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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; lupa</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>O problema é a solução</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 19:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lupa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
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		<description><![CDATA[Como pode ser difícil encontrar a solução mais adequada ao problema do seu cliente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe uma fórmula mágica que possa ser aplicada a todas as situações. Cada cliente demanda um tipo de solução, mesmo para um problema comum. Em seu último artigo, nosso mestre do planejamento deixou claro que o desenho de uma solução demanda análise e entendimento. Entendimento do problema e acima de tudo do cliente, incluindo seus produtos e consumidores.<span id="more-189"></span></p>
<p>Às vezes é difícil convencer o cliente de que você tem a solução para seu problema. Muitas vezes ele quer aplicar a fórmula de sucesso de seu concorrente, um amigo lhe disse que &#8220;o negócio agora é fazer assim&#8221;, ou, mais recentemente, ele viu um site na Internet que usa algumas dessas novas tecnologias.</p>
<p>Falando de Internet e planejamento então, todo mundo entende um pouco. Basta ver quantos artigos de planejamento temos aqui. &#8220;Eu tenho a visão de usuário&#8221;, costumam dizer. Sim, é verdade, temos a visão de UM usuário. Saber comer é diferente de saber cozinhar. Quando você contrata uma empresa de caráter consultivo para o desenho de uma solução, você está assumindo que esta empresa entende mais das possibilidades de soluções que você. E não há mal nenhum nisso, afinal, ninguém sabe de tudo. </p>
<p>Acatar as sugestões desta empresa é a maior chance de ter um retorno de investimento, assumindo que a escolha da empresa tenha sido feita de forma criteriosa. (Quando digo clientes não estou me excluindo, que isso fique claro. Apesar de me colocar mais do lado do fornecedor neste artigo, de alguma forma todos somos clientes e devemos ficar atentos na hora de contratar uma empresa ou adquirir um produto.) O trabalho de elaboração de uma solução para o cliente pode ser bastante complexo. Neste artigo tento analisar as situações de maior incidência em nosso segmento.</p>
<p><strong>O que vai realmente resolver o meu problema?</strong></p>
<p>Se às vezes o cliente já sabe, ou afirma que sabe, qual é a a solução que ele te contratou para elaborar, outras vezes a ânsia da fornecedor em propor o melhor pode atrapalhar. É preciso entender bem o cliente para justamente propor o que melhor adere à sua realidade. Não adianta elaborar “um sistema integrado”, “em várias camadas”, “com operação pelo computador, PDA e celular”, se o problema do cliente nem passa pelo mundo digital, por exemplo.</p>
<p>Aqui em Brasília a moda agora é o GPS, todo shopping tem um stand de venda. E realmente enche os olhos, todos aqueles mapas com setas, direcionamento por voz, vídeos de demonstração etc. O primeiro pensamento é: &#8220;eu quero um desses&#8221;. Mas antes de querer, é necessário fazer uma pergunta: &#8220;Eu preciso realmente de um desses?&#8221;. Diferente das outras cidades, em Brasília é muito difícil se perder. O plano piloto, que muitos chamam de &#8220;avião&#8221;, é na verdade um plano cartesiano. Os endereços aqui são como coordenadas, em seqüência lógica e numérica. Enquanto em grandes cidades é impossível conhecer todas as ruas de todos os bairros, aqui isso não é necessário. Esse é um exemplo de que nem sempre o que queremos é o que precisamos, ou nem sempre precisamos do que queremos. Como cliente, é importante saber disso.</p>
<p>O outro lado dessa moeda pode ser exemplificado com o Iridium, aquele celular via satélite que funciona até no centro da Antártida. A idéia é fascinante, muita gente gostaria de ter um celular que nunca está fora da área de serviço. O problema é que o custo de colocar dezenas de satélites em órbita nunca foi coberto devido, entre outros fatores, à falta de clientes e demora de implantação da constelação destes satélites. Nesse tempo, a tecnologia de celulares avançou assustadoramente, ofuscando parte do fascínio da solução. A tecnologia funciona bem, é interessante, mas isso não foi o bastante para trazer de volta as dezenas de milhões de dólares de investimento.</p>
