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	<title>Talk Interactive - Estratégias Digitais &#187; Daniel Souza</title>
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	<description>A Talk Interactive é uma agência full service especializada na formulação de estratégias de marketing para clientes de vários segmentos, especialmente da área institucional.</description>
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		<title>Hackeando o trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 15:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Joshua Klein é um hacker, no melhor sentido da palavra. Ele cria soluções plausíveis e eficientes para problemas comuns, trabalhando com temas bem diversos, da inteligência dos corvos a como utilizar wikis de forma subversiva no ambiente de trabalho . Em seu ultimo livro, Hacking Work, Joshua fala sobre um assunto interessantíssimo: como quebrar regras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Joshua Klein é um hacker, no melhor sentido da palavra. Ele cria soluções plausíveis e eficientes para problemas comuns, trabalhando com temas bem diversos, da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=bXQAgzfwuNQ">inteligência dos corvos</a> a como utilizar <a href="http://www.hackingwork.com/free-stuff/">wikis de forma subversiva</a> no ambiente de trabalho .</p>
<p>Em seu ultimo livro, <a href="http://www.hackingwork.com/">Hacking Work</a>, Joshua fala sobre um assunto interessantíssimo: como quebrar regras cretinas no ambiente de trabalho e criar situações em que os colaboradores e a empresa ganhem com isso?</p>
<p>Na apresentação do TEDxDublin, Joshua conta algumas dessas histórias de hacks corporativos: um funcionário que criou um sistema que preenchia automaticamente formulários de despesas, economizando 4 horas por semana; e a desobediência de um grupo de funcionários que virou case de negócio internacional, transformando não só a vida dos empregados, mas melhorando o relacionamento com os clientes da empresa e um dos grandes diferenciais de mercado da Best Buy (o case TwelpForce ganhou o Cannes Titanium em 2010).</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/geral/hackeando-o-trabalho/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>E até para te ajudar a abrir a cabeça do seu chefe (e vender o livro, é claro) Joshua utiliza um hack: você pode comprar o livro e pedir para que seja entregue anonimamente para o seu chefe, com uma mensagem personalizada. <a href="http://800ceoread.com/book/show/9781591843573-Hacking_Work">Tente a sorte</a> e remova um pouco da caretice e das regras inúteis no seu trabalho, você só tem a ganhar.</p>
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		<title>Organizações e pessoas melhores, melhores experiências</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 20:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[servicedesign]]></category>
		<category><![CDATA[ux]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui na Talk temos repensado constantemente o papel do design. Num sentido mais amplo, designer é quem cria, concebe ou especifica produtos ou sistemas que tem como objetivo resolver um problema. Quando falo em sistemas quero dizer pessoas, software, pontos de venda, embalagem e as relações entre estes objetos. Falei sobre isso recentemente neste artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui na Talk temos repensado constantemente o papel do design. Num sentido mais amplo, designer é quem cria, concebe ou especifica produtos ou sistemas que tem como objetivo resolver um problema. Quando falo em sistemas quero dizer pessoas, software, pontos de venda, embalagem e as relações entre estes objetos. Falei sobre isso recentemente <a href="http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/o-papel-do-design-em-uma-economia-de-servicos/">neste artigo sobre Design de Serviços</a>.</p>
<p>Quando falamos de experiência do consumidor &#8211; user experience &#8211; a co-criação, a gestão compartilhada e o envolvimento da equipe são fatores cada vez mais importantes. Neste contexto, o papel do designer como transformador de pessoas e organizações está cada vez mais explícito. </p>
<p>Encontrei um texto do Austin Govella que achei interessante traduzir e adaptar para o português pela simplicidade com que o assunto é abordado. O título original é <a href="http://www.thinkingandmaking.com/view/a-manifesto-for-user">A Manifesto for User Experience Design</a> e a tradução completa está logo abaixo:</p>
<blockquote><p>Nos últimos seis anos, observei como equipes trabalham juntas para criar produtos. Muitas dessas observações aconteceram em equipes de desenvolvimento ágil. Neste tempo, minha prática de UX mudou: o foco era melhorar o design e agora é como melhorar a organização. Mudar minha visão da interface para a organização revelou três princípios: </p>
