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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; Fabio Bito</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Orkut agora permite criar &#8220;grupos de amigos&#8221; e oficializa o scrap-spam</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 14:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançada no último dia 24 de agosto, uma ferramenta para o Orkut tem tudo para ser um inferno e um paraíso ao mesmo tempo: agora você pode criar grupos de amigos e mandar um scrap para toda a sua lista. Nada mais natural para o site de relacionamento mais controverso do universo. O título do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançada no último dia 24 de agosto, uma ferramenta para o Orkut tem tudo para ser um inferno e um paraíso ao mesmo tempo: <strong>agora você pode criar grupos de amigos e mandar um scrap para toda a sua lista</strong>. Nada mais natural para o site de relacionamento mais controverso do universo.</p>
<p>O título do post que apresenta o lançamento é animador: <a href="http://en.blog.orkut.com/2010/08/youre-not-always-same-person-why-should.html">You’re not always the same person. Why should it be any different on the web?</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/legojeff/1296661311/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1680" title="Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Captura-de-tela-2010-08-26-às-10.59.01.png" alt="Captura de tela 2010 08 26 às 10.59.01 Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" width="501" height="136" /></a></p>
<p>Quer verdade mais verdadeira do que essa? Até agora nenhuma ferramenta de mídia social que eu conheço tinha trabalhado esta questão da &#8220;privacidade&#8221; dos grupos. Todas elas, como diz o post, classificam os seus contatos como &#8220;amigos&#8221;. Algumas até têm macro-categorias, como &#8220;conhecido&#8221;, &#8220;amigo&#8221;, &#8220;família&#8221; e coisa do tipo, mas nenhuma permitia a criação das &#8220;panelas&#8221; de verdade. É o Orkut aprendendo, finalmente, o valor do <em><strong>clustering</strong></em>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1679" title="Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/08/panela_clustering.jpg" alt="panela clustering Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" width="501" height="341" /></p>
<p>Até porque, de fato, <strong>nem todo mundo que você segue é seu amigo, certo?</strong> E mais, nem todos os seus amigos são o mesmo tipo de amigo. O presidente da empresa onde você trabalha é seu amigo do mesmo jeito que o seu parceiro do futebol? Ou o estagiário é tão seu amigo quanto o seu irmão? E sua sogra é tão sua família quanto seu pai? Não, né?</p>
<p>E se não são, porque cargas d&#8217;água todos eles recebem as mesmas mensagens e podem ver as mesmas fotos, vídeos e posts do seu perfil? O <strong>&#8220;grupos de amigos&#8221;</strong> é a solução.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/R1xzJrPn-Bc&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" src="http://www.youtube.com/v/R1xzJrPn-Bc&amp;rel=0&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>Nota mental: A grande perda para a sociedade, ao meu ver, será a redução do sentimento de &#8220;Big Brother&#8221; que o Orkut nos dá. Descobrir se a sua paquera foi a uma festa, ou se está conversando com a mulher mais safada da faculdade via scrap, vai ficar mais difícil. Descobrir detalhes da vida, dos gostos, das escolhas de cada pessoa vai ser um tormento. É um duro golpe na tal &#8220;Etnografia Digital&#8221; que gosto tanto de praticar nos processos seletivos <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt="icon smile Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" class='wp-smiley' title="Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" /> </em></p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 512px"><img src="http://www.amattos.eng.br/images/orkut.jpg" alt="orkut Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" width="502" height="173" title="Orkut agora permite criar grupos de amigos e oficializa o scrap spam" /><p class="wp-caption-text">Seria o fim da diversão dos processos seletivos? Espero que não!</p></div>
<p>Mas não é só isso!!! O <strong>pacote completo das melhorias incluem o controverso scrap-spam</strong>. Coisa que só funcionava usando programinhas agora está na cara e você já pode mandar scraps para os grupos de amigos ou para todos os seus amigos. É prático, sem dúvida, mas é perigoso! To até imaginando como vai ficar meu scrapbook daqui a alguns dias.</p>
<p>O post também promete mais novidades em breve em áreas de jogos, aniversário, comunidades e últimos visitantes. Dá até medo.</p>
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		<title>Compra coletiva: quando a galera resolve se juntar</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/compra-coletiva-quando-a-galera-resolve-se-juntar/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 12:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[compra coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[groupbuying]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu tinha uns 12 anos ganhei na escola um cupom para fazer um curso especial, um tipo de clínica de futebol. Minha empolgação esbarrou nas letras miudas na parte de baixo do cupom, que informavam que a promoção só tinha validade caso eu levasse mais 10 pessoas comigo, além de pagar uma módica quantia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu tinha uns 12 anos ganhei na escola um cupom para fazer um curso especial, um tipo de clínica de futebol. Minha empolgação esbarrou nas letras miudas na parte de baixo do cupom, que informavam que a promoção só tinha validade caso eu levasse mais 10 pessoas comigo, além de pagar uma módica quantia em dinheiro da época, claro.</p>
<p>A frustração da minha infância me fez criar um tipo de resistência quase patológica a todo tipo de programa de compra coletiva, como inscrição em cursos, por exemplo. Quando eu vejo que para o curso (ou a venda) acontecer é preciso ter um número específico de interessados já sinto um frio na espinha.</p>
<p>Mas a parte boa é que para cada patologia há um remédio, e as compras coletivas voltaram à minha vida graças às mídias sociais. No momento em que os sites de compra coletiva bombam nos EUA e começam a despontar também no Brasil, vejo que ainda há uma saída: é possível juntar a galera para comprar.</p>
<p>Sites de compra coletiva, fique de olho:</p>
<p>- <a href="http://www.clickon.com.br/" target="_blank">ClickOn</a><br />
- <a href="http://compra3.com.br/" target="_blank">Compra3</a><br />
- <a href="http://www.peixeurbano.com.br/" target="_blank">Peixe Urbano</a><br />
- <a href="http://www.twongo.com/" target="_blank">Twongo</a><br />
- <a href="http://livingsocial.com/" target="_blank">Living Social</a><br />
- <a href="http://www.groupon.com/" target="_blank">GroupOn</a></p>
<p>Na realidade, as redes sociais sempre foram peça fundamental neste processo. A minha família, meus amigos de escola e meus amigos da rua compunham a minha rede social, digamos, acessível, quando eu era criança. Agora com a midiatização das redes parece que as coisas ficaram mais fáceis.</p>
