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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; Natalia Keri</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Navegar na Internet é um bicho de sete cabeças</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 20:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A maior parte da população brasileira (64%) não sabe usar um mecanismo de busca para achar informação, nem enviar e-mails com arquivos anexados, nem enviar mensagens em salas de bate-papo e fóruns de discussão, nem usar um programa de compartilhamento de arquivos para trocar filmes ou música, nem baixar e instalar softwares, nem usar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/seven_headed_shadow_dragon_by_blademanunitpi.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-746" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/seven_headed_shadow_dragon_by_blademanunitpi.jpg" alt="seven headed shadow dragon by blademanunitpi Navegar na Internet é um bicho de sete cabeças" width="500" height="383" title="Navegar na Internet é um bicho de sete cabeças" /></a></p>
<p>A maior parte da população brasileira (64%) não sabe usar um mecanismo de busca para achar informação, nem enviar e-mails com arquivos anexados, nem enviar mensagens em salas de bate-papo e fóruns de discussão, nem usar um programa de compartilhamento de arquivos para trocar filmes ou música, nem baixar e instalar softwares, nem usar a Internet para realizar ligações telefônicas, muito menos criar uma página na Internet. <a title="Tabela com os dados da pesquisa sobre habilidades na internet" href="http://www.cetic.br/usuarios/tic/2008-total-brasil/rel-habil-03.htm" target="_blank">Este é um dos resultados</a> da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil 2008, produzida todos os anos pelo <a title="Link para o site do Centro de Estudos sobre as tecnologias da informação e da comunicação" href="http://www.cetic.br" target="_blank">Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação</a> (Cetic) do <a title="Link para o site do Comitê Gestor da Internet no Brasil" href="http://cgi.br/" target="_blank">Comitê Gestor da Internet no Brasil</a>.</p>
<p>A falta de habilidade em atividades de navegação como estas (corriqueiras para quem trabalha com Internet) está até mesmo impedindo as pessoas de acessar a rede! Com a pergunta <em>Por que você nunca utilizou a internet?</em>, foram entrevistadas na mesma pesquisa pessoas que já usam o computador e que nunca navegaram. E o que a maioria das pessoas respondeu foi: <strong>é muito difícil</strong>. 61% dos entrevistados nunca acessou a Internet por falta de habilidade com o computador e com a própria Internet. Além disso, (arautos da revolução digital, preparem seus corações) 44% das pessoas opinaram que não navegam por falta de necessidade ou interesse. Só depois aparecem motivos econômicos (não têm condições de pagar o acesso) e de infraestrutura (não têm onde acessar).</p>
<p>Estes dados mostram como estamos longe de uma verdadeira democratização do acesso à Internet, e consequentemente do acesso à informação, no Brasil. Estas e outras estatísticas sobre o uso das tecnologias da informação no país podem ser encontradas na pesquisa do Cetic, que entrevista domicílios, indivíduos e empresas. Os dados são bem completos e apresentados em séries históricas. São utilizados os padrões metodológicos internacionais da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e da Eurostat (Instituto de Estatísticas da Comissão Européia). As análises abordam o uso de celulares e computadores, governo e comércio eletrônicos em todo o território nacional, inclusive nas áreas rurais.</p>
<p>A ilustração do dragão é de <a title="Link para o portfólio de Nicolas Webb" href="http://blademanunitpi.deviantart.com/" target="_blank">Nicholas Colin Webb</a>.</p>
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		<title>O que você quer ser quando crescer?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ninguém pode negar que esta perguntinha é capciosa. Quando você tem 6 anos e responde que quer ser motorista de ônibus espacial (ou astro do rock!) quando crescer, fica muito aborrecido ao ouvir as risadinhas dos adultos. Já aos 17 anos, bem crescidinho, essa pergunta é um fantasma, quase um encosto, ainda mais acompanhada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/meninoguitarista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-733" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/meninoguitarista.jpg" alt="meninoguitarista O que você quer ser quando crescer?" width="500" height="500" title="O que você quer ser quando crescer?" /></a></p>
