Se o conteúdo é o rei, vamos devolver a coroa?
O conteúdo sempre foi o patinho feio das estratégias – a última coisa a ser pensada em um projeto de novo site ou de redesenho. Afinal, em meio a planejamentos, escopos, arquiteturas, layouts e idas e vindas ao cliente, escrever era a menor das preocupações. E só o que restava eram duas semaninhas para a redação adaptar tudo o que as outras áreas haviam discutido.
Pois bem. 2009. Hora de esse pato virar cisne. A mudança foi gradativa, praticamente uma adolescência. Mas ela aconteceu: o conteúdo virou amigo de todas as áreas… virou o cara! Todo mundo quer estar perto dele. Todos querem saber o que ele tem pra dizer.
Isso porque finalmente começamos a perceber o óbvio: conteúdo é o âmago, o cerne de qualquer projeto. E não precisa ser só escrito. Seu formato se adéqua a necessidades específicas. Sem miséria.
Agora começamos a 2ª parte dessa história, que é apagar aquela imagem de desimportante, para os nossos clientes. Ter algo relevante, prático e útil para falar ao consumidor é a melhor forma de prestar um serviço a ele. E chegar nesse ponto não é fácil. Requer planejamento estratégico (idealização, criação, publicação e governança) e investimento (de tempo e dinheiro).
Mais que em qualquer outra época, é importante entender que o conteúdo precisa de cuidados periódicos. Senão…
Neste exemplo fica claro que não houve cuidado. Há mais de 1 ano o dono do vídeo não acessa seu canal… e as pessoas continuam visitando. Imagina o número de possíveis clientes eles estão perdendo, por não atualizarem seu discurso!
Esqueçamos também esse papo de que ninguém lê. Se fosse verdade, blog já teria morrido e reencarnado umas cinco vezes, nos últimos dois anos.
Enfim. O principezinho bastardo está aí para assumir o seu lugar no mundo da comunicação. E eu tô junto, para ver esse reinado.
Em breve, mais sobre as disciplinas de conteúdo.