<p>Usar a internet para o sistema de compra coletiva é uma das famosas tacadas &#8220;ganha-ganha&#8221;. Todo mundo fica feliz.</p>
<p>Primeiro o consumidor, que sabe que pode contar com sua comunidade do Orkut, seus amigos do Facebook e Twitter, ou aquele fórum ou grupo de discussão por e-mail. É bom também para o próprio site de compra coletiva, que pode anunciar para o nicho específico aquela oferta e consegue ampliar sua audiência, podendo ganhar mais com publicidade e outras promoções. E o comerciante também ganha, já que ele vende o seu produto, faz com que sua marca e seu serviço sejam mais conhecidos&#8230; ganha mídia.</p>
<p>O que acontece aqui é uma união do boca-a-boca com a propaganda que sempre dá resultados positivos. O grande barato das mídias digitais é justamente essa junção do potencial de alcance e volume da propaganda com o potencial relacional das conversas nas redes.</p>
<p>Um dos responsáveis pela área de comunicação e relações públicas da Disney, Duncan Wardle, falou no ano passado &#8220;people no longer trust brands&#8221;, fazendo uma alusão à importância do boca-a-boca e da comunicação em mídias sociais. E a expressão é cada vez mais comum na rede, sobretudo nas agências digitais.</p>
<p>Eu não acho que seja tanto assim. As pessoas ainda consomem publicidade, meios de massa, etc. Mas o papel das redes sociais no processo de decisão de compra sempre foi muito relevante. Você sempre consultou a sua rede social para comprar as coisas, para tomar decisões. Sempre pediu opinião para seu pai, seus irmãos, seus amigos. O que as pessoas fazem agora é usar a sua rede mais acessível na web, midiatizada, neste processo.</p>
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		<title>A diferença entre popularidade e influência em Mídias Sociais &#8211; ou um pouco mais sobre o The Influence Project</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/a-diferenca-entre-popularidade-e-influencia-em-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 17:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[influencia]]></category>
		<category><![CDATA[mídi]]></category>
		<category><![CDATA[socialmedia]]></category>

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		<description><![CDATA[It takes tremendous discipline to control the influence, the power you have over other people&#8217;s lives (Clint Eastwood) Post em co-autoria com Daniel Souza Quando a Fast Company lança a campanha The Influence Project para saber quem é a pessoa mais influente no mundo online, dá até uma falsa sensação de que iremos finalmente encontrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>It takes tremendous discipline to control the influence, the power you   have over other people&#8217;s lives (Clint Eastwood)</p></blockquote>
<p><strong><em>Post em co-autoria com <a href="http://www.talk2.com.br/author/daniel-souza/" target="_blank">Daniel Souza</a></em></strong></p>
<p>Quando a Fast Company lança a <a href="http://influenceproject.fastcompany.com/" target="_blank">campanha The Influence Project para saber quem é a pessoa mais influente no mundo online</a>, dá até uma falsa sensação de que iremos finalmente encontrar quem é que dá as cartas e as ideias na web.</p>
<p><span id="more-1626"></span></p>
<div id="attachment_1627" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-large wp-image-1627" title="A diferença entre popularidade e influência em Mídias Sociais   ou um pouco mais sobre o The Influence Project" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/07/influence_project-1024x519.jpg" alt="influence project 1024x519 A diferença entre popularidade e influência em Mídias Sociais   ou um pouco mais sobre o The Influence Project" width="500" height="253" /><p class="wp-caption-text">Tamanho das fotos no The Influence Project está relacionado com a influência daquele perfil</p></div>
<p>Mas não precisa ser muito inteligente para refletir sobre o tema e questionar o que é essa tal de influência que eles estão medindo. Na proposta, relaciona-se influência à quantidade de cliques num link enviado por determinada pessoa para sua rede. <strong>Mas isso é influência mesmo?</strong></p>
<p>Não é a minha intenção aqui desconstruir e desconsiderar <a href="http://twitter.com/fastcompany" target="_blank">o trabalho da Fast Company</a>, mas apenas apontar alguns argumentos que podem nos livrar de armadilhas no mercado de comunicação digital. Quem trabalha na área sabe bem como é chegar numa reunião de briefing e ouvir o cliente dizer que quer ter mais seguidores do que o <a href="http://twitter.com/joseserra_" target="_blank">José Serra</a>, ou o <a href="http://twitter.com/huckluciano" target="_blank">Luciano Huck</a>.</p>
<p>O psicólogo <a href="http://www.damnmad.com/Social_influence/encyclopedia.htm" target="_blank">Herbert Kelman, da Universidade de Harvard</a>, indica o que seriam as três vertentes da influencia social: <a href="http://www.damnmad.com/Social_influence/encyclopedia.htm" target="_blank">conformidade, identificação e internalização</a>. Percebo estas três vertentes como gradações de influência, ou seja, uma evolução da relação entre os indivíduos que vai desde a resposta favorável a um chamado para ação, passando por uma assimilação superficial, parcial ou completa, de determinadas características, chegando, por fim, a uma transformação efetiva no comportamento social, tanto na esfera pública quanto na esfera privada.</p>
<p>Sendo assim, essa influência medida pelo <a href="http://influenceproject.fastcompany.com/" target="_blank">The Influence Project</a> revela apenas parte da primeira vertente da influência social, que é mais frágil e mais rasa de todas.</p>
<p>Medir volume de menções, cliques, visualizações de páginas, número de seguidores e amigos já não é tão importante. O que importa verdadeiramente é a qualidade de interação, a replicação das idéias e argumentos em outros contextos e ambientes.</p>
<p>De fato, apontar os mais influentes será sempre uma tarefa ingrata pela nossa necessidade de automação de respostas e resultados. Queremos medir a influência com um número mágico, que é resultado de um reflexo condicionado, um clique num botão.</p>
<p>Recentemente a <a href="http://www.sysomos.com/insidetwitter/followers/" target="_blank">Sysomos divulgou um estudo</a> no qual aponta os hardusers do Twitter como mais influentes do que as celebridades presentes no sistema de microblog. Apesar de terem milhares ou milhões de seguidores, os famosos têm menos autoridade e influência sobre eles do que os “pesos pesados” da web. Este <a href="http://www.sysomos.com/insidetwitter/followers/" target="_blank">resultado já dá uma ideia da diferença entre quantidade e qualidade</a>, mas ainda é pouco.</p>
<p>Enquanto isso, no <a href="http://tweetlevel.edelman.com/" target="_blank">TweetLevel</a>, os TOP5 do ranking de influência são:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1640" title="A diferença entre popularidade e influência em Mídias Sociais   ou um pouco mais sobre o The Influence Project" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tweet_level_top.png" alt="tweet level top A diferença entre popularidade e influência em Mídias Sociais   ou um pouco mais sobre o The Influence Project" width="501" height="440" /></p>