<p><strong>1. Designers não projetam/desenham nada. Organizações projetam/desenham tudo.</strong><br />
Aquela pessoa em sua organização que &#8220;não entende&#8221; cria dificuldades em todo produto e serviço que você produz ( assim como seu melhor pensador acelera as melhorias). Para criar melhores experiências, você tem que criar melhores organizações. Você tem que melhorar o conhecimento da sua organização como um todo sobre design ( NT: não é exatamente isso o grande trunfo do Design Thinking?)</p>
<p><strong>2. Organizações encontram sete barreiras para criar melhores experiências.</strong><br />
As barreiras são valor, foco, tempo, memória, talento, processo e melhoria. Algumas vezes essas barreiras culturais estão codificadas nos processos da sua organização. Essas barreiras representam a distância entre você e os diversas equipes que sua organização precisa para criar melhores experiências. </p>
<p><strong>3. Não mude o que você faz. Mude como você faz</strong><br />
Suas atividades de design não mudam. Mude como você trabalha com a equipe. Mude a maneira como você faz, de forma que o seu objetivo seja sempre uma organização melhor, ao invés de um produto melhor. Mude a maneira como você atinge o sucesso, de forma a melhorar constantemente o conhecimento da sua equipe
</p></blockquote>
<p>O texto cita coisas que parecem óbvias, mas merece uma reflexão: sem pessoas motivadas, alinhadas e com olhar cuidadoso para a experiência do usuário e satisfação do consumidor, não existe bom design. Que quando é bom, é invisível.  </p>
<p>ps: Thank you <a href="http://twitter.com/austingovella">Austin</a> for sharing your ideas and allowing the translation.<br />
ps2: E um agradecimento especial para <a href="http://twitter.com/bilaamorim">Bila Amorim</a> pela revisão e sugestões.</p>
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		<title>A vantagem real do Google Plus</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/relacionamento/a-vantagem-real-do-google-plus/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 17:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava evitando escrever minhas opiniões sobre o Google+, porque dezenas de especialistas já devem ter feito ou estão fazendo isso neste momento. Mas como as discussões em sua maioria giram em torno de funcionalidades e das tecnologias envolvidas, e especulações sobre o sucesso da iniciativa ou não, resolvi falar um pouco sobre um ponto que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava evitando escrever minhas opiniões sobre o Google+, porque dezenas de especialistas já devem ter feito ou estão fazendo isso neste momento. Mas como as discussões em sua maioria giram em torno de funcionalidades e das tecnologias envolvidas, e especulações sobre o sucesso da iniciativa ou não, resolvi falar um pouco sobre um ponto que me chamou a atenção e que acredito que seja a real vantagem da empresa sobre seus concorrentes: a maneira como os funcionários do Google estão utilizando a ferramenta para se relacionar e comunicar com seus usuários de forma autêntica e direta.</p>
<p><strong>Alguns exemplos: </strong></p>
<p>- Dave Besbris, engenheiro responsável pela escalabilidade comenta sobre a <a href="https://plus.google.com/u/1/113882113745075873153/posts/Gbg31WL621X">distribuição de convites</a>, e explica os motivos da distribuição progressiva de convites<br />
- Brett Crosby, Diretor de Marketing de Produto e evangelista do  Google Analytics dá as boas vindas para   <a href="https://plus.google.com/u/1/100300281975626912157/posts">Ashton Kutcher</a> e <a href="https://plus.google.com/u/1/116381176537835440497/posts">Soulja Boy </a>, além de comentar sobre a presença do <a href="https://plus.google.com/114685727151899977785/posts/Gr4USxYZ2DA">Circles no Trending Topics do Twitter</a>, no dia do lançamento.<br />
- Christian Oestlien, responsável por publicidade, dá detalhes de como serão as <a href="https://plus.google.com/u/1/105923173045049725307/posts/E3mVj6nskaX">páginas empresariais</a> e convida empresas para participar de um beta.<br />
- Natalie Villalobos, Community Manager, apresenta seu <a href="https://plus.google.com/u/1/115514397255079403751/posts">colega de trabalho</a>, <a href="https://plus.google.com/u/1/109895887909967698705/posts/M2KUToDJSoT">responde a perguntas</a> e dá dicas de como usar o produto. E ainda compartilha em seu perfil vídeos &#8220;não oficiais&#8221; que divulgam o produto de uma maneira bem engraçada.</p>
