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	<title>Talk:2, &#187; juliano.spyer</title>
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		<title>Fundação Wikipedia fará desconferencias em SP para discutir potencial democrático e risco de abuso político</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fundação Wikipedia realizará em São Paulo eventos para ensinar interessados como funciona a Wikipedia e também para discutir o uso da conteúdo para propósitos edutativos e também manipulação de informação. Anúncio original aqui.
Onde: SESC Pompéia, Rua Clélia 93, São Paulo, Tel. (11)3871-7700 &#124; 0800 11 8220
Oficinas &#8211; Wikipédia: um mundo colaborativo
Aprenda com monitores a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Wikipedia realizará em São Paulo eventos para ensinar interessados como funciona a Wikipedia e também para discutir o uso da conteúdo para propósitos edutativos e também manipulação de informação. Anúncio original <a href="http://meta.wikimedia.org/wiki/Wikimedia_Brasil/Imprensa/Desconfer%C3%AAncia_e_Oficinas_no_SESC_Pomp%C3%A9ia" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Onde:</strong> <a rel="nofollow" href="http://www.sescsp.org.br/sesc/busca/index.cfm?UnidadesDirector=58&amp;inslog=128">SESC Pompéia</a>, Rua Clélia 93, São Paulo, Tel. (11)3871-7700 | 0800 11 8220</p>
<p><strong>Oficinas</strong> &#8211; Wikipédia: um mundo colaborativo<br />
Aprenda com monitores a prática e a teoria da enciclopédia mais lida no mundo, para entender como utilizá-la com consciência e participar em uma das mais influentes e abertas formas de diálogo global.</p>
<p>Orientação: Solstag, Ozymandias, TSB, Tom, Jo_Lorib. Local: Sala Internet Livre</p>
<p>Dias 17/11, 18/11, 24/11, 25/11, Terças e quartas, das 17h às 19h.</p>
<p><strong>Desconferência 1 &#8211; Educação (tag #Eduwikis)</strong><br />
Discussão sobre a produção de conteúdo educacional na Wikipedia e demais projetos Wikimedia, assim como seu uso no cotidiano das escolas.</p>
<p>Debatedores: Lilian Starobinas, Sérgio Amadeu e Pietro Roveri. Local: Choperia</p>
<p>Dia 18/11, Quarta, das 20h às 22h.</p>
<p><strong>Desconferência 2 &#8211; Política (tag #Poliwikis)</strong><br />
Discussão sobre a produção de conteúdo, potencial democrático e riscos de abuso político da Wikipedia e demais projetos Wikimedia.</p>
<p>Debatedores: João Lorib, Milton Jung e Joildo Santos. Local: Choperia</p>
<p>Dia 25/11, Quarta, das 20h às 22h.</p>
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		<title>Apagão mostra versatilidade do Twitter em situações de crise</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/apagao-pos-o-twitter-a-prova-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem eu vi a cidade apagar. Dois minutos depois, encosto o carro para mandar a mensagem e vejo que outros já fizeram isso. Ou seja:
&#62;&#62; O Twitter se tornou uma alternativa de comunicação barata, prática e eficiente para situações de crise.
&#62;&#62; Ele permitiu a formação rapidamente de redes de apoio para coordenação e transmissão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem eu vi a cidade apagar. Dois minutos depois, encosto o carro para mandar a mensagem e vejo que outros já fizeram isso. Ou seja:</p>
<p>&gt;&gt; O Twitter se tornou uma alternativa de comunicação barata, prática e eficiente para situações de crise.</p>
<p>&gt;&gt; Ele permitiu a formação rapidamente de redes de apoio para coordenação e transmissão de informação.</p>
<p>Acho que esse evento foi a nossa estréia de fato no Twitter, uma situação em que usar a ferramenta é mais do que uma forma de entretenimento.</p>
<p>Muitos telefones celulares vêm com rádio hoje, mas entre só escutar e escutar e falar, não ficou dúvida de que a segunda possibilidade é mais interessante.</p>
<p>O serviço reuniu vários canais que antes tinham plataformas distintas e adicionou a interatividade, a possibilidade de se participar ativamente da conversa:</p>
<p>&gt;&gt; informação sobre o problema: o que aconteceu, por que, como, previsão de volta de energia.</p>
<p>&gt;&gt; informação comunitária: assaltos acontecendo em pontos específicos da cidade</p>
<p>&gt;&gt; conforto emocional e solidariedade direta entre amigos</p>
<p>&gt;&gt; mensagens de humor que ajudaram a reduzir a tensão.</p>
<p>Interessante notar a participação de jornalistas que, de dentro das redações, além de apurarem as notícias para seus veículos, se preocuparam em compartilhar informações via Internet.</p>
<p>No passado, quando essas coisas aconteciam, nós procurávamos os vizinhos e acompanhávamos as novidades via radinho de pilha. Agora, os vizinhos estão espalhados pelo mundo e o radinho de pilha fala e escuta.</p>
<p>Ficou uma dúvida: quanto tempo o serviço de acesso via celular aguentaria em uma situação de crise continuada? Ou seja, se tivéssemos continuado sem luz, mesmo recarregando os celulares pelo acendedor de cigarros do carro, quanto tempo mais continuaríamos tendo a possibilidade de usar o Twitter?</p>
