<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; Moriael Paiva</title>
	<atom:link href="http://www.talk2.com.br/author/moriael-paiva/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.talk2.com.br</link>
	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 20:08:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Baixe o livro &#8220;Tudo o que você precisa saber sobre Twitter&#8221;</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/debate/talk-show-sobre-o-twitter/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/debate/talk-show-sobre-o-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 18:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[guia]]></category>
		<category><![CDATA[guiatwitter]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=828</guid>
		<description><![CDATA[Download em resolução: baixa 3 MB média 6 MB alta 10 MB. Release Oficial O que é Twitter? Para que serve? Por que todo mundo só fala nele? Como fazer parte da tuitosfera? Essas dúvidas que muita gente tem, mas não sabia para quem perguntar, agora já podem ser respondidas. Elas estão no primeiro guia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Capa do livro &quot;Tudo o que você precisa saber sobre Twitter&quot; by spyer, on Flickr" href="http://www.talk2.com.br/geral/versao-atualizada-do-guia-do-twitter-sem-cadastro/"><img style="float: left; margin: 5px; padding: 1px; border: 1px solid #ccc;" src="http://farm3.static.flickr.com/2449/3820844059_57c209ac25_m.jpg" alt="3820844059 57c209ac25 m Baixe o livro Tudo o que você precisa saber sobre Twitter" width="240" height="180" title="Baixe o livro Tudo o que você precisa saber sobre Twitter" /></a><strong>Download em </strong><strong>resolução:</strong><br />
<a onclick="pageTracker._trackPageview('download_baixa')" href="http://guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_3_MB.pdf" target="_blank">baixa 3 MB</a><br />
<a onclick="pageTracker._trackPageview('download_med)" href="http://guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_6_MB.pdf" target="_blank">média 6 MB</a><br />
<a onclick="pageTracker._trackPageview('download_alta)" href="http://guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_10_MB.pdf" target="_blank">alta 10 MB</a>.</p>
<p><strong>Release Oficial</strong></p>
<p>O que é Twitter? Para que serve? Por que todo mundo só fala nele? Como fazer parte da tuitosfera? Essas dúvidas que muita gente tem, mas não sabia para quem perguntar, agora já podem ser respondidas. Elas estão no primeiro guia online sobre a ferramenta. “Tudo o que você precisa saber sobre Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)” foi lançado pela Talk Interactive nesta segunda-feira (10/08) por meio do Twitter, é claro (<a href="http://www.twitter.com/lets_talk">http://www.twitter.com/lets_talk</a>). O conteúdo ficará disponível na internet sob licença Creative Commons, permitindo que qualquer pessoa leia, repasse e ajude a atualizar o livro colaborativamente.</p>
<p>Com 46 capítulos, o livro é dividido em três categorias: Tudo o que você precisa saber; Negócios, jornalismo e política; Uso avançado do Twitter. Trata-se de um manual prático com orientações sobre como encontrar pessoas, o que é seguir e ser seguido e como o serviço pode ser utilizado de forma simples e eficiente. “O Twitter está crescendo muito no Brasil. Cada vez mais, novos usuários entram nesta rede, aumentando sua relevância. Mas as dúvidas sobre o Twitter ainda são muitas. Por isso tivemos a idéia de produzir um manual prático. O material vai ajudar muita gente”, diz Luiz Alberto Ferla (<a href="http://www.twitter.com/ferla" target="_blank">@ferla</a>), CEO da Talk Interactive.</p>
<p>Segundo Ferla, o conteúdo tem ainda importantes dicas para quem deseja utilizar a ferramenta para fins corporativos e até para ações em campanhas políticas.</p>
<p>“O livro vai do básico ao avançado, abrangendo todos os níveis de conhecimento a respeito da ferramenta”</p>
<p>A idéia do livro surgiu e foi desenvolvida dentro da Talk a partir das dúvidas que muitas pessoas têm em entender essa ferramenta e também sobre a dificuldade de muitos tuiteiros em definir o serviço.</p>
<p>“É difícil explicar o que é o Twitter para alguém com noções básicas de uso da Web. Você pode, por aproximação, dizer que é uma mistura de blog e MSN ou pode ser específico e falar que é uma ferramenta para micro-blogagem baseada em uma estrutura assimétrica de contatos, no compartilhamento de links e na possibilidade de busca em tempo real, mas dificilmente isso convencerá o seu interlocutor a usar o serviço”, diz Juliano Spyer (<a href="http://twitter.com/jasper" target="_blank">@jasper</a>), redator da obra e integrante do time da Talk.</p>
