma necessidade sem propósito explícito.</p>
<p>Isso vai fazer falta.</p>
<p>Independente de tudo, me ocorreu um pensamento apocalíptico: e se, por algum motivo, eu perdesse também a conexão à Internet?</p>
<p>O Kevin Kelly, um dos mestres Jedi do tecno-utopismo, escreveu <a href="http://www.kk.org/outofcontrol/" target="_blank">em um de seus livros</a> que criaríamos tanta dependência da Web que ela seria uma extensão de nossa memória; logo, estar desconectado seria parecido com sofrer uma lobotomia. Mas, aparentemente, alguém <a href="http://www.make-digital.com/make/vol19/?pg=46&amp;pm=1&amp;u1=friend" target="_blank">já pensou nisso</a> e encontrou uma solução, de maneira que podemos dormir tranquilos. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink A vida sem celular: um auto estudo de caso" class='wp-smiley' title="A vida sem celular: um auto estudo de caso" /> </p>
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		<title>Atenda direito e deixe as pessoas falarem de você</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 12:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto a maioria dos executivos do mundo paga por publicidade, Tony Hsieh, CEO da varejista online Zappos.com, é pago - e bem pago - para promover sua empresa em palcos de eventos corporativos mundo a fora. É que os bons resultados relacionados a práticas inovadoras de gestão o transformaram em palestrante disputado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a maioria dos executivos do mundo paga por publicidade, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tony_Hsieh" target="_blank">Tony Hsieh</a>, CEO da varejista online <a href="http://www.zappos.com/" target="_blank">Zappos.com</a>, é pago &#8211; e bem pago &#8211; para promover sua empresa em palcos de eventos corporativos mundo a fora. É que os bons resultados relacionados a <a href="http://www.talk2.com.br/geral/esqueca-tudo-o-que-voce-sabe-sobre-negocios/" target="_blank">práticas inovadoras</a> de gestão o transformaram em palestrante disputado.</p>
<p><span id="more-1155"></span></p>
<p><strong>Por que você (provavelmente) nunca ouviu falar na Zappos</strong></p>
<p>A Zappos.com surgiu há dez anos com a proposta de abocanhar uma porção dos US$ 4 bilhões anuais em vendas de sapatos via pedidos por catálogos nos Estados Unidos. A iniciativa foi desacreditada no começo. Afinal, quem quer comprar sapato sem antes experimentar? Mas o faturamento da empresa é prova de que o negócio é viavel: desde o lançamento, ele passou de US$ 1 milhão para US$ 1 bilhão anuais.</p>
<p>Apesar do sucesso e de ser uma loja online, é provavel que você nunca tenha ouvido falar da Zappos.com. O motivo é simples: a loja só vende para mercados onde tenha condições de oferecer, junto com os produtos, a melhor experiência de atendimento ao cliente disponível hoje, uma experiência &#8220;Wow!&#8221;, segundo o vocabulário da empresa.</p>
<p><strong>Aposta no boca-a-boca</strong></p>
<p>A Zappos, de certa forma, virou de pernas para o ar algumas verdades do mercado. Uma delas é a maneira de se encarar o atendimento ao cliente. Ao oferecer um tratamento diferenciado, a empresa abre mão de gastos com publicidade e campanhas de marketing. O cliente satisfeito é quem faz a promoção da loja, tanto que 75% do faturamento vem de clientes que já fizeram compras e de pessoas que chegam ao site por recomendação de amigos ou familiares.</p>
<p>Não é que as empresas antes da Zappos tivessem uma política de não querer escutar e tratar bem seus clientes, mas isso não era uma prioridade. Que mal pode causar ao negócio que aconteça um ou outro atraso na entrega? Qual é o prejuizo da companhia quando um cliente descontente passa uma hora tentando resolver seu problema pelo SAC? Antes da Internet, o efeito desse descontentamento era desprezível, mas, como você sabe, agora isso mudou.</p>
<p><strong>Transparência como política de atendimento</strong></p>
