
Estar dentro do contexto da Campus Party, como criativo, é no mínino curioso. Ao chegar aqui você experimenta um coquetel de sensações de diversas naturezas. Para dividir com todos, vou relatar os feelings do que percebi.
Feeling #1 Pessoas
Ao chegar ao portão de entrada você já vê o principal tipo que rola. Geeks variados.
Aqui dentro, você olha ao redor e quase todo mundo está concentrado na tela. Existe pouca interação humana mesmo. Sabe aquela coisa de virar pro lado e conversar? Vai via MSN mesmo.
A molecada mais nova fica jogando, postando, twitando e teclando de maneira incansável em duzentas janelas de conversa como se estivessem em casa. Quando eu digo como se estivessem em casa é bem isso mesmo. Eles ficam de boa, de meia e chinelo, jogados na cadeira. Estão dentro do cenário, fazendo o mesmo que fariam nos seus quartos.
Feeling #2 Falando em cenário
É basicamente divido em três ambientes. Expositores, Arena e Camping.
O ambiente de expositores instiga a interatividade de maneira muito interessante. O aspecto visual é impecável.
Quiosques muito bem desenhados trazem uma série de opções pra você participar sem poupar na tecnologia. Você pode testar coisas, jogar, teclar e participar de uma série de apresentações.
A arena é uma enorme Lan House com uma conexão que não deixa nem um pouquinho a desejar. Downloads do tipo clicou, chegou, não dá pra reclamar.
Na arena, o visual das máquinas é outro fator que chama atenção logo de cara. Tem de tudo mesmo. Máquinas gigantes com luzes, máquinas em formato de objetos e personagens, máquinas que são a cara de seus donos.
Em estilo rola de tudo, desde alguns jedis até o dr. Brown do De Volta Para o Futuro, e olha, o cara parece mesmo viu.
Feeling #3 Aprendizado
Não tem jeito de não aprender algo novo aqui. Só se você não quiser mesmo. São mais de dez palcos rolando palestra e exposição de hora em hora. É só levantar do conforto da sua posição, sentar num puff e voilà, você já ta aprendendo.
Agora deixa eu levantar aqui e aprender mais um pouco.