<p><strong>Prefácio colaborativo</strong></p>
<p>Com mais de 200 mil seguidores no Twitter, ninguém melhor do que Marcelo Tas para prefaciar um livro sobre a ferramenta. Mas a condição para aceitar o convite foi a de que os internautas também participassem da discussão para melhor definir o que é o serviço. Dessa colaboração nasceram pérolas como:<br />
- O Twitter é para o mundo o que a praça é para uma cidadezinha. @_Jeyson<br />
- O Twitter é como pátio de hospício, cada um falando &#8220;sozinho&#8221;, eventualmente alguém responde. @saintbr<br />
- Não consegui explicar até hoje para o meu chefe. @joycemescolotte<br />
- O Twitter é uma maquininha de cutucar corações e mentes na velocidade da luz. Em 140 toques ou menos, a imaginação é o limite. @marcelotas</p>
<p><strong>Dados do livro</strong></p>
<p><strong>Título: </strong>Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)<br />
<strong>Criação:</strong> Talk Interactive<br />
<strong>Páginas: </strong>110<br />
<strong>Licença: </strong>Creative Commons<br />
<strong>Classificação: </strong>Twitter, redes sociais, Web, comunicação, tecnologia.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/debate/talk-show-sobre-o-twitter/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>104</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Womma 2009: &#8220;People no longer trust brands&#8221;.</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/interacao/womma-2009-people-no-longer-trust-brands/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/interacao/womma-2009-people-no-longer-trust-brands/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 13:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[womma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=627</guid>
		<description><![CDATA[A frase acima foi cunhada por Duncan Wardle, Vice President, Global PR Integration &#38; WDW PR da Disney. Ela veio logo após uma afirmação importante, que foi a grande palavra pronunciada no WOMM-U: autenticidade. Que aliás, ganhou por muito pouco do termo &#8220;engagement&#8221;. Essas duas palavras representam os ingredientes do segundo e último dia do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A frase acima foi cunhada por Duncan Wardle, Vice President, Global PR Integration &amp; WDW PR da Disney. Ela veio logo após uma afirmação importante, que foi a grande palavra pronunciada no WOMM-U: autenticidade. Que aliás, ganhou por muito pouco do termo &#8220;engagement&#8221;. Essas duas palavras representam os ingredientes do segundo e último dia do WOMMA.</p>
<p>Com uma belíssima apresentação da Disney, ficou claro também a importância de um conteúdo de primeira. E em matéria de conteúdo, vamos combinar, é difícil ganhar da Disney. Mas o diferencial das ações apresentadas é ver como eles usam social media para questões além da promoção, como no case &#8220;Dream Job&#8221; e &#8220;Moms Disney&#8221;, que tratam de temas mais complicados do que simplesmente convidar pessoas a visitar seus parques ou comprar seus filmes e souvenirs, como no não menos brilhante case do &#8220;We Will Celebrate&#8221;, baseado em mkt viral. Sugiro mesmo que <a href="http://www.youtube.com/user/DisneyParks" target="_blank">assistam os vídeos</a>, hilários muitas vezes, apaixonantes sempre. Certamente mobilizou muitas vezes.</p>
<p>Mas qual o ponto mais importante da apresentação da Disney, que resolvi destacar: a preocupação número um em engajar pessoas. E daí o grande objetivo de tudo que vimos no WOMM-U. Afinal, boca-a-boca requer mesmo que pessoas tomem por conta própria o papel tão desejado de evangelistas de marcas e causas. Especialmente nas mídias sociais.</p>
<p>E para isso, o ponto pacífico em tantos bate-papos no WOMM-U é que não se pode abrir mão, como já citei, de ingredientes fundamentais como a autenticidade, o respeito e a possibilidade de abrir canais de conversa com as pessoas. E pessoas acreditam cada vez mais em outras pessoas e não mais apenas nas marcas. O título do post realmente faz sentido.</p>