<p>Faz algum sentido?</p>
<p>A real influência, ou a influência que realmente agrega valor (inclusive financeiro), está ligada à conversão, ou ao engajamento. A própria comunidade online já reconhece isso e espera um pouco mais das ações de mobilização. Produza um vídeo, faça um post, plante uma árvore, vá às ruas. Já é assim que se mede e se reconhece influência na web.</p>
<p>Como eu posso afirmar isso? É só <a href="http://www.quoteurl.com/iginv" target="_blank">acompanhar o buzz gerado pela campanha no Twitter</a>. Tirando a <a href="http://www.talk2.com.br/debate/a-blogosfera-e-sua-ilusao-de-universo/" target="_blank">blogosfera brasileira [sic]</a> que ainda nem falou sobre isso, e <a href="http://www.brainstorm9.com.br/social-media/fast-company-the-influence-project/" target="_blank">quando falou, foi  para <em><span style="text-decoration: line-through;">um CTRL+C e CTRL+V do release</span></em> &#8220;inspirar e colocar as pessoas para pensar do que para analisar o  significado da palavra influencia&#8221;</a>, centenas de pessoas vêm criticando o The Influence Project.</p>
<div id="attachment_1631" class="wp-caption aligncenter" style="width: 446px"><img class="size-full wp-image-1631" title="A diferença entre popularidade e influência em Mídias Sociais   ou um pouco mais sobre o The Influence Project" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/07/sentimento_influence_project.png" alt="sentimento influence project A diferença entre popularidade e influência em Mídias Sociais   ou um pouco mais sobre o The Influence Project" width="436" height="417" /><p class="wp-caption-text">E começa o mimimi sobre o The Influece Project</p></div>
<p style="text-align: center;"><em><strong>(Vejam alguns exemplos: <a href="http://billcammack.com/2010/07/07/thoughts-about-the-fast-company-influence-project/" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://www.deannazandt.com/2010/07/06/fast-companys-influence-project-maybe-call-it-the-popularity-contest-instead/" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://www.conversationagent.com/2010/07/everyone-is-wrong-about-influence.html" target="_blank">aqui ó</a>)</strong></em></p>
<p>Neste sentido, acho que um dos caras mais influentes da web brasileira é o <a href="http://escoladeredes.ning.com/profile/AugustodeFranco" target="_blank">Augusto de Franco</a>, que consegue reunir milhares de pessoas e torná-las tão responsáveis quanto ele pela <a href="http://escoladeredes.ning.com/">Escola de Redes</a>, e que consegue fazer com que essas pessoas se encontrem, troquem informações, insiram em seus estudos e textos as ideias que compartilham na escola.</p>
<p>Ainda sobre o tema, recomendo a leitura do excelente artigo da Amber Naslund, <a href="http://www.brasstackthinking.com/2010/07/how-fast-company-confused-ego-with-influence/" target="_blank">How Fast Company Confused Ego with Influence</a>.</p>
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		<title>Presença online, social mídia e reputação</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 14:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
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		<description><![CDATA[Investir em mídias sociais é uma estratégia que nenhuma empresa mais pode ignorar. Menos ainda aquelas que querem evoluir. Para isso, sabem o quão importante é conhecer a opinião do cliente sobre seus produtos ou serviços. Na verdade, para uma empresa prestadora de serviços ou fabricante de produtos estar nas mídias sociais não é mais uma opção: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Investir em mídias sociais é uma estratégia que nenhuma empresa mais pode ignorar. Menos ainda aquelas que querem evoluir. Para isso, sabem o quão importante é conhecer a opinião do cliente sobre seus produtos ou serviços.</p>
<p>Na verdade, para uma empresa prestadora de serviços ou fabricante de produtos estar nas mídias sociais não é mais uma opção: ela querendo ou não, a sua marca ou produto já está lá nas redes digitais &#8211; elogiados ou criticados abertamente, sem nenhuma restrição.</p>
<p>Isso quer dizer que você  está exposto. No <a href="http://www.talk2.com.br/evento/redes-sociais-um-pouco-alem-do-blablabla-do-mercado-a-cirs-vem-ai/" target="_blank">excelente documentário Us Now</a>, sobre a sociedade em rede, Dan Tapscott diz: &#8220;Toda empresa está se desnudando. E se você vai estar nu, então uma boa condição física não  é mais uma opção. Se você vai ficar nu, é melhor que esteja em boa forma&#8221;.</p>
<p>Algumas grandes corporações já  entenderam isso. Recentemente, o gerente de Novas Tecnologias Aplicadas da IBM Brasil, Cezar Taurion, <a href="http://www.socontactcenter.com/noticia.asp?id=360" target="_blank">afirmou em um seminário em São Paulo</a> que o que move uma gigante como a IBM, hoje, praticamente são as redes sociais.</p>
<p><strong>Seja verdadeiro e tenha paciência </strong></p>
<p>Artigo divulgado pela influente Harvard Business Review mostra como as ferramentas de redes sociais – Twitter, Linkedin, Facebook, Orkut, MySpace e outras &#8211; podem se transformar num manancial de informações e idéias inovadoras para aumento dos negócios. Mas precisam ser bem administradas.</p>
<p>Não adianta você ter um serviço ou produto ruim e querer fazer sucesso nas redes online. Isso tem a ver com uma palavra que está cada vez mais na moda: <strong>reputação</strong>. O conceito não é difícil de compreender, porque todos conhecemos esta realidade desde cedo.</p>
<p>Não se constrói reputação da noite para o dia. Talvez esta seja a primeira e principal diretriz para seus trabalhos online: <strong>seja verdadeiro, seja presente, tenha paciência e esteja pronto para ouvir</strong>.</p>
<p>E isso não quer dizer que você tem que montar o seu cantinho corporativo em todas as ferramentas na web. Mas em algumas, sem dúvida, crie sim! Marque presença e entre na ciranda da informação. Mas não espere o controle sobre esta informação, não espere ser o centro das atenções, sem se esforçar. Isso simplesmente não vai acontecer.</p>
<p>E como tirar proveito desse caos todo? Aproveite a vontade das pessoas em colaborar, compartilhar e, principalmente, conversar com sua corporação. Esteja atento a todas as dicas, observações e comentários feitos sobre o seu negócio. Ao mesmo tempo responda, dialogue, contraponha quando for necessário. Por fim, evolua e mostre aos que colaboraram qual foi a importância da ação deles para o sucesso da estratégia.</p>
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		<title>Sam Grahram-Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/casos/sam-grahram-felsen-estrategia-digital-da-campanha-obama-e-um-pouco-mais-do-mesmo/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 03:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