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		<title>Uniban e gestão de crises pós-Internet</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/debate/o-que-a-uniban-deveria-saber-sobre-gerenciamento-de-crises-pos-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[Duas coisas parecem não fazer sentido em relação ao caso Geyse-Uniban: 1) uma instituição educacional optando por leiloar sua reputação acobertando um crime supostamente justificado pelo machismo. 2) o movimento de mulheres tomando o partido de uma jovem que aparentemente tinha ou tem intenção de se tornar modelo e ajudar a alimentar o machismo condenado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas coisas parecem não fazer sentido em relação ao <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/07/uniban+expulsa+aluna+hostilizada+por+usar+vestido+curto+9042025.html" target="_blank">caso Geyse-Uniban</a>: 1) uma instituição educacional optando por leiloar sua reputação acobertando um crime supostamente justificado pelo machismo. 2) o movimento de mulheres tomando o partido de uma jovem que aparentemente tinha ou tem intenção de se tornar modelo e ajudar a alimentar o machismo condenado no episódio.</p>
<p>A equação não fecha, os argumentos parecem incoerentes. Estamos todos entusiasmados para ver a Uniban ser apedrejada publicamente por uma atitude que, a princípio, a maior parte das empresas toma ou tomaria, que é: defender seus clientes e optar por ter menos dor de cabeça apostando que eventuais notícias negativas não se espalhariam. Errou por não considerar um fator novo no ecossistema informacional: a Internet, uma ferramenta de baixo custo para a comunicação grupal e interativa.</p>
<p><strong>O que a Uniban poderia aprender com o Papa</strong></p>
<p>É esclarecedor usar como referência um caso semelhante de crise enfrentado pela Igreja Católica nos Estados Unidos relatado pelo teórico de mídia <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Clay_Shirky" target="_blank">Clay Shirky</a> em seu livro <a href="http://www.google.com/search?q=here+comes+everybody&amp;ie=utf-8&amp;oe=utf-8&amp;aq=t&amp;rls=org.mozilla:en-US:official&amp;client=firefox-a" target="_blank">Here Comes Everybody</a>.</p>
<p>Em 1992 o Boston Globe publicou uma denúncia sobre a Igreja acobertando um padre pedófilo por 40 anos. O resultado é que o padre é preso, mas a notícia morre e as coisas continuam como estão. Dez anos depois, o mesmo jornal publica uma reportagem idêntica denunciando outro padre pelo mesmo motivo. O resultado: a Igreja se submete ao <a href="http://www.boston.com/globe/spotlight/abuse/" target="_blank">maior processo de revisão</a> motivado por fatores externos de sua história recente. Dezenas de casos vêm a público e o Vaticano aceita a renúncia do cardeal arcebispo de Boston.</p>
<p>A diferença de um caso para outro, Clay explica, é que houve uma redução nos custos de coordenação e comunicação graças à internet. Em 1992, o leitor escandalizado com a denúncia do Boston Globe teria que protestar usando enviando cópias xerox das reportagens por carta ou fax. Em 2002, o conteúdo havia saído do papel e se tornado digital. O assunto, antes restrito à cidade, se torna notícia no mundo e demonstrar indignação vira um ato tão simples quando copiar e colar links em emails e blogs.</p>
<p>Shirky observa os dois casos ocorridos em Boston usando como referência a maneira como epidemias se alastram. Para se avaliar o risco de uma epidemia, leva-se em consideração: risco de contágio, risco de contato e tamanho da população. A queda radical no custo de coordenação e comunicação de 1992 para 2002 expandiram o risco de contato entre pessoas e também o tamanho da população que ficava sabendo e passou a acompanhar a evolução do caso.</p>
<p><strong>A Uniban fez o que outras empresas fariam</strong></p>
<p>O caso da Geysi é parecido com o da Igreja em Boston no sentido em que há 10 anos, essa situação provavelmente teria morrido depois de alguns dias. É como os responsáveis pela comunicação da Uniban parecem ter raciocinado: &#8220;vamos ter um grande problema se resolvermos punir 700 de nossos estudantes que de alguma maneira participaram da agressão. É mais fácil resolver essa situação tomando o partido dos agressores, que são muitos, contra a vítima. Preservaremos os alunos e se, por conta disso, tivermos que lidar com reportagens negativas durante duas semanas, é o menor preço a se pagar.</p>
<p>O caso poderia sair na imprensa &#8211; como saiu &#8211; e as pessoas reclamariam umas com as outras tomando café nas padarias ou nos pontos de ônibus, mas não haveria nada mais que a maioria delas poderia fazer em relação a isso. Telefonariam umas para as outras coordenando demonstrações na frente da Uniban? Agora o custo disso se resume a<a href="http://twitter.com/fernandosing/statuses/5557037716" target="_blank"> publicar uma mensagem</a> em um blog ou Twitter e deixar a internet fazer o resto do trabalho.</p>