<p>É um mau sinal para o modelo que vemos na propaganda tradicional, que sempre trabalha no limite do responsável, já que deve e recebe para falar bem a qualquer custo, sem mencionar aquele pontinho negativo que todo produto tem. Daí a diferença. É meio estranho pensar em começar uma campanha planejando responder pessoas sobre eventuais problemas ou insatisfações, mas em tempos 2.0 é por aí mesmo o caminho. Falar a verdade acima de tudo, entregar o máximo de relevância possível, ouvir e até agradecer o feedback. Ao menos na opinião de grandes marcas que estiveram presentes no WOMM-U.Como uma frase que ouvi &#8220;nem sempre um comentário ruim faz mal pra marca&#8221;.</p>
<p>Para fechar o resumo deste segundo dia, um painel que tratou de &#8220;Facebook ou MySpace ou dois&#8221; que deixou claro que não há mesmo uma ou outra rede que supre necessidades de qq campanha. Cada uma com seu potencial e como bem diz o tema do painel, as duas muitas vezes.</p>
<p>Queria fechar com um registro interessantíssimo que foi tema do último bate papo em Miami: a missão que o WOMMA encampa no sentido de aprimorar a legislação que regula a ação &#8220;autentica&#8221; de blogueiros e marcas nas mídias sociais. Sim, eles já tem uma legislação e já ligaram o módulo advanced. Taí um copy and past que deveríamos pensar sem pestanejar.</p>
<p>Até o próximo ano.</p>
<p>*Mais highlights do WOMM-U 2009? Busque por <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23womma">#womma</a> e <a href="http://www.twitter.com/moriael">@moriael</a> no twitter.</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/moriaelnowomma.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-628" title="Womma 2009: People no longer trust brands." src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/moriaelnowomma-242x300.jpg" alt="moriaelnowomma 242x300 Womma 2009: People no longer trust brands." width="242" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/interacao/womma-2009-people-no-longer-trust-brands/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Womma 2009: Jabá 2.0 é tiro no pé</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/womma-2009-jaba-20-e-tiro-no-pe/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/womma-2009-jaba-20-e-tiro-no-pe/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 May 2009 13:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[womma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=592</guid>
		<description><![CDATA[Passar o dia no Womma, o mais importante evento sobre marketing boca-a-boca do mercado me trouxe algumas reflexões interessantes. Como o dia também mostrou que a objetividade americana vai bem, obrigado, vou direto ao ponto: jabá 2.0 tá mesmo por fora. Ou spam 2.0, como gosto de usar. Em suma, essa história de vender serviço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/womma.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-594" title="Womma 2009: Jabá 2.0 é tiro no pé" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/05/womma-300x225.jpg" alt="womma 300x225 Womma 2009: Jabá 2.0 é tiro no pé" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Passar o dia no Womma, o mais importante evento sobre marketing boca-a-boca do mercado me trouxe algumas reflexões interessantes. Como o dia também mostrou que a objetividade americana vai bem, obrigado, vou direto ao ponto: jabá 2.0 tá mesmo por fora. Ou spam 2.0, como gosto de usar. Em suma, essa história de vender serviço com o nome bonito de &#8220;seeding&#8221; quando na verdade se trata de spam em mídias sociais é uma grande furada. Testada e detonada no mercado americano também.</p>
<p>O dia começou com uma belíssima explanação do Yelp (www.yelp.com), onde conversa online é literalmente a alma do negócio. Casos interessantes de marcas gigantes e minúsculas deixam claro que tamanho não é documento. Importa o que as pessoas pensam. É aí que entra a história do jabá 2.0. Se o lugar é sucesso porque a autenticidade é o grande ingrediente, como é que um post fake pode se sustentar? Quase óbvio, mas não o bastante pra acordar agências que não resistem à tentação de um faturamentozinho a mais.</p>
<p>Aliás, autenticidade e honestidade foram os termos mais citados quando o assunto são as mídias sociais. Não importa a marca, o produto, o motivo: seja honesto, promova a conversa, conecte pessoas. Fiquei feliz por sempre ter acreditado nessa fórmula mesmo.</p>
<p>Entre tantos cases da PepsiCo, Lenovo e outros, destaque para as ações da NBC para o Saturday Night Life, que abusam da simplicidade. Chega a ser óbvio, mas não menos brilhante. Afinal, um widget com conteúdo em vídeo não tem, a priori, nada demais. O planejamento dos caras e o acompanhamento baseado em métricas claras de sucesso é que tem. Ponto pra NBC.</p>