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		<category><![CDATA[campanha política]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem acompanha palestras, discursos, posts em blogs e notícias, já deve estar confuso: quem foi, de fato, o tal responsável pela estratégia de mídias sociais da campanha do Obama? Nesta sexta-feira veio ao Brasil Sam Grahram-Felsen (@samgf no Twitter), mais um dos protagonistas do case mais falado nos quatro cantos da internet. Um rapaz, cara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem acompanha palestras, discursos, posts em blogs  e notícias, já deve estar confuso: quem foi, de fato, o tal responsável  pela estratégia de mídias sociais da campanha do Obama?</p>
<p>Nesta  sexta-feira veio ao Brasil <a href="http://twitter.com/samgf" target="_blank">Sam Grahram-Felsen</a> (<a href="http://twitter.com/samgf" target="_blank">@samgf</a> no Twitter), mais um dos protagonistas  do case mais falado nos quatro cantos da internet. Um rapaz, cara de  universitário, jeito de moleque, mas com um papo seguro e muito maduro  sobre política e engajamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="palestra de @samgf no Iesb sobre o case Obama. Em breve post ... on Twitpic" href="http://twitpic.com/1b5xhs"><img class="aligncenter" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Captura-de-tela-2010-03-27-às-00.13.00.png" alt="Captura de tela 2010 03 27 às 00.13.00 Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" width="499" height="393" title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /></a></p>
<p>O jornalista e estrategista digital  que ajudou a eleger Obama esteve à frente do blog da campanha e, pelo  que soube na &#8220;Rádio Peão&#8221;, é um profissional muito bem relacionado  com os principais blogueiros norte-americanos, o que ajuda bastante,  não é verdade?</p>
<p>De blogs especificamente, Sam não falou, ou falou pouco. O desenho  da apresentação não foi diferente do que já vimos de outros, como Ben  Self, Scott Goodstein e Rahaf Harfoush. Mas também não dá para ser  diferente. <strong>Não existe case de mídias sociais de sucesso sem contexto e  sem uma base muito forte de conceitos, sentimentos e atitudes.</strong></p>
<p>O curioso do início da palestra foi Sam ter dito: <span><span><span>&#8220;acho que o estudante brasileiro deve ser engajado  e interessado em política&#8221;. Sabemos que não é bem assim, né? E o mais  curioso foi, lá pelo meio da conversa, ele ter perguntado: <span><span><span>&#8220;Quem na platéia gosta de comerciais na TV?&#8221;. <strong>A  galera em peso levantou a mão. Só faltou gritar: SURPRESA! E surpreso  ele ficou por encontrar uma platéia (composta em sua maioria por  estudantes universitários) que pareceu não entender nada do que ele  estava falando.</strong></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span><span><span><span><span><span><strong> </strong></span></span></span></span></span></span></p>
<div id="attachment_1591" class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px"><img class="size-full wp-image-1591" title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Captura-de-tela-2010-03-27-às-00.09.14.png" alt="Captura de tela 2010 03 27 às 00.09.14 Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" width="499" height="307" /><p class="wp-caption-text">Em bom volume, mas com pouca maturidade e respeito (sairam mais da metade antes do fim da palestra), Sam mostrou-se animado no Twitter quando voltou pra casa <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" class='wp-smiley' title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /> </p></div>
<p>Passado esse constrangimento, Sam contou que, com relação à campanha do Obama,  havia um <span><span><span>pressentimento de que as pessoas queriam  participar</span></span></span>. O segredo então era descobrir como usar  essa energia. Como vencer?</p>
<p>Se você pensa que a resposta foi  &#8220;usar o Facebook, fazer uma rede social proprietária e criar um buzz  artificial em torno da campanha&#8221;, você está errado.</p>
<p>O destaque  foi para uma simples e matadora prática que foi abordada na campanha: <span><span><span>Ouvir as histórias das pessoas, conhecer as  pessoas, amplificar a voz das pessoas. <span><span><span>Tornar o conteúdo  gerado pelo usuário parte do discurso oficial, usar mídias sociais e  força de vontade para facilitar o encontro presencial entre as pessoas  e, principalmente, </span></span></span></span></span></span><span>o<span><span> Obama acreditar que as mudanças podiam acontecer  de baixo para cima e que todas as pessoas podem participar.</span></span></span></p>
<p>Dá  para perceber que é uma estratégia bem amarrada e não tem foco em canais  ou ferramentas, mas em mensagens e pessoas? Eles só precisavam de  condições políticas e financeiras para fazer isso tudo. Como disse Sam,  são os três &#8220;M&#8221; para uma campanha de sucesso: <strong>MESSAGE, MOBILIZATION e  MONEY.</strong></p>
<p>Com isso em mente, depois foi só conseguir montar uma  extraordinária base com 13 milhões de endereços de e-mail. Como fizeram  isso? Fazendo pequenos concursos, promovendo encontros, facilitando o  compatilhamento e transmissão das mensagens, usando redes sociais,  acertando em mídia online e investindo bastante em analytics. Coisa  pouca, né?</p>
<p>E ficamos aqui com algumas perguntas ainda sem  resposta:</p>
<p><em>- Temos no Brasil um cenário favorável para este tipo  de mobilização?<br />
- Temos candidatos que provoquem este sentimento de  que as mudanças são possíveis?<br />
- Temos interesse em colocar o cidadão  como protagonista dos processos democráticos?<br />
- Temos maturidade  para fugir do jogo sujo, de fazer spam, de plantar informações em  espaços públicos e crackear contas e perfis?</em></p>
<p>A pensar <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" class='wp-smiley' title="Sam Grahram Felsen, estratégia digital da campanha Obama e um pouco mais do mesmo" /> </p>
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		<title>O fenômeno Facebook no Brasil e o seu valor como rede social</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:26:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[socialmedia]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual será o segredo do Facebook para atrair tantos usuários e se transformar, em apenas seis anos, no maior fenômeno entre as redes sociais? Em 12 meses, o site criado por estudantes da Universidade de Harvard quase duplicou o seu número de visitantes únicos, ou seja, de pessoas diferentes que o acessaram. Contando as visitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual será o segredo do Facebook para atrair tantos usuários e se transformar, em apenas seis anos, no maior fenômeno entre as redes sociais? Em 12 meses, o site criado por estudantes da Universidade de Harvard quase duplicou o seu número de visitantes únicos, ou seja, de pessoas diferentes que o acessaram.</p>
<div id="attachment_1588" class="wp-caption aligncenter" style="width: 508px"><img class="size-full wp-image-1588" title="O fenômeno Facebook no Brasil e o seu valor como rede social" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/facebook.jpg" alt="facebook O fenômeno Facebook no Brasil e o seu valor como rede social" width="498" height="91" /><p class="wp-caption-text">Veja alguns números sobre o Facebook aqui, ó: http://midiassociais.blog.br/2010/03/23/infografico-sobre-facebook/</p></div>