<p>Se a equipe da Uniban soubesse que a notícia se tornaria mundial &#8211; via AP para <a href="http://www.nytimes.com/aponline/2009/11/08/world/AP-LT-Brazil-Short-Dress.html?_r=1" target="_blank">NYTimes</a>, <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/nov/08/geisy-arruda-expelled-brazil-mini-skirt" target="_blank">Guardian</a> e <a href="http://www.huffingtonpost.com/2009/11/08/geisy-arruda-brazil-stude_n_350217.html" target="_blank">Huffington Post</a> &#8211; talvez eles tivessem pensado diferente. Afinal, trata-se de uma instituição acobertando um crime. E não qualquer instituição, uma instituição educacional. (&#8221;Que educação é essa da Uniban?&#8221;, alguns seguramente estão se perguntando.) E também não é qualquer crime: é violência contra a mulher. Fala-se, inclusive, que poderia ter se tornado um <a href="http://www.trezentos.blog.br/?p=3407" target="_blank">estupro coletivo</a>, não fosse pela intervenção de alguns poucos heróis que desafiaram a turba.</p>
<p>Agora os olhos do mundo estão atentos para ver o que a Justiça brasileira e o MEC têm a dizer em relação ao caso. Isso porque milhares de pessoas estão passando entre si os links para a matéria por suas contas de email, seus blogs, Twitter e ainda pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Universidade_Bandeirante_de_S%C3%A3o_Paulo" target="_blank">Wikipedia</a>.</p>
<p><strong>Protesto 2.0, censura 2.0 e a Internet que merecemos</strong></p>
<p>Talvez soe meio corporativo demais tratar um caso como esse do ponto de vista da gestão de crises. O meu argumento &#8211; registrado <a href="http://www.slideshare.net/jspyer/verdades-e-meias-verdades-sobre-o-poder-da-internet" target="_blank">nesta apresentação</a> &#8211; é que a Internet, em si, não transforma a sociedade, ela amplifica suas características. Cultivamos uma visão romântica e muitas vezes ingênua da Rede como solução de todos os males, como se a disponibilidade de conexão e equipamentos de acesso necessariamente promvem a liberdade de expressão e compartilhamento e, consequentemente, levam a democracia à sociedade. Falamos, por exemplo, da Internet como principal responsável pelo fenômeno Obama, sem mencionar que ela foi apenas a catalisadora, a precipitadora das forças que já existiam dentro da sociedade.</p>
<p>O pensador <a href="http://twitter.com/Evgenymorozov" target="_blank">Yvgeny Mozorov</a> tem falado constantemente de <a href="http://neteffect.foreignpolicy.com/posts/2009/10/15/anne_frank_balloon_boy_slacktivism" target="_blank">slacktivism</a> &#8211; que eu traduzi como &#8220;apativismo&#8221; &#8211; e do novo fenômeno da censura 2.0. Ele fala que os governos autoritários já entenderam &#8211; fora Cuba, que continua <a href="http://www.desdecuba.com/generaciony/" target="_blank">tentando censurar Yoani Sanchez</a> &#8211; que censurar agora produz mais barulho do que antes e, por isso, estão aplicando <a href="http://www.ted.com/talks/evgeny_morozov_is_the_internet_what_orwell_feared.html" target="_blank">técnicas de censura 2.0</a>. Isso se traduz na seguinte estratégia: vale mais a pena &#8220;abrir&#8221; o diálogo e participar dele usando blogueiros treinados para criar ruído na conversa. E como a sociedade não está preparada para reagir e se organizar, voltamos a alcançar o resultado esperado, que é a resolução do problema para o lado melhor organizado.</p>
<p>A ironia dessa situação é ver feministas sendo <a href="http://www.abril.com.br/noticias/brasil/movimento-mulheres-marca-protesto-uniban-591673.shtml" target="_blank">levadas a tomar partido</a> de uma jovem que, pelo visto, não tem nada de feminista. Ao contrário, se o oráculo do Twitter estiver certo &#8211; veja <a href="http://twitter.com/marinamc/statuses/5557030715" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://twitter.com/keigiro/statuses/5556997604" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://twitter.com/joaoperigolo/statuses/5556907949" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://twitter.com/fabioflorez/statuses/5556745026" target="_blank">aqui</a>, para citar só alguns dos links da <a href="http://twitter.com/#search?q=uniban%20playboy" target="_blank">primeira página</a> dos resultados de busca -, a Geyse logo estará na capa de uma das revistas masculinas do país &#8211; quem sabe até em outros países &#8211; reforçando a cultura machista que é apontada como motivadora do problema.</p>
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		</item>
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		<title>Augusto de Franco, da Escola de Redes, foi o convidado do TalkShow da última quinta</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/augusto-de-franco-da-escola-de-redes-e-convidado-do-talkshow-nesta-quinta-17h/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 19:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última quinta-feira o convidado do TalkShow foi Augusto de Franco, criador e primeiro netweaver da Escola-de-Redes.
Augusto tem um trabalho/militância que se diferencia por falar de redes sociais independente da Internet e das plataformas de comunicação digital e por entender que esses são recursos que servem para a transformação da sociedade.