<p>E é sempre bom ouvir um pouco do que o povo do Youtube tem pra dizer. Em suma, a frase &#8220;Lo-Fidelity, high concept&#8221; é como uma fórmula mágica que muita gente insiste em não seguir. Mas é o que realmente &#8220;bomba&#8221; no YT desde sempre.</p>
<p>Pra fechar, um registro importante sobre o Womma: a quantidade de grandes empresas nos EUA com executivos para cuidar de social media. Certos de que isso é bem melhor que simplesmente largar na mão das agências. Preciso concordar que quem tá em casa sabe onde o calo aperta. Em tempos de consumidor antenado e que precisa de atendimento mais que vip, santo de casa é que pode fazer milagre.</p>
<p>Isso foi o primeiro tempo no Womma, em Miami. Um dia inteiro pra refletir sobre a importância de investir numa relação honesta, autêntica e relevante quando se espera que algo seja passado pra frente. Uma aula de marketing boca-a-boca e uma chacoalhada em quem ainda pensa em usar social media como meio propaganda 2.0.</p>
<p>Think contagious, be presente, participate, engage, be honest.</p>
<p>Amanhã tem mais.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/geral/womma-2009-jaba-20-e-tiro-no-pe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Talk Show, nosso podcast interativo, entrevista Edney Souza</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/talk-show-nosso-podcast-interativo-entrevista-edney-souza/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/talk-show-nosso-podcast-interativo-entrevista-edney-souza/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 17:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Interação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[polêmica]]></category>
		<category><![CDATA[talk show]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=467</guid>
		<description><![CDATA[Hoje a Talk vai lançar em beta o seu Talk Show com uma entrevista ao vivo com o Edney Souza, o famoso Interney, um dos magos das mídias sociais no Brasil. Ele vai falar sobre Twitter e particularmente sobre um post polêmico que ele publicou recentemente sobre bombar artificialmente o numero de pessoas que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/04/entrevista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-481" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/04/entrevista.jpg" alt="entrevista Talk Show, nosso podcast interativo, entrevista Edney Souza" width="500" height="350" title="Talk Show, nosso podcast interativo, entrevista Edney Souza" /></a></p>
<p>Hoje a Talk vai lançar em beta o seu Talk Show com uma entrevista ao vivo com o Edney Souza, o famoso Interney, um dos magos das mídias sociais no Brasil.</p>
<p>Ele vai falar sobre Twitter e particularmente sobre um <a href="http://www.interney.net/?p=9766710" target="_blank">post polêmico</a> que ele publicou recentemente sobre bombar artificialmente o numero de pessoas que o segue. Nas últimas duas semanas, ele passou de 6 mil para mais de 20 mil seguidores.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="320" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="id" value="utv291120" /><param name="flashvars" value="autoplay=false&amp;brand=embed" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/live/1/606394" /><embed id="utv291120" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="320" src="http://www.ustream.tv/flash/live/1/606394" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="autoplay=false&amp;brand=embed"></embed></object><a style="padding: 2px 0px 4px; background: #ffffff none repeat scroll 0% 0%; width: 400px; display: block; color: #000000; font-weight: normal; font-size: 10px; text-decoration: underline; text-align: center;" href="http://www.ustream.tv/" target="_blank">Free TV Show from Ustream</a></p>
<p>O bacana é que você, se quiser (e tiver uma conta no Twitter), vai conversar e debater com ele e com as outras pessoas sobre esse assunto, porque o Talk Show &#8211; como o nome já diz &#8211; é uma conversa em rede, descentralizada e auto-organizada, realizada a partir de um streaming de audio.</p>
<p>Para participar, não tem segredo. Momentos antes de começar a entrevista vamos compartilhar pelo Twitter o link para o audio da conversa e também uma tag para quem quiser interagir com o entrevistado e com as outras pessoas que decidirem acompanhar a tag.</p>