<p><object width="450" height="286"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BwvygI2xKGM?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BwvygI2xKGM?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="286" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Além disso, fui surpreendido por alguns funcionários do Google pedindo sugestões por meio de Hangouts com usuários, ao vivo. Parece que desta vez o Google percebeu a diferença entre criar uma rede social e um negócio social, e a equipe parece animada, mais humana, menos careta. Fomentar e dar uma &#8220;sacudida&#8221; na cultura de uma empresa deste tamanho já pode ser considerado um grande feito. </p>
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		<title>Cidades, bicicletas e o legado de Jane Jacobs</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/mundo-melhor/cidades-bicicletas-e-o-legado-de-jane-jacobs/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 15:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo melhor]]></category>
		<category><![CDATA[bike]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[gehl]]></category>
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		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vi no twitter da @lini o link de uma matéria sobre Bicicletas em Copenhagen. O vídeo é um dos primeiros da do projeto Cidades para Pessoas, financiado em grande parte por crowdfunding lá no Catarse. O objetivo da jornalista paulistana Natália Garcia é visitar 12 grandes cidades do mundo em busca de idéias e inovações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.talk2.com.br/mundo-melhor/cidades-bicicletas-e-o-legado-de-jane-jacobs/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>Vi no twitter da <a href="http://www.twitter.com/lini">@lini</a> o link de uma matéria sobre <a href="http://cidadesparapessoas.com.br/2011/06/copenhagen-a-cidade-das-bicicletas/">Bicicletas em Copenhagen</a>. O <a href="http://www.youtube.com/user/cidadesparapessoas">vídeo</a> é um dos primeiros da do projeto Cidades para Pessoas, financiado em grande parte por crowdfunding lá no <a href="http://catarse.me/pt/projects/36-cidades-para-pessoas">Catarse</a>. O objetivo da jornalista paulistana Natália Garcia é visitar 12 grandes cidades do mundo em busca de idéias e inovações relacionadas a  planejamento urbano.<br />
<span id="more-2797"></span></p>
<p>O que une estas cidades é o  arquiteto dinamarquês Jan Gehl. Gehl tem uma consultoria de planejamento urbano, a Gehl Architects, e desenvolveu uma metodologia para a melhorar a qualidade de vida nas grandes cidades, reorientando o planejamento urbano para que os espaços públicos sejam ocupados por pedestres e ciclistas. Além de ser casado com uma psicóloga, Gehl foi inspirado por Jane Jacobs, escritora e ativista americana que escreveu em 1961 o livro &#8220;Morte e vida das grandes cidades americanas&#8221; &#8211; que descobri por meio de uma citação em uma palestra do Augusto de Franco na CIRS em 2010 e que tem uma <a href="http://escoladeredes.ning.com/group/bibliotecajanejacobs">biblioteca só dela lá na Escola de Redes</a>.</p>
<p>Um dos livros de Gehl é o <a href="http://www.amazon.com/Cities-People-Jan-Gehl/dp/159726573X" target="_blank">Cities for People</a>, que inspira pessoas do mundo inteiro a repensar nossa relação com as cidades e a importância dos espaços compartilhados para aumentar a &#8220;vivacidade&#8221; das comunidades. Na palestra abaixo,  Gehl fala um pouco mais sobre seu  livro:</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/mundo-melhor/cidades-bicicletas-e-o-legado-de-jane-jacobs/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
<p>Mas é  possível que esta reordenação aconteça nas cidades brasileiras?  O pessoal da Revista Bicicleta fez este questionamento em uma <a href="http://www.revistabicicleta.com.br/jef.php">entrevista com Jeff Risom</a>, um dos profissionais da Gehl Architects. A resposta curta é sim, é possível. E se você viu o primeiro vídeo vai perceber que além de tudo é financeiramente víavel. Falta só um pouco de vontade dos governantes,  repensarmos nossa dependência dos automóveis e observar e pesquisar a maneira como as pessoas usam os espaços publicos na hora de fazer planejamento urbano. </p>