<p>Contando as visitas repetidas, o Facebook, criado em 2004, tornou-se o maior site dos Estados Unidos em termos de acessos, ultrapassando até o gigante das buscas, Google. A rede social registrava, em dezembro de 2009, um total de 350 milhões de usuários – um quinto da população mundial com acesso à internet.</p>
<p>É um sucesso colossal, que não pode ser analisado por apenas um viés. Existem diversos motivos que fazem do Facebook um dos maiores expoentes do setor no mundo, pelo menos em termos numéricos. Um dos motivos desse sucesso é a promoção de conectividade, da ligação, entre as pessoas de forma pratica. Um exemplo desta praticidade é o as atualizações dos contatos de um usuário, que são exibidas já na página inicial.</p>
<p>Outro motivo é a crescente oferta de aplicativos de excelente qualidade que funcionam paralelamente com a ferramenta, como os social games &#8211; Mafia Wars e Farmville -, além da integração com o Twitter e com outras redes digitais.</p>
<p><strong>Pontos negativos</strong></p>
<p>Houve também um movimento de posicionamento de nichos, o que acabou levando muita gente para o Facebook. No caso do Brasil, especificamente, muitos usuários optaram pelo Facebook após a massificação e banalização do Orkut, se aproveitando inclusive da barreira lingüística que havia até 2009. Era uma alternativa para internautas mais exigentes que queriam fazer parte de um produto mais globalizado do que o Orkut, com usuários predominantemente indianos e brasileiros.</p>
<p>Apesar deste crescimento e da boa qualidade do sistema, no entanto, o Facebook já experimenta algumas baixas. Nos EUA, alguns jornais chegam a falar do Facebook como &#8220;cidade fantasma&#8221;, com usuários abandonando a ferramenta pelo excesso de informações que julgam irrelevantes, uma suposta aproximação do Facebook com o MySpace.</p>
<p>No Brasil, um grande problema, além da popularização gigantesca, está no uso abusivo das ferramentas de compartilhamento e gratificação que terminam dificultando o uso básico da ferramenta.</p>
<p>Mas o que me faz questionar o Facebook como valiosa ferramenta para construção em rede é que, de fato, existe um numero muito pequeno de pessoas verdadeiramente em rede. Apesar das centenas de amigos conectados, o fluxo de informação e troca direta entre estes pontos através de interações, comentários ou comunidades são mínimos.</p>
<p>Isto é resultado natural da construção de redes gigantes, com muitos participantes conectados por laços fracos. A qualidade da ligação emotiva, política e intelectual entre os membros de uma rede é determinante para o seu sucesso.</p>
<p>Mesmo assim, sem dúvidas o Facebook está longe de ser considerado um fracasso.</p>
<p>Leia mais sobre as redes sociais digitais no artigo <a href="http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/as-redes-sociais-na-era-de-sua-reprodutibilidade-tecnica/">Redes Sociais na era de sua reprodutibilidade técnica</a></p>
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		<title>Sua empresa precisa de um blog. Mas que blog?</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/relacionamento/sua-empresa-precisa-de-um-blog-mas-que-blog/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 17:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok, eles venceram e você resolveu que sua empresa não pode ficar de fora dessa tal de internet. Investir em mídias sociais era a última fronteira para você e criar um blog corporativo é o seu desafio. Então o primeiro ponto a ser levado em conta é que um blog deve ser tratado como um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ok, eles venceram e você resolveu que sua empresa não pode ficar de fora dessa tal de internet. Investir em mídias sociais era a última fronteira para você e criar um blog corporativo é o seu desafio. Então o primeiro ponto a ser levado em conta é que um blog deve ser tratado como um produto de comunicação, como se trata uma revista impressa ou um programa de televisão.</p>
<div id="attachment_1580" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1580" title="Sua empresa precisa de um blog. Mas que blog?" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Captura-de-tela-2010-03-22-às-14.09.38.png" alt="Captura de tela 2010 03 22 às 14.09.38 Sua empresa precisa de um blog. Mas que blog?" width="500" height="265" /><p class="wp-caption-text">Wordle do conteúdo sobre &quot;blog&quot; na Wikipedia</p></div>
<p>A forma como será feito o blog – ou os blogs, já que a sua estratégia pode incluir mais de um destes produtos – depende justamente das suas necessidades:</p>
<p><strong>1. Notícias e releases</strong><br />
Muitos empresários ainda não descobriram, mas aquela área “notícias” no menu do site da sua empresa está cada vez mais perdendo a importância. Mesmo assim, em alguns casos, ter um espaço para divulgar releases e publicar informações exclusivas ou relevantes pode ser necessário. Um blog bem feito pode tornar esta área num atrativo.</p>
<p><strong>2. Referência de conteúdo</strong><br />
Se você tem bons profissionais em sua empresa e quer torná-la uma referência em determinada área, um blog talvez seja uma boa solução para você. Muito mais barato e, a médio prazo, muito mais abrangente do que um artigo publicado numa revista semanal. Ter um blog para publicação de artigos, apresentações e reflexões produzidas por seus profissionais certamente trará bons resultados.</p>
<p><strong>3. Atendimento e ouvidoria</strong><br />
Seu blog também pode ser uma boa extensão da sua central de atendimento ou da sua ouvidoria. Se você criar uma dinâmica de respostas coerentes, com qualidade e rapidez, além de ter disponível uma base de informações riquíssimas para seu negócio, ainda poderá reduzir os custos com telemarketing e com a grana que sobrar ainda caprichar na cesta de Natal para os funcionários.</p>
<p><strong>4. Inovação e tendências</strong><br />
No dia em que a sua empresa estiver pronta para ditar tendências e implantar inovações no mercado, o seu blog corporativo pode ser uma boa plataforma de testes. A divulgação de etapas de um processo, o compartilhamento de uma determinada dificuldade num projeto podem gerar excelentes resultados se publicados num blog. Basta saber cultivar e gerenciar a comunidade em volta dele e de sua marca</p>
<p><strong>5. Gestão de crise e transparência</strong><br />
Aquele escândalo estourou e você não sabe o que fazer? Os jornais publicam informações tendenciosas sobre seus negócios ou produtos? Um blog para ajudar a gerir a crise, ou para esclarecer questões pontuais sobre declarações e entrevistas é um bom caminho. Aproveite a internet para dar o famoso “outro lado” da história e ganhe a confiança do seu consumidor. No mínimo você estará participando do debate. Use este espaço também para abrir suas contas, apresentar suas metas para o trimestre, o que pode ser um grande diferencial competitivo.</p>