<p>Como empresa de solução, corremos o mesmo risco. Às vezes é preciso segurar as rédeas da equipe para que a solução não se mostre algo fantástico, porém absurdo para determinado cliente. Daí a importância de uma equipe experiente e consistente de planejamento. O cliente deve ser ouvido com muita atenção, afinal ele tende a entender de seu negócio como ninguém, mas o conhecimento do fornecedor não pode ser ignorado.</p>
<p><strong>A hora de dizer não</strong></p>
<p>Propor uma solução pirotécnica, com milhares de possibilidades, é relativamente fácil. Difícil é estabelecer metas tangíveis e alcançá-las no escopo da solução. Um fator crucial para a satisfação do cliente é o gerenciamento de sua expectativa. Não é apenas entregar a solução, o cliente deve entender que aquela é realmente uma boa solução para seu negócio.</p>
<p>Se o cliente sabe bem o quer, temos algumas possibilidades. As mais comuns são:</p>
<p>1. Ele não sabe nada, está perdido e tende a acatar qualquer sugestão</p>
<p>2. O que ele quer é factível e se aplica a seu negócio, que ele conhece bem</p>
<p>3. Ele ainda não pensou se o que quer serve para seu negócio, apenas sabe que quer</p>
<p>O primeiro caso chega a ser raro, mas acontece. O segundo é o ideal, se todos os clientes fossem assim a vida dos fornecedores seria mais fácil e as soluções melhores, de maneira geral. Mas o terceiro caso acontece bastante, e nem sempre é fácil convencer o cliente de que a solução que ele quer contratar precisa ser revista e talvez redesenhada. Nessa negociação, uma posição intransigente do cliente pode significar o abandono do projeto por parte do fornecedor.</p>
<p>O fornecedor deve ter convicção suficiente do seu conhecimento no assunto para não ceder além do limite. Isso não é uma queda de braço entre cliente e fornecedor, mas uma busca do ponto de equilíbrio. Sempre procuramos deixar o cliente satisfeito, mas isso deve ser feito com cuidado. A máxima de que &#8220;o cliente tem sempre razão&#8221; pode se tornar uma armadilha. Em um primeiro momento o cliente pode ficar satisfeito com a entrega de acordo com sua vontade, mas isso tende a durar pouco. Quando os resultados não são devidamente obtidos, o cliente provavelmente vai esquecer que a escolha pela solução ruim foi feita por ele próprio. O &#8220;não&#8221; deve ser sempre uma possibilidade, não só pelo resguardo do fornecedor, mas também pela melhor solução para o cliente. Se o cliente pode nem sempre ter razão, certamente ele deve ser sempre a parte mais cuidada no processo de elaboração de uma solução.</p>
<p><strong>Onde termina</strong></p>
<p>O fato de entregar uma boa solução não significa, para cliente ou fornecedor, que o processo chegou ao fim. As coisas mudam muito rápido, principalmente na Internet. É preciso estar atento aos resultados da solução a médio e longo prazo. Mesmo as melhores soluções podem ser aprimoradas ao longo do tempo. Ainda que reinventar a roda implique no risco de fazê-la quadrada, sem a audácia da reinvenção muitas inovações nunca acontecerão.</p>
<p>As tarefas de entendimento do cliente, negociação e elaboração da solução podem ser árduas e requerem cuidado. Embora o que foi dito aqui possa parecer óbvio, o dia-a-dia e a visão que construímos do cliente com o passar do tempo podem dificultar esse trabalho. Uma análise constante de nossos clientes e de nossa forma de trabalhar são exercícios indispensáveis para sua boa execução.</p>
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		<title>Mobile Web Server</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 18:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lupa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