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		<title>#Talkshow com Marina Miranda sobre crowdsourcing</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/talkshow/crowdsourcing/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 18:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Talkshow]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[crowdsourcing]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Crowdsourcing, com Marina Miranda Em um artigo publicado na Wired em 2006, John Howe cunhou o termo Crowdsourcing para designar o ato de terceirizar tarefas para multidões desconhecidas. Desde então, o processo é usado por empresas de diversos segmentos para tarefas de design, tecnologia, pesquisa e processamento de dados. E o que começou de forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="296" id="utv58613" name="utv_n_740846"><param name="flashvars" value="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=14336229&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;id=14336229&amp;v3=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" /><embed flashvars="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=14336229&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;id=14336229&amp;v3=1" width="480" height="296" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" id="utv58613" name="utv_n_740846" src="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" /></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="296" id="utv686467" name="utv_n_154068"><param name="flashvars" value="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=14336463&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;id=14336463&amp;v3=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" /><embed flashvars="loc=%2F&amp;autoplay=false&amp;vid=14336463&amp;locale=en_US&amp;hasticket=false&amp;id=14336463&amp;v3=1" width="480" height="296" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" id="utv686467" name="utv_n_154068" src="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" /></object></p>
<p><iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php/option=com_altcaster/task=viewaltcast/altcast_code=ede53b3d94/height=420/width=470" scrolling="no" height="420px" width="470px" frameBorder ="0" allowTransparency="true"  ><a href="http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=ede53b3d94" >Crowdsourcing, com Marina Miranda</a></iframe></p>
<p>Em <a href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html">um artigo publicado</a> na Wired em 2006, John Howe cunhou o termo <strong>Crowdsourcing</strong> para designar o ato de terceirizar tarefas para multidões desconhecidas.</p>
<p>Desde então, o  processo é usado por empresas de diversos segmentos para tarefas de design, tecnologia, pesquisa e processamento de dados.<br />
E o que começou de forma experimental  se mostrou tão eficiente que o crowdsourcing tem sido  utilizado até mesmo pelo Governo em iniciativas para <a href="http://saveaward2010.ideascale.com/">reduzir custos</a> e <a href="http://www.nyc.gov/html/simplicity/html/home/home.shtml">promover inovação</a> em grandes cidades.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 10px;" title="#Talkshow com Marina Miranda sobre crowdsourcing" src="http://api.ning.com/files/JXI1rHRzs06taW3DT9tCWcUkXrC7n43FlvIiKU-zhi6ZLNwJT5yHAeSvNdBPohjSy0jjEXYp75l5x*F1qz5Q9boEyqPEasCL/866.jpg" alt="866 #Talkshow com Marina Miranda sobre crowdsourcing" width="90" height="120" />No #talkshow de hoje vamos conversar com a <a href="http://twitter.com/marinamiranda">Marina Miranda</a>, da Mutopo. Crowdsourcing, crowdfunding e como as novas possibilidades de colaboração estão impactando a economia e os modelos produtivos serão nossa pauta.</p>
<p>Você pode enviar suas perguntas pelo twitter, usando a hashtag #talkshow ou comentando neste post.</p>
<p><strong>Agenda:</strong><br />
Talk Show com Marina Miranda sobre Crowdsourcing<br />
<strong> Data:</strong> 28/04, quinta<br />
<strong>Horário:</strong> de 16h30 as 17h30</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sobre autenticidade e transparência &#8211; Carta para o CEO</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/geral/sobre-autenticidade-e-transparencia-carta-para-o-ceo/</link>
		<comments>http://www.talk2.com.br/geral/sobre-autenticidade-e-transparencia-carta-para-o-ceo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 21:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[[View the story "Chat with @nylons" on Storify] De manhã, encontrei no twitter a Nancy Lyons, CEO da Clockwork, uma agência de Minneapolis. Ela escreveu uma interessante carta para os presidentes de outras empresas sobre o hype mídias sociais e uma questão importante que muitas vezes é ignorada: a cultura organizacional. Pedi autorização para uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script src="http://storify.com/danielsouza/talking-with.js"></script><noscript>[<a href="http://storify.com/danielsouza/talking-with" target="blank">View the story "Chat with @nylons" on Storify]</a></noscript></p>
<p>De manhã, encontrei no twitter a <a href="twitter.com/Nylons">Nancy Lyons</a>, CEO da <a href="http://www.clockwork.net/" target="_blank">Clockwork</a>, uma agência de Minneapolis. Ela escreveu uma interessante carta para os presidentes de outras empresas sobre o <em>hype</em> mídias sociais e uma questão importante que muitas vezes é ignorada: a cultura organizacional. </p>