<p>Fique atento: é hoje no final do dia.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/geral/talk-show-nosso-podcast-interativo-entrevista-edney-souza/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eleições 2010: imitar Obama não é a solução para as campanhas políticas na Internet</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/eleicoes-2010-imitar-obama-nao-e-a-solucao-para-as-campanhas-politicas-na-internet/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/eleicoes-2010-imitar-obama-nao-e-a-solucao-para-as-campanhas-politicas-na-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 21:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[imagem digital]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=462</guid>
		<description><![CDATA[Todo mundo sabe que a campanha de 2010 já começou, mesmo não podendo começar. A regra é muito clara: não pode e todos sabem disso. Mas toda vez que um político tenta dar um passo maior que a perna antes da hora, logo imagina que isso deva ser feito por meio da Internet. Isso é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo sabe que a campanha de 2010 já começou, mesmo não podendo começar. A regra é muito clara: não pode e todos sabem disso. Mas toda vez que um político tenta dar um passo maior que a perna antes da hora, logo imagina que isso deva ser feito por meio da Internet.<br />
<span id="more-462"></span><br />
Isso é até compreensivo. Após uma campanha como a do presidente norte-americano Barack Obama, dois grupos começaram a se movimentar. O primeiro é formado pelos experts em Obama. Viram tudo, acompanharam tudo e acreditam mesmo que a receita de bolo, um pouco de vontade e uma overdose de mídias sociais podem dar em alguma coisa. Pimba! Como se a Internet fosse uma coisa mágica.</p>
<p>A outra vertente é formada pelos &#8220;aloprados&#8221;. Eles são os mais apressados, os que fazem primeiro e pensam depois. São aqueles que já começaram a fazer &#8220;alguma coisa&#8221;, também ficam de olho na receita de Obama e simplesmente ignoram a lei eleitoral. E é aí que mora o perigo. Como se a Internet permitisse tudo e fosse um terreno sem lei.</p>
<p>Obama chegou à vitória, entre outras coisas, porque fez bom uso de dois ingredientes importantes: primeiro, o tempo de campanha, de dois anos, enquanto no Brasil só temos quatro meses. Isso foi suficiente para planejar, acertar o rumo quando foi preciso e ainda dedicar tempo para o meio online. E foi o fator tempo que potencializou o segundo ingrediente: o relacionamento sólido, contínuo e personalizado, feito especialmente pela Internet. Chegou perto, conversou com diversos públicos, não despejou simplesmente propaganda e por isso conquistou confiança. Mostrou que uma boa campanha, online ou não, é fruto de um planejamento minucioso.</p>
<p>Agora, voltando ao título, vamos esquecer Obama. A campanha aqui é diferente e vai continuar diferente da americana. E já que não temos dois anos de campanha, o máximo que é possível fazer é se preparar adequadamente para 2010. Como? Respeitando a lei, conhecendo o terreno que precisará ser pisado e procurando saber por onde andam (ou navegam) os eleitores. O que falam e o que esperam de um político.</p>
<p>É claro que sei que muitos políticos não vão esperar até o dia 5 de julho de 2010 para iniciar suas campanhas. Como sei também que essa pressa toda pode colocar tudo a perder, listei algumas  premissas que, se respeitadas, podem ajudar. São elas:</p>
<p>1 &#8211; Respeitar a lei. A campanha eleitoral só começa em julho de 2010. Por isso, todo cuidado é pouco para não colocar a perder uma candidatura, muitas vezes, promissora.</p>
<p>2 &#8211; Aprender sobre o meio. Procurar saber mais sobre a Internet, mídias sociais, o que as pessoas estão usando e como estão usando. Entender o motivo pelo qual muita gente está preferindo o meio online a jornais, revistas e TV.</p>
<p>3 &#8211; Conversar (também) online. Todo político visita e conversa com suas bases. O que a maioria dos políticos não sabe é que essa conversa pode ser bem mais freqüente, próxima e produtiva na Internet.</p>
<p>4 &#8211; Usar a Internet significa dedicar tempo. Não é sair criando contas de e-mail, blogs, sites, comunidades e deixá-las largadas. Isso é fatal. Algo como divulgar um novo 0800 que ninguém atende.</p>
<p>5 &#8211; Estabelecer um relacionamento, o mais personalizado possível, com seus apoiadores. Cadastrar, manter o contato freqüente e tratar suas bases como ouro. Elas são como ouro mesmo e essas ações podem fazer diferença na hora do pleito.</p>