<p>Bem, mas isso é apenas o começo. Uma vez que você definiu a natureza do conteúdo do seu blog, está na hora de você entrar na rede. Procure todos os blogs que falam sobre sua empresa, sua marca ou sobre os assuntos relacionados aos que você pretende publicar. Deixe comentários, inclua tantos links quanto forem possíveis e faça referências aos conteúdos deles em seu blog. Responda aos comentários e faça referência a alguns comentários em seus posts.<br />
Agora só falta uma coisa: invista em boas práticas. Aqui, algumas dicas para você conferir:</p>
<p>a) Atualizar frequentemente o blog. Não precisa ser todo dia, mas, sempre que possível. Nenhum internauta gosta de acessar um endereço e encontrar sempre o mesmo conteúdo. Dá a impressão de descaso com quem visita o blog.</p>
<p>b) Tudo que for colocado no blog tem que ser escrito de maneira objetiva, direta, em português claro – ou inglês, se seu público for globalizado. O tamanho do texto deve variar de acordo com seu público, mas o ideal é seja mais curto, chegando, no máximo, a 25 ou 30 linhas.</p>
<p>c) Promova o seu blog em outras redes, que são a porta de entrada para um mundo com milhões de consumidores. Basta pensar que um Facebook, por exemplo, tem em torno de 350 milhões de usuários no mundo inteiro. É a vitrine perfeita para o blog de sua empresa. Integre a publicação dos seus posts com o Twitter e seja ativo nas comuidades relevantes do Orkut.</p>
<p>d) Utilize um design simples, funcional e atrativo, visualmente agradável, que revele uma personalidade própria. Destaque a sua marca quando puder. O blog tem que atender e inspirar o visitante que vem em busca de uma determinada informação, para que ele retorne.</p>
<p>e) Entenda, invista e aplique técnicas de SEO. Seu blog precisa ser encontrado. Lembre-se que cada post publicado tem que ter o potencial de “primeira página”, já que muitas visitas ao seu blog tem origem nos buscadores. Títulos, palavras-chave e o corpo do texto devem ser escritos levando em consideração os critérios de encontrabilidade.</p>
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		<title>As Redes Sociais na era de sua reprodutibilidade técnica</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/as-redes-sociais-na-era-de-sua-reprodutibilidade-tecnica/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[A forma como o mercado de comunicação percebe e utiliza as redes sociais na primeira década do século XXI sempre me chamou a atenção. Um tratamento massificador de organismos essencialmente autênticos que me causa estranhamento, tanto quanto a fotografia e o cinema causaram a Walter Benjamin, em relação à obra de arte. Paro aqui a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A forma como o mercado de comunicação percebe e utiliza as redes sociais na primeira década do século XXI sempre me chamou a atenção. Um tratamento massificador de organismos essencialmente autênticos que me causa estranhamento, tanto quanto a fotografia e o cinema causaram a <strong>Walter Benjamin</strong>, em relação à obra de arte.</p>
<p><span id="more-1540"></span>Paro aqui a minha reflexão para, primeiro, situar no tempo e no espaço o meu objeto de reflexão, que são as redes sociais dentro do mercado de comunicação social, publicidade, jornalismo, marketing e relações públicas, no início do século XXI, época de extrema exposição e valorização dos recursos chamados 2.0 na internet comercial.</p>
<p>Segundo, para me desculpar pela comparação do meu pensamento ao de um dos maiores expoentes dos estudos de teorias da comunicação, ainda mais por usar um dos textos frankfurtianos mais conhecidos e reconhecidos.</p>
<p>O objetivo foi me apropriar de uma construção já estabelecida para chamar a atenção e também traçar um paralelo entre a reprodutibilidade técnica, a autenticidade e valor de exposição, a aura, e o valor de eternidade, apontados por Benjamin no que se refere às obras de arte, ao contexto das redes sociais.</p>
<p>Abro um outro parêntese para pontuar o que acredito que sejam redes sociais. Segundo Augusto de Franco, em <strong>Escola de Redes – Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a internet, a política e o mundo glocalizado</strong>:</p>
<p><em>&#8220;O que é chamado de mundo das redes, todavia, não é o mundo físico que pode ser visto, mas um multiverso de conexões que não se vê, ao qual só se pode ter acesso por meio da ciência ou da imaginação&#8221; &#8230; &#8220;Redes são sistemas de nodos e conexões. No caso das redes sociais, tais nodos são pessoas e as conexões são relações entre essas pessoas&#8221;(FRANCO, p 37)</em></p>
<p>Posto isso, me aproprio de algumas citações destacadas do texto <strong><em>A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica</em></strong> (livro Walter Benjamin – Obras Escolhidas: Magia e técnica, arte e política – Editora Brasiliense) para construção deste paralelo.</p>
<p><strong>Reprodutibilidade técnica</strong></p>
<p><em>“&#8230; a reprodução técnica atingiu tal padrão de qualidade que ela somente podia transformar em seus objetos a totalidade das obras de arte tradicionais, submetendo-as a transformações profundas, como conquistar para si um lugar próprio entre os procedimentos artísticos” (BENJAMIN, p.167).</em></p>
<p>Quando Walter Benjamin apontava que a reprodução infinita de uma obra de arte como a Mona Lisa, por exemplo, sua argumentação indicava que as reproduções eram apenas simulacros dos seus referentes originais. Assim são também grande parte das redes sociais em evidência na web atualmente.</p>
<p>Um recente vídeo produzido pela Agência Click (LINK: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg">http://www.youtube.com/watch?v=DmRsQibIOWg</a>) mostra, sem ser este o seu objetivo,  como esta cultura da reprodutibilidade técnica atingiu um estágio tão avançado que não se limita a reproduzir apenas obras e objetos tangíveis, mas também se aventura na reprodução de relações sociais, conexões entre as pessoas e construção de conhecimento.</p>
<p>“Pesquisas apontam que só em 2008 mais de 12 milhões de PCs foram vendidos&#8230;”, diz o texto do vídeo. E continua: “O brasileiro gasta em média 23 horas e 12 minutos por mês conectado à internet” e “Entre estes brasileiros, 79% fazem parte de redes sociais”.</p>
<p>E o que consideram redes sociais? Orkut, Facebook, Twitter, Blog, Flickr, Youtube e uma infinidade de ferramentas disponíveis por aí. No momento em que o mercado se apropria destes números, se gabando de que “as redes sociais agregam mais de 55 milhões de usuários”, fincam no coração da sociedade mundial a bandeira que indica o sucesso na reprodutibilidade técnica das relações sociais.</p>
<p>Mas isso não é um privilégio da Agência Click, ou do mercado brasileiro. É um fenômeno mundial. É só fazer uma pesquisa no Google para achar apresentações e mais apresentações com o mesmo discurso construído, no qual o crescimento da exposição e do volume são muito mais importantes  e relevantes do que a autenticidade destas redes.</p>
<p><strong>Autenticidade</strong></p>