<p>Ninguém pode negar que esta perguntinha é capciosa. Quando você tem 6 anos e responde que quer ser motorista de ônibus espacial (ou astro do rock!) quando crescer, fica muito aborrecido ao ouvir as risadinhas dos adultos. Já aos 17 anos, bem crescidinho, essa pergunta é um fantasma, quase um encosto, ainda mais acompanhada de toda a pressão dos pais, do tio, dos professores&#8230;</p>
<p>Mas quando estamos falando de um projeto, uma ação, um site nós somos obrigados a perguntar, quando ele ainda está engatinhando, o que o que ser quando crescer. Um dos momentos mais importantes em todo o trabalho de planejamento e gestão de métricas é detectar o objetivo daquilo que vai ser medido, até onde ele quer chegar, quais são os resultados esperados pelo nosso cliente.</p>
<p>Quando o cliente é uma empresa, em última análise, o objetivo é aumentar os lucros do cliente, vendendo mais produtos ou serviços, ou mesmo diminuindo os custos. Com clientes institucionais, ONGs, partidos políticos, fundações, etc, definir o objetivo final é bem diferente, mas este ponto precisa também estar muito bem delimitado entre todos os participantes do projeto.</p>
<p>O sucesso de um blog de um hospital beneficente pode ser, por exemplo, o aumento do valor recebido em doações pela internet. Já uma ONG de estímulo à leitura pode comemorar um aumento no número de empréstimos em suas bibliotecas ou de downloads de livros virtuais. Para rastrearmos os rumos de um projeto, corrigirmos suas rotas e comemorarmos os resultados precisamos, antes de tudo, saber onde queremos chegar. Pode parecer simples, mas muitas vezes é um desafio (vocês não acham?). A meta tem que ser específica, mensurável, atingível em um tempo definido e relevante, é claro.</p>
<p>Antes que alguém entre num dilema existencial (Quem sou eu? Qual é o objetivo da minha vida? Estou realizando os meus sonhos?), vou encerrar meu post. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile O que você quer ser quando crescer?" class='wp-smiley' title="O que você quer ser quando crescer?" /> </p>
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		<title>Uma pequena granada no fetiche da liberdade</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 17:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Andrew Keen apimentou a tarde da última sexta-feira, dia 29 de maio, com suas provocações sobre o crescimento das novas mídias. No Talkshow (ouça aqui a íntegra), o crítico cultural colocou em debate a transparência da web 2.0, os sistemas de produção de conteúdo baseados em reputação, a atuação dos profissionais de Relações Públicas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/andrew_keen.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-716" style="4px;" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/andrew_keen-150x150.jpg" alt="andrew keen 150x150 Uma pequena granada no fetiche da liberdade" width="150" height="150" title="Uma pequena granada no fetiche da liberdade" /></a>Andrew Keen apimentou a tarde da última sexta-feira, dia 29 de maio, com suas provocações sobre o crescimento das novas mídias. No Talkshow (ouça <a title="Integra do Talkshow com Andrew Keen" href="http://talkshow.podomatic.com/entry/2009-06-03T10_09_50-07_00" target="_blank">aqui</a> a íntegra), o crítico cultural colocou em debate a transparência da web 2.0, os sistemas de produção de conteúdo baseados em reputação, a atuação dos profissionais de Relações Públicas e o culto da inocência.</p>
<p>&#8220;Esta revolução é mais sangrenta e mais complicada que à primeira vista&#8221;. Com estas palavras Keen resume sua posição de ceticismo ante as maravilhas anunciadas com advento da internet.</p>
<p>Ele chamou atenção para a falta de clareza com que os produtores de conteúdo das novas mídias se posicionam. &#8220;Nós sabemos quem está por trás do New York Times. Nós sabemos quem está por trás do Wall Street Journal. Nós sabemos quem está por trás da Fox Television. O problema de muita coisa na internet e na web 2.0 é que, como não há intermediários nem gatekeepers, nós nunca sabemos quem está fazendo o que, nós nunca temos certeza do que é propaganda ou não, ou dos verdadeiros interesses das pessoas&#8221;.</p>
<p>Para o consumidor final da informação, quase tudo na internet é de graça. Keen aponta então dois efeitos desse &#8220;almoço grátis&#8221;: em primeiro lugar, uma maior dependência dos anunciantes, e em segundo lugar, a falta de estímulo aos talentos. Dar o resultado do seu trabalho de graça, para ele, acaba com a dignidade de um artista ou escritor. Além disso, obriga-os a serem constantemente Relações Públicas de si mesmos, pois já não contam com o apoio de instituições como editoras ou meios de comunicação tradicionais. A internet também não dispensa ninguém do esforço: &#8220;Nem todo mundo pode ser um escritor. Nem todo mundo pode ser diretor de cinema. Ter a tecnologia ao seu alcance não faz de você um artista&#8221;.</p>