<p>Pedi autorização para uma tradução livre e ela gentilmente cedeu. As idéias presentes na carta da Nancy não são novidade para algumas pessoas, mas a linguagem que ela utiliza para explicar a importância das redes sociais &#8211; notem o termo <strong>redes</strong>  - é primorosa e simples.  Espero que vocês compartilhem esta carta com os CEO&#8217;s que vocês conhecem. Muitas vezes os conceitos apresentados na carta podem ser óbvios para você, mas não para eles.</p>
<p><span id="more-2452"></span><br />
<strong>Carta para o CEO</strong><br />
Texto original de Nancy Lyons</p>
<p>Em 2010, muito tempo e atenção foram destinados ao Twitter, Facebook, LinkedIn e mídias sociais em geral; com boas razões. Essas ferramentas sociais mudaram a maneira como nos comunicamos &#8211; entre nós e com os nossos consumidores. Naturalmente, é tentador pensar que os nossos maiores desafios para 2011 estão relacionados com tecnologia. Mas eu gostaria de testar esta hipótese e pedir que você reexamine um dos elementos mais óbvios &#8211; e às vezes desprezados &#8211; do seu negócio: a Cultura.</p>
<p>Pela primeira vez desde a industrialização, negócios e marcas têm conversações bilaterais e em tempo real com consumidores. As empresas não podem mais controlar as conversas. E o que nós fizemos? Nos distraímos. Nos encantamos com os últimos objetos brilhantes e tentamos pular para este novo meio de comunicar sem prestar atenção no nosso recurso mais valioso &#8211; as pessoas.</p>
<p>Falamos tanto sobre transparência na comunicação com nosso consumidor. Mas percebo que é hora de praticar mais transparência e conversação interna. Mídias sociais não estão mudando somente a maneira de comunicar com nossos consumidores. Estão mudando o nosso trabalho. Estão mudando a maneira como interagimos, como falamos sobre o que fazemos e como nos sentimos em relação a marcas, pessoas e causas. Não podemos olhar para mídias sociais como olhamos para o marketing tradicional.</p>
<p>Mas nos viramos e fazemos exatamente isso &#8211; esperamos influenciar comportamentos e obter Retorno sobre o Investimento. Esquecemos que não é o meio que é influente. São as pessoas. Para estar preparado e facilitar um crescimento real, é hora de focar e investir nas pessoas. E não da maneira que fazemos normalmente &#8211; treinamentos conduzidos por facilitadores pagos que trazem o próprio almoço e nos forçam a fazer dinâmicas, como o Jogo da Queda.<br />
(NT: O Jogo da Queda é uma dinâmica de grupo em que um participante solta o corpo e outra pessoa fica responsável por segurá-la. É como um teste de confiança.) </p>
<p>O tipo de mudança a que me refiro é GRANDE. Requer pensar grande e abdicar do controle. Requer ter responsabilidade sobre quem você contrata e como você compartilha os valores da sua marca. Vai forçá-lo a parar de delegar a estagiários sua presença nas mídias sociais, e aceitar a responsabilidade sobre o que sua marca realmente é &#8211; feita pelas pessoas que trabalham com você. Sua marca começa com você. Defina a voz, defina o tom. Comece a confiar nas pessoas que você contrata, converse com eles. Dê poder a eles. Talvez você até se sinta desconfortável mas, ao longo do tempo, valerá a pena. Deixe que corram com o bastão e faça com que as conversações aconteçam.</p>
<p>Não esqueça que você (e seu departamento de marketing) não são os únicos que tem influência. As pessoas de cada departamento também influenciam à sua maneira &#8211; seja o pensamento sobre seu produto, sua ética, seu compromisso com qualidade, inovação e serviço, seu crescimento. Elas estão usando suas redes pessoais de uma maneira que não foi planejada nos livros de negócios. Pessoas que você contratou apenas para dar suporte já vendem, divulgam e representam sua marca e sua mensagem. O time de Marketing atende os consumidores e faz controle de qualidade. Os canais de venda se parecem com algo que você nunca viu anteriormente. A única defesa é o ataque perfeito: sua equipe. Pessoas equipadas com a informação certa, o poder e a permissão para falar com seus consumidores, para representar seus planos para o futuro. Não da maneira como estão agora &#8211; presas em questões políticas, brigando por validação e reconhecimento. Mas da maneira como elas deveriam estar: espertas e proativas, no comando, facilitando conversações saudáveis e produtivas, se relacionando em busca de resultados para cada nível da organização.</p>
<p>Seu desafio em 2011 é definir um caminho nessa direção – começar a conversar com sua equipe e mudar a cultura da sua organização. Seu desafio é iniciar essa mudança em busca de autenticidade e transparência interna. Sua missão é encontrar humanidade no departamento de Recursos Humanos, e permeá-lo com cada traço da sua cultura. Apenas assim você estará usando de forma vantajosa uma das grandes inovações dos nossos tempos.</p>
