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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; juliana.valentim</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>E você, já assistiu a algum vídeo hoje?</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 12:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana.valentim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[evolution dance]]></category>
		<category><![CDATA[marketing viral]]></category>
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		<category><![CDATA[vídeos caseiros]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[Como vídeos caseiros conseguem ser colocados entre os mais vistos do YouTube.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão que deu origem a este artigo começou em um dia normal de trabalho. Como profissionais de internet, recebemos diariamente uma enorme quantidade de links, fotos, vídeos e tudo o que trafega na rede. Uma parte disso é material de pesquisa, outra parte apenas relacionada ao interesse comum do grupo.<span id="more-204"></span></p>
<p>Mas a maioria absoluta do que recebemos gira em torno dos mesmos temas: humor, banalidade, cotidiano. São vídeos simples, muitas vezes caseiros, espalhados rapidamente de forma espantosa. Foi ao receber um desses vídeos, que levantamos a discussão: o que faz um vídeo comum atingir milhões de visitas na internet?</p>
<p>Os criadores do YouTube, Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, talvez não tivessem a resposta para essa pergunta quando fundaram o site, em 2005. Mas certamente eles viram na troca de vídeos espontânea, a receita do sucesso. Apenas um ano após o lançamento, a audiência chegou a 12,6 milhões de pessoas.</p>
<p>Pesquisa divulgada recentemente apontou um crescimento de 66% na audiência de vídeos pela internet nos Estados Unidos. Isso com relação ao mesmo período do ano passado. Quem não fica muito feliz com esses resultados são as emissoras de TV, que vêem seus programas transmitidos na internet quase simultaneamente.</p>
<p><strong>Boca a  boca</strong></p>
<p>O mais intrigante são os vídeos caseiros que atingem milhões de visitas em pouco tempo. Um dos motivos mais relevantes para isso é o boca a boca na internet. Uma excelente ferramenta é o famoso “envie para um amigo”.</p>
<p>Segundo o consultor americano Andy Sernovitz, em entrevista à Revista Época: “O  YouTube é um exemplo de uso dessa ferramenta com sucesso. São oferecidas 13 variações dela. Os internautas podem mandar um e-mail para mostrar um vídeo aos amigos, podem dividi-lo com um grupo de discussão, colocá-lo no Digg (site em que os usuários comentam notícias) ou no MySpace (site de relacionamento). Isso explica o sucesso do YouTube”.</p>
<p>Um dos vídeos mais assistidos de todos os tempos é o Evolution dance. Foram mais de 90 milhões de views. É um número assustador se considerarmos que não há nada de extraordinário nele. Será que todas essas pessoas foram pegas pelo boca a boca? Certamente, depois de certa quantidade de views, o retorno é espontâneo. Isso porque o fato do vídeo aparecer entre os mais assistidos gera ainda mais visitas. As pessoas são curiosas, não?</p>
<p>Não estamos falando de campanhas. Alguns vídeos são muito assistidos porque há a mobilização de uma equipe inteira trabalhando com marketing viral. Mas aí a coisa muda de figura, envolve trabalho profissional e dinheiro. Fica mais fácil divulgar o produto.</p>
<p>No caso de vídeos caseiros e sem grandes pretensões, além do boca a boca, é preciso um ingrediente especial: sorte! Às vezes, sem querer, o produto agrada as pessoas, conquista a massa. E aí&#8230; Quem sabe ele não chega a 90 milhões de views?</p>
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		<title>Vida longa aos acentos, vírgulas e pontos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 19:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana.valentim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[acentos]]></category>
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		<category><![CDATA[redação]]></category>
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		<category><![CDATA[virgulas]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Textos para web são curtos e diretos. Isso não significa pobreza gramatical.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das primeiras coisas que aprendemos na redação para web é escrever pouco. Corta daqui, corta dali. A regra é enxugar! Claro, na internet as coisas acontecem de forma mais rápida. As pessoas não têm tempo para ler textos extensos e complexos. Ainda mais sentados na frente de um computador. A idéia é passar a mensagem da forma mais clara e rápida possível.<span id="more-187"></span></p>