<p>A democratização radical, um sistema completamente livre, para Keen, vai dar espaço para uma aristocracia virtual, um pequeno grupo controlando o que é divulgado na rede. A grande dúvida do crítico é: a internet está minando as estruturas das mídias tradicionais, mas como será o próximo modelo de comunicações?</p>
<p>Ouça aqui as opiniões de Andrew Keen:</p>
<p>- <a title="Keen fala sobre o culto do amador" href="http://talkshow.podomatic.com/entry/2009-06-03T08_35_38-07_00" target="_blank">Sobre o culto do amador</a></p>
<p>- <a title="Keen fala sobre Twitter" href="http://talkshow.podomatic.com/entry/2009-06-03T08_23_59-07_00" target="_blank">Sobre o Twitter</a></p>
<p>- <a title="Keen fala sobre relações públicas" href="http://talkshow.podomatic.com/entry/2009-06-03T08_17_48-07_00" target="_blank">Sobre Relações Públicas digitais</a></p>
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		<title>Para que medimos as coisas??</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 13:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine que você está em uma estrada, querendo chegar a uma cidade, mas não existe nenhuma referência concreta da distância até lá, muito menos da direção para a qual você deve guiar o carro. Bem assustador, não é? No nosso cotidiano, todos nós utilizamos medidas de muitos tipos para tomarmos decisões com mais segurança e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="x-small;"><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/j0409403.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-704" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/06/j0409403.jpg" alt="j0409403 Para que medimos as coisas??" width="500" height="246" title="Para que medimos as coisas??" /></a></span></div>
<div></div>
<p><span style="x-small;"><span style="x-small;">Imagine que você está em uma estrada, querendo chegar a uma cidade, mas não existe nenhuma referência concreta da distância até lá, muito menos da direção para a qual você deve guiar o carro. Bem assustador, não é? No nosso cotidiano, todos nós utilizamos medidas de muitos tipos para tomarmos decisões com mais segurança e de maneira mais racional.</p>
<p>Na internet é a mesma coisa: um projeto tem sempre um objetivo (a cidade!) e é preciso saber se estamos a quilômetros de distância dele ou a só alguns quarteirões de chegar lá. Para isso, usamos as métricas: números ou indicadores que mostram se uma ação está (ou não) se aproximando da sua meta.</p>
<p>Além disso, a medição de determinados parâmetros pode mostrar também qual a melhor direção tomar para chegar mais rapidamente ou com mais eficiência ao sucesso da missão. As ferramentas de medição, como o Google Analytics, por exemplo, podem oferer toneladas de informação sobre um projeto. O truque é escolher aquelas que realmente avaliam se tudo está dando certo ou não, para depois fazer ajustes na rota, ou comemorar os acertos!</p>
<p>Vocês devem estar imaginando porque raios eu estou escrevendo tudo isso&#8230; É que na semana passada eu estive no curso Planejamento e Gestão de Métricas em Projetos Digitais, da Jumpeducation. Aí resolvi começar uma discussão aqui no blog sobre o assunto. Em breve, mais novidades!</p>
<p></span></span></p>
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		<title>Lei Azeredo provoca protestos e debate</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 19:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lembram que escrevi sobre a necessidade de debate sobre a regulamentação da internet na legislação brasileira? Pois é, aqui na Campus Party ele está ocorrendo, e bastante acalorado. Em clima de protesto, discutiram de um lado José Henrique Santos Portugal (representando o Senador Eduardo Azeredo) e o  Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dsc00768.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-381" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dsc00768.jpg" alt="dsc00768 Lei Azeredo provoca protestos e debate" width="500" height="572" title="Lei Azeredo provoca protestos e debate" /></a></p>
<p>Lembram que escrevi sobre a necessidade de debate sobre a regulamentação da internet na legislação brasileira? Pois é, aqui na Campus Party ele está ocorrendo, e bastante acalorado.</p>
<p>Em clima de protesto, discutiram de um lado José Henrique Santos Portugal (representando o Senador Eduardo Azeredo) e o  Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Fernando Neto Botelho, e do outro o sociólogo Sérgio Amadeu e o jurista Ronaldo Lemos.</p>