<p><em>“A esfera da autenticidade, como um todo, escapa à reprodutibilidade técnica, e naturalmente não apenas à técnica” &#8230; “A autenticidade de uma coisa é a quintessência de tudo o que foi transmitido pela tradição, a partir de sua origem, desde sua duração material até o seu testemunho histórico” (BENJAMIN, p 167 e 168).</em></p>
<p>Quando Benjamin destaca a inexistência de autenticidade em produtos oriundos da reprodutibilidade técnica, vai ao cerne da questão do modo de produção capitalista – modo este que o pensamento da Escola Crítica, da qual o autor faz parte, descasca e condena.</p>
<p>A reprodutibilidade técnica das relações sociais, expressas nesse fenômeno de uso das ferramentas de redes sociais digitais, acaba com o caráter autêntico de tais relações.</p>
<p>Os vestígios existentes na construção de relações autênticas – lembranças, afinidades, espera, saudade, desentendimentos etc – que são transmitidos pela tradição, simplesmente não existem, ou são incidentais e quase imperceptíveis nas relações sociais construídas através da reprodutibilidade técnica. Não é possível perceber o “aqui e agora” (BENJAMIN, p 167) destas relações.</p>
<p>Ter 300 contatos no ICQ, ter 999 amigos no Orkut, fazer parte de uma comunidade com 15 mil membros, ou possuir 70 mil seguidores no Twitter não significa, necessariamente, estabelecer uma relação social com todo esse universo. Ao contrário, quando maior a exposição destas relações sociais e o acesso das pessoas a estes múltiplos canais, menor será a relação social entre estes indivíduos.</p>
<p>Nestes casos, para grande parte da massa só são estabelecidos o que Mark Granovetter chama de laços fracos (<em>weak ties</em>). Não se discute a importância de tais laços na formação e dinâmica de redes sociais autênticas, quando analisados junto aos laços fortes. O ponto crítico destas redes massificadas é justamente a inexistência de laços fortes (<em>strong ties</em>) que dão estabilidade e caráter original ao sistema.</p>
<p>A pesquisa do antropólogo da Universidade de Oxford, Robin Dunbar, sugere que os seres humanos não são capazes de administrar uma rede de amigos com mais de 150 indivíduos. Em entrevista concedida ao Times (<a href="http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/the_web/article6999879.ece">http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/the_web/article6999879.ece</a>), do Reino Unido, o antropólogo afirma:</p>
<p><em>&#8220;O interessante é que você pode ter 1.500 amigos, mas, quando você olha o tráfego dos sites, é possível notar que as pessoas mantêm o mesmo circulo de amigos que gira em torno as 150 pessoas, o que ocorre também no mundo real”</em></p>
<p>Estas pseudo-redes com milhares de indivíduos pseudo-conectados não são autênticas, não possuem tradição, e quando colocadas umas ao lado das outras, são iguais. São uma vaga lembrança das relações sociais experimentadas em diversos ambientes, inclusive na internet, mas, ao contrário destas, não têm força de transformação, muito menos de sustentação. São ocas. Não possuem aura.</p>
<p>Não quero dizer aqui que toda manifestação proveniente destas redes não tem autenticidade. Alguns flashmobs, por exemplo, possuem uma carga genuína e assustadoramente transformadora. Mas estes não são maioria.</p>
<p><strong>Aura</strong></p>
<p><em>“Em suma, o que é a aura? É uma figura singular, composta de elementos espaciais e temporais: a aparição única de uma coisa distante, por mais perto que ela esteja”. (BENJAMIN, p 170).</em></p>
<p>A destruição da aura anunciada por Benjamin, quer dizer a morte da ligação entre relações sociais e uma história presa no passado, que não pode ser tocada, apenas sentida, no presente. A reprodutibilidade de redes sociais não autênticas faz com que tenhamos uma relação presente que não tem história passada, não tem os vestígios da autenticidade, e, consequentemente, não tem aura.</p>
<p><em> “Fazer as coisas ‘ficarem mais próximas’ é uma preocupação tão aproximada das massas modernas como sua tendência a superar o caráter único de todos os fatos através de sua reprodutibilidade técnica” (BENJAMIN p 170)</em></p>
<p>Destaco esta citação ainda dentro do contexto da definição de aura para tirar um pouco do peso da responsabilidade das organizações – incluindo as agências de comunicação – neste processo de reprodução artificial de relações sociais. Quem força este cenário hoje é a própria massa, desarticulada, pseudo-educada, faminta por relações artificiais por não conseguirem dar conta de esperar a gênese de relações singulares e autênticas.</p>
<p>Estar nestas redes digitais nos dão uma impressão de pertencer a uma turma, a um grupo, a uma comunidade, mas, na verdade, o indivíduo não pertence. O indivíduo participa como mero espectador de outras relações às vezes tão vazias quanto as suas.</p>
<p>Por tanto, não temos aqui um problema mercadológico apenas. O problema é social e deve ser encarado como tal. É preciso recriar a cultura da colaboração, participação e interação fora da normatividade hierárquica e repressiva, que se disfarça de uma falsa cultura de colaboração e engajamento ao se apoiar em ferramentas de fórum e debate extremamente controladas.</p>
<p><strong>Valor de eternidade</strong></p>
<p><em>“Os gregos só conheciam dois processos técnicos para a reprodução de obras de arte: o molde e a cunhagem. As moedas e terracotas eram as únicas obras de arte por eles fabricadas em massa. Todas as demais eram únicas e tecnicamente irreprodutíveis. Por isso, precisavam ser únicas e construídas para a eternidade” (BENJAMIN, p 175).</em></p>
<p>Tal qual as esculturas gregas, irreprodutíveis àquela época, as relações sociais estabelecidas antes da exposição massificada também eram construídas para a eternidade. Amizades, correspondências, organizações de grupos eram estabelecidos sem as facilidades promovidas pela sociedade da informação e conexões digitais.</p>
<p>O que aconteceu foi que perdemos a mão. De forma desenfreada deixamos de usar as ferramentas como facilitadores na construção de relações para transformá-las na própria essência da relação. Quando uma relação social é reproduzida nos moldes da reprodutibilidade técnica, as conexões reais e duradoras estabelecidas não se dão entre os indivíduos, mas entre as máquinas. A rede passa a ser técnica e não social, e pode ser destruída ou substituída por qualquer outra ferramenta sem perda efetiva dos valores de autenticidade, uma vez que eles quase não existem nestas condições.</p>
<p><strong>Resgate da aura</strong></p>
<p>A reflexão, no entanto, me leva a buscar formas de resgate da aura das relações sociais em rede, principalmente no contexto das redes sociais digitais. Exemplos não faltam de redes autênticas e singulares na internet.</p>
<p>Destaco organismos como o Couch Surfing, Mumsnet, The People Speak, Slice the pie, Ebbsfleet United, Zopa e Linux, todos presentes no interessantíssimo documentário Us Now (<a href="http://www.imdb.com/title/tt1555154/">http://www.imdb.com/title/tt1555154/</a>), dirigido por Ivo Gormely, que conta histórias de como a sociedade organizada em rede distribuída baseada na colaboração e na internet está transformando o nosso mundo.</p>