Um dos palestrantes do TED [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1354" class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><img class="size-medium wp-image-1354" title="Augustopb_JPG1" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Augustopb_JPG1-230x300.jpg" alt="Augusto de Franco" width="230" height="300" /><p class="wp-caption-text">Augusto de Franco</p></div>
<p>Na última quinta-feira o convidado do TalkShow foi <a href="http://www.augustodefranco.org/" target="_blank">Augusto de Franco</a>, criador e primeiro netweaver da <a href="http://escoladeredes.ning.com/" target="_blank">Escola-de-Redes</a>.</p>
<p>Augusto tem um <a href="http://curriculoaugustodefranco.blogspot.com/" target="_blank">trabalho/militância</a> que se diferencia por falar de redes sociais independente da Internet e das plataformas de comunicação digital e por entender que esses são recursos que servem para a transformação da sociedade.</p>
<p>Um dos <a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br/palestrantes/" target="_blank">palestrantes do TED</a> São Paulo, Augusto é autor de 18 livros, entre os quais: “Capital Social”, “A revolução do local”, &#8220;Escola de Redes: Novas Visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a Internet, a política e o mundo glocalizado&#8221; e &#8220;Escola de Redes: Tudo que é sustentável tem o padrão de rede. Sustentabilidade empresarial e responsabilidade corporativa no século 21&#8243;</p>
<p><a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2009/10/augustodefranco.m4a">Ouça aqui o que rolou</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A vida sem celular: um auto-estudo de caso</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/a-vida-sem-celular-um-auto-estudo-de-caso/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 13:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos]]></category>
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		<description><![CDATA[Ontem o meu celular faleceu. Literalmente. E digo &#8220;faleceu&#8221; porque não houve causa aparente que justifique a falta súbita de sinais vitais. Não caiu no chão, não molhou, nem foi exposto a temperaturas extremas. Do nada ele teve o que poderia ser chamado de convulsão e morreu.
Foi assim
Eu estava na praça de alimentação de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem o meu celular faleceu. Literalmente. E digo &#8220;faleceu&#8221; porque não houve causa aparente que justifique a falta súbita de sinais vitais. Não caiu no chão, não molhou, nem foi exposto a temperaturas extremas. Do nada ele teve o que poderia ser chamado de convulsão e morreu.</p>
<p><strong>Foi assim</strong></p>
<p>Eu estava na praça de alimentação de um aeroporto passando o tempo até a hora de embarque. O aparelho tremeu indicando a chegada de SMS. Tentei acessar a mensagem mas o sistema travou, a tela ficou estática. Até aí, normal, já tinha acontecido antes. O procedimento padrão era tirar a bateria, recolocá-la e apertar o botãozinho de liga. Mas dessa vez não ligou.</p>
<p>Insisti, continuei insistindo e nada, nenhuma iluminação de tela ou som para me fazer acreditar que aquilo era &#8220;apenas um susto&#8221;. Intimamente eu sentia que o aparelho tivesse sofrido o correspondente digital de um AVC ou de um ataque cardíaco fuminante e que não voltaria a funcionar sem ajuda profissional e algum transplante de peça.</p>
<p><strong>Um corpo sem espírito</strong></p>
<p>É estranho falar em &#8220;espírito&#8221; referindo-se a um celular, mas não encontro metáfora melhor para representar o que tinha lá dentro. Era espiritual, primeiro, por não ser palpável, material, não estar fisicamente presa aos componentes do aparelho. O que existia ali, existia pela circulação contínua de corrente elétrica.</p>
<p>Mas era espiritual por outro motivo também. Era parte da minha vida, uma extensão dela. Ele me ligava de alguma maneira a todas as pessoas que eu conheço e me relaciono. Essa informação vivia ali, assim como as fotos e vídeos que eu registrava com regularidade pelo aparelho.</p>
<p><strong>Matrix</strong> <strong>mobile</strong></p>
<p>Uma coisa curiosa de não ter celular é ter visto pela primeira vez como o celular invadiu a vida das pessoas. Como eu não tinha o meu celular para me fazer companhia, acabei &#8220;forçado&#8221; a olhar para os lados e prestar atenção nas pessoas. E fiquei espantado ao notar que praticamente a metade das pessoas no saguão do aeroporto estava mergulhada em seus aparelhos.</p>