<p>O problema disso é que muita gente acaba achando que textos para web podem ser pobres gramaticalmente. Ou seja, acabam abusando das abreviações desnecessárias e esquecendo definitivamente de acentos e pontuações. Coitada da vírgula! Foi friamente assassinada.</p>
<p>Não! Textos para comunicação online não precisam ser pobres. E acreditem, a vírgula não pode morrer assim. Hoje, há recursos que podem facilitar muito a vida do redator. Você encontra tudo aqui mesmo, na internet. Dicionários, sinônimos, gramáticas online. Não há desculpa.</p>
<p>E as abreviações também precisam ser usadas com cuidado. O leitor não tem a obrigação de entender siglas. Às vezes, na tentativa de facilitar, acabamos complicando. Se a palavra for extensa, procure outra. Com certeza você vai encontrar outras formas de dizer a mesma coisa sem precisar abreviar demais.</p>
<p>Textos curtos não significam textos sem preocupações gramaticais. É o contrário! Um texto curto e direto precisa ser ainda mais atraente para o leitor. Se você quer ganhar o usuário, é necessário usar com sabedoria as palavras. Com todas as vírgulas, acentos e pontos que se tem direito.</p>
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		<title>E o conteúdo?</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 17:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juliana.valentim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[redação web]]></category>
		<category><![CDATA[redator]]></category>
		<category><![CDATA[talk]]></category>

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		<description><![CDATA[A verdade é que até mesmo na mídia online, um bom texto consegue passar a mensagem desejada com precisão. É por isso que os profissionais de conteúdo começaram a ganhar espaço nas empresas de comunicação digital. A redação publicitária para a web começou a ser valorizada, por se entender que de nada adianta uma criação brilhante de campanha, sem um bom conteúdo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro-me bem de quando compramos o primeiro computador para a família. Meu pai animado, minha mãe com um delicioso medo da novidade e eu, lá pela casa dos doze anos, sem saber que aquele seria o começo da chamada “era digital”. Aquela movimentação toda não me dizia muito, mas quando as pessoas falavam nas ruas que o tal do computador traria consigo o fim dos livros e jornais convencionais, eu me preocupava.<span id="more-143"></span></p>
<p>Como assim, seria o fim? Diziam que a informação seria passada de forma tão rápida e eficiente, que as pessoas não precisariam mais ler livros nem jornais. Diziam que tudo seria explicado com imagens e vídeos. Que a palavra escrita, na verdade, não teria mais tanto valor.</p>
<p>Sim, muita coisa aconteceu. A informação realmente é passada de maneira nunca antes vista. Tudo é ao vivo, tudo é online. Tudo é imagem. Mas espera aí. Você já deixou de ler algum livro, digamos algum clássico da literatura, por que o conteúdo estava disponível em forma de vídeo no youtube? Certamente não. Um livro é um livro. Simples assim!</p>
<p>Dia desses ouvi dizer que a mais nova moda é fazer um filme mostrando todos os livros que você leu e colocar no youtube. A idéia é bem legal, mas se você se interessar por algum exemplar, não há outra maneira de conhecer o seu conteúdo senão encarar as páginas, pesadas de palavras, até o final.</p>
<p>O que isso tem a ver com a internet?</p>
<p>A verdade é que até mesmo na mídia online, um bom texto consegue passar a mensagem desejada com precisão. É por isso que os profissionais de conteúdo começaram a ganhar espaço nas empresas de comunicação digital. A redação publicitária para a web começou a ser valorizada, por se entender que de nada adianta uma criação brilhante de campanha, sem um bom conteúdo.</p>
<p>Não estou propondo uma guerra entre texto e imagem, afinal, os dois apenas se complementam. Como redatora, tenho que confessar que uma imagem bem colocada, deixa o meu texto muito mais interessante. E que a facilidade com que hoje eu encontro a informação torna o meu trabalho bem mais fácil.</p>
<p>Mas não nos esqueçamos, um bom conteúdo é extremamente eficaz na hora de criar a imagem na mente das pessoas. E mais duradoura do que qualquer fotografia, é a imagem criada na mente de alguém.</p>
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