<p>O <a href="http://www.clockwork.net/blog/2011/04/01/475/dear_ceo" target="_blank">texto original você encontra aqui</a>. Agradeço a <a href="http://twitter.com/marianarrpp">Mariana</a> e <a href="http://twitter.com/brunoscarto">Bruno</a> pela revisão na tradução e espero que você envie para o seu CEO.</p>
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		<title>O papel do Design em uma economia de serviços</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/o-papel-do-design-em-uma-economia-de-servicos/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 18:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos e White Papers]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[designdeservicos]]></category>
		<category><![CDATA[designthinking]]></category>
		<category><![CDATA[servicedesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2010, a participação do setor de serviços na economia brasileira foi de 68,5%, segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Se considerarmos as duas últimas décadas, o aumento é de quase 20%, seguindo uma tendência dos países desenvolvidos onde o setor de serviços responde por mais de 70% da economia. Mas por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2010, a <a href="http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/08/servicos-e-setor-da-economia-que-mais-cresce-mostra-ministerio.html">participação do setor de serviços na economia</a> brasileira foi de 68,5%, segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Se considerarmos as duas últimas décadas, o aumento é de quase 20%, seguindo uma tendência dos países desenvolvidos onde o setor de serviços responde por mais de 70% da economia.</p>
<p><strong><span id="more-2242"></span><br />
Mas por que seguir essa tendência?</strong></p>
<p>Áreas como tecnologia da informação, serviços contábeis, alimentação, educação, turismo, transporte e telecomunicações geram valor por meio da entrega de bens não &#8220;tangíveis&#8221; e empregam milhões de pessoas e, se considerarmos também o serviço público, atendem a totalidade da população.</p>
<p>Mesmo na experiência de consumo de um produto, o serviço é o que torna esta experiência memorável (ou detestável). Pense bem: não compramos apenas um telefone celular. Compramos a possibilidade de falar com pessoas à distância. Mas ainda assim, quando compramos o objeto &#8220;telefone&#8221;, ele vem com uma operadora, planos de longa distância, de pacotes de dados etc. Essa experiência acontece por meio de uma série de interações &#8211; com pessoas, sistemas e até outros objetos.</p>
<p>Escolher um produto ou serviço é hoje uma atividade complexa, seja pela quantidade de informações e opções disponíveis ou pela facilidade de transitar entre as escolhas.</p>
<p><strong>O design como fator de diferenciação</strong></p>
<p>Se considerarmos o número de profissionais de design atuando em áreas como Branding, Arquitetura de Informação, Design de Interação e Experiência do Usuário fica clara a importância das habilidades do designer na construção de diferenciação para serviços em um cenário em que a busca por melhoria e inovação nas empresas é incessante. Dentro do contexto em que o setor de serviços se torna cada vez mais importante economicamente, uma nova abordagem multidisciplinar se destaca: o Design de Serviços.</p>
<p><strong>O que é Design de Serviços </strong></p>
<p>Design de Serviços ajuda a criar novos serviços ou melhorar os já existentes para torná-los mais úteis e desejáveis para os clientes, e mais eficientes para as organizações provedoras de serviço, utilizando uma visão holistica, multidisciplinar e integrada. (Stefan Moritz, 2005).<br />
<a href="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura-de-tela-2011-03-11-às-17.19.44.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2249" title="O papel do Design em uma economia de serviços" src="http://www.talk2.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura-de-tela-2011-03-11-às-17.19.44.jpg" alt="Captura de tela 2011 03 11 às 17.19.44 O papel do Design em uma economia de serviços" width="470" height="335" /></a></p>
<p>Os cinco princípios do Design de Serviços</p>
<p>É centrado no usuário:<br />
Os serviços devem ser modelados pelo olhar e experiência do consumidor. É a construção de uma linguagem compartilhada sobre o serviço; a linguagem dos usuários. É fundamental entender, registrar e gerar empatia no provedor do serviço por meio desta linguagem para elaborar ou melhor um serviço.</p>
<p>É co-criativo:<br />
Todos os stakeholders participam da concepção ou da melhoria do serviço. O papel do designer é ser facilitador na geração e na avaliação de ideias dentro de grupos heterogêneos. Quanto maior o envolvimento das partes no desenho do serviço, maior será o engajamento e lealdade posterior.</p>