<p>A Internet amplificou o poder de comunicação do indivíduo. A raiva de um cliente pode se materializar facilmente em mensagens de email para centenas de conhecidos. Blogs, sites de rede social, conversas no Twitter &#8211; são canais de expressão livres e que competem com veículos tradicionais pela atenção das centenas de milhares de pessoas com acesso à Web hoje.</p>
<p>Agora, da mesma forma como o boca-a-boca pode causar imensos prejuízos &#8211; vide o mais que conhecido caso da Telefonica no Brasil &#8211; ele também serve para promover quem oferece serviços e produtos bem avaliados pelos consumidores. Esse foi o insight que a Zappos teve o mérito de colocar em prática, não como um experimento, mas de forma radical, apostando na transparência como sendo a melhor política de relacionamento com o cliente.</p>
<p><strong>Fale comigo</strong></p>
<p>É por isso que, diferente da maior parte das empresas, a Zappos coloca o seu 0-800 em destaque no site. Sim, é uma empresa que quer saber qual é a sua reclamação e quer resolver isso de maneira satisfatória. Ao entrar em contato com o SAC da Zappos, você falará com atendentes que não têm roteiro e não têm limitação de tempo para concluir cada chamada.</p>
<p>Sim, você vai &#8220;perder dinheiro&#8221; dessa forma, mas considere isso um investimento. Ao optar por jogar limpo e oferecer o melhor serviço, por exemplo, a Zappos aceitou vender apenas produtos que estejam em seus estoques, e abriu mão de incluir em seu catálogo o que aparecia no catálogo de seus fornecedores.</p>
<p>Perdeu 25% do faturamento na época em que essa decisão foi tomada, mas, em compensação, os clientes da Zappos sempre recebem as compras no prazo &#8211; quando não ganham um &#8220;upgrade&#8221; surpresa e a compra chega antes do programado &#8211; e não acontece de o cliente receber notificações dizendo que determinado produto que ele comprou está em falta.</p>
<p>A Zappos tem apostado que esse &#8220;prejuízo&#8221; dá lucro e, por enquanto, estão ganhando.</p>
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		<title>&#8220;O simples e o básico&#8221;: o Twitpic no dia a dia das pessoas</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/debate/o-simples-e-o-basico-o-twitpic-n/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 21:17:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje o dia não está fácil. Na verdade, quase nunca é fácil, mas pelos relatos dos meus amigos no Twitter, parece que o &#8220;cachorro louco&#8221; resolveu esticar um pouquinho até setembro. Os ataques aos ônibus coletivos em Salvador, atrasos e mais atrasos nos aeroportos e, de forma mais recorrente, o dilúvio em São Paulo. Há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje o dia não está fácil. Na verdade, quase nunca é fácil, mas pelos relatos dos meus amigos no <a href="http://twitter.com/" target="_blank"><strong>Twitter</strong></a>, parece que o &#8220;cachorro louco&#8221; resolveu esticar um pouquinho até setembro. Os <a href="http://twitter.com/tassianovaes/status/3847404365">ataques aos ônibus coletivos em Salvador</a>, <a href="http://twitpic.com/h05ho">atrasos e mais atrasos nos aeroportos</a> e, de forma mais recorrente, <a href="http://twitter.com/fzanni/status/3846855636">o dilúvio em São Paulo</a>.</p>
<p>Há alguns anos, sem dúvida, já era hora de buscar as imagens disso tudo pela net, já que os depoimentos eu teria lido num blog. Mas não tem sido bem assim hoje em dia.</p>
<p>Pesquei a dica do seguinte diálogo entre o <a href="http://twitter.com/leandromp">@leandromp</a> e o <a href="http://twitter.com/rafaelsbarai/" target="_blank">@rafaelsbarai</a>:</p>
<p><!-- QuoteURL styled embed start --></p>
<blockquote style="margin:0;padding:0;">
<ol style="border: 1px solid #888888; margin: auto; padding: 0.4em; background-color: #ffffff; color: #000000; width: 90%; max-width: 700px;">
<li style="clear:both;list-style:none;padding-top:.7em;padding-bottom:.7em;border-top:1px dashed #ccc;position:relative;background-color:#fff;">