<p>Alguns passaram o dia em reunião ou participando de algum treinamento e aproveitavam o tempo para triar as mensagens de email acumuladas e responder as mais urgentes. Outros provavelmente acompanhavam as conversas no Twitter, liam e respondiam SMSs, experimentavam aplicativos, jogavam ou checavam pela Internet o clima da cidade para onde estavam indo.</p>
<p>O fato é que boa parte das pessoas sentadas nas cadeiras do saguão de embarque se encontravam na mesma posição, com as mãos na altura da barriga, segurando o aparelho e a cabeça curvada para baixo. Pareciam hiponotizadas ou transportadas para outro mundo&#8230;  dentro do Matrix?</p>
<p><strong>Da negação à abstinência</strong></p>
<p>Ainda não aceitei a morte do telefone, mas, naquele momento, no aeroporto, me conformei silenciosamente com o ocorrido e até pensei que talvez aquilo não seria o fim do mundo, mas não demorou para eu sentir sintomas de crise de abstinência.</p>
<p>Ao chegar em São Paulo, minha grande preocupação é que minha mulher tentasse e não conseguisse falar comigo. E eu não podia avisá-la porque, além de não ter telefone, também não sabia o número dela &#8211; que sempre esteve na memória do aparelho.</p>
<p>Chegando em casa, me lembrei que precisava acordar cedo, mas cadê meu despertador? Era também o celular. E tive que ir até a cozinha para saber as horas.</p>
<p>Ontem um amigo mandou um email dizendo que precisava falar comigo e pedindo o meu número. Posso passar o número do escritório, o da minha casa, mas teremos que combinar uma hora para ele telefonar, como fazíamos &#8220;antigamente&#8221;, lembra? Isso caiu em desuso na medida em que a maioria leva seus telefones no bolso.</p>
<p><strong>Na garantia (eu acho)</strong></p>
<p>Hoje pela manhã, a primeira coisa que eu fiz ao levantar &#8211; depois de escovar os dentes &#8211; foi pegar a caixa do meu telefone. Me felicitei mentalmente por ter a prática de guardar as caixas dos aparelhos eletrônicos junto com as notas fiscais. E descobri algo no mínimo curioso: comprei o telefone em 3 de outubro do ano passado, há exatos 364 dias, logo, há esperança dele ainda estar coberto pela garantia.</p>
<p>Só que surgiu um porém. O período de garantia é de &#8220;09 (nove) meses para o aparelho celular e acessórios incluídos no pacote do aparelho celular, adicionalmente aos três meses da garantia legal&#8221;. Quer dizer 12 meses, certo? Vou descobrir e depois conto.</p>
<p><strong>Sem Life-stream<br />
</strong></p>
<p>Fora acessar a internet (email, Twitter, buscas, resultados de jogos), como outros heavy-users, o celular tem para mim uma finalidade particular. Uso-o para registrar a vida e fiz disso uma rotina mental. Olho para coisas me perguntando se vale uma foto (eventualmente um video) e o processo de publicação <a href="http://www.flickr.com/photos/37734866%40N00/" target="_blank">é automático</a> do aparelho para a Internet e para o Twitter.</p>
<p>Não é um BBB porque eu não publico fotos minhas, nem fotos pessoais. É, talvez, a parte de mim que me levou ao Departamento de História da USP quando eu nem sabia direito o que queria fazer da vida. Registro o que vejo e me chama a atenção, num processo muito pessoal e despretencioso de me comunicar com outras pessoas. Meio, talvez, como uma versão 2.0 da pintura rupestre. Uma necessidade sem propósito explícito.</p>
<p>Isso vai fazer falta.</p>
<p>Independente de tudo, me ocorreu um pensamento apocalíptico: e se, por algum motivo, eu perdesse também a conexão à Internet?</p>
<p>O Kevin Kelly, um dos mestres Jedi do tecno-utopismo, escreveu <a href="http://www.kk.org/outofcontrol/" target="_blank">em um de seus livros</a> que criaríamos tanta dependência da Web que ela seria uma extensão de nossa memória; logo, estar desconectado seria parecido com sofrer uma lobotomia. Mas, aparentemente, alguém <a href="http://www.make-digital.com/make/vol19/?pg=46&amp;pm=1&amp;u1=friend" target="_blank">já pensou nisso</a> e encontrou uma solução, de maneira que podemos dormir tranquilos. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Satisfazer o cliente é bom, mas satisfazer o consumidor é melhor</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 21:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde que comecei a trabalhar na indústria da internet, avalio a eficácia de produtos e serviços de uma maneira simples, mas que dá resultado: eu me pergunto se eu me interessaria por aquilo genuinamente se fosse um mero usuário, sem relação com o projeto.