<p>6 – Monitorar a imagem digital. Antigamente se dizia que era bom estar bem na foto. Agora é fundamental estar bem no Google. Se o passado condena determinado político, certamente todos irão saber. Isso é meio óbvio, mas em tempos de tráfego rápido de informações é importante aumentar os cuidados com a reputação &#8211; digital ou não.</p>
<p>7 – Ter cuidado com os &#8220;aloprados&#8221;. Não apenas para conter suas idéias &#8220;brilhantes&#8221; que acabam mal, mas também para mantê-los bem longe de confusões. Algo sempre respinga e, na Internet, pega fogo rapidinho.</p>
<p>8 &#8211; Não forçar a barra. Só existe um Obama e bem longe daqui. Não dá para, de repente, querer parecer mais digital do que sempre foi para agradar o eleitorado. A chamada web 2.0 mostrou que a verdade e a naturalidade são sempre os melhores artifícios.</p>
<p>9 &#8211; Ser transparente. É isso que as pessoas esperam de um ambiente de conversa. Se iniciar um blog, é preciso se dedicar a ele, deixando claro quem o escreve, o próprio político – o que é muito raro – ou um apoiador.</p>
<p>10 &#8211; Respeitar as pessoas na Internet. Oferecer conteúdo que não corresponde à realidade ou mesmo sair colhendo e-mails para listá-los em uma estratégia muita usada chamada Spam são exemplos de furada. O feitiço pode virar contra o feiticeiro.</p>
<p>O importante disso tudo é que, mesmo com todas essas restrições e recomendações, há uma infinidade de boas ações que podem ser realizadas por meio da Internet em benefício dos candidatos e eleitores sem desrespeitar a lei. Graças à Web, o contato entre políticos e população pode ficar mais estreito. Bom para as pessoas que querem ser ouvidas e fazer uso do legítimo direito de participar das decisões que mexem com seu dia-a-dia. E bom para os políticos que, ao abrirem um novo canal de conversa com seus eleitores, podem garantir votos decisivos nas próximas eleições.</p>
<p><span style="color: #333333;">** Extras: Sei este artigo vai gerar discussão. Sempre dá o que falar e é ótimo que muita gente queira amadurecer o assunto. Por isso, fecho dizendo que o artigo não acaba aqui. Convido os interessados no tema a participar do debate que abri no canal de debates do meu blog Político Digital  (http://groups.google.com.br/group/politico-digital?hl=pt-BR &lt;http://groups.google.com.br/group/politico-digital?hl=pt-BR&gt; ). Nos vemos lá.  <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile Eleições 2010: imitar Obama não é a solução para as campanhas políticas na Internet" class='wp-smiley' title="Eleições 2010: imitar Obama não é a solução para as campanhas políticas na Internet" /> </span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/eleicoes-2010-imitar-obama-nao-e-a-solucao-para-as-campanhas-politicas-na-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como Obama usará as redes sociais depois de eleito?</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/como-obama-usara-as-redes-sociais-depois-de-eleito/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/como-obama-usara-as-redes-sociais-depois-de-eleito/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 20:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=355</guid>
		<description><![CDATA[O novo presidente norte-americano tem nas mãos a oportunidade de estabelecer um governo eletrônico pleno, onde a colaboração é fundamental. Vamos ver como fará para usar a força de tantos amigos online. Ao longo da história dos Estados Unidos os meios de comunicação têm sido um forte aliado dos políticos que chegaram ao posto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O novo presidente norte-americano tem nas mãos a oportunidade de estabelecer um governo eletrônico pleno, onde a colaboração é fundamental. Vamos ver como fará para usar a força de tantos amigos online.</p>
<p><span id="more-355"></span>Ao longo da história dos Estados Unidos os meios de comunicação têm sido um forte aliado dos políticos que chegaram ao posto de homem mais poderoso do mundo. Franklin Roosevelt utilizou-se do rádio. Nos anos 1930, foi o primeiro presidente a se dirigir regularmente aos cidadãos utilizando-se de um veículo de massa.</p>
<p>Outros governantes que o precederam também tiveram acesso à radiodifusão, mas o democrata percebeu no microfone uma ferramenta de grande influência sobre uma população carente de um contato mais direto com a maior liderança do País.</p>