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		<description><![CDATA[O que uma tecnologia que permite andar com o blog no bolso pode mudar no comportamento e uso da Internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Nokia, maior fabricantes de celulares do mundo, lançou em seu laboratório experimental (<a href="http://www.nokia.com/betalabs" target="_blank">Nokia beta labs</a>) um servidor web para celular. Pode parecer absurdo ou até ridículo, mas o que está sendo feito com isso pode mudar o comportamento das pessoas na Internet.<br />
<span id="more-150"></span><br />
* As imagens usadas nesse artigo são todas do meu celular pessoal</p>
<p><img src="http://www.talkinteractive.com.br/UserFiles/Image/post_11/Screenshot0008.jpg" alt="Screenshot0008 Mobile Web Server" width="240" height="320" title="Mobile Web Server" /></p>
<p>Para usar o <a href="http://mymobilesite.net/" target="_blank">Mobile Web Server</a> (o projeto é open cource e atende por <a href="http://sourceforge.net/projects/raccoon/" target="_blank">Raccoon no SourceForge</a>), é preciso instalar uma aplicação no celular e criar uma conta no site <a href="http://mymobilesite.net/" target="_blank">http://mymobilesite.net/</a>. No ato do registro você vai escolher o nome do seu site (algo como <em>[seu nome].mymobilesite.net</em>)<br />
Para instalar o servidor no telefone, basta conectar o celular ao computador e clicar duas vezes no arquivo <em>MobileWebServer_beta_v121.sis</em> que o Nokia PC Suite faz a instalação.<br />
O servidor é <a href="http://www.apache.org/" target="_blank">Apache</a> e usa o módulo <a href="http://www.python.org/" target="_blank">Python</a> (mod_python). Quem tem alguma familiaridade com o Apache não vai ter dificuldade em entender a estrutura de diretórios e suas permissões. Os bons e velhos <em>htdocs</em> e <em>httpd.conf</em> estão lá, junto com as configurações de grupos de usuários e permissões. Você pode criar diretórios e permissões para imagens, por exemplo. Assim, nem todas as fotos tiradas do aparelho ficam disponíveis no site.</p>
<p><img src="http://www.talkinteractive.com.br/UserFiles/Image/post_11/post_lupa.jpg" alt="post lupa Mobile Web Server" width="440" height="164" title="Mobile Web Server" /></p>
<p>As configurações básicas são simples e o processo intuitivo. A Nokia apresenta a aplicação sob a idéia de que qualquer pessoa pode desenvolver seu mobile site, mesmo sem conhecimento técnico algum. Depois de instalado, configurado e iniciado, é possível acessar o celular (isso mesmo, o celular) pela Internet através do um endereço .mymobilesite.net. O servidor pode usar a rede de telefonia ou uma WLAN.</p>
<p>A lista de funcionalidades do site é considerável e você pode conceder ou revogar permissões para cada usuário. Um usuário pode ter acesso apenas ao chat, enquanto outro pode ver as mensagens de texto e a agenda, por exemplo.<br />
O software é muito bem feito, apesar de estar ainda em fase beta, e tem algumas funcionalidades realmente interessantes.</p>
<p>Dentre as que mais impressionam estão as possibilidade de acompanhar o calendário do telefone, o chat e o status (se você tem algum compromisso na agenda, o mesmo aparece no seu site e ele diz quando você estará disponível). Você pode ainda compartilhar sua galeria de fotos, seu log de ligações e mensagens SMS, além do saudoso guestbook (acho que a última vez tinha visto um guestbook foi em 1998), de um blog, integrado com o sistema de mensagens nativo do celular e a possibilidade de tirar uma foto com a câmera do celular e vê-la no site, na mesma hora.</p>
<p><img src="http://www.talkinteractive.com.br/UserFiles/Image/post_11/post_lupa2.jpg" alt="post lupa2 Mobile Web Server" width="380" height="347" title="Mobile Web Server" /></p>
<p>Hoje a cultura de colaboração pela Internet (a chamada “Web 2.0”) já é uma realidade e o fato de ter o servidor no próprio celular pode impactar o comportamento das pessoas deste meio. A Nokia não divulga as aplicações do Beta Labs por serem experimentais, mas caso o Mobile Web Server seja “graduado” (aplicação que ganha status oficial e sai da categoria beta) e popularizado, podemos ter mudanças pela frente.<br />