Esse é um processo fácil mas que exige treinamento. Acho que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que comecei a trabalhar na indústria da internet, avalio a eficácia de produtos e serviços de uma maneira simples, mas que dá resultado: eu me pergunto se eu me interessaria por aquilo genuinamente se fosse um mero usuário, sem relação com o projeto.</p>
<p>Esse é um processo fácil mas que exige treinamento. Acho que ele é parecido com o exercício que jornalistas aprendem a fazer, que é estar sempre pensando se uma informação rende notícia. Já presenciei isso algumas vezes. Na roda de amigos, mesmo fora do trabalho, um jornalista cutuca o outro e diz, referindo-se a um assunto determinado da conversa: &#8211; isso dá notícia.</p>
<p>Tenho a impressão &#8211; e é mera especulação o que vou dizer &#8211; que o profissional de marketing talvez não tenha o mesmo interesse em desenvolver essa capacidade de se transformar em consumidor, de se treinar para pensar como consumidor. Isso talvez ocorra porque até agora, na publicidade e no marketing, foi mais importante pensar como o cliente, aquele que contrata, e não como aquele que será o alvo da campanha.</p>
<p>O jornalista, especialmente aquele que trabalha em diários, põe sua intuição sobre o valor da notícia a prova continuamente, pelo feedback de leitores depois da publicação do jornal, e também ao defender suas propostas e as dos colegas em discussão durante as reuniões de pauta.</p>
<p>Bom, para variar, a Internet parece estar complicando a vida de quem estava acostumado a pensar só com a cabeça do cliente.</p>
<p>Antes, a percepção pública de uma campanha raramente se espalhava e se algo dava errado, isso talvez fosse percebido por meio de pesquisas de opinião e talvez fosse comentado entre profissionais da área, mas o assunto não emergia, não se disseminava. Hoje os consumidores estão cada vez mais conscientes de seu poder de influenciar a opinião de outras pessoas dentro de seu círculo de relacionamento e é por isso, por exemplo, que monitoramento de redes sociais se converteu em uma mina de outro para quem souber explorar seu potencial.</p>
<p>Uma das consequências do aumento do poder de comunicação do indivíduo é que campanhas ruins ou enganosas se tornam motivo de crítica e chacota pública. Não preciso citar exemplos para que você se lembre de empresas com credibilidade zero entre consumidores.</p>
<p>Nesse novo contexto, passa a valer a pena aprender com os jornalistas para propor aquilo que de fato servirá ou interessará ao consumidor, porque se isso não acontecer, ele vai falar o que pensa e você terá que correr atrás do prejuízo.</p>
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		<title>Atenda direito e deixe as pessoas falarem de você</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 12:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto a maioria dos executivos do mundo paga por publicidade, Tony Hsieh, CEO da varejista online Zappos.com, é pago - e bem pago - para promover sua empresa em palcos de eventos corporativos mundo a fora. É que os bons resultados relacionados a práticas inovadoras de gestão o transformaram em palestrante disputado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a maioria dos executivos do mundo paga por publicidade, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tony_Hsieh" target="_blank">Tony Hsieh</a>, CEO da varejista online <a href="http://www.zappos.com/" target="_blank">Zappos.com</a>, é pago &#8211; e bem pago &#8211; para promover sua empresa em palcos de eventos corporativos mundo a fora. É que os bons resultados relacionados a <a href="http://www.talk2.com.br/geral/esqueca-tudo-o-que-voce-sabe-sobre-negocios/" target="_blank">práticas inovadoras</a> de gestão o transformaram em palestrante disputado.</p>
<p><span id="more-1155"></span></p>
<p><strong>Por que você (provavelmente) nunca ouviu falar na Zappos</strong></p>
<p>A Zappos.com surgiu há dez anos com a proposta de abocanhar uma porção dos US$ 4 bilhões anuais em vendas de sapatos via pedidos por catálogos nos Estados Unidos. A iniciativa foi desacreditada no começo. Afinal, quem quer comprar sapato sem antes experimentar? Mas o faturamento da empresa é prova de que o negócio é viavel: desde o lançamento, ele passou de US$ 1 milhão para US$ 1 bilhão anuais.</p>
<p>Apesar do sucesso e de ser uma loja online, é provavel que você nunca tenha ouvido falar da Zappos.com. O motivo é simples: a loja só vende para mercados onde tenha condições de oferecer, junto com os produtos, a melhor experiência de atendimento ao cliente disponível hoje, uma experiência &#8220;Wow!&#8221;, segundo o vocabulário da empresa.</p>
<p><strong>Aposta no boca-a-boca</strong></p>
<p>A Zappos, de certa forma, virou de pernas para o ar algumas verdades do mercado. Uma delas é a maneira de se encarar o atendimento ao cliente. Ao oferecer um tratamento diferenciado, a empresa abre mão de gastos com publicidade e campanhas de marketing. O cliente satisfeito é quem faz a promoção da loja, tanto que 75% do faturamento vem de clientes que já fizeram compras e de pessoas que chegam ao site por recomendação de amigos ou familiares.</p>
<p>Não é que as empresas antes da Zappos tivessem uma política de não querer escutar e tratar bem seus clientes, mas isso não era uma prioridade. Que mal pode causar ao negócio que aconteça um ou outro atraso na entrega? Qual é o prejuizo da companhia quando um cliente descontente passa uma hora tentando resolver seu problema pelo SAC? Antes da Internet, o efeito desse descontentamento era desprezível, mas, como você sabe, agora isso mudou.</p>
<p><strong>Transparência como política de atendimento</strong></p>