<p>O tema central foi o <a title="Texto do Projeto de lei 89/2003" href="http://www.senado.gov.br/comunica/agencia/pags/01.html" target="_blank">PL 89/2003</a>, conhecido popularmente como Lei Azeredo, que delimita crimes de informática e suas respectivas punições. O projeto já foi aprovado no Senado e tem provocado muitas controvérsias entre juristas e especialistas em tecnologia.</p>
<p>Para o desembargador, há uma necessidade urgente de legislar contra o que ele chamou de &#8220;selva eletrônica&#8221;, evitando assim crimes financeiros, violação de segurança de dados e de direitos autorais. A punição seria uma medida educativa na rede.</p>
<p>O sociólogo, por sua vez, fez uma análise do texto da lei, apontando alguns trechos nos quais termos muito abertos permitem a interpretação punitiva de atos corriqueiros, como transferir as músicas de um CD para um pen-drive. Esta incerteza aumentaria o &#8220;custo-Brasil de comunicação&#8221;. Para Sérgio Amadeu, as restrições de liberdade embutidas não teriam como contrapartida o combate aos criminosos, que já utilizam diversas artimanhas para obter anonimato.</p>
<p>A platéia, claro, se manifestou também, com faixas, mensagens escritas nas telas de notebooks e intervenções nas falas. E vocês? Quais suas opiniões na polêmica?</p>
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		<title>A regra (não) é clara</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 14:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O direito conhece a internet? Com esta pergunta na ponta da língua, a área Campus blog da Campus Party discutiu no fim da tarde de ontem as relações entre o desenvolvimento da internet, as leis e o Poder Judiciário brasileiro. Participaram do painel os advogados Renato Opice Blum (Opice Blum Advogados Associados), Ronaldo Lemos (Fundação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/redecard1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-361" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/redecard1.jpg" alt="redecard1 A regra (não) é clara" width="500" height="672" title="A regra (não) é clara" /></a></p>
<p>O direito conhece a internet? Com esta pergunta na ponta da língua, a área Campus blog da Campus Party discutiu no fim da tarde de ontem as relações entre o desenvolvimento da internet, as leis e o Poder Judiciário brasileiro. Participaram do painel os advogados Renato Opice Blum (<a title="Escritório Opice Blum Advogados" href="http://www.opiceblum.com.br/lang-pt/index.html" target="_self">Opice Blum Advogados Associados</a>), Ronaldo Lemos (<a title="Site do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas" href="http://www.direitorio.fgv.br/cts/index.html" target="_blank">Fundação Getúlio Vargas</a>, <a title="Site do Creative Commons Brasil" href="http://www.creativecommons.org.br/" target="_blank">Creative Commons</a>, <a title="Site colaborativo Overmundo" href="http://www.overmundo.com.br/" target="_blank">Overmundo</a>) e Ivo Corrêa (advogado do Google Brasil), mediados pelo jornalista do UOL Francisco Madureira.</p>
<p>Os participantes contaram que o direito brasileiro se vê em um impasse entre a presença de conflitos no ambiente da internet e a ausência de legislação sobre o assunto (mesmo a <a title="Wikipedia explica o que é jurisprudência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jurisprud%C3%AAncia" target="_blank">jurisprudência</a> é contraditória). Por isso, os juizes acabam se baseando na legislação em vigor para outros meios de comunicação, como a televisão e os jornais. Nas eleições de 2008 foi assim: a lei eleitoral determinou à internet uma regulamentação que era feita para TV e rádio. É como jogar futebol com as regras do basquete. Conclusão: precisamos todos debater e refletir como seria uma regulamentação feita sob medida para a internet.</p>
<p>Nesse debate dois fatores são muito importantes: o direito à privacidade e a liberdade de expressão. Quando é justo (afinal, estamos falando de justiça) quebrar o sigilo digital de um internauta? Quando é justo punir um blogueiro por algo publicado em sua página? Quando é justo tirar do ar uma rede social por causa de algo postado por um de seus membros?</p>
<p>Ronaldo Lemos, professor da Fundação Getúlio Vargas, acha essencial estabelecer um marco civil, que protegesse os direitos do internautas. &#8220;No Brasil, o provedor de conteúdo é um alvo fácil&#8221;. O professor explicou que na rede o produtor de conteúdo pode estar, ou não, amparado por uma corporação ou instituição. Quando não está (e muita gente não está, essa é a graça da internet!) fica muito difícil se defender de eventuais processos judiciais, até porque ninguém sabe exatamente quais são as regras do jogo.</p>