Esquecer <a href="http://www.flickr.com/" target="_blank">Flickr</a>, <a href="http://www.widsets.com/" target="_blank">widsets</a>, <a href="http://twitter.com/" target="_blank">Twitter</a>, instant messengers e ferramentas de blog como o <a href="http://wordpress.org/" target="_blank">WordPress</a> parece demais. Até porque, <a href="http://www.talk.com/index.php?m=ver&amp;id_item=3">os celulares ainda não têm a facilidade de uso dos computadores na hora de inserir texto</a>, ponto crucial para a produção de conteúdo. Mas imaginar esta produção e a manutenção de comunidades junto das pessoas o tempo todo é uma idéia curiosa.<br />
Ainda faltam algumas evoluções, tanto nos serviços de telefonia quanto nos aparelhos, para que o Mobile Web Server seja realmente acessível. Atualmente, o custo de um pacote de dados é alto, principalmente no Brasil. Ficar com o servidor on-line o tempo todo pode sair caro, e usar sua limitação por tráfego (caso o tráfego atinja x bytes o servidor sai do ar) pode torna-lo pouco útil. Temos ainda o velho problema da bateria, ficar com o servidor ligado consome consideravelmente mais.<br />
Imaginando que estas duas limitações fossem transpostas, teríamos podcasts feitos do metrô ou do engarrafamento, assim como mobile sites de jornalistas com fotos de acontecimentos imediatos. Da mesma forma, teríamos o status das pessoas em tempo real: “Estará em reunião nos próximos 40 minutos”; e portais corporativos de grandes companhias com a página de cada colaborador e sua respectiva agenda. Haveria ainda a possibilidade de veicular anúncios em seu mobile site por conta própria, e mais o mundo de possibilidades que seria inventado com base nesta plataforma.</p>
<p><img src="http://www.talkinteractive.com.br/UserFiles/Image/post_11/Screenshot0011.jpg" alt="Screenshot0011 Mobile Web Server" width="240" height="320" title="Mobile Web Server" /></p>
<p>Conteúdos colaborativos mais relevantes, como os da <a href="http://www.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipedia</a>, certamente continuarão sendo produzidos a partir de um computador e sua leitura mais adequada será ainda em uma tela grande e confortável, e pode ser que nada disso aconteça e o Mobile Web Server continue em seu anonimato até o surgimento de outra tecnologia. Mas a possibilidade existe&#8230;</p>
<p>O Mobile Web Server pode ser instalado em qualquer aparelho <a href="http://www.forum.nokia.com/devices/matrix_s60_3ed_1.html" target="_blank">Nokia Série 60 3ª Edição</a>.<br />
Para registrar o domínio e baixar o servidor: <a href="http://mymobilesite.net/" target="_blank">Mobile Web Server</a></p>
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		<title>A corrida dos celulares</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 16:55:24 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
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		<description><![CDATA[Falta ainda aos celulares uma interface realmente fácil de escrever um texto, ainda que curto; uma forma prática de navegar pela Internet ou pelo próprio menu do aparelho.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já é conhecido de muita gente o fato de que os celulares devem substituir os computadores como dispositivos portáteis. Pode-se dizer que todas as pessoas que têm computador como ferramenta de trabalho possuem também um celular. Então por que carregar o laptop, já que o celular está sempre no bolso? É simples: porque o computador proporciona muito mais facilidade de uso. Falta ainda aos celulares uma interface realmente fácil de escrever um texto, ainda que curto; uma forma prática de navegar pela Internet ou pelo próprio menu do aparelho.<span id="more-124"></span></p>
<p><strong>O SALTO DO TOUCHSCREEN</strong></p>
<p><img style="margin: 3px 0px 6px 10px;" src="http://www.talkinteractive.com.br/UserFiles/Image/imagens/toto.jpg" alt="toto A corrida dos celulares" width="99" height="127" align="right" title="A corrida dos celulares" />A Apple deu um grande passo neste sentido com a criação do iPhone. Não é simplesmente o touchscreen que faz a diferença, a Palm usa esta tecnologia há muito tempo. O que confere à Apple o status de inovadora em interface, no caso do iPhone, é o Multi-touch: uma tela touchscreen capaz de captar não apenas um, mas diversos toques simultâneos. Isso facilita, por exemplo, a simples tarefa de aumentar o zoom de uma imagem ou site. A patente Multi-touch, registrada pela Apple, certamente limitou as opções de outros fabricantes, que se viram obrigados a procurar alternativas. E precisamos muito de alternativas, já que a Apple não se dispõe a abrir a plataforma e nem de integrá-la com sistemas concorrentes.</p>