<p>A Internet amplificou o poder de comunicação do indivíduo. A raiva de um cliente pode se materializar facilmente em mensagens de email para centenas de conhecidos. Blogs, sites de rede social, conversas no Twitter &#8211; são canais de expressão livres e que competem com veículos tradicionais pela atenção das centenas de milhares de pessoas com acesso à Web hoje.</p>
<p>Agora, da mesma forma como o boca-a-boca pode causar imensos prejuízos &#8211; vide o mais que conhecido caso da Telefonica no Brasil &#8211; ele também serve para promover quem oferece serviços e produtos bem avaliados pelos consumidores. Esse foi o insight que a Zappos teve o mérito de colocar em prática, não como um experimento, mas de forma radical, apostando na transparência como sendo a melhor política de relacionamento com o cliente.</p>
<p><strong>Fale comigo</strong></p>
<p>É por isso que, diferente da maior parte das empresas, a Zappos coloca o seu 0-800 em destaque no site. Sim, é uma empresa que quer saber qual é a sua reclamação e quer resolver isso de maneira satisfatória. Ao entrar em contato com o SAC da Zappos, você falará com atendentes que não têm roteiro e não têm limitação de tempo para concluir cada chamada.</p>
<p>Sim, você vai &#8220;perder dinheiro&#8221; dessa forma, mas considere isso um investimento. Ao optar por jogar limpo e oferecer o melhor serviço, por exemplo, a Zappos aceitou vender apenas produtos que estejam em seus estoques, e abriu mão de incluir em seu catálogo o que aparecia no catálogo de seus fornecedores.</p>
<p>Perdeu 25% do faturamento na época em que essa decisão foi tomada, mas, em compensação, os clientes da Zappos sempre recebem as compras no prazo &#8211; quando não ganham um &#8220;upgrade&#8221; surpresa e a compra chega antes do programado &#8211; e não acontece de o cliente receber notificações dizendo que determinado produto que ele comprou está em falta.</p>
<p>A Zappos tem apostado que esse &#8220;prejuízo&#8221; dá lucro e, por enquanto, estão ganhando.</p>
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		<title>TalkShow de 10/09 debate a mania da rede social</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/talkshow/talkshow-desta-quinta-10-17h-debate-a-mania-de-rede-social/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 17:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Talkshow]]></category>
		<category><![CDATA[conversação]]></category>
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		<description><![CDATA[O TalkShow desta quinta teve como convidado o jornalista Luiz Algarra, da rede Papagallis, para conversar sobre as oportunidades e as limitações do uso de redes sociais por organizações hoje.
Ouça o que ele falou:
O que é uma rede social


								
		   						
								
		 						
								
								
	   						  
As finalidades das redes sociais


								
		   						
								
		 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O TalkShow desta quinta teve como convidado o jornalista <a href="http://papagallis.com.br/equipe/luiz-algarra/" target="_blank">Luiz Algarra</a>, da rede <a href="http://papagallis.com.br/" target="_blank">Papagallis</a>, para conversar sobre as oportunidades e as limitações do uso de redes sociais por organizações hoje.</p>
<p>Ouça o que ele falou:</p>
<p>O que é uma rede social</p>
<p><table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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	   						  </span></td></tr></table></p>
<p>As finalidades das redes sociais</p>
<p><table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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<p>As empresas e as redes sociais</p>
<p><table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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	   						  </span></td></tr></table></p>
<p>Os desafios das empresas em rede</p>
<p><table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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	   						  </span></td></tr></table></p>
<p>As redes sociais e o marketing viral</p>
<p><table class='single_track'><tr><td><span id="xspf_player0">

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	   						  </span></td></tr></table></p>
<p>Há quatro anos o grupo de colaboradores que forma a Papagallis constatou que as tecnologias de comunicação em rede não são suficientes para as pessoas compartilharem conhecimento e aprenderem umas com as outras. E desde então eles vêm se especializando na aplicação de técnicas de conversação para ativar comunidades.</p>
<p>A experiência da Papagallis é fundamental na medida em que hoje o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social#Redes_Sociais_na_Internet" target="_blank">site de rede social</a> parece ser cada vez mais a solução para todos os problemas da comunicação. Parece que a simples presença do ambiente online fará com que as pessoas deixem de se desentender e trabalhem / colaborem em perfeita sintonia.</p>
<p>O que deve existir antes de se pensar em criar um site de rede social? E quais são as possibilidades / alternativas para se dinamizar a participação em comunidades presenciais &#8211; como uma empresa ou uma equipe de trabalho &#8211; para eles fortalecerem seus laços e se comunicarem melhor online? Esses serão alguns dos assuntos debatidos.</p>
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		<title>Resta ao Blog do Planalto descer da rampa e dialogar</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 17:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem, durante a transmissão do TalkShow semanal, fomos surpreendidos com a divulgação do site espelho ou &#8220;versão 2.0&#8243; do Blog do Planalto &#8211; http://planalto.blog.br. Foi uma jogada de gênio e dá a noção de como a classe política ou não entendeu a internet ou entendeu bem e está preocupada.