<p>Outra dificuldade enfrentada por quem já lidou com a justiça brasileira em questões de internet é a falta de preparo e conhecimento tecnológico dos operadores do direito (juízes, promotores, advogados, etc). Para evitar decisões estapafúrdias (como <a title="Post no Twitter Brasil sobre a sua retirada do ar sob ordem judicial" href="http://www.twitterbrasil.org/2008/09/09/justica-e-internet-mais-um-episodio-equivocado/" target="_blank">o caso da retirada do ar do blog Twitter Brasil</a>), uma idéia legal é que as empresas e organizações de tecnologia ofereçam oficinas, cursos, palestras e publicações para a turma do direito. Outras propostas são a criação de varas específicas para a internet e a adoção de auxiliares técnicos especializados nos tribunais.</p>
<p>Mas o ideal mesmo era que a sociedade brasileira discutisse e chegasse a uma regulamentação democrática que deixasse claro quais são os direitos, os deveres e os limites da nossa atuação na internet. Isso não significa acabar com a liberdade. Isso significa jogar limpo e bonito com as regras claras, para ninguém ser pego de surpresa com um processo.</p>
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		<title>A política adota a internet</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 15:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
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		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Na noite de ontem, Milton Jung, âncora da Rádio CBN São Paulo, contou um caso bem interessante de convergência de mídias em uma conversa na Campus Party. Logo após as eleições municipais de 2008, o jornalista queria evitar que as pessoas deixassem de lado o debate político . Então, lançou uma idéia aos seus ouvintes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/milton1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-331" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/milton1.jpg" alt="milton1 A política adota a internet" width="500" height="339" title="A política adota a internet" /></a></p>
<p>Na noite de ontem, <a title="Link para o blog do Milton Jung" href="http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/miltonjung/" target="_blank">Milton Jung</a>, âncora da <a title="Link para o site da rádio CBN" href="http://cbn.globoradio.globo.com/home/HOME.htm" target="_blank">Rádio CBN</a> São Paulo, contou um caso bem interessante de convergência de mídias em uma conversa na Campus Party.</p>
<p>Logo após as eleições municipais de 2008, o jornalista queria evitar que as pessoas deixassem de lado o debate político . Então, lançou uma idéia aos seus ouvintes da CBN-SP: adotar um vereador. A proposta era que cada cidadão escolhesse um membro da câmara municipal e acompanhasse seu trabalho, colaborando e fiscalizando.</p>
<p>Os ouvintes não só aderiram à campanha, como sentiram a necessidade de compartilhar as informações e as experiências da adoção. Para a surpresa do âncora, começaram então a pipocar blogs vinculados à campanha, que se espalhou por diversas cidades do país. Nesse processo, Milton conta que recebia muitas ligações de pessoas ligadas à Câmara Municipal &#8220;denunciando&#8221; que alguns blogs eram produzidos pelos próprios parlamentares.</p>
<p>Ora, pensou o jornalista, se o objetivo da adoção era alimentar o debate político e a circulação de informação sobre o trabalho dos vereadores, não havia nada de errado com a criação de blogs por parlamentares! Era até muito desejável que os políticos incluíssem as mídias digitais entre seu cardápio de meios de comunicação com o cidadão.</p>
<p>Alguns vereadores inclusive postavam comentários nos blogs sobre seu trabalho, enviavam aos blogueiros esclarecimentos e informações sobre suas atividades.</p>
<p>A terceira fase da campanha foi a criação de uma <a title="Página Wiki da campanha Adote um vereador" href="http://vereadores.wikia.com/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank">página wiki da campanha Adote um Vereador</a>, na qual os cidadãos formam uma rede de informação sobre parlamentares, uma &#8220;Wikipedia das Câmaras Municipais&#8221;. Uma idéia lançada pelo rádio, se desenvolveu por iniciativa da própria população em uma rede colaborativa.</p>
<p>A internet é a nova arena política, não só um canal privilegiado de contato entre políticos e cidadãos como uma ferramenta essencial à transparência. A democracia comemora.</p>