<p><em>(você pode ver o documentário na íntegra <a href="../evento/redes-sociais-um-pouco-alem-do-blablabla-do-mercado-a-cirs-vem-ai/" target="_blank">clicando aqui, ó</a>)</em></p>
<p>No Brasil a Escola de Redes (<a href="http://escoladeredes.ning.com/">http://escoladeredes.ning.com/</a>), Movimento Blog Voluntário (<a href="http://www.blogvoluntario.org.br/">http://www.blogvoluntario.org.br/</a>), e Voluntários Online (<a href="http://www.voluntariosonline.org.br/">http://www.voluntariosonline.org.br/</a>), por exemplo, surgem como redes sociais que se sustentam pelo desejo de permanência, de eternidade. E existem muitos outros por aí.</p>
<p>Junto à “existência serial” (BENJAMIN, p 168) das redes sociais digitais, que parecem sufocar o usuário e chamar toda a atenção do mercado, nascem e renascem relações que se utilizam da internet para potencializar seu poder de transformação.</p>
<p>Ainda podemos resgatar a aura perdida das redes sociais, mas, para tanto, é preciso mostrar o valor e o retorno possíveis com a construção de relações mais maduras e autênticas.</p>
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		<title>Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 02:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui na Talk estamos nos preparando para participar do 1° Conferência Internacional de Redes Sociais &#8211; #CIRS, que acontece de 11 a 13 de março em Curitiba. Com a presença de caras como Pierre Levy, Steven Johnson e Clay Shirky, figurinhas carimbadas nos estudos sobre cibercultura, comunicação e redes sociais, a CIRS será um marco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui na Talk estamos nos preparando para participar do <a href="http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia" target="_blank"><strong>1° Conferência Internacional de Redes Sociais</strong></a> &#8211; #CIRS, que acontece de 11 a 13 de março em Curitiba.</p>
<p>Com a presença de caras como Pierre Levy, Steven Johnson e Clay Shirky, figurinhas carimbadas nos estudos sobre cibercultura, comunicação e redes sociais, a CIRS será um marco nos debates sobre o poder da mobilização e compartilhamento de informações.</p>
<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNjUwNzc5Mzk3OTImcHQ9MTI2NTA3ODAwOTQ3MSZwPTEwMTkxJmQ9c3NfZW1iZWQmZz*yJm89ODgyYzYyYmJmMGQ*/NDNmM2I*N2RiNWM3MmE2NWE2NTgmb2Y9MA==.gif" border="0" alt="NDNmM2I*N2RiNWM3MmE2NWE2NTgmb2Y9MA== Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!" width="0" height="0" title="Redes sociais um pouco além do blablabla do mercado: a CIRS vem ai!" /></p>
<div id="__ss_2822632" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="Conferência Internacional sobre Redes Sociais" href="http://www.slideshare.net/augustodefranco/conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632">Conferência Internacional sobre Redes Sociais</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cirs2-100103162425-phpapp01&amp;stripped_title=conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=cirs2-100103162425-phpapp01&amp;stripped_title=conferncia-internacional-sobre-redes-sociais-2822632" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<div style="font-size: 11px; font-family: tahoma,arial; height: 26px; padding-top: 2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/augustodefranco">augustodefranco</a>.</div>
</div>
<p>Aqui na Talk nós compartilhamos desta proposta de pensamento sobre redes sociais digitais. Proposta que não é nova, diga-se de passagem, mas que é soterrada pelo blablabla do mercado que se baseia no pseudopoder das ferramentas e volume de audiência como valor para o seu negócio. <strong>O verdadeiro valor está na inteligência</strong>.</p>
<p>Em breve publico aqui o paper que estou preparando para levar para debate na CIRS. Por enquanto, deixo uma dica já antiga, mas muito atual. Separe 60 minutos e veja o documentário <a href="http://www.usnowfilm.com/" target="_blank"><strong>Us Now</strong></a>:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="347" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://dotsub.com/static/players/portalplayer.swf?plugins=dotsub&amp;uuid=34591ca8-0ef5-48fb-82e6-163a9f21298d&amp;type=video&amp;lang=por_pt" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="347" src="http://dotsub.com/static/players/portalplayer.swf?plugins=dotsub&amp;uuid=34591ca8-0ef5-48fb-82e6-163a9f21298d&amp;type=video&amp;lang=por_pt" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>OBS &#8211; A CIRS é uma realização de pessoas ligadas à <a href="http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia" target="_blank"><strong>Escola de Redes</strong></a>. Faça parte e colabore;-)</em></p>
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		<title>Estratégia em redes sociais sem &#8220;entendimento&#8221; é #balela</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 18:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Bito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campus Party]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing viral]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[viral]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas sem este entendimento claro qualquer estratégia em rede social é #balela, como diz o título [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desembarcando na Campus Party 2010, com um mundo de coisas acontecendo ao redor, a primeira semente que consigo extrair (e que precisa ser plantada) é de que redes sociais não são ferramentas, mas a conexão entre pessoas. Parece óbvio, mas sem este entendimento claro qualquer estratégia em rede social é #balela, como diz o título desse post.</p>
<div id="attachment_1513" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-large wp-image-1513" title="Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2010/01/scott_palestra-1024x963.jpg" alt="scott palestra 1024x963 Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" width="500" height="468" /><p class="wp-caption-text">Scott Goodstein, estrategista 2.0 da campanha do Obama, diz: &quot;As pessoas não votam nas ferramentas. As pessoas votam nas pessoas&quot;. Foto minha <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" class='wp-smiley' title="Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" /> </p></div>
<p>O que isso quer dizer? Aquilo que muita gente fala, mas quase ninguém realmente faz. Uma boa estratégia para redes sociais deve seguir 5 passos principais:</p>
<ul>
<li>Mapear redes e comunidades</li>
<li>Escutá-las</li>
<li>Integrar-se às que são aderentes à sua proposta de comunicação</li>
<li>Fazer parte delas</li>
</ul>
<p>Opa! Mas e aquela ação viral no capricho? Pois é. Não acredite em quem te vende um viral no capricho porque isso não existe. Você não faz uma campanha viral. Você faz uma campanha. Se você fizer tudo direitinho e tiver um pingo de sorte, o virus se espalha <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" class='wp-smiley' title="Estratégia em redes sociais sem entendimento é #balela" /> </p>
<p>O grande valor agregado ao seu negócio está em poder escutar o que as pessoas tem a dizer e poder participar deste diálogo com propriedade.</p>
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