<p>É sequenciado:<br />
Um serviço é a sequencia de ações relacionadas e deve ser visto por meio de duas lentes: Front Stage (onde as interações com os consumidores acontecem) e o Back Stage (o que acontece nos bastidores, a preparação e os trabalhos realizados antes e durante a entrega do serviço).</p>
<p>É evidente:<br />
Serviços são intangíveis, e podemos fazer com que artefatos físicos evidenciem ou moderem a expectativa e disponibilidade de um determinado serviço (um exemplo clássico é o chocolate deixado em uma cama de hotel).</p>
<p>É holístico:<br />
O ambiente inteiro em que um serviço é prestado deve ser considerado. Obviamente é uma ilusão pensar que todos os detalhes serão trabalhados, mas devemos sempre ter a intenção de observar o contexto maior em que o serviço é prestado &#8211; conscientemente notar quais são os caminhos alternativos em que o consumidor irá acessar o serviço é uma enorme vantagem competitiva. Pensar nos aspectos humanos e organizacionais é imperativo.</p>
<p><strong>Dois cases interessantes </strong></p>
<p>MyPolice<br />
É um serviço com uma proposta no mínimo audaciosa: como fazer com que a população volte a sentir que está sendo ouvida pela polícia, recuperando a confiança nas autoridades? O caminho natural foi estimular conversações entre a polícia e os cidadãos, por meio de uma ferramenta de feedback em que as pessoas utilizam histórias para sugerir melhorias, identificar oportunidades e salientar problemas. Saiba mais sobre o Mypolice nesta <a href="http://www.bbc.co.uk/news/uk-scotland-tayside-central-12525383">matéria da BBC</a> ou visitando o <a href="http://tayside.mypolice.org/">site do projeto</a> piloto.</p>
<p>Qantas<br />
A companhia aérea australiana redesenhou o serviço de embarque, com destaque para auto-despacho de bagagens e a utilização de smart-cards e um totem que detecta a presença do passageiro em uma determinada área e faz o checkin automático. Veja os detalhes <a href="http://www.cityofsound.com/blog/2011/01/next-generation-check-in-qantas.html">neste post</a>.</p>
<p><strong>Aprendendo e praticando </strong></p>
<p>O livro <a href="http://thisisservicedesignthinking.com/">This is Service Design Thinking</a> é talvez a primeira publicação específica sobre o assunto. Outro livro recomendado é <a href="http://www.amazon.com/Subject-Change-Creating-Products-Uncertain/dp/0596516835">Subject to Change</a>, livro de um dos fundadores da <a href="http://www.adaptivepath.com/">Adaptive Path</a>, Peter Merholz.</p>
<p>No Brasil, existe a comunidade <a href="http://designdeservicosbrasil.ning.com/">Design de Serviços BR</a>, moderada por Tennyson Pinheiro e Luis Alt, da Live|Work Brasil, que também ministra workshops sobre o assunto. Neste final de semana acontecerá o primeiro <a href="http://www.globalservicejam.org">Global Service Jam</a>, um evento que acontece simultaneamente em mais de 60 cidades no mundo, incluindo São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte. O objetivo é compartilhar técnicas de Design Thinking e Design de Serviços, desenvolvendo um serviço inovador com o mesmo tema, em 48 horas.</p>
<p>No exterior, dezenas de instituições disponibilizam <a href="http://www.service-design-network.org/content/study-service-design">cursos específicos na área</a>, com destaque para a pioneira Koln International School of Design, que iniciou a primeira turma em 91.</p>
<p>Para saber mais sobre assunto, acompanhe esta <a href="http://www.scoop.it/t/service-design/">lista de artigos, sites e referências sobre Design de Serviços</a>, atualizada diariamente. E não deixe de assistir e compartilhar este vídeo, que consegue explicar para qualquer pessoa o que é essa nova abordagem de design.</p>
<a href="http://www.talk2.com.br/artigos-e-white-papers/o-papel-do-design-em-uma-economia-de-servicos/"><p><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></p></a>
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		<title>Talkshow: Antropologia Digital, com Juliano Spyer</title>
		<link>http://www.talk2.com.br/talkshow/comportamento-das-pessoas-na-web-com-juliano-spyer/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 17:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Talkshow]]></category>
		<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[etnografia]]></category>
		<category><![CDATA[netnografia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>