<p>Valendo-se do domínio de uma linguagem própria do rádio, em seus 12 anos na Casa Branca, Roosevelt superou os momentos de crise e manteve a confiança dos norte-americanos.</p>
<p>Em 1960, John F. Kennedy apostou todas as fichas na televisão para vencer seu então adversário Richard Nixon, nas eleições presidenciais daquele ano. Antes disso, durante os debates transmitidos pelas rádios, o republicano Nixon mantinha vantagem. Mas quando o jovem Kennedy mostrou domínio da nova ferramenta de mídia, o jogo virou. Assim como Roosevelt, ele também foi inovador ao se valer de um veículo de comunicação na construção de sua imagem.</p>
<p>Quase 50 anos depois, Barack Obama surge como o novo líder que vai revolucionar a forma de se comunicar. Na era da internet, o democrata seguiu seus antecessores de partido e já entrou para a história como o primeiro político a utilizar os recursos da web 2.0 em sua plenitude para conquistar o apoio do eleitorado americano e a admiração da população de outros países.</p>
<p>Durante toda sua campanha, o time do então senador por Illinois investiu em várias frentes. Blogs, twitter, Orkut, Linkedin, You Tube foram alguns dos canais explorados por Obama para vencer Hillary Clinton na convenção do Partido Democrata e, na seqüência, ultrapassar John McCain nas eleições realizadas em 4 de novembro.</p>
<p>Como resultado, Obama conquistou um verdadeiro exército de seguidores. Ele somou mais de 13 milhões de endereços de e-mails, dois milhões de participantes do site MyBarackObama.com e cinco milhões de apoiadores em mais de 15 outras redes sociais, incluindo o Facebook, onde 3,2 milhões de usuários manifestaram sua preferência. No Twitter, Obama chegou a ter mais de 160 mil seguidores, sendo o usuário mais acompanhado através do microblogging, sucesso do momento, que tem por base o envio de atualizações a partir de respostas constantes à simples pergunta: “o que você está fazendo?”.</p>
<p>O presidente eleito ainda angariou através da internet mais de meio bilhão de dólares, valor proveniente das 6,5 milhões de contribuições online feitas por um total de 3 milhões de pessoas &#8211; boa parte delas investiu dinheiro mais de uma vez para apoiar a campanha, uma média de US$ 80,00 por doação &#8211; ao longo dos 21 meses que precederam a vitória de Obama.</p>
<p>O fenômeno na Internet não parou por aí: no total, um bilhão de e-mails com sete mil diferentes tipos de mensagens foram enviados durante a campanha. Já o sistema de mensagens de texto pelo celular criado pelo comitê somou um milhão de assinantes, eleitores que recebiam de cinco a vinte mensagens por mês. De fato, esta foi a primeira grande campanha política que elevou a web ao topo de sua estratégia de marketing.<br />
Desafios</p>
<p>Especialmente nos EUA, o poder da grande mídia sempre foi decisivo para o sucesso de seus governantes. Hollywood inclusive já retratou isso em algumas de suas produções, onde fica claro que a informação pode chegar um “pouquinho” diferente do real, conforme a interpretação de um ou outro.</p>
<p>Com tantos “amigos online” o agora presidente Barack Obama tem a missão de provar que é possível uma conversa direta, já que governa sob os olhares em tempo real de milhões de internautas. Direto de seu gabinete ou em qualquer lugar onde esteja, o democrata poderá se fazer entender à população por meio de todas as redes sociais disponíveis atualmente.</p>
<p>Através desse contato, Obama também poderá medir a avaliação de seu governo, saber o que a população pensa sobre determinado assunto e fazer com que o povo norte-americano pressione o congresso a votar com mais rapidez os projetos propostos por seu governo. Da mesma forma e com igual poder de alcance, a população poderá responder ao governo, mostrar insatisfação e retrucar seus argumentos.</p>
<p>Obama tem nas mãos a oportunidade de estabelecer um governo eletrônico pleno, onde a colaboração é fundamental. Em um momento tão difícil para o país, faz diferença este contato tão próximo e direto com o exército de apoiadores que criou &#8211; principalmente para o desafio de corresponder à expectativa gerada em torno de sua eleição histórica. Afinal, em meio à tantas turbulências, somente com ações acertadas e afinadas ao desejo popular será possível trazer de volta a esperança do povo americano.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/como-obama-usara-as-redes-sociais-depois-de-eleito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Israel e Hamas entram também na Guerra On-line</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/israel-e-hamas-entram-tambem-na-guerra-online/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/israel-e-hamas-entram-tambem-na-guerra-online/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 20:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Moriael Paiva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=259</guid>