<p><strong>ALTERNATIVAS PARA O FUTURO</strong></p>
<p><strong></strong>Pesquisando um pouco no United States Patent and Trademark Office, encontramos muitas alternativas interessantes que muito em breve podem estar na loja de celular mais próxima. Uma destas descreve um projetor integrado, capaz de projetar uma tela virtual e também captar as interações do usuário. Isso pode garantir ao celular muitos dos recursos do computador.</p>
<p><img src="http://www.talkinteractive.com.br/UserFiles/Image/imagens/celular.gif" alt="celular A corrida dos celulares" width="366" height="266" title="A corrida dos celulares" /></p>
<p>Outra opção seria a inclusão de sensores ópticos, de forma que o celular captasse o movimento das mãos sem a necessidade do toque (muito interessante, considerando a gordura acumulada em uma tela touchscreen manipulada com o dedo).</p>
<p>E a melhor de todas, em minha opinião, seria a utilização da câmera para captar os movimentos do usuário enquanto um teclado virtual é visualizado na própria tela do celular.</p>
<p>Considerando que os aparelhos providos de câmera têm também sensores ópticos para o foco automático, para quê acoplar projetores ou outros sensores ao aparelho? Esta última solução permitiria também que modelos anteriores pudessem ser beneficiados da tecnologia através da simples instalação de um software. Smartphones têm custo alto e não se pode trocar de modelo a cada inovação tecnológica.</p>
<p><strong><img src="http://www.talkinteractive.com.br/UserFiles/Image/imagens/celular2.gif" alt="celular2 A corrida dos celulares" width="502" height="372" title="A corrida dos celulares" /></strong></p>
<p><strong>INTERFACE NÃO É TUDO</strong></p>
<p><img style="margin: 3px 10px 6px 0px;" src="http://www.talkinteractive.com.br/UserFiles/Image/Screenshot0004.jpg" alt="Screenshot0004 A corrida dos celulares" width="240" height="320" align="left" title="A corrida dos celulares" />É óbvio que espero ansiosamente por todas estas inovações. Mas a revolução dos celulares frente aos computadores não depende apenas dos dispositivos. O maior desafio hoje é, certamente, a dificuldade em desenvolver uma aplicação de uso realmente confortável no celular. Para gigantes como Google e Yahoo isso já é uma realidade, mas para a grande maioria das empresas é bem diferente.</p>
<p>Pensando em Internet, a dificuldade em se juntar um bom time capaz de construir sites eficientes para dispositivos móveis é grande, existindo ainda o problema da transposição do conteúdo. Adaptar apenas o layout ou a tecnologia não resolve o problema, o conteúdo precisa ser adequado a uma tela menor e, muito provavelmente, a uma situação que demanda agilidade no acesso à informação. Elementos funcionais como menus em Flash ou Javascript dificilmente serão interpretados pelo celular, o que pode ser um impeditivo mesmo para ferramentas como o site Skweezer, que remove elementos desnecessários de sites convencionais de forma que a navegação pelo celular seja mais confortável.</p>
<p>Browsers como o Skyfire também não parecem resolver o problema. Apesar do browser ser capaz de portar para o celular as experiências de Ajax e Flash, um site projetado para uma tela de 1024 pixels, sendo exibido em apenas 320 pixels com todos os seus elementos, tende a ser uma experiência desastrosa. A lista de limitações e cuidados no desenvolvimento de sites para celular é extensa.</p>
<p>Talvez pelo alto custo do acesso à Internet pelo celular no Brasil, ainda não o temos como possibilidade na hora de escolher a que filme assistir no cinema ou de descobrir um número de telefone. Mas isso deve mudar em pouco tempo, e os fornecedores de solução já devem estar preparados para o desafio quando a mudança acontecer.</p>
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