O resumo da história é: a equipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, durante a transmissão do <a href="http://www.talk2.com.br/category/talkshow/" target="_self">TalkShow semanal</a>, fomos surpreendidos com a divulgação do site espelho ou &#8220;versão 2.0&#8243; do Blog do Planalto &#8211; <a href="http://planalto.blog.br/" target="_blank">http://planalto.blog.br</a>. Foi uma jogada de gênio e dá a noção de como a classe política ou não entendeu a internet ou entendeu bem e <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,gabeira-prega-desobediencia-civil-contra-lei-eleitoral,429169,0.htm" target="_self">está preocupada</a>.</p>
<p>O resumo da história é: a equipe do grupo chamado Esfera registrou o domínio &#8220;Planalto&#8221; com a extensão &#8220;.blog.br&#8221; &#8211; aqui eles <a href="http://www.trezentos.blog.br/?p=2840&amp;cpage=1" target="_blank">explicam o processo</a>. O resultado é que o endereço fica muito parecido com o do blog oficial, que é: <a href="http://blog.planalto.gov.br/">http://blog.planalto.gov.br</a></p>
<p>E mais: eles pegaram o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS" target="_blank">feed de RSS</a> do blog oficial e usaram esse conteúdo para alimentar o blog-espelho. Isso acontece automaticamente de maneira que tudo o que vai para um aparece também no outro. A única diferença é que na versão extra oficial a funcionalidade de comentário está habilitada.</p>
<p>A idéia do grupo foi brilhante inclusive porque foi feita dentro da legalidade e com ferramentas disponíveis gratuitamente e relativamente fáceis de serem operadas. Como o conteúdo do blog está registrado com uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_commons" target="_blank">licença Creative Commons</a>, qualquer pessoa pode reutilizá-lo sem precisar pedir autorização.</p>
<p>O que a Esfera demonstrou com esta ação é que um grupo de pessoas pode, sem precisar pedir licenca e respaldado pela Lei, contradizer uma determinação estabelecida pela estrutura de comunicação dentro do Palácio do Planalto.</p>
<p>Estou curioso para saber se o Planalto tomará alguma providência a respeito, mas, pelo visto, sua única alternativa é descer a rampa e debater suas posições. Por que não quer abrir o espaço para comentários? Esse é o exemplo que se quer dar em relação à postura diante da Web?</p>
<p><strong>Recomendações para gestão de comentários</strong></p>
<p>Foi alegado que o blog não aceita comentários porque a equipe de seis pessoas que o administra <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3949662-EI7896,00.html" target="_blank">não teria tempo</a> para se dedicar a essa função. Não vou opinar sobre como a equipe deve se organizar, mas considero que esse blog teria muito mais relevância se fosse um espaço para o debate, se seu proposito fosse dialogar e prestar contas à sociedade.</p>
<p>A equipe que gerencia o blog sabe como isso gerir comentários em blogs. Não há novidades nisso. A primeira coisa a se fazer é definir quais as regras de funcionamento dos debates dentro do espaço. Em síntese, esse documento deve deixar claro que não deve haver ofensas de qualquer tipo e explicar as consequencias para quem nao seguir as regras.</p>
<p>A equipe pode estabelecer que haja moderação prévia, ou seja, que nada apareça nos comentários sem que antes seja aprovado, mas se for para dar o exemplo, eles deveriam abrir o canal e moderar depois, para não deixar dúvidas da disposição de ser transparente.</p>
<p>Finalmente, eles podem estabelecer algum nível de registro para diferenciar as pessoas que quiserem ser identificadas daquelas que escolhem se manifestar anonimamente. O usuário deve ter as duas possibilidades: se identificar ou proteger sua identidade. E os outros participantes poderão levar em consideração esse dado na hora de julgar e analisar cada comentário.</p>
<p>É isso. E depois desta semana, fico ainda mais empolgado para o que poderá acontecer no ano que vem, ano eleitoral, com a sociedade podendo, mais do que nunca, se comunicar e cobrar seus representantes eleitos.</p>
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		<title>TalkShow nesta quinta debate o Blog do Planalto e os novos rumos da comunicação política</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 20:57:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliano.spyer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta, às 17 horas, a equipe da Talk vai conversar sobre o  o lançamento do Blog do Planalto, iniciativa da Presidência da República que  tem como  objetivo  estreitar o relacionamento do Presidente  Lula com a população.
Um interesse acima do esperado marcou a estreia do blog, com acessos suficientes para derrubar os servidores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta, às 17 horas, a equipe da Talk vai conversar sobre o  o lançamento do Blog do Planalto, iniciativa da Presidência da República que  tem como  objetivo  estreitar o relacionamento do Presidente  Lula com a população.</p>
<p>Um interesse acima do esperado marcou a estreia do blog, com acessos suficientes para derrubar os servidores da Dataprev.</p>
<p>A polêmica que envolve o blog é a falta de comentários, decisão estrategica que já tinha sido anunciada pela equipe anteriormente.</p>
<p>E este não será o foco da discussão. Gostaríamos principalmente de falar sobre a estratégia do governo em participar da grande rede. Pretendemos ter uma conversa sobre essa ação de comunicacao digital, isenta  de partidarismo e com foco na utilidade que esse blog pode ter para a populacao.</p>
<p>Participam <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/" target="_blank">Alexandre Inagaki</a> e a equipe da Talk: Juliano Spyer, Rafael Ziggy e Fábio Caraciolo.</p>
<p>Convidamos para essa conversa o Daniel Pádua, que faz parte da <a href="http://blog.planalto.gov.br/dores-parto/trackback/">equipe responsável</a> pelo Blog do Planalto. Ainda estamos esperando a confirmação de que ele poderá participar.</p>
<p>A moderação será da Thaís Pontes e você pode enviar suas perguntas comentando neste post ou usando a tag #talkshow no twitter.</p>
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