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		<description><![CDATA[Daqui a pouco começaremos o Talk Show com o Juliano Spyer. O tema da semana é Antropologia Digital e comportamento (detestamos o termo usuários) na web e nas redes sociais. update: Confira o áudio completo da conversa com o Juliano Spyer clicando no player abaixo. [audio src="http://talk2.com.br/wp-content/uploads/talkshow_spyer.mp3"] Comportamento das pessoas na web com Juliano Spyer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daqui a pouco começaremos o Talk Show com o Juliano Spyer. O tema da semana é Antropologia Digital e comportamento  (detestamos o termo usuários) na web e nas redes sociais. </p>
<p><strong>update:</strong> Confira o áudio completo da conversa com o Juliano Spyer clicando no player abaixo. </p>
<p>[audio src="http://talk2.com.br/wp-content/uploads/talkshow_spyer.mp3"]<br />
<br />
<iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php/option=com_altcaster/task=viewaltcast/altcast_code=449715cb8e/height=420/width=470" scrolling="no" height="420px" width="470px" frameBorder ="0" allowTransparency="true"  ><a href="http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=449715cb8e" >Comportamento das pessoas na web com Juliano Spyer</a></iframe></p>
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		<title>Quando eu sei que você sabe que eu sei</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 13:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[conversa]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe quando você conversa com uma pessoa, escuta uma coisa, mas percebe uma intenção velada ou insinuação? Ou quando você tenta orientar uma ação, e para não parecer mandão, dá uma &#8220;floreada&#8221; ou utiliza linguagem rebuscada? Ou ainda quando está negociando a compra ou venda de algo com um amigo, e percebe que a comunicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe quando você conversa com uma pessoa, escuta uma coisa, mas percebe uma intenção velada ou insinuação? Ou quando você tenta orientar uma ação, e para não parecer mandão, dá uma &#8220;floreada&#8221; ou utiliza linguagem rebuscada? Ou ainda quando está negociando a compra ou venda de algo com um amigo, e percebe que a comunicação parece truncada?<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steven_Pinker">Steven Pinker</a>, psicólogo e lingüista, professor de Harvard, apresenta no vídeo abaixo uma teoria interessante sobre linguagem e relações sociais. É um vídeo curto, e o conceito apresentado parece bastante óbvio, mas aposto que você irá conversar de uma maneira diferente com o seu chefe depois de assistir este vídeo.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="450" height="283" src="http://www.youtube.com/embed/3-son3EJTrU?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>ps: Agora eu sei que você sabe disso. Tudo mudou. <img src='http://www.talk2.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Quando eu sei que você sabe que eu sei  " class='wp-smiley' title="Quando eu sei que você sabe que eu sei  " />   </p>
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		<title>Talkshow: Governo e Participação Popular</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 17:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Talkshow]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.talk2.com.br/?p=2087</guid>
		<description><![CDATA[Daniela Silva, da Esfera / Thackday conversou com a gente sobre Governo Participativo. Video streaming by Ustream Governo e ParticipaÃ§Ã£o Popular]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daniela Silva, da Esfera / Thackday conversou com a gente sobre <a href="http://www.talk2.com.br/geral/talkshow-discute-governo-participativo/">Governo Participativo</a>.<br />
<object width="480" height="386" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"><param name="flashvars" value="vid=12755677&amp;autoplay=false"/><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="allowscriptaccess" value="always"/><param name="src" value="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf"/><embed flashvars="vid=12755677&amp;autoplay=false" width="480" height="386" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.ustream.tv/flash/viewer.swf" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object><br />
<br /><a href="http://www.ustream.tv/" style="padding: 2px 0px 4px; width: 400px; background: #ffffff; display: block; color: #000000; font-weight: normal; font-size: 10px; text-decoration: underline; text-align: center;" target="_blank">Video streaming by Ustream</a></p>
<p><iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php/option=com_altcaster/task=viewaltcast/altcast_code=602a967d2d/height=420/width=470" scrolling="no" height="420px" width="470px" frameBorder="0" allowTransparency="true"  ><a href="http://www.coveritlive.com/mobile.php?option=com_mobile&#038;task=viewaltcast&#038;altcast_code=602a967d2d" >Governo e ParticipaÃ§Ã£o Popular</a></iframe></p>
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