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		<title>&#8220;Quem não vem no cordel da banda larga vai viver sem saber que mundo é o seu&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 15:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Na tarde de ontem, o músico Gilberto Gil fez uma palestra cantada na arena de Inclusão Digital da Campus Party. Em uma conversa descontraída, Gil teceu um panorama da sua carreira e explicou a importância da tecnologia na sua poesia. Dois fatos tecnológicos marcaram definitivamente sua música: a criação do trio elétrico por Dodô (Adolfo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/foto_cparty_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-318" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/foto_cparty_01.jpg" alt="foto cparty 01 Quem não vem no cordel da banda larga vai viver sem saber que mundo é o seu" width="500" height="269" title="Quem não vem no cordel da banda larga vai viver sem saber que mundo é o seu" /></a></p>
<p>Na tarde de ontem, o músico <a title="Site Oficial do Gilberto Gil" href="http://www.gilbertogil.com.br/" target="_blank">Gilberto Gil</a> fez uma palestra cantada na arena de <a title="Site da área de inclusão digital da Campus Party" href="http://www.campusparty.com.br/index.php/inclusao-digital.148.html" target="_blank">Inclusão Digital da Campus Party</a>. Em uma conversa descontraída, Gil teceu um panorama da sua carreira e explicou a importância da tecnologia na sua poesia.</p>
<p>Dois fatos tecnológicos marcaram definitivamente sua música: a criação do trio elétrico por Dodô (Adolfo Nascimento) e Osmar Macedo em 1950 e a corrida espacial na década de 60.</p>
<p>O coquetel da amplificação elétrica da música, combinada com a efervescência cultural e política dos anos 50 e 60, desencadearia as experimentações do Tropicalismo.</p>
<p>Já os efeitos da corrida espacial e da chegada do homem à lua foram muito mais filosóficos. Quais as consequências do avanço tecnológico? Qual caminho o homem trilharia a partir daí?</p>
<p>A primeira reação foi o medo. “Fiquei em uma submissão à visão romântica de mundo”. Ele temia que a ciência matasse a poesia:</p>
<p><em>“Do luar não há mais nada a dizer<br />
A não ser<br />
Que a gente precisa ver o luar”</em></p>
<p>Mas, aos poucos, Gilberto Gil começou a perceber os potenciais da tecnologia na expansão da sabedoria humana (para ele, este é o objetivo da sua obra como artista). Bastava se apropriar das possibilidades das máquinas, humanizá-las. Começa aí uma nova fase, de uma visão positiva, de busca da inclusão digital (inclusive em seu trabalho como ministro):</p>
<p><em>“Diabo de menino agora quer<br />
Um i pod e um computador novinho<br />
Certo é que o sertão quer virar mar<br />
Certo é que o sertão quer navegar<br />
No micro do menino internetinho<br />
(&#8230;) Esse menino ainda vira um sábio<br />
Contratado do Google, sim sinhô&#8221;</em></p>
<p>Atualmente, uma nova questão inquieta o músico: vamos ser substituídos pelas máquinas? Gil responde:</p>
<p><em>“Só eu posso pensar<br />
Se Deus existe<br />
Só eu<br />
Só eu posso chorar<br />
Quando estou triste<br />
Só eu”</em></p>
<p>Ps: a músicas citadas são, em ordem de aparecimento: Banda Larga Cordel, Luar, novamente Banda Larga Cordel e Cérebro Eletrônico.</p>
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		<title>O fim do texto</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 17:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[You Tube]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta certamente é uma notícia assustadora para alguém que escreve como ofício e como passatempo. Mas Marti Hearst, professora da School of Information da Universidade da California, Berkeley, acredita que a popularidade da escrita e da leitura vai despencar ao longo dos anos. O que vai mudar tudo? Esta é a pergunta que a revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta certamente é uma notícia assustadora para alguém que escreve como ofício e como passatempo. Mas <a title="Marti Hearst" href="http://people.ischool.berkeley.edu/~hearst/">Marti Hearst</a>, professora da <em>School of Information</em> da Universidade da California, Berkeley, acredita que a popularidade da escrita e da leitura vai despencar ao longo dos anos.</p>
<p>O que vai mudar tudo? Esta é a pergunta que a revista online <a title="Edge" href="http://www.edge.org/q2009/q09_index.html#zeilinger" target="_blank">Edge</a>, que reúne idéias e discussões de grandes cientistas, pensadores e acadêmicos, ofereceu aos seus 151 colaboradores, entre eles Richard Dawkins e o brasileiro Marcelo Gleiser. Marti Hearst inicia sua resposta com uma constatação: o hábito de produzir, distribuir e assistir a vídeos tem se tornado muito popular. A oralidade anda em alta.</p>