		<description><![CDATA[Em época de guerra, a primeira vítima é sempre a verdade’. Apesar de o clichê ser antigo, essa famosa frase se faz cada vez mais atual, principalmente durante períodos de conflito que geram grande repercussão. Iniciados no fim de 2008, os casos mais recentes são os ataques terrestres e aéreos ocorridos na Faixa de Gaza. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em época de guerra, a primeira vítima é sempre a verdade’. Apesar de o clichê ser antigo, essa famosa frase se faz cada vez mais atual, principalmente durante períodos de conflito que geram grande repercussão. Iniciados no fim de 2008, os casos mais recentes são os ataques terrestres e aéreos ocorridos na Faixa de Gaza. Até agora, não há sinal de trégua entre o grupo islâmico Hamas e Israel.<span id="more-259"></span></p>
<p>Paralelo ao conflito, outra guerra também acontece: a da informação. Um verdadeiro bombardeio de notícias chega minuto a minuto por meio dos veículos de comunicação, um resultado fruto do trabalho dos bravos jornalistas que encaram os perigos direto do front. Diferente de outras coberturas de guerra, a tradicional forma de comunicação está abrindo espaço para uma democratização da informação sem precedentes.</p>
<p>Desde a famosa cobertura realizada pela CNN durante a Guerra do Golfo (1990), a primeira da história com transmissão ao vivo, a velocidade da notícia e a maneira como ela é veiculada têm sofrido constantes mudanças. Isso porque com o advento da Internet vieram também os blogs, as páginas de relacionamento e os sites para postagem de vídeos. Todas essas ferramentas têm sido utilizadas de forma plena, não só por profissionais de imprensa, mas também por quem está diretamente envolvido e sofre os efeitos de uma guerra.</p>
<p>Voltando um pouco no tempo, um fato que causou enorme repercussão foi a divulgação de um vídeo no qual Saddam Hussein fora executado, em dezembro de 2006. O arquivo teria sido gravado por uma das testemunhas do ato por meio de um celular. O vídeo caiu na rede 24 horas após a morte do ex-líder iraquiano e ainda circula na Web.</p>
<p><a title="http://www.youtube.com/watch?v=AfJrZSRj-fE" href="http://www.youtube.com/watch?v=AfJrZSRj-fE"></a><a href="http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/israel-e-hamas-entram-tambem-na-guerra-online/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a></p>
<p>Isso só é possível porque, com as facilidades oferecidas pela tecnologia, é fácil gravar um vídeo pelo celular e postá-lo na Web. O YouTube, a página mais popular do gênero e que permite aos usuários carregar e compartilhar vídeos em formato digital, tem recebido constantes atualizações diretas de Gaza.</p>
<p>O próprio governo de Israel criou um canal no site como uma forma de ‘contribuir para levar a mensagem do País ao mundo’, segundo as Forças de Defesa.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/israel-e-hamas-entram-tambem-na-guerra-online/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>Já do lado palestino, o jovem Sameh Habeeb criou um blog (http://gazatoday.blogspot.com/) para abastecer o mundo com informações sobre a situação na cidade de Gaza. Sem luz elétrica e banda larga, o blogueiro posta as notícias por meio de conexão discada. Na página, ele conta como os habitantes palestinos têm vivido desde que os conflitos tiveram início.</p>
<p>Essa nova forma de comunicação &#8211; mais direta e onde cada pessoa conectada tem um papel mais importante dos dois lados da notícia &#8211; não tem volta.</p>
<p>Ninguém quer mais esperar pelas já antigas centrais ou agências de notícias. A fonte pode ser um palestino que bloga do calor da guerra e da mesma forma o israelense que, indignado com o Hamas, twiita freneticamente tentando influenciar a opinião e conseguir apoiadores on-line. Cada um do seu jeito, cada qual com suas razões, cada um por um meio digital. Ganha a informação que chega mais rápida para o mundo inteiro &#8211; verdadeira, real, sem filtros e manipulações.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/israel-e-hamas-entram-tambem-na-guerra-online/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