<div style="float:left;margin-right:1em;margin-left:.5em;"><a href="http://twitter.com/leandromp"><img style="border:none;" src="http://a3.twimg.com/profile_images/74684299/leandro_normal.jpg" alt="leandro normal O simples e o básico: o Twitpic no dia a dia das pessoas" width="48" height="48" title="O simples e o básico: o Twitpic no dia a dia das pessoas" /></a></div>
<div style="margin-right:30px;padding-right:1em;"><a style="font-weight:bold;" title="Leandro M. Pinto" href="http://twitter.com/leandromp">leandromp</a> <span style="font-style:normal">O Twitpic tomou lugar do Flickr para fotos mais &#8220;urgentes&#8221;? Nada de enchente em SP no Flickr, váááárias fotos no Twitpic&#8230;</span> <span style="color:#888;font-family:georgia;font-size:0.8em;font-style:italic;"> <a style="color:#888;text-decoration:none;" onmouseover="this.style.textDecoration='underline';" onmouseout="this.style.textDecoration='none';" rel="bookmark" href="http://twitter.com/leandromp/status/3846960165"> <span title="2009-09-08 19:51:36">08 Sep 2009</span> </a> <span>from <a rel="nofollow" href="http://twitterfox.net/">TwitterFox</a></span> </span></div>
</li>
<li style="clear:both;list-style:none;padding-top:.7em;padding-bottom:.7em;border-top:1px dashed #ccc;position:relative;background-color:#fff;">
<div style="float:left;margin-right:1em;margin-left:.5em;"><a href="http://twitter.com/rafaelsbarai"><img style="border:none;" src="http://a1.twimg.com/profile_images/21354552/P6100215_normal.jpg" alt="P6100215 normal O simples e o básico: o Twitpic no dia a dia das pessoas" width="48" height="48" title="O simples e o básico: o Twitpic no dia a dia das pessoas" /></a></div>
<div style="margin-right:30px;padding-right:1em;"><a style="font-weight:bold;" title="rafaelsbarai" href="http://twitter.com/rafaelsbarai">rafaelsbarai</a> <span style="font-style:normal"><a href="http://twitter.com/leandromp">@leandromp</a> sabe o simples e básico? o usuário tá preferindo isso. Mas o amadorismo é presente no Twitpic. Foto do instantâneo.</span> <span style="color:#888;font-family:georgia;font-size:0.8em;font-style:italic;"> <a style="color:#888;text-decoration:none;" onmouseover="this.style.textDecoration='underline';" onmouseout="this.style.textDecoration='none';" rel="bookmark" href="http://twitter.com/rafaelsbarai/status/3847010707"> <span title="2009-09-08 19:54:18">08 Sep 2009</span> </a> <span>from <a rel="nofollow" href="http://twitterfox.net/">TwitterFox</a></span> <a href="http://twitter.com/leandromp/status/3846960165">in reply to leandromp</a> </span></div>
</li>
</ol>
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<p><small style="float:right;"> &#8212; <a href="http://www.quoteurl.com/tp13n">this quote</a> was brought to you by <a href="http://www.quoteurl.com">quoteurl</a></small> <br style="clear:both;" /> <!-- QuoteURL embed end --></p>
<p>De fato, como diz o <a href="http://derepente.com.br/" target="_blank">Rafa</a>, o &#8220;simples e o básico&#8221; são características que atraem os usuários. A medida que foi se popularizando, o Flickr foi ficando mais &#8220;velho&#8221;, como se fosse um ambiente de conteúdo sedimentado, além de ser bem mais complexo do que o Twitpic.</p>
<p><a title="O buraco do metrÃ´ Pinheiros depois da chuva on Twitpic" href="http://twitpic.com/gzy22"><img src="http://twitpic.com/show/thumb/gzy22.jpg" alt="gzy22 O simples e o básico: o Twitpic no dia a dia das pessoas"  title="O simples e o básico: o Twitpic no dia a dia das pessoas" /></a></p>
<p>Mas não é só isso não. Quais os motivos? Seguem as minhas suspetias:</p>
<ul>
<li>O Twitpic pega a carona do Twitter em termos de crescimento</li>
<li>A ferramenta está integrada aos softwares mobile para o Twitter</li>
<li>A &#8220;marca&#8221; do Twitpic é exibida nas URLs dos twitts, toda vez que alguém publica uma foto lá</li>
<li>Achar fotos &#8220;quentes&#8221; no Flickr não é tão fácil quanto achá-las no Twitpic</li>
</ul>
<p>Cada um desses pontos precisa ser mais explicado, por isso, prometo um artigo até a sexta-feira sobre o tema: &#8220;a fotografia cotidiana nas redes sociais&#8221;, tá combinado?</p>
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