<p>A cientista então cita o envio por cidadãos de perguntas aos debates presidenciais nos EUA via You Tube como prova da popularização do vídeo como ferramenta de comunicação. Ela conta também que emails com podcasts têm índice de &#8220;leitura&#8221; 20% maior que emails de marketing comuns, de acordo com uma pesquisa do instituto <a title="Pew Research" href="http://pewresearch.org/"><em>Pew Research</em></a>.</p>
<p>O efeito emburrecedor do vídeo, tão alardeado com o advento da televisão, é contrabalanceado pela possibilidade de interação audiovisual pela internet. Já é possível discutir, respondendo ou citando um vídeo, que deixa de ser uma ferramenta de comunicação de via única.</p>
<p>Marti aponta também algumas tendências: o ato de digitar será substituído pelo ditado (ela espera que haja uma solução tecnológica para evitar o barulho gerado por dezenas de pessoas ditando em um escritório&#8230;). Mas o grande pulo do gato seria uma ferramenta que buscasse informação dentro dos vídeos e áudios, tão eficiente como os atuais buscadores de texto.</p>
<p>Ela sugere também que os países em desenvolvimento, que ainda sofrem com altos níveis de analfabetismo, vão pular o estágio de cultura escrita e passar direto para o vídeo, por meio de uma &#8220;alfabetização&#8221; audiovisual.</p>
<p>Imagine a cena: você explicando para os seus bisnetinhos que antigamente tinha um monte de coisas com letrinhas que se chamavam teclado, livro, bloquinho de anotações, jornal&#8230; E a cara de espanto deles quando você disser que escrevia (escrevia!) em um blog! (Vai ser mais radical que o sentimento que eu tenho quando o meu avô, tipógrafo, explica como imprimia livros em tipos móveis de chumbo). Alguém aí quer fundar comigo os Escritores Anônimos?</p>
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		<title>Para educar uma criança, é necessária a tribo inteira</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/para-educar-uma-crianca-e-necessaria-a-tribo-inteira/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 14:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natalia Keri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o lema “Para educar a un niño, hace falta la tribu entera” (Para educar uma criança, é necessária a tribo inteira) e partindo da ideia de que toda a sociedade deve ajudar na tarefa de educar as crianças e adolescentes, o intelectual espanhol José Antonio Marina criou a Universidad de Padres (UP), um ambiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/educacao1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-250" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/01/educacao1-300x286.jpg" alt="educacao1 300x286 Para educar uma criança, é necessária a tribo inteira" width="300" height="286" title="Para educar uma criança, é necessária a tribo inteira" /></a></p>
<p>Com o lema “Para educar a un niño, hace falta la tribu entera” (Para educar uma criança, é necessária a tribo inteira) e partindo da ideia de que toda a sociedade deve ajudar na tarefa de educar as crianças e adolescentes, o intelectual espanhol José Antonio Marina criou a <a title="Universidad de Padres" href="http://www.universidaddepadres.es" target="_blank">Universidad de Padres</a> (UP), um ambiente virtual que tem como proposta apoiar pais e mães na sua árdua missão.</p>
<p>O objetivo é ao mesmo tempo simples e incrivelmente complexo: fazer com que as novas gerações sejam felizes e boas pessoas. Para isso, pais e mães matriculados passam por um processo que inclui aulas teóricas sobre desenvolvimento infantil e juvenil, fóruns de discussão entre alunos e o acompanhamento personalizado de um tutor. A tribo toda se reúne na internet para compartilhar conhecimentos (e angústias).</p>
<p>O curso é gratuito e atenderá pais cujos filhos tenham entre 0 e 16 anos. Além de ajudar os pais e mães, espera-se um efeito colateral positivo: alcançar melhorias na sociedade como um todo, como redução nos índices de delinquência juvenil, de usuários de drogas, entre outros benefícios.</p>
<p>Mas os próprios organizadores da UP já alertam: não existe fórmula mágica. Cada família é diferente e a universidade dá instrumentos para que os pais desenvolvam sua própria maneira de educar, ao mesmo tempo em que as experiências dos pais dão subsídios para o aperfeiçoamento do programa e de toda a comunidade.</p>
<p>Para os idealizadores da universidade, os pais devem pensar não apenas no futuro financeiro dos seus filhos, mas dotá-los de &#8220;recursos pessoais&#8221;, hábitos, posturas e representações de mundo que possibilitem aos futuros adultos uma boa vida, com relacionamentos saudáveis, nos campos afetivo e profissional.</p>
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